23/07/2018

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Os Grandes Egípcios

O Mistério de Tutankamon/1


Fonte: Documentários Discovery Channel

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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II-A Casa e a Cidade
2.O sentido do Bairro

Estando, todos nós, mergulhados em arquitetura (boa ou má, não há construção que não tenha a sua arquitetura); sendo a arquitetura uma das disciplinas em que os portugueses mais têm marcado pontos internacionalmente; sendo a arquitetura uma das atividades que mais polémica gera no espaço público é particularmente relevante a produção da série A CASA E A CIDADE. Uma encomenda da RTP2, com a Parceria da Ordem dos Arquitetos, à Produtora Pop Filmes. Em seis episódios, de 30 minutos cada um, são tratados seis temas nevrálgicos que explicam, de forma simples e direta, as implicações da arquitetura nas nossas vidas e as implicações dos nossos valores e comportamentos na arquitetura. A partir de uma ideia original da Professora de Arquitetura Ana Tostões e com o acompanhamento científico dos arquitetos Ricardo Carvalho e Nuno Grande, que desenharam os guiões e escolheram o elenco de entrevistados, Graça Castanheira realiza uma série inteligente e inteligível, elegante e pedagógica.


FONTE:  Reabi(li)tar
Publicado a 04/11/2013 no "youtube"

NR:  Para mais fácil visionamento decidiu a redacção do blogue dividir cada episódio em duas partes.

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HOJE NO 
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Centeno diz que contar o tempo de serviço dos professores não está previsto

Dois dias antes da reunião da comissão técnica que vai refazer contas da totalidade do tempo de serviço congelado aos professores, o ministro das Finanças deixou vários recados aos sindicatos e ao PCP e BE frisando que o OE/2019 é “para todos os professores” e que “tem de ser sustentável”

O braço de ferro entre os professores e o governo parece não ter fim e a entrevista do ministro das Finanças veio aquecer ainda mais os ânimos. Dois dias antes da reunião da comissão técnica, que vai refazer as contas ao custo da contabilização do tempo de serviço dos professores, Mário Centeno deixou recados: o reconhecimento da totalidade tempo de serviço congelado dos docentes não está prevista.
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“As regras são as que hoje existem e foram aquelas que foram estabelecidas em 2011, 2012, 2013 até 2017”, ou seja, nas carreiras da função pública em que a progressão tem como base o tempo de serviço, não é tido em conta o período de congelamento, frisa Mário Centeno, numa entrevista ao “Público”, em jeito de aviso aos partidos que apoiam a solução de governo (PCP e BE) e aos sindicatos.
O braço direito de Costa aproveitou ainda a entrevista ao “Público” para frisar que o Orçamento do Estado para 2019 “é para todos os portugueses” e que “não é possível pôr em causa a sustentabilidade de algo que afeta todos, só por causa” da contabilização do tempo de serviço dos professores.

Também o “Correio da Manhã” diz que o ministro das Finanças “já manifestou de forma categórica a sua oposição à cedência às pretensões dos professores”. Isto porque, diz ainda o mesmo jornal, receia que os trabalhadores das outras carreiras da Função Pública venham reclamar, posteriormente, a contabilização do tempo de serviço congelado. Isto num cenário em que o governo reconheceu todo o tempo de serviço aos técnicos e assistentes operacionais da Função Pública (carreiras gerais). 

Em causa estão nove anos, quatro meses e dois dias que os professores exigem ver tidos em conta para efeitos de progressão com respetivo acerto salarial. Mas o governo alega que não há verbas disponíveis para a medida e diz que só a contabilização de sete anos do tempo de serviço congelado representa uma despesa de 600 milhões de euros. E este é o argumento usado pelo executivo, que se mostra disponível para reconhecer aos docentes apenas dois anos, nove meses e 18 dias do tempo de serviço congelado. O cenário levou os professores a atrasar o final do ano letivo com greve às avaliações desde 5 de junho e que ainda está em curso, terminando a 31 de julho. 

O braço de ferro está em curso desde novembro do ano passado e, na altura, o PS conseguiu aprovar o OE/2018, depois de entregar uma proposta de alteração ao documento onde se lê que o tempo de serviço congelado seria alvo de discussão negocial com os sindicatos para “definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”.

A chuva de críticas 
Os recados do ministro das Finanças foram alvo de uma chuva de críticas tanto dos partidos da geringonça como dos professores que os classificam como “provocação”, com declarações “inoportunas e injustas”.

A Federação Nacional de Educação (FNE) lembrou mesmo ao i que se o governo não atender às reivindicações dos professores, “não está fora de hipótese” o agendamento de uma nova vaga de protestos no início do próximo ano letivo, além dos que já estão marcados para o primeiro dia de aulas (17 de setembro) e para quatro dias da semana de 5 de outubro, quando se assinala o Dia Mundial do Professor.

Também o secretário geral da Fenprof, Mário Nogueira, avisou que Mário Centeno tem de ter mais respeito por quem trabalha, neste caso pelos professores”. 

Perante este cenário, será difícil que António Costa cumpra a meta de fechar as negociações e chegar a acordo com os professores no início de setembro.

E tanto o PCP como o Bloco de Esquerda também já avisaram que o descongelamento das carreiras dos professores é um assunto que diz respeito ao Orçamento do Estado deste ano e que o impasse tem de ser ultrapasso com o cumprimento do que foi decidido na altura, ou seja, que o tempo de serviço tem de ser contabilizado.

Está marcada para amanhã a primeira reunião da comissão técnica - composta por técnicos dos sindicatos e do governo - que vai refazer as contas à contabilização do tempo de serviço, sendo apurado vários cenários de faseamento da medida ao longo dos próximos anos.

Será com as novas contas em cima da mesa que em setembro o governo vai regressar às negociações com os sindicatos.   
         

* A conversa dos ministros deste governo está gasta e sebosa. Nunca os orçamentos de Estado foram elaborados para todos os portugueses senão não teriam havido injecções brutais de dinheiro em bancos geridos por vigaristas e que pesadamente contribuem para a  falência técnica de Portugal.
Os portugueses tiveram uma vaga esperança no governo de António Costa, mas só conseguiu ser um poucachinho menos pior que o de Coelho/Portas.
Confessamos que este governo é tão inconseguido como o anterior.


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Moreno Veloso

Deusa Do Amor


Caetano Veloso, Zeca Veloso e Tom Veloso
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HOJE NO
"A BOLA"
BILHAR 
Portugal vence Suíça (2-0) no Europeu

A Seleção Feminina de Portugal, composta por Sara Rocha (Académica de Coimbra) e Vânia Oliveira Franco (FC Porto), garantiu na manhã desta segunda-feira o apuramento para a 2.ª ronda dos Campeonatos da Europa de Pool, ao vencer a congénere da Suíça por 2-0, em Eindhoven, Holanda, palco da prova, que se iniciou no dia 19 e irá concluir-se apenas no dia 31.
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Sara Rocha venceu Yini Gaspar na Bola 9 por 7-2 e Vânia Oliveira Franco bateu Claudia vn Rohr na Bola 8, por 6-5, para carimbar o passaporte para a próxima eliminatória do Euro, a jogar na sexta-feira, dia 27 do corrente mês, às 9 horas em Lisboa, ante adversário ainda por apurar (ainda estão em curso alguns encontros da 1.ª ronda).

Da manhã fica também a informação que a Seleção de Seniores (mais de 40 anos) – Henrique Correira (Snooker Club Lisboa), Manuel Pereira (Académica de Coimbra) e Sérgio Silva (AB Gaia) terá como adversário na próxima ronda a Polónia, que venceu a Dinamarca por 2-1: o jogo é na próxima quinta-feira, dia 26, quando forem 8 horas em Lisboa, à mesma hora a que a Seleção de Absolutos Masculinos, constituída por Miguel Silva (Academia de Bilhar Miguel Silva), Bruno Sousa (Académica de Coimbra) e João Grilo (Sporting) enfrentará a Dinamarca.

E à mesa, no jogo que prende as atenções esta segunda-feira, desde as 11 horas em Portugal, está já Henrique Correia, de 52 anos, medalha de ouro no concurso de Straight Pool, frente ao húngaro Csaba Nagy, nos quartos de final do concurso de Seniores da disciplina de Bola 10, que poderá dar ao atleta de Viana do Castelo garantia, desde já, de segunda medalha nos Europeus, que decorrem nas 60 mesas montadas no NH Hotel da cidade holandesa: não há jogo de terceiro e quarto lugares, há duas medalhas de bronze, e a presença nas meias-finais garante (pelo menos) o terceiro lugar!

* Trabalhadoras, mau grado o apoio mínimo que o Estado dá a muitas modalidades, umas valentes.

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Portugal bem português

III-Regresso ao Mar/5
1-A Pesca Longínqua e
a Indústria do Bacalhau



* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas prespectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Fórum Oceano

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Chanel anuncia modelo refugiada
 sul-sudanesa Adut Akech 
como novo rosto



FONTE: EFE BRASIL

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