Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
19/12/2017
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Ordem quer enfermeiros como
tripulantes nos voos comerciais
A Ordem dos
Enfermeiros vai pedir ao Parlamento Europeu que crie uma recomendação
para incentivar as companhias aéreas a terem a bordo enfermeiros com
formação avançada em suporte básico de vida ou experiência em urgência
pré-hospitalar.
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A ideia partiu de um enfermeiro também licenciado em gestão aeronáutica,
que criou, juntamente com a Ordem, um projeto que pretende mostrar a
necessidade de integrar um enfermeiro na formação como tripulante de
cabine.
A
Ordem dos Enfermeiros propõe mesmo criar uma área de competência
acrescida aos enfermeiros que seria uma formação em enfermagem de voo,
competência que ficaria averbada na cédula profissional.
“Quando
emergências médicas ocorrem em voo, o acesso aos cuidados é limitado.
São inúmeras as vezes que os profissionais de saúde são chamados a
assistir um passageiro, apesar da formação limitada e/ou experiência com
estas situações a 30.000 pés de altitude”, refere o resumo do estudo
elaborado com o apoio da Ordem dos Enfermeiros.
Dados
internacionais apontam para que as emergências a bordo de aviões tenham
uma incidência de um para 10 mil a 40 mil passageiros. Um só estudo
realizado em 2005 revelou que uma única transportadora internacional
teve cerca de 500 incidentes médicos relatados ao longo de um período de
seis meses.
Os
estudos internacionais apontam para um aumento do número de emergências
médicas a bordo de aeronaves comerciais, sobretudo devido ao aumento da
acessibilidade de viajar por avião e ao aumento da esperança de vida.
Segundo
o estudo apoiado pela Ordem dos Enfermeiros, um enfermeiro integrado na
tripulação de um voo daria maior segurança e bem-estar aos passageiros,
por se tratar de um profissional preparado a atuar num ambiente que é
geralmente estranho aos profissionais de saúde.
Além
de assistir casos de emergência durante o voo, estes enfermeiros
poderiam ser o apoio ao transporte de doentes estabilizados e que possam
viajar em avião comercial.
A
bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, sublinha que este
trabalho permitiu verificar a “viabilidade económica” para as
companhias aéreas, segundo disse à agência Lusa.
“A
existência de enfermeiros a bordo dos aviões tem o efeito de evitar
mortes que são desnecessárias e acaba por descer os custos que as
companhias aéreas têm com alguns eventos a bordo, que muitas vezes
obrigam a aterragens de emergência”, afirmou a bastonária.
O
projeto foi já enviado ao Parlamento Europeu e a Ordem espera que seja
possível emitir uma recomendação às companhias aeras para chamar a
atenção para esta problemática.
O
objetivo, diz Ana Rita Cavaco, é estar próximo das pessoas e contribuir
para que tenham melhor segurança e qualidade de vida, mas a bastonária
não descarta a ideia de que é uma nova área de empregabilidade para os
enfermeiros.
O
comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos
Moedas, receberá na quarta-feira a bastonária dos Enfermeiros, que
apresentará em Bruxelas este projeto, designado como ‘Care4flight’.
* Só vemos vantagens na proposta.
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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
Governo vai fixar
o Salário Mínimo em 580 euros
Arménio Carlos, da CGTP adiantou já que os parceiros sociais não chegaram a um consenso, pelo que o Governo vai avançar com a sua proposta.
O Governo e os parceiros sociais discutiram
esta terça-feira em Concertação Social o valor do salário mínimo para
2018, mas não chegaram a acordo, pelo que o executivo vai fixar em 580
euros o valor do salário mínimo nacional para o próximo ano.
Esta falta de consenso teve por base as exigências que as confederações
patronais levaram para este reunião para se vincularem a um acordo, e
que, precisou o ministro Vieira da Silva no final da reunião, não são
concretizáveis.
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No essencial os patrões pediam ao governo para se comprometer a não alterar a legislação laboral, para reduzir de 1% para 0,2% a sua comparticipação para os fundos de compensação do trabalho e também uma mudança nos pagamentos por conta (do IRC).
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No essencial os patrões pediam ao governo para se comprometer a não alterar a legislação laboral, para reduzir de 1% para 0,2% a sua comparticipação para os fundos de compensação do trabalho e também uma mudança nos pagamentos por conta (do IRC).
“Foi o caderno reivindicativo colocado à
volta desta atualização do salário mínimo nacional que impossibilitou um
acordo”, referiu Vieira da Silva, acrescentando não ser aceitável que
os parceiros sociais exigissem ao governo que congelasse a legislação
laboral.
“Não prescindo do direito do Governo da República e da Assembleia da
República em legislar numa área crítica para a vida das pessoas como é a
legislação laboral”, salientou.
Vieira da Silva afirmou, no entanto, que governo e parceiros sociais vão continuar a negociar e avançar com as matérias que têm estado em cima da mesa da Concertação, nomeadamente questões relacionadas com a segmentação do mercado de trabalho, formação profissional ou os FCT (tal como resulta do acordo assinado em janeiro de 2017).
O combate à excessiva segmentação do mercado de trabalho e a dinamização da contratação coletiva são, de resto, duas das matérias laborais que o governo pretende legislar. Daí que não houvesse condições para aceitar a imposição das confederações patronais. Ainda que preferisse que a subida do SMN para os 580 euros tivesse reunido o consenso dos parceiros, Vieira da Silva desdramatizou o facto de não ter havido acordo até porque, afirmou, nenhuma das confederações contestou o valor por ser incomportável.
* Não prestam os empresários que acham ser elevado o salário de 580 €, aproveitando para tentar a "mamada" de 80% para os fundos de compensação do trabalho.
Vieira da Silva afirmou, no entanto, que governo e parceiros sociais vão continuar a negociar e avançar com as matérias que têm estado em cima da mesa da Concertação, nomeadamente questões relacionadas com a segmentação do mercado de trabalho, formação profissional ou os FCT (tal como resulta do acordo assinado em janeiro de 2017).
O combate à excessiva segmentação do mercado de trabalho e a dinamização da contratação coletiva são, de resto, duas das matérias laborais que o governo pretende legislar. Daí que não houvesse condições para aceitar a imposição das confederações patronais. Ainda que preferisse que a subida do SMN para os 580 euros tivesse reunido o consenso dos parceiros, Vieira da Silva desdramatizou o facto de não ter havido acordo até porque, afirmou, nenhuma das confederações contestou o valor por ser incomportável.
* Não prestam os empresários que acham ser elevado o salário de 580 €, aproveitando para tentar a "mamada" de 80% para os fundos de compensação do trabalho.
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IV-EXPEDIÇÃO AVENTURA
4- PARAÍBA
1- LUCENA
COM RICHARD RASMUSSEN
As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO
"DESTAK"
PGR abre inquérito para
avaliar comportamento do MP
nas adoções da IURD
Lisboa, 19 dez (Lusa) - A procuradora-geral da República ordenou um inquérito sobre os procedimentos do Ministério Público (MP) no caso de crianças acolhidas num lar da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e que terão sido irregularmente encaminhadas para adoção.
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Numa nota à comunicação social, a Procuradoria-Geral da República (PGR) refere que a matéria em questão está "intrinsecamente ligada com processos concretos que correram termos na jurisdição da família e crianças", área considerada de "especial e relevante" intervenção do Ministério Público (MP).
"Assim, por considerar que a atuação funcional do MP no âmbito deste universo de processos não pode deixar de ser objeto de análise, a Procuradora-Geral da República [Joana Marques Vidal] determinou a abertura de um inquérito com vista a averiguar a eventual existência de procedimentos incorretos ou irregulares" praticados pelo MP, esclarece a PGR, em comunicado.
* Aumenta o respeito pela senhora PGR.
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FERNANDO ESTEVES
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IN "VISÃO"
11/12/17
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A presidente da Raríssimas
devia emigrar. Já.
A Raríssimas, como a Abraço e tantas outras organizações de solidariedade social, merece que o Estado continue a apoiá-la financeiramente. A confirmarem-se as informações veiculadas pela TVI, Paula Brito e Costa merece punição exemplar. Mas as crianças não
Há cerca de 20 anos assinei, no agora
defunto Euronotícias, uma série de reportagens sobre a forma como
Margarida Martins, uma antiga porteira de discoteca mais conhecida pelo
seu perímetro abdominal do que pelos seus méritos enquanto gestora,
teria acumulado património durante os anos largos em que presidiu à
Associação Abraço.
Segundo as minhas fontes, que eram na sua maioria colaboradores e ex-colaboradores da organização de combate à Sida, a actual presidente da Junta de Freguesia de Arroios fazia uma gestão, vá lá, criativa, dos dinheiros da associação. Falavam de casas que Margarida alegadamente acumulava em falsa propriedade, em obras de arte doadas à associação por artistas solidários que, por motivos indecifráveis se encontrariam expostas na sua residência e noutras acrobacias do género.
Recordo-me que na altura me encontrei pessoalmente com Margarida Martins na sede da Abraço para lhe dar a oportunidade de tudo rebater. A conversa, vamos chamar-lhe assim, terminou com Margarida, devidamente acompanhada de um fiel escudeiro, a convidar-me abruptamente a abandonar o local. O caso atingiu grande repercussão, Margarida Martins colocou-me o processo da ordem e, com a cumplicidade activa de jornalistas amigos a quem em tempos abrira generosamente a quase impenetrável porta do Frágil, conseguiu convencer um juiz a condenar-me por difamação.
Lembrei-me deste episódio quando ontem vi a imagem da jornalista Ana Leal na sede da Raríssimas a tentar confrontar Paula Brito e Costa, a sua excêntrica presidente, com as acusações gravíssimas de que é alvo. Do outro lado da mesa, em vez de esclarecimentos cabais, encontrou silêncio e arrogância: o silêncio da visada, impotente para negar o que é aparentemente óbvio, e a arrogância de um assessor de imprensa que, talvez por estar mal habituado, não tem a noção de que ainda há jornalistas a quem não se deve pedir perguntas em avanço, sob pena de destruir à partida uma relação que é tensa por natureza.
O que aconteceu a seguir ao diálogo é conhecido de todos: Ana Leal montou laboriosamente as peças do puzzle e concebeu uma reportagem exemplar a todos os níveis: na qualidade da informação, no rigor com que a apresentou e na seriedade com que tentou dar voz à visada. Num mundo bem oxigenado, Paula Brito e Costa encher-se-ia de vergonha, demitia-se e emigraria para o pico do K2. Estaria mais escondida e, apesar dos mais de 8000 metros de altitude, talvez não tivesse especiais dificuldades em respirar. Mas depois do que se viu na TVI não é claro que isso suceda.
O que, com os seus actos, Paula Brito e Costa fez ao universo da solidariedade social – que inevitavelmente sofrerá danos financeiros e reputacionais - não é digno de perdão. Todos os dias são feitos milagres em pequenas associações, muitas vezes protagonizados por equipas de voluntários que, a troco de nada, tudo dão para tornar o mundo num lugar um pouco mais respirável. É por estas pessoas e pelos que diariamente beneficiam da sua generosidade que é perigoso confundir o trabalho público das entidades com os vícios privados dos seus dirigentes.
A Raríssimas, como a Abraço e tantas outras organizações de solidariedade social, merece que o Estado continue a apoiá-la financeiramente. O pior que pode acontecer neste caso é que, por causa da indignação militante que o caso está a gerar nas redes sociais, o Governo ceda ao populismo fácil, fazendo pagar os doentes juntamente com os prevaricadores. A confirmarem-se as informações veiculadas pela TVI, Paula Brito e Costa merece punição exemplar. Mas as crianças não.
Segundo as minhas fontes, que eram na sua maioria colaboradores e ex-colaboradores da organização de combate à Sida, a actual presidente da Junta de Freguesia de Arroios fazia uma gestão, vá lá, criativa, dos dinheiros da associação. Falavam de casas que Margarida alegadamente acumulava em falsa propriedade, em obras de arte doadas à associação por artistas solidários que, por motivos indecifráveis se encontrariam expostas na sua residência e noutras acrobacias do género.
Recordo-me que na altura me encontrei pessoalmente com Margarida Martins na sede da Abraço para lhe dar a oportunidade de tudo rebater. A conversa, vamos chamar-lhe assim, terminou com Margarida, devidamente acompanhada de um fiel escudeiro, a convidar-me abruptamente a abandonar o local. O caso atingiu grande repercussão, Margarida Martins colocou-me o processo da ordem e, com a cumplicidade activa de jornalistas amigos a quem em tempos abrira generosamente a quase impenetrável porta do Frágil, conseguiu convencer um juiz a condenar-me por difamação.
Lembrei-me deste episódio quando ontem vi a imagem da jornalista Ana Leal na sede da Raríssimas a tentar confrontar Paula Brito e Costa, a sua excêntrica presidente, com as acusações gravíssimas de que é alvo. Do outro lado da mesa, em vez de esclarecimentos cabais, encontrou silêncio e arrogância: o silêncio da visada, impotente para negar o que é aparentemente óbvio, e a arrogância de um assessor de imprensa que, talvez por estar mal habituado, não tem a noção de que ainda há jornalistas a quem não se deve pedir perguntas em avanço, sob pena de destruir à partida uma relação que é tensa por natureza.
O que aconteceu a seguir ao diálogo é conhecido de todos: Ana Leal montou laboriosamente as peças do puzzle e concebeu uma reportagem exemplar a todos os níveis: na qualidade da informação, no rigor com que a apresentou e na seriedade com que tentou dar voz à visada. Num mundo bem oxigenado, Paula Brito e Costa encher-se-ia de vergonha, demitia-se e emigraria para o pico do K2. Estaria mais escondida e, apesar dos mais de 8000 metros de altitude, talvez não tivesse especiais dificuldades em respirar. Mas depois do que se viu na TVI não é claro que isso suceda.
O que, com os seus actos, Paula Brito e Costa fez ao universo da solidariedade social – que inevitavelmente sofrerá danos financeiros e reputacionais - não é digno de perdão. Todos os dias são feitos milagres em pequenas associações, muitas vezes protagonizados por equipas de voluntários que, a troco de nada, tudo dão para tornar o mundo num lugar um pouco mais respirável. É por estas pessoas e pelos que diariamente beneficiam da sua generosidade que é perigoso confundir o trabalho público das entidades com os vícios privados dos seus dirigentes.
A Raríssimas, como a Abraço e tantas outras organizações de solidariedade social, merece que o Estado continue a apoiá-la financeiramente. O pior que pode acontecer neste caso é que, por causa da indignação militante que o caso está a gerar nas redes sociais, o Governo ceda ao populismo fácil, fazendo pagar os doentes juntamente com os prevaricadores. A confirmarem-se as informações veiculadas pela TVI, Paula Brito e Costa merece punição exemplar. Mas as crianças não.
IN "VISÃO"
11/12/17
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De acordo com o relatório anual da Repórteres
Sem Fronteiras, 65 jornalistas foram mortos durante 2017. Este está a
ser o ano menos mortífero para os jornalistas nos últimos 14. .
Dos 65 jornalistas mortos, 39 foram assassinados e 26 morreram no exercício das suas funções.
O país mais fatal para os jornalistas é a Síria, onde 12 jornalistas morreram desde o início do ano. Segue-se o México, com 11 mortes, Afeganistão, com nove e Iraque, com oito.
Recorde-se que em 2016 registaram-se 79 mortes de jornalistas.
De acordo com o relatório da organização, há ainda dois jornalistas desaparecidos, um no Paquistão e outro no Bangladesh, e outros 54 foram tomados como reféns.
* Se não fossem os jornalistas os governantes dos países democráticos e os juízes dos países democráticos, ainda seriam mais prepotentes.
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HOJE NO
"i"
"i"
Este ano morreram 65 jornalistas
em todo o mundo
Há ainda dois desaparecidos.
Dos 65 jornalistas mortos, 39 foram assassinados e 26 morreram no exercício das suas funções.
O país mais fatal para os jornalistas é a Síria, onde 12 jornalistas morreram desde o início do ano. Segue-se o México, com 11 mortes, Afeganistão, com nove e Iraque, com oito.
Recorde-se que em 2016 registaram-se 79 mortes de jornalistas.
De acordo com o relatório da organização, há ainda dois jornalistas desaparecidos, um no Paquistão e outro no Bangladesh, e outros 54 foram tomados como reféns.
* Se não fossem os jornalistas os governantes dos países democráticos e os juízes dos países democráticos, ainda seriam mais prepotentes.
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8-O UNIVERSO
SUBMARINO
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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à
mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios
anteriores.
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HOJE NO
"A BOLA"
Movimento por Ciclismo Credível
quer suspensão de Froome
O
Movimento por um Ciclismo Credível (MPCC) solicitou à equipa Sky que
suspenda voluntariamente Chris Froome, até ao fim do processo de
inquérito ao controlo antidoping positivo do britânico na Vuelta.
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A
equipa não integra o MPCC, que representa 43 equipas do pelotão
profissional da WorldTour e Continental Profissional, e cujas regras
determinam a suspensão imediata do corredor após a primeira comunicação
de controlo positivo.
«As disposições impostas por equipas membros da MPCC foram tomadas com o objetivo de transparência no interesse de todos e do ciclismo», relembra o movimento presidido por Roger Legeay, indicando que tal permite ao visado e equipa trabalharem a defesa sem sobressaltos nem crispações de outros dirigentes e corredores.
«As disposições impostas por equipas membros da MPCC foram tomadas com o objetivo de transparência no interesse de todos e do ciclismo», relembra o movimento presidido por Roger Legeay, indicando que tal permite ao visado e equipa trabalharem a defesa sem sobressaltos nem crispações de outros dirigentes e corredores.
* É justo mas se for considerado inocente deverá ser indemnizado e reposto o bom nome.
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Mais jovens a conduzir
com excesso de álcool
Lei mais restritiva para recém-encartados entrou em vigor há quatro anos, mas 8084 foram apanhados pela GNR.
Em
quatro anos, desde que as regras do álcool ficaram mais apertadas para
os condutores jovens e para os profissionais, mais de oito mil (8084)
recém-encartados foram apanhados a conduzir com níveis de álcool no
sangue superiores ao previsto na lei (0,2 g/l).
Todos os meses, a GNR
continua a detetar mais de 100 novos casos e cerca de 10% chegam mesmo a
acusar a taxa-crime (1,2 g/l).
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Até 31
de outubro, foram apanhados pela Guarda 1108 condutores em regime
probatório (com menos de três anos de carta) a conduzir sob o efeito do
álcool, quase tantos como os 1 303 detetados em todo o ano passado e os 1
293 em 2014. E mais do que os 892 apanhados em 2015. Este ano, a média
mensal de jovens infratores é de 110, enquanto no ano passado foi de
108. A diferença é maior recuando a 2015, ano em que uma média de 74
recém-encartados foram intercetados embriagados pela GNR. Já em 2014, a
média mensal rondou os 107.
"Tem
havido uma alteração nos padrões do consumo do álcool entre os jovens",
considera o presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP). José
Miguel Trigoso avisa que as estatísticas dos jovens alcoolizados ao
volante são "elevadas" e recorda que, ao contrário do que se verificava
há alguns anos, há hoje um consumo "pontual, mas em grandes quantidades"
por parte das faixas etárias mais baixas. Algo que, em seu
entendimento, justifica a existência de "mais campanhas de sensibilização" direcionadas aos jovens. E uma aplicação da lei mais
eficaz. "A tramitação das multas é demasiado lenta por parte da
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, o que contribui para que
estes comportamentos se repitam, porque muitas vezes não se traduzem em
punições efetivas", critica o especialista.
Mão pesada
Segundo
a GNR, dos mais de oito mil recém-encartados apanhados a conduzir com
álcool desde o início de 2014, 10% (840) acusaram a taxa-crime. E este
ano já se registaram 191 casos, que se juntam aos 586 em que a taxa de
álcool detetada era igual ou superior a 0,5 g/lt e inferior a 1,2 g/lt.
Estes números serão certamente mais elevados, uma vez que não incluem os
dados das zonas fiscalizadas pela PSP - que disse ao JN não monitorizar
estatisticamente e de forma desagregada este fenómeno.
A
1 de janeiro de 2014, entraram em vigor mais de 60 alterações ao Código
da Estrada. E, pela primeira vez, a legislação portuguesa passou a
prever a coexistência de duas taxas de álcool mínimas diferentes: uma
para os condutores particulares (0,5 g/l) e outra para os profissionais e
os recém-encartados (0,2g/l). O limite máximo de 0,49 gramas de álcool
por litro de sangue para a generalidade dos condutores manteve-se, mas a
mão ficou mais pesada para quem tem carta há menos de três anos e para
os condutores de veículos de socorro, transporte coletivo de crianças e
jovens até 16 anos, de pesados de passageiros, mercadorias e matérias
perigosas, e taxistas.
* Aquilo a que chamam mão pesada mais parece uma luva de pelica, à primeira sopradela com álcool em excesso devia ser um ano sem conduzir, para profissionais ano e meio, segunda sopradela cativação da carta, e preparação para novo exame.
Se um bêbado a conduzir matar alguém o cadáver não ressuscita, o bêbado viverá.
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III-TABU
AMÉRICA LATINA
AMÉRICA LATINA
4.Beleza Extrema
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Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro/17 a Julho/18, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram
os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.
** As
nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma
hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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FONTE: EFE Brasil
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"MAMUG KOE IXO TIG"
Professora destaca-se com
método de alfabetização indígena
Cacoal (Brasil), 17 dez (EFE), (Imagens: Alex Rocha) - "Mamug koe ixo
tig", um método de alfabetização que preserva a língua indígena numa
aldeia da Amazônia, destacou-se entre mais de 5.000 projetos de escolas
do Brasil e rendeu o título de educadora do ano no país à professora
Elisângela Dell-Armelina Suruí.
Este ano, conquistou os prêmio "Educadora Nota 10" e "Educadora do Ano", entregues pela Fundação Victor Civita.
Este ano, conquistou os prêmio "Educadora Nota 10" e "Educadora do Ano", entregues pela Fundação Victor Civita.
FONTE: EFE Brasil
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1463
Senso d'hoje
RYAD ALSOUS
EX-PROFESSOR DE AGRICULTURA
UNIVERSIDADE DE DAMASCO
FUGIU DA SÍRIA EM 2013
"A guerra forçou-me a deixar,
tudo para trás pois eu queria
salvar a minha vida"
FONTE: ONU Brasil
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3-BIZARRO
FORA "D'ORAS"
XVI-MOUNT OLYMPUS/3
*Quem diz que os artistas não são atletas?
O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele.
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.
Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista.
Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas 'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'. Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o
sonhar, entre o sonho e a realidade.
Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado' (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.
Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.
** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.
*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.
**** A segunda parte da encenação foi editada neste blogue a partir de 02/06/17.
Disfrute.
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** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.
*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.
**** A segunda parte da encenação foi editada neste blogue a partir de 02/06/17.
Disfrute.
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