29/09/2010

ARMANDO ESTEVES PEREIRA



Um jogo perigoso

O folhetim sobre o próximo Orçamento do Estado está a transformar-se num jogo muito perigoso. Portugal corre o risco de ser palco da demonstração prática da Lei de Murphy, que diz que se algo puder correr mal, certamente que correrá mal. E há muita coisa em causa que pode correr mal. A percepção de risco do País já está a correr muito mal.
Portugal e Irlanda são apontados como os doentes do euro e pagam prémios de risco que quase triplicam os juros pagos pelas obrigações alemãs. Mas as coisas podem ainda piorar. E pior do que os elevados juros a longo prazo, que já são superiores aos que a Grécia paga ao abrigo do plano de resgate europeu, é a possibilidade de o País não conseguir dinheiro emprestado. Se Portugal não der sinais de confiança aos mercados externos, as empresas não vão conseguir crédito, e as famílias que até há pouco tempo conseguiam crédito à habitação com spreads inferiores a 1% sobre a Euribor só conseguirão empréstimos a taxas que não ficarão longe de 10%.

Sem confiança nem investimento, haverá ainda mais desemprego. O mercado imobiliário que agora se diz que está em crise pode mesmo entrar em colapso com a subida dos juros para os novos empréstimos. E o valor das casas também cairá a pique. Se houver responsabilidade política, é possível evitar o caos. Mas será que alguém quer mesmo ver a aplicação da Lei de Murphy à escala de um país?

Directo adjunto

IN "CORREIO DA MANHÃ"
27/09/10

ESTÃO-ME A IR ÀS ALMORRÓIDAS


Currículo para americano ver

Primeiro-ministro tem três currículos oficiais diferentes. 
José Sócrates aparece como fundador da JSD e licenciado em Coimbra no currículo oficial fornecido a uma universidade dos Estados Unidos.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
29/09/10

A CASA DO FUTURO

NÃO SAIAS DO MEU LADO

O CARRO É UMA ARMA


enviado por C. SANTOS

1 - ENGENHÊROS


enviado por D.A.M.

ALMORRÓIDA ÀS RISCAS






Sporting não quer funcionários a mostrar piercings e tatuagens

José Eduardo Bettencourt quer que todos os funcionários do clube passem a ser "dignos, elegantes e discretos" no vestuário que adoptam, quando em representação do Sporting.
A recomendação foi feita aos funcionários através de uma norma interna, com a justificação de que o clube tem de se apresentar de acordo com a sua história centenária.
Na comunicação é desaconselhada a utilização de gangas, chinelos, calções e ténis, bem como a exposição de piercings ou tatuagens a todos os que tenham contacto com o público.
A medida não foi encarada de forma consensual, pois muitos argumentam que o investimento é alto e que as preocupações do Conselho Directivo deveriam ser de outra índole...
No que diz respeito à equipa de futebol, já existe a obrigação de envergar fatos oficiais em deslocações, mas deverá ser abrangida pela mesma medida em actos oficiais.
Entretanto, a contestação à Direcção pode ter hoje um novo episódio, através da manifestação agendada para Alvalade, a partir das 18 horas, em simultâneo com a AG da SAD. 

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
29/09/10