13/04/2015

.



 7- A ORIGEM DO


PLANETA TERRA



ÚLTIMO EPISÓDIO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


.
.
HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Universidade do Algarve 
no topo nacional em medicina

A Universidade do Algarve (UALg) anunciou, esta segunda-feira, que obteve a melhor classificação nacional na área da medicina, no 'ranking' U-Multirank, uma nova classificação mundial apoiada pela Comissão Europeia e que analisa dados, informações e opiniões de alunos. 
 .
O resultado tem como base a fundação do curso de medicina da UALg, a funcionar há seis anos, ou seja, uma preocupação na contratação de docentes que se dedicassem paralelamente à investigação, defendeu à Lusa o docente Álvaro Tavares, do Departamento de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

"Quando o curso montado, foi tido em conta o que de melhor se fazia lá fora [estrangeiro]", referiu. 

* A ser verdade, uma surpreendente boa notícia.

.
.

Brigada Victor Jara

Arriba Monte


.
.
HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Há novo vídeo de um polícia a matar um afro-americano. O que se passa nos EUA?

Há mais um vídeo de um polícia a matar um afro-americano de 44 anos, nos EUA. Depois de Walter Scott, Michael Brown e Eric Garner, a discussão está lançada: há justificação para estas mortes?

O vídeo data de 2 de abril, mas só foi divulgado na sexta-feira. Robert Bates, um polícia de 73 anos, disparou fatalmente sobre o afro-americano Eric Harris, 44, por engano, em Tulsa, no estado de Oklahoma, Estados Unidos da América. O incidente ocorreu já depois de a vítima estar imobilizada, no chão, por outro agente da autoridade, conta a Associated Press. O vídeo foi divulgado a pedido da família da vítima.
.


Eric Harris era suspeito de ter tentado vender uma arma ilegal a um polícia à paisana. Depois de ter tentado fugir, foi imobilizado pela polícia. No vídeo, ouve-se um dos agentes a pedir a Harris que se vire de barriga para baixo e uma mulher a pedir para pararem de lutar. Logo a seguir, um tiro, e uma voz que diz: “Disparei sobre ele, peço desculpa”. A vítima responde: “Ele disparou sobre mim. Oh meu Deus”. Eric Harris ainda chegou vivo ao hospital, mas acabou por falecer pouco tempo depois.

Robert Bates não era polícia a tempo inteiro, mas um voluntário com formação para prestar apoio às autoridades locais – aquilo que nos EUA se chama “um polícia na reserva”. Fonte oficial da polícia de Tulsa já veio dizer que tem mais de 100 polícias voluntários com “autoridade e poder total” e que não é incomum que trabalhem com a unidade especializada em crimes violentos.

A investigação concluiu que Robert Bates agiu sobre a influência do fenómeno “deslizar e capturar”, que ocorre quando o comportamento de uma pessoa sai da linha de ação porque é “capturado” para reagir a uma situação mais forte, conta a Associated Press.

A notícia da morte de Eric Harris chega pouco tempo depois da de Walter Scott, outro afro-americano morto por um polícia norte-americano, Michael Slager, de 33 anos. O agente da autoridade matou Scott, de 50 anos, pelas costas, enquanto este fugia – Slager tinha mandado parar o carro em que Scott circulava, por ter um farol traseiro partido.
.

O acontecimento trouxe para a ordem do dia as notícias de outras mortes: a de Michael Brown em Ferguson e a de Eric Garner em Nova Iorque, no ano passado. A revista Time deu honras de capa ao tema, com o slogan do movimento Black Lives Matter (as vidas negras importam), que põe a discriminação racial norte-americana na agenda.

De acordo com o site do movimento, a cada 28 horas é assassinado um homem, uma mulher ou uma criança afro-americana por um polícia ou outro agente da autoridade. Uma análise da Vox, baseada em dados divulgados pelo FBI, concluiu que a polícia norte-americana dispara sobre afro-americanos numa percentagem desproporcional – apesar de representarem apenas 13% da população norte-americana, representaram 31% das vítimas de polícias. Os dados não estão completos, mas ilustram a disparidade das percentagens, diz a Vox. Mais: Entre 2010 e 212 é provável que a polícia tenha morto 21 vezes mais adolescentes negros do que brancos.

“Os negros estão a dizer literalmente ‘parem de nos matar'”

Walter Scott conduzia um Mercedes-Benz e foi mandado parar por ter um farol partido. De acordo com a The Atlantic, é frequente que a polícia utilize este tipo de pormenor como pretexto para perseguir cidadãos negros. Na cidade de North Charleston, 47% da população é afro-americana e 37% branca. O agente de autoridade que matou Scott é branco, tal como 80% da força policial da cidade.

O assunto não é novo – há vários anos que a população de North Charleston se tem vindo a queixar de ser “mal tratada” pela polícia local. Em 2010, um dos responsáveis respondeu a um artigo publicado no The Charleston Post and Courier sobre o tema, que dizia que os fins justificavam os meios e que a estratégia que as autoridades adotaram estava a diminuir os índices de violência dramaticamente.

Em 2011, a polícia norte-americana matou 828 pessoas, quando, na Austrália ou na Alemanha, foram mortas seis, por exemplo. Se as mortes foram ou não justificadas, fica a dúvida. Na The Atlantic lê-se que quando um incidente deste tipo é fatal, é difícil contestar o depoimento dos agentes de autoridade envolvidos. O de Walter Scott é diferente – porque há um vídeo que conta a história. E a pergunta impõe-se: acidente ou homicídio?

Nas redes sociais, são várias as mensagens de apoio aos afro-americanos, com a hashtag (etiqueta) #blacklivesmatter  “Os negros estão a dizer literalmente ‘parem de nos matar’. E existem pessoas que dizem ‘mas..'”, escreveu o ator e realizador norte-americano Malcolm-Jamal Warner, na conta que detém no Twitter.

Depois da morte de Walter Scott, os Simpsons também se juntaram ao movimento.
E são vários os apelos para trazer o assunto para as redes sociais.

Quando Scott foi morto, Michael Slager contou uma versão diferente da verdadeira, desmentida depois de ter sido divulgado o vídeo. “Onde estaríamos se o vídeo não tivesse sido divulgado?”, perguntou o advogado da família da vítima. Na Time, David Von Drehle escreve que antes de o vídeo aparecer, a morte de Walter Scott ocupava o mesmo espaço que outras centenas de casos ocupavam nos registos da polícia. Que espaço ocupará, agora, o de Eric Harris?

* USA, um país de abomináveis brancos a escravizar e matar pretos.

.
.

O ARTISTA DIVERTE-SE




.
.

HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mais de quatro queixas por dia por
. violência no namoro em meio escolar

Cerca de 80% das queixas de violência psicológica vêm de raparigas, embora os rapazes também sejam vítimas. 

As participações de violência no namoro em meio escolar, ou seja, na escola ou no espaço em redor, aumentaram 50% de 2013 para 2014. A PSP registou mais de quatro queixas diárias, avança hoje o jornal Público, mas fonte policial garante ao jornal que a realidade não é nova nem mais frequente, há sim uma maior consciencialização para os comportamentos que devem ser inaceitáveis no namoro.
 .

A monitorização da violência no namoro por parte da PSP só começou em 2013, quando se registaram 1050 queixas do género. Em 2014, no segundo ano, registaram-se 1549, um aumento em 50%. A tendência, contou ao jornal Público o subintendente Hugo Guinote, é resultado de uma maior exposição e consciência para este tipo de violência, em parte devido a campanhas sobre a violência doméstica.

O total de participações sobre violência em ambiente escolar aumentou de 4932 em 2013 para 5361 no ano passado. Excluindo as queixas relativas a violência no namoro deste total, as participações por violência escolar diminuíram de um ano para o outro.

Cerca de 80% das queixas de violência psicológica vêm de raparigas, embora os rapazes também sejam vítimas. Após a participação, que começa junto de um professor ou de um agente da Escola Segura da PSP, a vítima é ouvida junto da polícia e pode realizar-se um exame pericial caso se trate de violência física. No entanto, porque violência no namoro não é crime, é raro haver consequências práticas para o jovem acusado após o seguimento do caso para o Ministério Público.

* Expliquem-nos como se fossemos muito burros, nem toda a forma de violência é crime?


.
.

PROJECÇÕES













.