08/07/2015

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79.O MELHOR
 DA ARTE

08.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


GRAÇA MORAIS


1-NA CABEÇA DE UMA MULHER

ESTÁ A HISTÓRIA DUMA ALDEIA



CRONOLOGIA (2)
  • 1975 Participa nos Encontros Internacionais de Arte de Viana do Castelo. Funda, com oito artistas e um crítico de arte, o Grupo Puzzle, com o qual colaborou em exposições colectivas durante dois anos.
  • 1976-78 Vive em Paris, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Conhece Arroyo e Rancillac e aprofunda o estudo da obra de Picasso, Matisse e Cézanne. Em Maio de 1978, realiza uma exposição individual no Centro Cultural Português em Paris.
  • 1980 Exposição na SNBA: O Rosto e os Frutos.
  • 1981 Vai viver para Vieiro. "Retrouver et dire sa vie", título de um texto que publicara em Paris, passa a ser o móbil condutor da sua obra. Exposição individual na galeria Roma e Pavia, no Porto. Inicia séries de grandes dimensões, onde se destacam a incisão do traço e a expressividade dramática da sua encenação dos motivos que desenha.
  • 1982 Visita à Westkunst, em Colónia, à Documenta de Kassel e à Bienal de Veneza.
  • 1983 Inicia a sua relação profissional com o galerista Manuel de Brito e expõe na 111, em Lisboa, e no Museu do Abade de Baçal, em Bragança.
  • 1984 Expõe no Museu de Arte Moderna de S. Paulo: Mapas e o Espírito da Oliveira, cujos trabalhos apresenta previamente em Lisboa, na SNBA. Expõe vinte desenhos na Árvore. Integra a exposição Onze Jovens Pintores Portugueses, no Instituto Alemão, em Lisboa, comissariada por Rui Mário Gonçalves.
  • 1985 Apresenta a mesma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. A mesma série, acrescentada da série Erotismo e Morte, figura na exposição da Universidade de Granada. É publicada a monografia Graça Morais, Linhas da Terra, de António Mega Ferreira (Imprensa Nacional-Casa da Moeda).
  • 1987 Colabora com capa e dez desenhos na ilustração de O Ano de 1993, de José Saramago. Exposição em Lisboa, na 111: Evocações e Êxtases. Participou em colectivas de pintores portugueses em Madrid, S. Paulo, Rio de Janeiro e Washington.
  • 1988 A convite do Embaixador de Portugal, visita Cabo Verde. Relaciona-se com o meio artístico local e é um dos fundadores da primeira editora cabo-verdiana independente, a Ilhéu Editora. No ano seguinte, expõe o resultado da sua visita no Centro Cultural Português, na Cidade da Praia, e no Mindelo. Assina o desenho da capa e quatro ilustrações para O Príncipe Imperfeito, de Clara Pinto Correia.
  • 1990 Expõe trabalhos recentes, posteriores ao seu regresso de Cabo Verde, em Macau.
  • 1991 Recebe o Prémio SocTip – Artista do Ano. Painel de azulejos para o novo edifício da Caixa Geral de Depósitos. Está representada na exposição sobre Arte nas Embaixadas Ibero-americanas, em Washington.
  • 1992 Visita o Japão, acompanhando uma viagem do Centro Nacional de Cultura. O diário pintado da viagem (com textos de Jorge Borges de Macedo e Alberto Vaz da Silva) será publicado no ano seguinte. Exposição da série "O Mundo à Minha Volta" na galeria Kimberly, em Washington, e na Scott Allan Gallery, em Nova Iorque.
  • 1993 Realiza a cenografia para a peça de Jean Genet Os Biombos, levada à cena pelo Teatro Experimental de Cascais de Carlos Avillez. Exposição antológica da sua obra no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães.
  • 1994 Exposição antológica na Galeria da Mitra, em Lisboa. Participa na colectiva Waves of Influence, sobre cinco séculos de azulejaria portuguesa, nos Estados Unidos.
  • 1995 Cenografia e figurinos para a peça Ricardo II, de Shakespeare, com encenação de Carlos Avillez. Exposição da série As Escolhidas, na 111 em Lisboa.
  • 1997 Exposição antológica Memória da Terra, Retrato de Mulher, na Culturgest, em Lisboa, e no Museu Soares dos Reis, no Porto. Inaugura um painel de azulejos na estação de Bielo-Rússia do Metro de Moscovo. Exposição na Galeria Ratton dos painéis de azulejos Os Cães. É editado o livro Graça Morais, com textos de Vasco Graça Moura e Sílvia Chico (Quetzal/Galeria 111).
  • 1998 Exposição na 111 do Porto: Geografias do Sagrado.
  • 1999 A mesma exposição é apresentada em Itália, na cidade de Trento, e em Lisboa, no Palácio Foz. Expõe Sete Tapeçarias na Galeria Tapeçarias de Portalegre, em Lisboa, e a série Anjos da Montanha, na Galeria Ratton.


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Fraude ao SNS: 
Ministério Público realiza 24 buscas
 e constitui 17 arguidos

A Procuradoria-Geral da República confirmou a realização de buscas nas instalações do grupo farmacêutico Bial. A Bial não se encontra entre os 17 arguidos constituídos.  
"No âmbito do inquérito dirigido pelo Ministério Público, em investigação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), estão em curso 24 buscas", escreve a Procuradoria-Geral da República (PGR) em comunicado, confirmando as notícias avançadas esta manhã por vários meios de comunicação social.
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"Neste inquérito, relacionado com fraude ao Serviço Nacional de Saúde, estão em causa suspeitas dos crimes de corrupção activa e passiva, burla qualificada e falsificação de documentos. Investigam-se, entre outras, matérias relacionadas com pagamentos efectuados a título de estudos científicos mas que se reportariam à prescrição de fármacos", explica o comunicado da PGR.

As buscas foram realizadas "em vários pontos do país", incluindo nas instalações da Bial, e foram constituídos 17 arguidos, 16 pessoas singulares e uma pessoa colectiva. "A Bial não se encontra entre os arguidos constituídos", esclarece a PGR.

A Bial já reagiu, afirmando ter sido surpreendida com "uma investigação em curso". A "BIAL foi hoje de manhã surpreendida com uma investigação em curso de âmbito nacional, estando a decorrer nas suas instalações uma diligência processual. Estranhando o sentido desta diligência, a BIAL está, como sempre esteve, totalmente disponível para colaborar com as autoridades em tudo o que entenderem necessário", refere fonte oficial da Bial à agência Lusa.

A farmacêutica portuguesa diz que "prestou e continuará a prestar às autoridades, sempre que necessário, toda a colaboração solicitada para o cabal esclarecimento da realidade".

* Desejamos que a Bial, laboratório português de grande qualidade, não esteja envolvida em casos de corrupção.

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Diana Krall

Cry Me A River


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HOJE NO
  DESTAK"

Depósitos bancários complexos 
sobem 77% para 7,2 mil milhões 
de euros em 2014

Os depósitos indexados e 'duais', principalmente ligados a ações, aumentaram 77% em 2014, face ao período homólogo, mantendo uma trajetória ascendente desde 2010, quando foram aplicados 755 milhões de euros, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP). 
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Segundo o relatório de Acompanhamento dos Mercados Bancários de Retalho, os depósitos indexados "voltaram a ter um crescimento significativo em 2014 em termos de depóitos comercializados, clientes e montante aplicado".

Os dados do documento referem que no ano passado, o montante aplicado chegou aos 7.228 milhões de euros, quando em 2013 atingiu os 4.080 milhões de euros, representando cerca de 6,3% do montante total dos depósitos a prazo, quando no ano anterior apenas representava 3,5%. 

* Depósitos complexos significa depósitos dos abastados.

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AUTO-CONFIANÇA


Ama-te sempre, tal como és!  
Não deixes que ignorantes te ponham em baixo

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HOJE NO
 "i"

 Retrato. 
Mais pobres continuam a sentir-se
 bem pior de saúde 

Portugal está a conseguir reduzir mortalidade prematura, mas mantém-se fosso de rendimentos. 

Os mais pobres ainda se sentem bem pior da saúde do que quem tem mais dinheiro. Os portugueses mais ricos sentem-se duas vezes melhor do que os mais pobres na faixa etária dos 45 aos 65 anos. Entre os mais velhos, a diferença é ainda mais significativa. Dos 65 aos 74 anos, só 9,8% dos portugueses com rendimentos mais baixos – no chamado primeiro quintil – referiam em 2013 ter um estado de saúde bom ou muito bom. Entre os mais ricos, a prevalência é três vezes superior, já que a percentagem de pessoas no quinto quintil que se sente bem ou muito bem é de 29,8%. 
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SAUDAVELMENTE POBRE
Estes foram alguns dados divulgados ontem pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), num balanço inovador sobre o estado de saúde dos portugueses que cruza estatísticas sobre doenças, causas de morte e factores de risco e traça um retrato dos últimos dez anos. No caso dos rendimentos foram usados dados do Eurostat e, após consulta desses dados, conclui-se que o fosso não diminuiu em Portugal. Estamos também entre os países onde é menos comum as pessoas sentirem-se bem ou muito bem de saúde, independentemente dos rendimentos, mas pior quando se é pobre. Acima dos 75 anos, apenas 4,1% dos portugueses com menos rendimentos se sentem bem ou muito bem, contra 25,7% na UE 28. Já entre os mais abastados, 20% avaliam positivamente a sua saúde em Portugal, contra uma média europeia de 36%.

Vida saudável A necessidade de conquistar anos de vida saudável é uma das conclusões do balanço da DGS, que assinala que, em 2013, Portugal já surgia ligeiramente acima da média da UE, com os homens a poder esperar viver 9,6 anos com saúde depois dos 65 anos, e as mulheres 9,3 anos. Ainda assim, nos melhores países há uma esperança de vida saudável na casa dos 15 anos.

Uma das metas do Plano Nacional de Saúde até 2020 é, por isso, melhorar em 30% este indicador, ou seja, dar mais três anos de vida com qualidade a homens e mulheres. Os dados da DGS mostram que, sobretudo entre os mais jovens, um maior nível de educação está ligado a uma melhor percepção de saúde, algo que se esbate com a idade. Por outro lado, estar empregado e activo confere também um efeito protector. Num comentário ao estudo, o secretário de Estado Adjunto da Saúde ligou esse factor a hábitos mais saudáveis.

A par da baixa taxa de mortalidade infantil, da redução inédita de incidência de tuberculose e da elevada cobertura da vacinação, a DGS e a tutela destacaram a diminuição da mortalidade prematura e congratularam-se por não haver uma degradação dos indicadores nos últimos anos de crise. A percentagem de óbitos antes dos 70 anos no total de mortes verificadas no país baixou de 27% em 2004 para 22% em 2014, e só nos últimos cinco anos significou a perda de menos 10 mil vidas. As mortes resultantes de lesões – por exemplo, acidentes – foram as que mais baixaram, mas há também menos vítimas de enfartes ou doença respiratória. Até 2020, a meta é fixar a mortalidade prematura abaixo de 20% do total de mortes.

* É um facto que o SNS funciona, é um  facto que os privados cobram somas astronómicas ao Estado para o negócio dos "hospitéis", os níveis de saúde estão melhores enquanto 2 milhões de portugueses passam fome, qual a razão para estarmos contentes?

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Algumas informações 
sobre o corpo humano:

- A comida leva sete segundos para ir da boca ao estômago.

- Um fio de cabelo aguenta o peso de 3 kg.
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- O tamanho médio do pénis é três vezes o comprimento do polegar.

- O fémur é mais forte do que o cimento.

- O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.

- Existem aproximadamente um trilião de bactérias em cada pé.

- As mulheres piscam os olhos duas vezes mais que os homens.

- O peso médio da pele é duas vezes maior que o do cérebro.

- O corpo utiliza mais de 300 músculos para manter o equilíbrio quando está parado em pé.

- As mulheres que estão a ler este texto já terminaram.



- Os homens ainda estão ocupados a medir os polegares...



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