27/01/2015

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 Barbara Kanam

Cheri Mupenzi



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"


Afonso precisa de material ortopédico
. Menino de seis anos é de Vila Verde.

O sorriso de anjo e a alegria contagiante escondem a doença rara de Afonso. Aos seis anos, o menino de Prado, Vila Verde, não anda, não fala e precisa de ajuda para todas as suas tarefas.
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Há dois anos, após a morte da mãe, o pai largou o emprego para se dedicar a cem por cento ao Afonso.

 Agora, o menino precisa de material ortopédico para equipar o quarto e o pai, Emanuel Araújo, pede ajuda. "O Afonso nunca vai conseguir falar e precisa de material ortopédico para desenvolvimento sensorial, que permitirão ao Afonso algum tipo de comunicação no futuro", explicou ao CM o pai. O Afonso é uma das 65 crianças diagnosticadas em Portugal com o Síndrome de Angelman.

* É PARA AJUDAR JÁ, MUITO! 

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Síndrome de Angelman é um distúrbio genético-neurológico nomeado em homenagem ao pediatra inglês Dr. Harry Angelman, que foi quem descreveu a síndrome pela primeira vez em 1965.
Caracteriza-se por atraso no desenvolvimento intelectual, dificuldades na fala, distúrbios no sono, convulsões, movimentos desconexos e sorriso frequente.
Além disso, é um exemplo clássico de imprinting genômico causado pela  inativação de genes críticos do cromossoma 15 herdado da mãe.

PRINCIPAIS SINTOMAS
  • Atraso do desenvolvimento, funcionalmente severo
  • Incapacidade de falar, com nenhum ou quase nenhum uso de palavras
  • A criança comunica mais pela capacidade compreensão de seus atos do que pela expressão verbal
  • Problemas de movimento e equilíbrio
  • Crises convulsivas
  • É observado o atraso no crescimento do perímetro cefálico em 80% dos casos, ocorrendo microcefalia em torno dos dois anos de idade
  • Incapacidade de coordenação dos movimentos musculares voluntários ao andar e/ou movimento trêmulo dos membros
  • Frequente qualquer combinação de riso e sorriso, com uma aparência feliz - embora este sorriso permanente seja apenas uma expressão motora
  • Personalidade facilmente excitável, com movimentos aleatórios das mãos, hipermotricidade e incapacidade de manter a atenção
  • Atração/fascínio pela água

IN "WIKIPÉDIA"
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 QUASE MILAGRE


Nunca te aperceberias que ele tem uma perna artificial!


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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Ex-administrador do banco admite
. operações menos corretas

Ex-administrador do BPP, Paulo Lopes, admitiu nesta terça-feira em tribunal ter feito operações que não eram corretas, mas mantém a convicção de que não prejudicou ninguém.

O ex-administrador do BPP, Paulo Lopes, admitiu nesta terça-feira em tribunal ter feito operações que não eram corretas, mas mantém a convicção de que não prejudicou ninguém e assegurou que não tirou delas qualquer benefício pessoal.

Paulo Lopes, que exerceu funções na administração do Banco Privado Português de abril a dezembro de 2008, é um dos 10 dos 11 arguidos que interpuseram recurso junto do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, em Santarém, das contraordenações decretadas pelo Banco de Portugal (BdP) em outubro de 2013, superiores, no global, a dez milhões de euros, por diversas infrações, incluindo falsificação de contabilidade e informações falsas.

Questionado pela procuradora do Ministério Público, Edite Carvalho, sobre se está “arrependido” por ter ordenado a transferência dos Credit Default Swaps (CDS, um seguro sobre obrigações) do Lehman Brothers (LB) da carteira do banco para a carteira dos clientes quando já tinha sido decidido o pedido de insolvência do LB, Paulo Lopes respondeu que fez a operação obedecendo a “instruções” de João Rendeiro e de Paulo Guichard com a consciência de que não era um procedimento correto. “Se soubesse que podia fazer de outra maneira faria. O que fiz, a forma como fiz, não prejudicou ninguém e não tirei daí nenhum benefício. Pode não ter sido a forma mais correta mas não fiz de propósito para ocultar”, disse.
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RENDEIRO, O MANDANTE DE PAULO LOPES
O advogado de Paulo Lopes, António Pragal Colaço, questionou o que levou o Banco de Portugal a condenar o seu constituinte a uma coima de 400 mil euros (suspensa em metade do valor por cinco anos), a quarta mais pesada imputada a pessoas singulares no processo, quando este só foi administrador durante sete meses e quando outros que operaram milhares de euros em mercados nas Bahamas, Suíça, Singapura, Estados Unidos nem sequer são arguidos.

Paulo Lopes, até agora o único arguido que quis prestar declarações, assegurou que nunca criou nenhuma offshore, que nunca desviou dinheiro e que nunca recebeu prémios, tendo Pragal Colaço afirmado que juntou ao processo uma certidão do relatório das Finanças que consta do processo-crime que atesta esta afirmação.

A pedido do Banco de Portugal, o tribunal procedeu a uma acareação do arguido com os peritos do supervisor João Rosa e Miguel Espiga para esclarecimento de alegadas discrepâncias nos depoimentos relativos a uma reunião realizada em 28 de novembro de 2008, destinada a esclarecer os movimentos de compras e vendas, de valores significativos, que haviam sido detetados em contas de clientes. Paulo Lopes terá admitido nessa reunião que as transferências para as contas dos clientes (alguns offshores do próprio banco) eram uma “grande trapalhada” e que iria proceder ao estorno.

Paulo Lopes afirmou que as transferências dos CDS da Lehman Brothers para a carteira de clientes foi feita em setembro, dois dias antes da falência da LB, com data de 20 de junho para que os clientes recebessem os juros relativos a esse trimestre e que em novembro foi feita a provisão das perdas.

Pragal Colaço questionou por que razão não foi a comissão liquidatária buscar os 9 milhões de euros dessas perdas aos Estados Unidos, como também questionou o que levou o Banco de Portugal a nomear, no final de 2008, Fernando Adão da Fonseca para a presidência do BPP, perguntando se não foi “estranha” a nomeação de uma pessoa que trabalhava para o BCP.

O advogado afirmou que vai juntar um requerimento sobre as “discrepâncias” das atas do BPP em liquidação, tendo Paulo Lopes afirmado que existem “imensos documentos relevantes” que não constam daquelas atas. Pragal Colaço afirmou que são imputados ao seu constituinte factos com base em documentos que este não assinou e deixou no ar a interrogação do que terá levado à falência um banco que “era viável”.

* É preciso ter descaramento, grande vígaro, executar "operações menos correctas" é crime! Um indivíduo que seja apanhado a conduzir sem carta de condução é preso mesmo que não tenha provocado nenhum acidente e tenha conduzido impecavelmente, porque cometeu um crime. Se interpretarmos a atitude do condutor como "operação menos correcta" não deve ir preso.

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A NOITE É DOS ADOLESCENTES,

ADULTOS FAZEM NEGÓCIO!
















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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

António Chainho: 
as cumplicidades de 50 anos
 de guitarra portuguesa

Um disco novo e dois concertos de comemoração de meio século de carreira onde o instrumentista e compositor estará rodeado de vozes cúmplices, como sempre.

A sua guitarra nunca olhou para a voz de baixo, fê-lo sempre à mesma distância, de igual para igual. António Chainho, mestre da guitarra portuguesa que celebra hoje o seu 77º aniversário, comemora os seus 50 anos de carreira com um novo disco. Cumplicidadesconta com a participação de Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Paulo de Carvalho, Ana Bacalhau (dos Deolinda), Sara Tavares, Fernando Ribeiro (dos Moonspell), o fadista Hélder Moutinho, o cantor angolano Paulo Flores e a brasileira Vanessa da Mata, que dá voz ao tema Aprender a sorrir.
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No disco que sairá a 16 de março, editado pela Sony Music Entertainment, estarão também as vozes "de todos os dias", Ana Vieira e Filipa Pais, que atualmente acompanham Chainho, assim como o acordeonista Kepa Junquera ou o trompetista Raul D"Oliveira.

Cumplicidades será também uma comemoração dos 50 anos de carreira em modo itinerante. António Chainho subirá ao palco acompanhado de convidados a 10 de abril no CCB, em Lisboa, e a 11 de abril no Coliseu do Porto.

Há 50 anos que dedilha a guitarra portuguesa, convidou e foi convidado. Acompanhou e fez-se acompanhar. Compôs e tocou composições de outros. Aos 13 anos apresentou-se pela primeira vez em público. Na casa dos vinte estreia-se numa casa de fados, A Severa. Desde aí a sua guitarra soou com as vozes de Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo, Frei Hermano da Câmara, Hermínia Silva, Lucília do Carmo e Maria Teresa de Noronha.

Mas o Mestre António Chainho, alentejano de S. Francisco da Serra, Santiago do Cacém, sempre deixou recado à História para que o recordasse noutros lugares que não apenas do fado tradicional, que não apenas de acompanhante.
A guitarra portuguesa que se ouve no Fura Fura de Zeca Afonso é sua. Tal como no álbum Fado Bailado de Rão Kyao. É dele a guitarra que se ouve ao lado das brasileiras Gal Costa, Maria Bethânia e Adriana Calcanhoto e com as japonesas Saky Kubota e Hideco Tchokyba, apaixonadas pelo fado.

Correu o mundo. Tocou com com Paco de Lucia e John Williams. Gravou um disco com a The London Philarmonic Orchestra. Sozinho e acompanhado em medidas difícieis de pesar, em A Guitarra e Outras Mulheres convida Teresa Salgueiro ou Nina Miranda (dos Smoke City) para a ele se juntarem e chama instrumentistas nova-iorquinos como Greg Cohen e Peter Scherer. Em 2005 inaugurou a Escola de Guitarra Portuguesa em Santiago do Cacém. Mas, para lá dessa, junto de muitos terá feito escola.

"A mim o que mais me comove são as homenagens, 'talvez por nunca estar à espera, ou quando comecei não ter imaginado sequer o que já me aconteceu." Palavras suas à agência Lusa aquando das comemorações dos seus 45 anos de carreira, em 2010. Veremos o que dirá agora. Ou que se escute apenas como continua a tocar.

Os bilhetes para a apresentação de Cumplicidades no CCB e no Coliseu do Porto estarão à venda a partir desta semana. Antes disso, Cumplicidades sobe a palco em Évora (no teatro Garcia de Resende) e Beja (Teatro Pax Julia) a 30 e 31 de janeiro, no Cine Teatro de Estarreja a 21 de fevereiro, em Loulé (Cine Teatro Louletano) a 28 de fevereiro e em Torres Vedras (Cine-Teatro) a 14 de março.

* Um verdadeiro Mestre!

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TRÊS SOIS 


Avistados no centro da Mongólia
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