28/01/2015

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Xanana Gusmão demite-se do
 cargo de primeiro-ministro

A ministra das Finanças, o ministro dos Negócios Estrangeiros, e o ministro dos Transportes também estão de saída.

O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, informou esta quarta-feira os membros do seu executivo, durante um jantar em Díli, de que vai deixar a chefia do Governo. Um dos ministros que participaram no jantar confirmou à Lusa que essa foi uma das mensagens de Xanana Gusmão, que insistiu na necessidade “de encontrar novos líderes”. Durante quase cinco horas, Xanana Gusmão e praticamente todos os membros do executivo — faltaram apenas dois dos 55 — falaram sobre as alterações em curso no Governo.
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Depois, na fase final do jantar, Xanana Gusmão entregou presentes aos membros cessantes do Governo. Isso permitiu confirmar que entre os nomes que saem estão Emília Pires, ministra das Finanças, José Luís Guterres, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Pedro Lay, ministro dos Transportes, e muitos secretários de Estado, entre outros. Alfredo Pires, que é ainda ministro do Petróleo e dos Recursos Minerais, não recebeu presente, o que indica que apesar de abandonar a pasta, poderá continuar no executivo.

Fonte do Governo confirmou à Lusa que foram pedidos pareceres sobre vários aspetos relacionados com a liderança do país, nomeadamente o que fazer em caso de demissão do primeiro-ministro, como convocar eleições antecipadas e como proceder a uma remodelação governativa.

Questionado pela Lusa à saída do jantar, Xanana Gusmão escusou-se a confirmar se vai ou não demitir-se, explicando que este é um momento “de reflexão” e que nos próximos dias vai falar ao país. “Vou falar com o Presidente”, disse Xanana, sem mais comentários. A entrega de presentes aos membros que saem do elenco governativo foi marcada por bastante emoção, com abraços demorados e algumas lágrimas.

Um dos cenários atualmente a ser discutido no seio do Governo é a possibilidade de que Xanana Gusmão apresente a sua demissão e depois o seu partido, Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), que tem a maior representação parlamentar, avance com um candidato a primeiro-ministro. Fonte do executivo disse à Lusa que, em alternativa, o nome mais referido é o de Rui Araújo, que integra o comité central da Fretilin, na oposição, e fez parte do I Governo Constitucional.

Inicialmente, Rui Araújo foi falado como sucessor de Emília Pires na pasta das Finanças, mas, como comentou à Lusa um ministro, “servir a nação ao mais alto nível pode ser necessário”. Fonte da Fretilin disse à Lusa que membros do seu partido que eventualmente venham a integrar o executivo o façam de forma individual e não partidária.

Ainda assim, num cenário como o de Rui Araújo ser primeiro-ministro, poderá ser necessária uma reunião da comissão nacional da Fretilin. Uma das novidades do futuro executivo é a entrada de membros da Fretilin, que estão a ser convidados de forma individual e não através do partido em si.

* Estes demissionários timorenses estão bem na vida, já se amanharam enquanto exerceram o poder, desconhecemos se aprenderam com Socrates. Também deviam ser julgados, só por ter sido herói da luta armada não tem  direito à orgia da ganância.

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PÁRA-QUEDAS XL


Avião fica sem combustível e cai no Oceano Pacífico

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ministro demite comandante-geral 
da Polícia Marítima

Aguiar-Branco exonerou esta quarta-feira o diretor-geral da Autoridade Marítima (DGAM) e comandante-geral da Polícia Marítima (PM), vice-almirante Cunha Lopes, soube o DN junto de diferentes fontes.

O sub-DGAM e 2º comandante-geral da PM, contra-almirante Gomes de Sousa, está demissionário porque rejeitou substituir interinamente Cunha Lopes face às condições de exercício dos cargos indicadas pelo almirante Macieira Fragoso, Autoridade Marítima Nacional (AMN) - cargo que acumula com o de chefe do Estado-Maior da Marinha.
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A decisão de Aguiar-Branco surge na sequência do braço de ferro criado pela continuada intenção da Marinha em mandar na AMN e na Polícia Marítima, apesar de estas duas estruturas serem civis e a primeira ser, de acordo com a lei, apenas "um ramo das Forças Armadas".

Isto impede que os militares em serviço na estrutura da Marinha possam ao mesmo tempo dirigir, comandar ou controlar a AMN e a PM, sendo que esta é uma força de segurança cujo responsável máximo é o seu comandante-geral.

O porta-voz do Ministério da Defesa confirmou ao DN que Cunha Lopes "foi exonerado nos termos da lei e por proposta do almirante AMN".

Uma das fontes do DN admitiu que a Marinha vá propor ao ministro da Defesa que o cargo de DGAM seja ocupado pelo comandante naval, colocando um novo militar em funções nas Forças Armadas a desempenhar simultaneamente funções na AMN e a chefiar uma força de segurança.
Note-se que a nova lei orgânica da Marinha diz que o comandante naval também pode exercer funções como comandante das operações marítimas (da AMN).

Isto é considerado inconstitucional por diferentes fontes, mas nem o Presidente da República nem os partidos políticos com assento parlamentar requereram alguma vez a sua clarificação junto do Tribunal Constitucional, apesar do parecer que a Procuradoria-Geral da República já fez sobre a intervenção dos militares das Forças Armadas em território nacional e sobre as autoridades civis e forças de segurança sem ter sido declarado o estado de sítio.

Macieira Fragoso, na qualidade de chefe militar, desautorizara Cunha Lopes há uma semana, ao retirar-lhe a responsabilidade pela divulgação pública das informações relativas à AMN e à PM - quando isso integra as competências do oficial agora exonerado.

Macieira Fragoso escreveu no despacho que assinou como chefe militar: "A comunicação institucional faz parte dos poderes de tutela que me são conferidos sobre os órgãos da AMN."
O Ministério da Defesa, questionado sobre que poderes de tutela são esses e onde estão discriminados, não respondeu.

Note-se que a recente lei orgânica da Marinha diz, no seu artigo 1º, que ela é "um ramo militar das Forças Armadas. O diploma também extinguiu expressamente todos os orgãos da AMN que até aqui integravam a estrutura militar.

Contudo, depois de aquela lei orgânica já estar em vigor, o chefe do Estado-Maior da Marinha justificou o assumir da responsabilidade pela comunicação institucional da AMN devido à "desejável criação de duas marcas distintas mas intimamente ligadas que são a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional".

Para esse efeito colocou o seu chefe de gabinete como responsável pela coordenação dos serviços de informações e relações públicas da Marinha e da AMN.

A exoneração surge ainda semanas após o chefe do Estado-Maior da Marinha, sem estar mandatado para tal pela tutela política com competência exclusiva em matérias legislativas, criar grupos de trabalho para elaborar projetos de propostas de lei para "densificar as competências" dos comandantes dos navios militares na fiscalização da pesca e de atos ilícitos.

* UM TIRO NO PORTA AVIÕES
Era prevísivel, o poder do almirantado que permite acumular funções, subverte a Constituição e põe uma polícia civil submetida a um ramo militar. A Direcção Geral da Autoridade Marítima, devia ser tutelada pelo MAI.
Passos Coelho é absolutamente incapaz de pôr os militares em sentido.

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FRASES QUE OS GAYS OUVEM
E AGORA DEVOLVEM

Mas já foste com um homem para teres a certeza que gostas de mulheres?

Quando percebeste que eras hétero?

Perturba-te andar de mão dada com uma mulher?

Essa coisa de ser hétero é uma fase curta da tua vida

Não precisas de beijar a namorada em público, porque há muita gente que não sabe o que é ser hétero

O que é ser hétero?

Não tenho nada contra os héteros, mas fiquem longe.

Por ser hétero é vítima de preconceito?

Quando descobriste que eras hétero?

Será que estás com a ideia de ser hétero porque ainda não encontraste o homem da tua vida?

Vira gay, seu homenzinho!















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HOJE NO
"RECORD"

Open de Portugal muda-se para o Estoril 
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Paulo Vistas, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, disse ao Correio da Manhã que a Câmara Municipal de Cascais pagou "500 mil euros" para ficar com o Open de Portugal, que assim deixa o Jamor para se realizar nos courts de ténis do Estoril.

"Não podíamos pagar uma verba tão elevada apenas por um evento num momento de crise", justificou Paulo Vistas.

* Pelos vistos a Câmara de Cascais é rica.


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Vulcão de Colima


Um dos vulcões mais ativos do México

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HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS" 


Infarmed retira do mercado genéricos
 com ordem de suspensão europeia

A Agência Europeia do Medicamento recomendou, na sexta-feira, a suspensão de centenas de genéricos, dos quais 64 comercializados em Portugal. O Infarmed, esta quarta-feira, decidiu retirar do mercado estes medicamentos.

Na sexta-feira passada, a Agência Europeia do Medicamento (EMA) recomendou a suspensão de centenas de genéricos, dos quais 64 comercializados em Portugal, mas o Infarmed adiou a tomada de uma decisão, por considerar que "a análise de risco não evidenciou existir falta de segurança ou eficácia".
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Em causa está uma inspeção realizada à GVK Biosciences, na Índia, que detetou irregularidades na forma como esta empresa conduzia os ensaios de bioequivalência a vários medicamentos que circulam na União Europeia, nomeadamente a manipulação de eletrocardiogramas durante alguns dos ensaios clínicos.
Em Espanha, bem como em outros países europeus, os organismos que regulam o setor optaram por suspender os fármacos.

O presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves, anunciou, esta quarta-feira, que Portugal optou por acompanhar o caso e deu hoje ordem às empresas para que retirem os fármacos do mercado, remetendo a decisão final sobre a suspensão ou não dos genéricos para quando existir uma tomada de posição da União Europeia.

Esta posição é diferente da assumida na sexta-feira, no dia em que foi conhecida a recomendação da EMA, quando emitiu uma circular a indicar que "relativamente aos medicamentos que dispõem de dados suficientes de outras fontes que comprovam o cumprimento dos requisitos regulamentares", o Comité de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da EMA "recomendou a sua manutenção no mercado".

Para os restantes medicamentos, "incluindo os que têm alternativas terapêuticas, a análise de risco não evidenciou existir falta de segurança ou eficácia destes medicamentos, pelo que a decisão final sobre a manutenção no mercado será tomada pela Comissão Europeia, tendo em consideração a opinião do CHMP", prosseguiu a circular.

Esta quarta-feira, Eurico Castro Alves disse que Portugal não optou logo pela suspensão dos fármacos por esta ser uma decisão que "comporta vários prejuízos para as empresas e para os doentes".

"A nossa opção foi seguir o caso com toda a prudência, dando-lhe toda a atenção e realizando contactos com outras agências", disse.
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Segundo Eurico Castro Alves, apesar de existirem em Portugal 64 destes medicamentos com autorização de comercialização, apenas 20 estão à venda e têm umas vendas "residuais: 0,3%".
Trata-se de analgésicos, anti-inflamatórios, anti-histamínicos, entre outros, que não causaram, até ao momento, qualquer problema de saúde e não apresentam riscos para os doentes, segundo Eurico Castro Alves.

A retirada do mercado destes fármacos também não deverá prejudicar os doentes que, segundo Eurico Castro Alves, têm outras alternativas no mercado.



Esta é a lista dos 28 medicamentos genéricos existentes em Portugal que a Agência Europeia do Medicamento (EMA) recomendou que fossem suspensos. Destes, segundo o Infarmed, apenas 20 são atualmente comercializados em território nacional.
Ácido alendrónico Accord - para a Osteoporose
Cefpodoxima Alkaloid -- antibiótico usado sobretudo para pneumonias bacterianas, bronquites agudas, infeções agudas das bronquites crónicas, sinusites, anginas, faringites.
Tramadol + Paracetamol Brown - associação de dois analgésicos, que atuam em conjunto para aliviar a dor
Trimetazidina Brown -- vasodilatador para tratamento da angina de peito
Escitalopram Brown - antidepressivo
Ebastina Brown -- antialérgico
Quetiapina Daquimed -- para a esquizofrenia e a perturbação bipolar
Levodopa + Carbidopa + Entacapona Generis -- para a doença de Parkinson
Entacapona Generis -- para a doença de Parkinson
Desloratadina Labesfal OD -- antialérgico
Ácido alendrónico Labesfal -- para a osteoporose pós-menopáusica
Donepezilo Anova -- para tratamento do Alzheimer
Esomeprazol Anova -- antiácido, para a doença de refluxo gastroesofágico e úlceras
Venlafaxina Azevedos -- antidepressivo
Fluconazol Basi -- antifúngico
Desloratadina Labormed -- antialérgico
Cefpodoxima Lupin -- antibiótico usado sobretudo para pneumonias bacterianas, bronquites agudas, infeções agudas das bronquites crónicas, sinusites, anginas, faringites
Esomeprazol Mylan - antiácido, para a doença de refluxo gastroesofágico e úlceras
Atorvastatina Anova -- para o colesterol e para os triglicéridos
Donepezilo Mylan -- para tratamento da doença de Alzheimer
Trimetazidina Mylan - terapêutica adicional para o tratamento sintomático de doentes com angina de peito
Candesartan Mylan -- para tratamento da hipertensão e da insuficiência cardíaca
Leflunomida Pentafarma -- antirreumático, para tratamento da artrite reumatoide
Desloratadina Peseri - antialérgico
Trimetazidina Pharmakern -- para a angina de peito
Desloratadina Ratiopharm - antialérgico
Trimetazidina Itraxel -- para a doença isquémica do coração
Desloratadina Teva - antialérgico

* Como nós compreendemos que existam médicos a recusar com determinação a prescrição dos genéricos. Fármacos vindos da Índia, terão água "sagrada" do Ganges?



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