23/09/2010

CIRURGIÕES

Numa cirurgia, cinco cirurgiões portugueses discutiam sobre quais os melhores pacientes numa sala de operações.
 
Dizia o primeiro:
 - Gosto de operar contabilistas porque, quando os abres, todos os órgãos estão numerados e ordenados. 

O segundo retorquiu:
 - Sim, mas melhor são os electricistas porque todos os órgãos estão codificados por cores. Não há qualquer risco de engano.

Ao que respondeu o terceiro:
  - Qual quê!!! Os melhores são os bibliotecários. 
Dentro deles tudo está ordenado alfabeticamente.

O quarto cirurgião opinou:
 - Não há como os mecânicos. Eles até já transportam uma reserva dos órgãos que são necessários substituir.
  
Finalmente, disse o quinto:
 - Deixem-me discordar de todos vocês, meus caros companheirosmas, em minha opinião, os melhores pacientes para operar são os políticos. Não têm coração, não têm estômago nem tomates...
Além disso pode-se-lhes trocar o cérebro com o cú que ninguém se dá conta de nada..

enviado por JÚ

JORNAIS DE HOJE E SEMANÁRIOS

compre jornais

22/09/2010

DORIDOS

CUIDADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

...AO TIRAR UMA FOTO COM A FAMÍLIA

CÃO TREINADO PARA RECEBER SOGRA

FERREIRA FERNANDES


FERREIRA FERNANDES
O insulto de Madaíl (2)
O que insulta na recente viagem de Madaíl a Madrid é o lado pedincha da coisa. Andar de mão estendida em futebol é insuportável. Justamente porque o futebol é a mais democrática das actividades - lembrem-se de todas as Argélias que já ganharam às Alemanhas e todos os Desportivos de Chaves que já chegaram à final da Taça. Futebol é sempre assunto entre iguais, mesmo quando não é, daí a frase batida "a bola é redonda". Quer dizer, é natural que o Brasil queira ser membro permanente do Conselho de Segurança e nós, não - ele tem PIB e população em alturas onde não pairamos; mas um jogo de futebol Portugal-Brasil começa sempre em 0-0. Voltando à vaca fria: insulta-nos irmos pedir um bocadinho do treinador do Real Madrid. Mais, pedir da soleira da porta, com as abas do chapéu entre as duas mãos humilhadas, "que Vossa Senhoria o Sr. D. Florentino nos atenda", como numa aflição de caseiro da quinta em romance de Júlio Dinis. Teremos José Mourinho quando o pudermos ter, porque o pagámos, não porque outros, seja ele o Real Madrid, o pode dispensar por caridade. E pretender tirar a equipa nacional da depressão com este pedido de esmola, além de pusilânime é estúpido. Porque não soma, tira. Porque o futebol é também ganas e pundonor - e essa lição quem não a sabia já a podia ter aprendido com Mourinho, sem precisar de o implorar por dois jogos.


in "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
18/09/10

AS ALMORRÓIDAS DOEM P'RA BURRO


Carlos César atribui bolsa de 10 mil euros 
a filho da secretária do Trabalho
O filho da secretária regional do Trabalho dos Açores, Miguel Marques Malaquias, recebeu do governo regional liderado por Carlos César uma bolsa de estudo no Continente no valor de 9500 euros, montante a que acrescem despesas inerentes à viagem de ida e volta de avião entre Lisboa e o arquipélago. A situação seria regular e nada teria de anormal se a bolsa de estudo atribuída ao filho de Ana Paula Marques não fosse no âmbito de um curso de Piloto de Linha Aérea. Acontece que esta área de formação só passou a fazer parte do regulamento de concessão de bolsas de estudo a partir de Outubro do ano passado, através de uma portaria modificada e assinada pela própria secretária regional, Ana Paula Marques. "Nesta mesma prossecução, e com a experiência obtida, após a aplicação daquele diploma, urge responder a novas necessidades formativas, em especial aos cursos que visem formar pilotos profissionais de avião civil", pode ler-se na portaria n.o 80/2009, de 6 de Outubro de 2009, que prevê a mudança do regulamento de acesso às bolsas de estudo do governo regional.
A isto acresce o facto de a bolsa atribuída ao filho da governante ter um valor muito superior às dos restantes bolseiros. Além de introduzir o curso de Piloto de Linha Aérea no regulamento de bolsas, Ana Paula Marques aumentou o valor dos apoios. Nos Açores, as bolsas de estudo são financiadas com um subsídio equivalente a 65% da remuneração mínima mensal no arquipélago, mas a secretária regional decidiu majorar o curso do filho com um subsídio equivalente a 150% da remuneração mínima mensal.
Além disto, Ana Paula Marques assina um anexo à portaria onde é referido que as bolsas de estudo do Governo Regional dos Açores são atribuídas independentemente das condições económicas dos familiares dos alunos: "Podem aderir ao presente regime complementar de bolsa de estudo os alunos residentes permanentes na Região Autónoma dos Açores que, independentemente dos seus recursos económicos, da idade e do ano que frequentem, façam prova de estarem matriculados fora da Região Autónoma dos Açores num curso de formação profissional que satisfaça os requisitos fixados."
Dez meses passados, por despacho de 16 de Agosto, é atribuído a Miguel Marques Malaquias, filho da secretária regional do Trabalho e autora da mudança da portaria, uma bolsa de estudo que se destina a financiar a frequência do curso de Piloto de Linha Aérea, ministrado na Academia Aeronáutica de Évora.
Confrontado com esta informação, o Governo Regional do Açores, liderado por Carlos César, preferiu emitir uma nota explicativa. "Os apoios para os cursos de piloto de aviação civil eram atribuídos através de outros programas: numa primeira fase, até 2007, através do PODESA e, a partir dessa altura e até 2009, por Portaria do Governo."
A secretária, Ana Paula Marques, decidiu optar "por integrar esses apoios no regulamento das bolsas de estudo, apenas para tornar a atribuição do subsídio mais transparente", lê-se na nota do gabinete.

"i"
22/09/10