09/12/2017

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ESTA SEMANA NA
"GERINGONÇA"
FMI manda toalha ao chão e 
já antecipa crescimento de 2,6%

O FMI decidiu abandonar os palpites catastrofistas e já alinha as suas previsões com aquelas que o Governo inscreveu no Orçamento do Estado para 2017. Há pouco mais de um ano, o FMI esperava que Portugal crescesse uns desapontantes 1% e 1,1% em 2017 e 2018. Hoje, prevê 2,6% e 2,2%, respetivamente. Uma diferença da noite para o dia que reflete uma mudança de perspetiva da instituição sobre o país.
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No mais recente comunicado de avaliação pós-programa de ajustamento, publicado esta tarde, o FMI destaca o desempenho positivo do investimento este ano, especialmente na construção, que está a ser puxada pelo turismo. Ao mesmo tempo, o consumo das famílias continua forte, com o emprego a manter uma trajetória de recuperação.

Do lado do défice, o Fundo admite que as metas para este ano e para o próximo serão atingidas. Também aqui tem as mesmas previsões que o Governo: 1,4% e 1,1% do PIB.

* Esta do FMI atirar a toalha ao chão não passa duma gabarolice de quem redige a notícia, nós também somos de esquerda mas sem estarmos afectados de esquerdismos visionários. 
Por o FMI se enganar já não há pobres em Portugal? A pobreza está-se nas tintas para as percentagens.

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FAÇA, EVITE

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1453
Senso d'hoje
LUÍS MIRA AMARAL
ENGENHEIRO ELECTROTÉCNICO
GESTOR BANCÁRIO
EX-MINISTRO
"O recuo do Partido Socialista
na taxa sobre as renováveis"



* Excerto de comentário quanto à última posição do PS na votação parlamentar sobre as taxas das rendas das energias  renováveis, no programa "NEGÓCIOS DA SEMANA", na "SIC NOTÍCIAS" moderado por JOSÉ GOMES FERREIRA.


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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS 
E REVISTAS







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PORQUE SOMOS

UMA GRAÇA


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BOM DIA


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3-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

VI-MOUNT OLYMPUS/3




*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.

*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.

**** A segunda parte da encenação foi editada neste blogue a partir de 02/06/17.
Disfrute.