02/07/2012

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Vinho



é cultura


CULTURA É LIBERDADE




3 .ESSÊNCIa




  


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HOJE NO
"i"

Enfermeiros vão passar a receber 
menos de quatro euros por hora

Bastonário contesta Bastonário dos enfermeiros considera um escândalo contratação por 3,96 euros à hora 

Os enfermeiros que comecem a trabalhar a partir de hoje nos centros de saúde de Lisboa e Vale do Tejo vão passar a receber 3,96 euros à hora, adianta o Diário de Notícias. Isto significa cerca de 555 euros brutos no final do mês, mas após os descontos o montante final será entre 250 a 300 euros. Até aqui, os enfermeiros contratados através de empresas de prestações de serviços recebiam seis euros à hora. 

Em declarações ao mesmo jornal, João Vilaça, administrador da MedicSearch, uma das empresas que venceu alguns dos concursos lançados pela Administração de Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, afirma que "os preços desceram 45% em relação ao caderno de encargos do concurso anterior". Já o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, diz desconhecer tais valores, afirmando que “não contratamos enfermeiros, mas serviços de enfermagem”. A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) anunciou que a prestação de serviço de enfermagem foi adjudicada a um preço que variou entre os 4,77 e 5,19 euros. 

O valor por hora “resulta de concurso público em que as empresas envolvidas apresentaram livremente as suas propostas”, lê-se num comunicado da ARSLVT. “Os valores apresentados pelos concorrentes no âmbito do concurso eram substancialmente inferiores ao valor base do concurso, tendo sido excluídas todas propostas cujos preços foram inferiores a 50% do valor base do concurso, com o fundamento legal de «preço anormalmente baixo»”, prossegue o comunicado. 

Assim, a ARS atribui as condições salariais às empresas que contratam e aos seus colaboradores. O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) já demonstrou descontentamento e vai expor hoje, juntamente com a delegação do sindicato, a situação à ARS. Em causa estão profissionais que estão há vários anos no SNS a cobrir necessidades permanentes.


*  Os enfermeiros são os grandes responsáveis pela manutenção da saúde das pessoas, atentos, profissionais e afectuosos, na sua grande maioria, não merecem esta humilhação, acabem-se com estas agência mediadoras de trabalho que ganham dinheiro tirando dignidade às pessoas.

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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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CAVALOS








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HOJE NO
"A BOLA"

Anúncio dos árbitros 
48 horas antes dos jogos 

 O novo regulamento de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), que entra em vigor na nova época, obriga ao anúncio das nomeações dos árbitros até 48 horas antes da data dos jogos para os quais estão nomeados. 

O regulamento anterior era omisso em relação a esta matéria, que teve algum destaque na época transata, uma vez que o Conselho de Arbitragem optou por deixar de anunciar publicamente com antecedência os árbitros designados. 

Agora, de acordo com o novo regulamento, a Secção Profissional do Conselho de Arbitragem deve publicar as nomeações e constituição das equipas de arbitragem até 48 horas antes da data do jogo para o qual estão nomeadas. 


* A quem convinha a não publicação da nomeação dos árbitros, talvez para alterar a nomeação???

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1.ENERGIA RENOVAVEL



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HOJE NO
"PÚBLICO" 
Hotéis com quedas na ocupação, 
mas subidas nas receitas 

Abril foi novamente um mês de redução nas taxas de ocupação dos estabelecimentos hoteleiros. A descida mais acentuada foi sentida na região Oeste do país. 

De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), as taxas de ocupação dos hotéis continuam em queda, tendo o decréscimo médio atingido 1,84% no mês de Abril. Foi na região Oeste que se verificou a maior descida, na ordem de 20,7%. 

No entanto, outras áreas do país tiveram um comportamento diferente, como aconteceu com Lisboa, onde a taxa de ocupação registou o maior incremento. A subida foi de 5,51%, alcançando um valor global de 73,91%. 

 O preço médio por quarto disponível também caiu, a um ritmo de 1,84% face ao mesmo mês de 2011. Porém, no valor acumulado do ano, entre Janeiro e Abril, a tendência é de subida, ainda que ligeira, na ordem de 0,42%. 

Os dados da AHP mostram ainda que a receita média por turista nos hotéis situou-se em 100 euros, o que significou um aumento de 2,04% face a Abril de 2011. E a estadia média foi de dois dias, o que supera em 5,26% os resultados verificados no ano passado. 
 
 * De certeza que a notícia é preocupante, pouco interessa a subida de despesa média por turista se a taxa de ocupação diminui.

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