Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
26/07/2010
MAIS UMA PORTUGUESA NA PLAYBOY......
...DESTA VEZ A FUNCIONÁRIA HOSPITALAR CONSIDERADA
PELAS COLEGAS COMO A MAIS BONITA
enviado por E. FRANÇA
FERNANDA CÂNCIO

Razão entendível
Passos Coelho impôs-se ao PSD e apresentou-se ao País em ruptura com a linha política (?) que o seu partido seguia desde 2004. Se o fez por convicção ou pragmatismo (a coisa estava esgotada), é cedo para saber, até porque se demarcou da linha mas não de algumas das pessoas que a de-senvolveram. Mas fê-lo, e em nome da ideia de "uma verdadeira alternativa política".
A alternativa de Passos Coelho, acha qualquer pessoa que acompanhe o seu percurso e discurso há uns tempos, é a liberal. Liberal nos costumes e, sobretudo - até porque de liberalismo nos costumes estamos já bem servidos com o PS - liberal na economia.
Mas é aqui que a coisa, clara como água, se turva. Passos Coelho, que já defendeu a privatização da CGD e da RTP e que pugna por aquilo a que dá o nome de "liberdade de escolha" na saúde e na educação, quer que o princípio da gratuitidade tendencial nessas duas áreas acabe e que cada um pague "segundo as suas possibilidades", o que só pode significar que as pessoas que seriam excluídas, pelo seu nível de vencimento, do acesso livre a escolas e hospitais públicos, passariam a poder investir uma parte do que pagam em impostos noutros sistemas (ou isso ou ficariam pobres, ao pagar duplamente o valor desses dois serviços essenciais) e que o sistema público seria depauperado e limitado. Ao mesmo tempo, porém, a direcção do PSD vem, pela boca de Miguel Relvas, negar que se queira acabar com o Estado Social, atacando o governo por ter fechado serviços - escolas e centros de saúde - em nome de uma lógica economicista. Portanto, o PSD quer oferecer menos Estado, mas manter os serviços todos abertos por esse país fora e sem olhar a despesas. Lá original é.
Mas nada ultrapassa a história dos despedimentos. Passos quer que a expressão "justa causa" deixe de fundamentar a possibilidade de despedir e esta passe a assentar em "razões atendíveis". Mas aos que o acusam de querer consagrar a arbitrariedade responde, manso: que não, não quer que se possa despedir sem mais nem menos, que ideia!, é preciso haver motivos, que hão-de ser explicitados na lei ordinária. No seu afã de negar o óbvio, a direcção do PSD chega mesmo a invocar uma lei de Vasco Gonçalves (sim, o dos saneamentos) - quiçá para que acreditemos que a defesa da classe operária é o seu sol na terra.
A gente percebe: não é fácil ganhar eleições a dizer com todas as letras que se vai consagrar a arbitrariedade nos despedimentos (ao mesmo tempo que, pormenor, se apoia um candidato presidencial que representa praticamente tudo o que não se defende); mas isto começa a parecer-se de mais com a fábula da rã e do escorpião. Resta saber se a rã continua crédula.
in "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
23/07/10 NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL
Na sala de reunião de uma multinacional o director nervoso fala com sua
equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
"ninguém é insubstituível" .
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o director se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven ?
- Como? - o encara o director confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço
e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas,
no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da
organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no
lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank
Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os
Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein?
Picasso? Zico? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que
sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,
são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado
para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e
começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando
no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar
seus 'erros/ deficiências' .
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso
era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis
paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de
arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus
talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e
voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro.
Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as
fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/
técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert
Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na
gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios
seriam rectos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens
nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas
peças.
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza
ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso
fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer
o pouco que posso."
"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é...,
e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a
isso..., com muita paz de espírito. ..".
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