15/04/2009

HÁ SEMPRE UMA PRIMEIRA VEZ

Na vida há sempre uma primeira vez p'ra muitas coisas e esta é a segunda que escrevo para uma peida regalada e para um nariz que há-de ser tratado, sui generis. Contem com intelectuais agastados (por não se terem lembrado antes dum nome semelhante), com imbecis a esfregar as mãos, a arriscarem a grosseria e também com gente a sorrir, a achar uma maluqueira, tentando dar voltas à ironia (própria) atirada para o fundo da gaveta e quase totalmente abandonada. Por mim decido entrar nesta brincadeira que pode juntar muita gente de bom gosto e apreciar esta traseira regalada como recreio. Desde que dei por este blog, recém nascido, ando a congeminar ideias para pôr em texto e com humor, o que se pretende, não é tarefe fácil. A todos os que receberam o email a anunciar o surgimento desta simpática redondona, sugiro que alarguem a notícia a dez amigos vossos que não conheçam os autores do blog, é um excelente ponto de partida para avolumar escriturários talentos.Em pouco tempo seremos centenas a regalarmo-nos com a p.... e a tratarmos o nariz.

uma vossa criada
marikonera
(pois claro)

09/04/2009

O ANIMAL MAIS FEROZ DA SELVA

Sabem qual é o animal mais feroz da selva? Acham que é o tigre, o leão, o urso polar ou o crocodilo do Nilo? Não............ o animal mais feroz da selva é o PINTAM!!!!???? O PINTAM???????????????
Sim o PINTAM, porque nem o crocodilo do Nilo é tão feroz como o PINTAM.

uma das histórias do PINTAM

Estava o PINTAM a saír da latrina depois de se aliviar quando surge um coelhinho todo branquinho e especa de repente diante daquele animal nunca antes visto, diz o PINTAM tranquilo, - Coelhinho, largas pêlo?

08/04/2009

No Princípio era............

No Princípio era o Verbo parece-me errado, antes do Verbo grunhia-se e a peida existia. Não me interessa o stock antes da peida, talvez o Big Bang devesse chamar-se Big Peida, mas, antes do Verbo grunhia-se e bem, em assembleias, devidamente sentados nela, tal como agora.

A peida é a premonição de roda, essa invenção fantástica que se ensina aos pequeninos sem se explicar que a roda não é mais que o perímetro da peida em 3D.

Já imaginaram a cabeça do fémur a rodar no acetábulo sem aquele delicado forro glúteo a dar a dar, a fazer o encanto de tantos olhares, quiçá inocentes. Que desconsolo aquele espaço cheio de nada com a tubagem vascular, os nervos e afins a bambolearem desordenadamente sem aquela moldura muscular para os organizar. Sim, tudo o que nos faz locomover passa pela peida de forma organizada, passam outras coisas é certo, mas isso é para outras dissertações.

Do nariz, esse artefacto não sacudível, aspirador de alergias e mais maleitas, a gente trata......

Agora, caros leitores (se existirem), sentem a peida, escrevam e dêem liberdade ao intríseco criativo. Se calhar descobriremos que até podemos ser engraçados.