08/10/2015

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"
População em risco de pobreza manteve-se, 
mas agravou-se situação das mulheres

A população em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal manteve-se nos 27,5% em 2014, atingindo mais de 2,8 milhões de pessoas, segundo dados provisórios do INE, que apontam para um agravamento da situação entre as mulheres.
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Apesar de as percentagens não mostrarem uma alteração entre 2013 e 2014, houve menos 14.431 pessoas em situação de risco de pobreza ou exclusão social no ano passado, totalizando 2.853.076.

Esta situação pode ter sido reflexo da população residente em Portugal ter diminuído naqueles dois anos, passando de 2.867.507 em 2013 para 2.853.076 em 2014.

Segundo os dados atualizados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), 28,1% das mulheres residentes em Portugal estavam em risco de pobreza ou exclusão social no ano passado, uma percentagem que representa 1.531.774 mulheres.

Comparando com 2013, verificou-se um aumento de 0,7%, referem os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Já entre o sexo masculino, a situação inverteu-se com uma redução de casos de risco de pobreza ou exclusão social: em 2014, havia 1.314.619 homens nesta situação (26,7%), menos 0,8% do que no ano anterior.

O indicador população residente em risco de pobreza ou exclusão social combina dois indicadores construídos com base em informação relativa ao ano de referência do rendimento (Taxa de risco de pobreza após transferências sociais e Intensidade laboral per capita muito reduzida) com um indicador com informação relativa ao ano do inquérito (Taxa de privação material severa).

Entre 2009 e 2014, a população residente em risco de pobreza ou exclusão social aumentou de 24,9% para 27,5% em 2014.

Dados provisórios do INE relativos a 2014 sobre a situação de privação material referem que nesse ano 25,7% dos residentes em Portugal viviam em privação material e 10,6% em situação de privação material severa, dados semelhantes aos registados no ano anterior.

As famílias com crianças são as que mais frequentemente se encontram em privação material (26,3%) e em privação material severa (11,3%).

* Em quatro de Outubro 36,8% dos portugueses votaram contentíssimos nesta bela produção de miséria da "Portugal à Frente".

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3 – Jardins e Afins


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Senso d'hoje
CHUNG MONG-JOON
EMPRESÁIRO SUL COREANO
CANDIDATO À PRESIDÊNCIA 
DA FIFA 
SOBRE FIFA/BLATTER


 «A FIFA tornou-se um emblema de vergonha. Compará-la à máfia é quase insultar a máfia, tão evidente e arrogante que é a sua corrupção. O dinheiro e o poder cegaram Blatter nas virtudes e espírito desportivo. A FIFA tornou-se um sítio secreto. Ninguém sabe como funciona. 

Podemos encontrar o salário de um presidente de uma empresa e até de um primeiro-ministro online, mas não se sabe quanto ganha Blatter», começou por afirmar o empresário sul-coreano citado pela Goal, defendendo depois que irá abrir um processo judicial contra o atual presidente da organização.

«Planeio processar Blatter por desfalque financeiro. Na FIFA tudo o que é importante e sensível é decidido pelo senhor Blatter e os seus comparsas. Não preciso de um jato particular para fazer compras ou para um novo par de sapatos… Vou precisar é de um mandato de quatro anos para resgatar a FIFA»

FONTE: "A BOLA"

* Sobre Chung Mong-joon recaem há alguns anos a suspeita de ter tentado influenciar dirigentes da FIFA para atribuir a fase final do Mundial de 2022 à Coreia do Sul.

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