Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
07/05/2009
ÓLEO INCENDIADO
COMO APAGAR O FOGO DE INCÊNDIO PROVOCADO POR ÓLEO DE COZINHA
Em caso de este tipo de acidente observe com atenção o vídeo acima e se puder:
1- Desligue o fornecimento de energia
2- Embeba um pano em água, torça-o e tape o foco de incendio e certifique-se que
este se extinguiu
3- Nunca deite água para cima do recipiente a arder
4- Não se esqueça que existe o 112
06/05/2009
JOÃO CRAVINHO à RENASCENÇA
Financiamento dos partidos
“Nova lei é uma pouca vergonha” defende João Cravinho
Cravinho critica a nova lei de financiamento dos partidos políticos e apela à intervenção do Presidente da República por estar em causa “um atentado ao bom funcionamento das instituições democráticas”.
No seu habitual espaço de opinião, à terça-feira, na “Edição da Noite” da Renascença o ex-deputado socialista mostrou-se indignado com a nova lei, aprovada na semana passada no Parlamento, classificando-a como “uma pouca-vergonha” e “uma porta aberta à corrupção”.
“Abrir a porta a uma entrada de dinheiro 1.250.000 euros, sem qualquer ficalização sem qualquer contraprova?”, questionou, respondendo que ”mais vale dizer que está aberto o leilão à corrupção, porque é isto mesmo que se trata. É uma pouca vergonha. É uma provocação”, afirmou.
Para João Cravinho não há justificação para esta alteração nem sequer o argumento de que foi feito por causa da Festa do Avante, classificado como um “argumento da carochinha.
“Nova lei é uma pouca vergonha” defende João Cravinho
Cravinho critica a nova lei de financiamento dos partidos políticos e apela à intervenção do Presidente da República por estar em causa “um atentado ao bom funcionamento das instituições democráticas”.
No seu habitual espaço de opinião, à terça-feira, na “Edição da Noite” da Renascença o ex-deputado socialista mostrou-se indignado com a nova lei, aprovada na semana passada no Parlamento, classificando-a como “uma pouca-vergonha” e “uma porta aberta à corrupção”.
“Abrir a porta a uma entrada de dinheiro 1.250.000 euros, sem qualquer ficalização sem qualquer contraprova?”, questionou, respondendo que ”mais vale dizer que está aberto o leilão à corrupção, porque é isto mesmo que se trata. É uma pouca vergonha. É uma provocação”, afirmou.
Para João Cravinho não há justificação para esta alteração nem sequer o argumento de que foi feito por causa da Festa do Avante, classificado como um “argumento da carochinha.
JOÃO CRAVINHO
“É uma coisa inaudita. É a porta aberta a todas as corrupções e não me digam que é por causa da Festa do Avante. Isso é um argumento da carochinha”, afirmou Cravinho explicando que, em seu entender, seria possível resolver o problema e “o PCP receber o dinheiro correspondente”.
Segundo Cravinho, “o que é preciso é regulamentar e fiscalizar directamente, no próprio local e na hora exacta, em tempo real” e dessa forma apurar “qual era o resultado liquído dessa festa ou de outras que outros partidos viessem a fazer”
Não regulamentar financiamento das directas é autismo completo
João Cravinho critica também duramente os deputados por não terem aproveitado a oportunidade para regulamentar o financiamento das campanhas internas para as lideranças partidárias, classificando essa atitude como “autismo completo” .
“Se é possível alguém ou um grupo ou vários reunirem-se, ou alguém por si só financiar uma campanha de 1 milhão, ou de 2 milhões, ou de 30 milhões de euros para conquistarem um partido chave, estão a dizer que é o poder a saque e ainda por cima barato”.
Segundo Cravinho, “o que é preciso é regulamentar e fiscalizar directamente, no próprio local e na hora exacta, em tempo real” e dessa forma apurar “qual era o resultado liquído dessa festa ou de outras que outros partidos viessem a fazer”
Não regulamentar financiamento das directas é autismo completo
João Cravinho critica também duramente os deputados por não terem aproveitado a oportunidade para regulamentar o financiamento das campanhas internas para as lideranças partidárias, classificando essa atitude como “autismo completo” .
“Se é possível alguém ou um grupo ou vários reunirem-se, ou alguém por si só financiar uma campanha de 1 milhão, ou de 2 milhões, ou de 30 milhões de euros para conquistarem um partido chave, estão a dizer que é o poder a saque e ainda por cima barato”.
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