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10/04/2011
18- ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» antónio enes
António José Enes (Lisboa, 15 de Agosto de 1848 — Queluz, 6 de Agosto de 1901), mais conhecido por António Enes, formado no Curso Superior de Letras, foi um político, jornalista, escritor e administrador colonial português, que se destacou em Moçambique onde exerceu as funções de Comissário Régio durante a rebelião tsonga na região sul daquele território. Defendeu em 1870 uns Estados Unidos da Europa, temendo que Portugal fosse absorvido pela vizinha Espanha. Foi membro destacado do Partido Histórico e da Maçonaria. Exerceu as funções de deputado, de bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de LisboaJoão Crisóstomo de Abreu e Sousa. (1886) e de Ministro da Mrinha e Ultramar na primeira fase do governo extrapartidário de
[editar] Biografia
António José Enes nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1848. Fez os seus primeiros estudos no colégio dos Lazaristas. Depois de uma passagem pelo ensino liceal ingressou no Curso Superior de Letras, que completou com distinção.
Cedo demonstrou dotes de jornalista e polemista e sendo membro do Partido Histórico, e apoiante político do duque de Loulé, fez parte da redacção da Gazeta do Povo e foi pouco depois nomeado director de O País, jornal afecto àquela corrente política.
Na sequência do pacto da Granja, e da consequente fusão do Partido Reformista com o Partido Histórico, o jornal O País transformou-se no órgão oficioso do novo Partido Progressista e mudou o seu nome para O Progresso, ficando António Enes como redactor principal. Foi fundador de O Dia, periódico de que foi director político e redactor principal.
Em 1880 foi eleito deputado, mas as câmaras foram dissolvidas. Em 1886 foi nomeado bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de Lisboa, sendo novamente eleito deputado para a legislatura de 1884-1887, tendo sido sucessivamente reeleito para as de 1887-1889 e 1890-1891.
Logo após o ultimato britânico de 1890, António Enes foi nomeado Ministro da Marinha e Ultramar (de 14 de Outubro de 1890 a 25 de Maio de 1891), no governo presidido pelo general João Crisóstomo de Abreu e Sousa, tendo desempenhado esse cargo num período de grande pressão política sobre as questões ultramarinas face à onde nacionalista que varreu Portugal em consequência da ofensa britânica. António Enes, de forma laboriosa, conseguiu manter os necessários equilíbrios internos e externos, tendo organizado uma expedição militar a Moçambique, para fazer face à crescente proximidade entre Gungunhana e os interesses britânicos, e intervindo energicamente nas colónias de São Tomé e Príncipe, Guiné Portuguesa e Bié. Foi sucedido no cargo por Júlio de Vilhena.
Em 1891 foi nomeado Comissário Régio em Moçambique, onde deu provas de grande saber e competência, deixando o seu nome ligado a notáveis obras e feitos naquele território, sendo também o principal organizador da expedição de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque contra o Império de Gaza.
Em 1896 foi nomeado ministro de Portugal no Brasil.
Presidiu ainda ao comité que dirigiu os trabalhos do 5.º Congresso da Imprensa, que reuniu em Lisboa no ano de 1898.
Faleceu em Queluz a 6 de Agosto de 1901.
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MUNICIPIO DE ÁGUEDA
MUNICÍPIO DE ÁGUEDA
Distrito de Aveiro

Águeda é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, Região Centro e subregião do Baixo Vouga, com cerca de 14 504 habitantes. Ergue-se a 15 m de altitude.
É sede de um município com 335,28 km² de área e 49 857 habitantes (2008) (Densidade: 149 hab./km²), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sever do Vouga, a nordeste por Oliveira de Frades e por Vouzela, a leste por Tondela, a sul por Mortágua e por Anadia, a sudoeste por Oliveira do Bairro, a oeste por Aveiro e a noroeste por Albergaria-a-Velha.
Águeda foi elevada à categoria de cidade em 1985, pela lei nº30/85, de 14 de Agosto. Além desta cidade, o concelho inclui quatro vilas: Aguada de Cima, Fermentelos, Mourisca do Vouga e Valongo do Vouga tendo esta última sido elevada a vila no ano de 2009
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História de ÁguedaExistem no actual concelho de Águeda abundantes vestígios comprovativos da presença romana, nomeadamente na Estação Arqueológica do Cabeço do Vouga. Relativamente à cidade, há fortes probabilidades de que a via romana que ligava Aeminium (Coimbra) a CaleGaia) passasse por Águeda. ( No que concerne ao próprio nome de Águeda, existem várias suposições tendentes a desvendar a origem no nome do rio aqui situado, o qual já no século IX se chamava Ágata. Em documento datado de 1050 são mencionadas diversas villas situadas na área do actual concelho de Águeda, tendo várias delas topónimos de origem árabe. A cidade actual procede do repovoamento feito nos inícios da Nacionalidade (século XI-século XII): Apesar de ser povoação próspera e de seus moradores terem diversos privilégios, como testemunham os procuradores de Aveiro nas Cortes de Évora em 1451, Águeda não recebeu foral próprio. D. Manuel I incluiu Águeda no foral concedido a Aveiro, em 1515. Assequins, povoação actualmente incluída na cidade, recebeu foral próprio de D. Manuel I. O concelho de Águeda, com a elevação da sede a vila, foi constituído a 31 de Dezembro de 1853, integrando diversos concelhos, de origem medieval então extintos, entre eles o de Aguada de Cima,o de Castanheira do Vouga e o de Préstimo. Águeda foi elevada à categoria da cidade por lei de 14 de Agosto de 1985. A importância de Águeda veio-lhe das várzeas que lhe ficam fronteiras e alastram na bacia que começa um pouco acima da Borralha. Foram elas as causas de se encontrarem os nomes locais, nos documentos que se reportam à primeira reconquista. Geografia física e económicaA cidade é atravessada pelo rio do mesmo nome, espraiando o seu casario por uma leve encosta num amplo vale a 31 metros de altitude. É um importante centro comercial e industrial de uma área agrícola extremamente fértil na produção de milho, fruta, vinho e madeira. Tem muito desenvolvida a metalomecânica, o fabrico de motores para velocípedes e de materiais de construção, e o fabrico de bicicletas. A actividade económica merece-lhe o epíteto de «terra das ferragens» por ser este, a par do fabrico de motociclos o sector industrial privilegiado. Um número considerável das freguesias do concelho estão inseridas na região da Bairrada, famosa pelos seus vinhos e o seu leitão assado. GastronomiaO Leitão assado à Bairrada é com certeza o mais famoso pitéu das redondezas, mas não fica muito à frente da doçaria: pastéis de Águeda, barriga de freira, fuzis e sequilhos. Além das padas da Veiga. Outros pratos, como a chanfana, rojões, carne de carneiro ou cabra à lampantana ou caldeirada de peixe completam a gastronomia local, acompanhados pelos vinhos e espumantes das caves da Bairrada. TradiçõesEntre as tradições artesanais, são dignas de referência a olaria, a cestaria, a tecelagem, a tanoaria, a latoaria, os rendados e os bordados. As aldeias típicas da Urgueira, Macieira de Alcoba ou Lourizela, mantém uma rusticidade genuína. O concelho tem também vários grupos folclóricos. Património | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
GeminaçõesA cidade de Águeda tem geminações com:
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8 - FIGURAS DO ESTADO NOVO »»» quintanilha mendonça dias
Vice-AlmiranteFernando de Quintanilha e Mendonça Dias (Vila Real, 15 de novembro de 1898 — São Vicente de Fora, 9 de junho de 1992) foi um militar português, ministro da Marinha de Portugal de 1958 a 1968, tendo papel fundamental na criação do Instituto Hidrográfico Português. Foi governador-geral do Estado Português da Índia, entre 1948 e 1952. Antes, em 1947, defendeu Goa de um bloqueio economico e dos líderes Maharestre.
Biografia
Fernando de Quintanilha e Mendonça Dias, Vice-Almirante, foi Encarregado da navegação do “República” durante o “raid” aéreo de Gago Coutinho e Sacadura Cabral em 1922, Capitão do Porto do Chinde, e Intendente do Governo do Chinde entre 1925 e 1931, Capitão-Tenente dos Portos de Cabo Delgado e de Moçambique em 1935, Encarregado do Governo do Niassa em 1935, Capitão do porto de Quelimane em 1935, Encarregado do Governo da Zambézia em 1937, Comandante do aviso Pedro Nunes em 1941 e esteve na defesa marítima de Lisboa em 1941/3, Chefe dos Serviços de Marinha do Estado da Índia em 1944, Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Autónomos da Navegação da Índia Portuguesa em 1944, Vogal do Conselho do Governo do Estado da Índia, e depois Vice-Presidente desse Conselho em 1946, Encarregado do Governo da Índia entre 12.8.1947 e 27.6.1948, Governador-Geral do Estado da Índia entre 23.12.1948 e 11.10.1952, Comandante do aviso “Bartolomeu Dias” em 1952, tendo entre outras missões, representado a Marinha Portuguesa nas cerimónias da Coroação de S. M. a Rainha Isabel II em Junho de 1953, Procurador à Câmara Corporativa e Assessor do Conselho da Presidência entre 1953 e 1958, Ministro da Marinha entre 1958 e 1968, e Vogal do Conselho da Ordem do Império até 1969; Grande Oficial da Ordem Militar de Avis e da Ordem do Império, Grã-Cruz das Ordens Militar de Cristo, de Avis e do Infante D. Henrique, Cavaleiro-Comendador da Ordem Equestre de S. Gregório Magno, medalha da Victória, medalhas de Ouro de Comportamento Exemplar e de Bons Serviços, de Prata de Bons Serviços e de Campanha no Ultramar, Naval de Serviços Distintos do Brasil, Grã-Cruz da Ordem Isabel a Católica, do Mérito Naval de Espanha, da Ordem de Mayo de Mérito Naval da Argentina, de Mérito Naval do Brasil, da Ordem de Orange e Nassau, da Ordem de Mérito da Alemanha, com Estrela e Banda, da Ordem de Mérito de França, Grande Oficial da Legião de Honra, da Ordem do Saint Charles de Mónaco, medalha de “Mérito Especial” do México, etc.; foi atribuído o seu nome a duas ruas no Chinde, e a um bairro de moradias em Damão, respectivamente: “Comandante Quintanilha”, “Almirante Quintanilha Dias”, e “Comandante Quintanilha”, foi Cidadão Honorário do Concelho de Goa, da vila do Chinde, e da cidade de “New-Orleans”, nos E.U.A., sócio honorário e o seu nome a uma sala do Instituto “Vasco da Gama”, membro de honra do Instituto de Estudos e Investigações de Ávila “Gran Duque de Alba”, e medalha de ouro da cidade de Tavira, etc.
Nasceu em Chaves, freguesia de Santa Maria Maior, a 15.11.1898, e faleceu em Lisboa, na freguesia de S. Vicente de Fora, a 9.6.1992, sendo sepultado no Talhão dos Combatentes, no Cemitério do Alto de São João.
Era filho de José António Dias, negociante e proprietário em Chaves, e de sua mulher D. Maria Ermelinda Júlia Lopes da Silva de Quintanilha e Mendonça, filha de Pascoal Lino de Quintanilha e Mendonça, inspector de finanças e de sua mulher D. Joana Valézia Lopes da Silva; e neta paterna do Ilustríssimo Francisco José de Quintanilha e Mendonça (assim nomeado pelo padre no assento de baptismo do seu filho Pascoal) que foi Administrador dos antigos concelhos de Alhandra, Alverca do Ribatejo, e da Moita e de sua mulher D. Maria José Adelaide de Moura.
Casou 2 vezes, a 1.ª, em Chaves, a 7.3.1923, com D. Irene da Encarnação de Morais Pereira, filha de José Afonso Pereira, Major de Infantaria, Comandante das colunas encarregadas da ocupação da zona Norte do Sôsso e das regiões do Tando, Mocaba e região Sul do Posto “31 de Janeiro”, no Distrito do Congo, a 2.12.1916, Encarregado do Governo do Congo em 1917, Governador do Moxico em 1919, Medalha Militar de Prata da Classe de Valor Militar em 1905, Louvor pelo arrojado esforço, tenacidade e abnegação demonstrados com que, como Tenente, comandou uma diligência em 4.7.1913, tendo capturado os chefes de quadrilha: Tatobá Irbá Ranes Sar Dessai e Babló Dessai, na Índia, Medalha Militar de Ouro da Classe de Bons Serviços em 1915, Medalha Militar de Ouro da Classe de Comportamento Exemplar em 1919, e Comendador da Ordem de Aviz em 1921, que nasceu em Chaves, a 26.2.1871, e de sua mulher D. Carmelina da Glória de Morais, natural de Chaves, com sucessão.
Fernando de Quintanilha e Mendonça Dias casou a 2.ª vez, em Lisboa, a 12.3.1932, com a irmã inteira de sua 1.ª mulher, D. Carmelina da Glória de Morais Pereira, com sucessão.
Principais cargos
Ministro da Marinha (15.VIII.1958-19.VIII.1968), Subchefe do Estado-Maior da Armada (12.VII.1957-14.VIII.1958), Director Interino do Instituto Superior Naval de Guerra (27.VII.1954-13.VII.1955), Professor do Curso Superior do Instituto Superior Naval de Guerra (1954-1958), Subchefe do Estado-Maior Naval (8.VII.1953-22.XI.1955), Governador-Geral do Estado da Índia (23.XII.1948-11.X.1952), Procurador à Câmara Corporativa e Assessor do Conselho da Presidência, Vogal do Conselho da Ordem do Império.
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