sábado, 27 de maio de 2017

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ESTA SEMANA NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"

World Economic Forum: 
Há um país subdesenvolvido entre os ‘campeões’ na igualdade de género

 No que diz respeito a igualdade de género, o país africano ficou à frente dos EUA ou de França. Portugal está em 31º lugar, enquanto o Iémene é o país pior colocado no ranking.

O que é que há em comum entre a Islândia, a Finlândia, a Noruega, a Suécia e o Ruanda? Pode parecer uma pergunta difícil de responder, mas estes são os países que entram no top cinco que lideram na igualdade de género, de acordo com dados do World Economic Forum.
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As diferenças entre estes cinco países são muitas. Enquanto os primeiros quatro se encontram na lista do Banco Mundial como os países mais ricos do mundo, o país africano é classificado pelas Nações Unidas como subdesenvolvido.
E as diferenças não acabam aí. Segundo o World Economic Forum, o acesso à eletricidade nos países nórdicos é de 100%, enquanto no Ruanda é de 20%. A esperança média de vida é de 83 anos na Suécia, mas de 65 anos no Ruanda. Apesar disso, o país africano está entre os países no topo do Índice Global de Disparidade de Género de 2016.

O Wold Economic Forum ressalva que o índice não é uma lista dos melhores países do mundo para se ser mulher, mas mede quanto é que os países já evoluir para diminuir a diferença entre homens e mulheres nas áreas da saúde, educação, economia e política.
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“Em dois destes, o Ruanda lidera com distância de muitos outros países desenvolvidos”, explica o relatório da fundação. O país africano ficou, assim, à frente de países como os EUA ou França. Portugal está em 31º lugar com uma melhoria de 73,7%. Por outro lado, o Iémene é o país com menos igualdade de género, seguido pelo Paquistão e pela Síria.
“O Ruanda é um dos cinco países que fecharam em mais de 80% o gap, mas isto não significa que possa descansar com os louros. Enquanto 80% é uma conquista reconhecida, as celebrações só podem começar quando o gap estiver completamente fechado – algo que nenhum país ainda conseguiu”, acrescenta o relatório.

* Só se admira quem não percebe os grandes exemplos que vêm de África, o preto Nelson Mandela foi quanto a nós a melhor pessoa do mundo enquanto viveu, sofreu brutalidades, espalhou  humanidades.

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