06/02/2012




HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Marco António Costa
'Governo não aceita lições',

O secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, afirmou, no sábado, que o Governo 'não aceita lições de moral', da esquerda sobre 'sensibilidade social', pois foi com este Governo que se 'falou de economia social pela primeira vez', Marco António Costa afirmou ainda que Passos Coelho 'conduz e governa o país a olhar para o futuro'.


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1º - Governo não aceita lições porque tem uma enorme dificuldade em aprender, é compreensível.
2º - A economia social a que o Sr. Secretário de estado alude, deve ser a economia da alta sociedade que sempre se deu bem em Portugal com a pobreza dos outros.
3º - Acreditamos que o sr. Primeiro-ministro governa o país a olhar para o futuro dos que lhe são próximos, o dr Catroga é um bom exemplo.

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48 - GUIA DOS CURIOSOS
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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Dívida de Portugal é 
a 3.ª mais elevada da Europa

O rácio da dívida pública portuguesa atingiu 110,1% do seu Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2011, a terceira mais elevada da Europa, atrás de Grécia (159,1 por cento) e Itália (119,6).

De acordo com dados hoje divulgados pelo Eurostat, o rácio da dívida de Portugal foi o segundo que mais aumentou na comparação anual, avançando 18,9 por cento por comparação com o terceiro trimestre de 2010, um pouco menos que o valor registado na Grécia, 20,3 por cento.

O gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) revla que a dívida pública global na zona euro ascende aos 87,4 por cento do PIB, ao passo que nos 27 Estados-membros o rácio se situa nos 82,2 por cento.

Os dados trimestrais sobre dívida pública são um novo indicador que hoje foi revelado pela primeira vez e que pretende facultar dados para uma análise de curto prazo da tendência da dívida pública na zona euro e na UE.

Estónia (6,1 por cento), Bulgária (15 por cento) e Luxemburgo (18,5 por cento) são os Estados-membros da UE com menor rácio da dívida pública por comparação com o respetivo PIB.


* O problema está no déficit da balança de transacções com o exterior, que o governo não mostra vontade de resolver por não alterar o estado da justiça, por não reprimir o enriquecimento ilícito por estar a exterminar a classe média.

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5 - AVÔZINHOS











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HOJE NO
" RECORD"

Contador suspenso por 2 anos

O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) suspendeu o ciclista da Saxo-Bank Alberto Contador por 2 anos após controlo anti-doping positivo de clembuterol.

O corredor que na altura competia pela Astana irá ficar sem o título de campeão da Volta a França de 2010 e da Volta a Itália em 2011, competição em que foi detetada a substância proibida ao espanhol.

A União Ciclista Internacional e a Agência Mundial Antidopagem haviam pedido a pena máxima - exatamente 2 anos de suspensão - para Contador.

O único corredor em atividade que já ganhou as três grandes corridas velocipédicas (Tour'2007, Tour'2009 e Tour'2010, Giro'2008 e Giro'2011, Vuelta'2008) alegou ter sido vítima de uma contaminação alimentar aquando da sua terceira vitória na "Grande Boucle".

O agora colega dos portugueses Sérgio Paulinho e Bruno Pires na Saxo-Bank havia tecido críticas ao regulamento antidopagem, em fevereiro de 2011, considerando que as leis que regulam esta área pararam nos anos 60. O espanhol destaca o contraste destas com o avanço científico feito na procura de "quantidades ínfimas de substâncias proibidas que nem favorecem o rendimento, nem podem ser tomadas voluntariamente".


* Não temos a certeza que tenha sido feta justiça com esta decisão.

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1 - ARTÉRIAS URBANAS











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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Milhares de utentes 
dos transportes multados ilegalmente 
por seguranças privados

A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada denunciou, esta segunda-feira, que, nos últimos anos, milhares de utentes dos transportes públicos foram multados ilegalmente por seguranças privados sem habilitação para esta fiscalização.

O presidente da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP), Ricardo Vieira, disse à agência Lusa que os utentes foram autuados pelos seguranças privadas por questões relacionadas com o título de transporte, mas esta actividade tem que ser efectuada pelos fiscais das empresas concessionárias dos transportes públicos, não se enquadrando nas tarefas dos vigilantes.

Segundo o mesmo responsável, as transgressões ocorridas nos transportes públicos são fiscalizadas por trabalhadores das próprias empresas de transportes, que controlam os bilhetes e outros títulos.

Porém, nos últimos tempos esta actividade tem sido ilegalmente exercida no interior dos transportes públicos por seguranças privados, que têm multado os utentes sem habilitação para o fazer.

"Há mais algumas transportadoras que já estão a optar por este tipo de serviço, mas isto está a acontecer nomeadamente na FERTAGUS, STCP, no Porto, CARRIS, Transporte Sul do Tejo (TST)", adiantou o presidente da ANASP, sublinhando que controlar os títulos dos transportes "não está no regime jurídico da actividade de segurança privada".

Citando a Lei de Segurança Privada, Ricardo Vieira afirmou que um vigilante tem por missão "a vigilância de bens móveis e imóveis, controlo de entradas, presenças e saídas de pessoas, prevenção de entrada de armas, substâncias e artigos de uso proibido em estabelecimentos, espectáculos, eventos, certames e convenções", além da protecção pessoal, exploração de centrais de alarme e realizar o transporte de valores.

"Em momento algum se faz referência à possibilidade da actividade de segurança privada efectuar funções de fiscalização", sublinhou, acrescentando que são para estas missões que as empresas de segurança privada são contratadas.

O responsável referiu também que são as próprias empresas dos transportes públicos que mandam fazer esta actividade aos seguranças.

"Está a haver um oportunismo por parte das empresas concessionárias dos transportes públicos, uma vez que estes profissionais de vigilância da segurança privada ganham cerca de metade de um ordenado de um agente de fiscalização dos quadros deles. Isto é um oportunismo desmedido que tem que ser denunciado, porque não está enquadrado legalmente", sustentou.

Ricardo Vieira defendeu uma alteração ao regime jurídico da actividade de segurança privada, caso se pretenda que esta função seja desempenhada pelos vigilantes.

A ANASP tem recebido queixas de utentes a questionarem sobre a legalidade deste tipo de processo.

O presidente da associação disse ainda que já alertaram a Direcção Nacional da PSP, entidade que fiscaliza a actividade de segurança privada, e o poder político para esta situação, nomeadamente partidos políticos e Ministério da Administração Interna (MAI).

"Ainda não foi feito absolutamente nada, continua-se a permitir que esta ilegalidade colossal se mantenha com prejuízos graves para os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos", afirmou.

Na passada semana, o PCP questionou o MAI se tem conhecimento da "substituição ilegal dos agentes de fiscalização das empresas de transportes públicos por funcionários de empresas de segurança privada" e que medidas tenciona fazer para impedir esta actuação.


* GROSSA ILEGALIDADE DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE PÚBLICO, DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA, LAXISMO GROSSEIRO E ABSOLUTO DA TUTELA.
NÃO SE IDENTIFIQUE PERANTE UM SEGURANÇA PRIVADA NUM TRANSPORTE PÚBLICO, CHAME A POLÍCIA E APRESENTE QUEIXA.

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