12/05/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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141-ARTE ARRISCADA
SEIVA BRUTA

Interpretação:
Leticia Nabuco
Música
André Oliveira
Autoria
André Oliveira 
Leticia Nabuco



Fruto da parceria entre Leticia Nabuco e o músico André Oliveira, o trabalho partiu da investigação de temas como a concepção, a vitalidade, a fertilidade, o corpo gerador, o feminino e a criação em suas mais variadas acepções, buscando possíveis paralelos entre gênese de vida, de arte, de relações, etc. 

 Provocados pela vivência de uma gravidez, os artistas voltaram o olhar para processos vitais, cíclicos, sazonais, existentes na natureza, procurando particularidades não da gravidez em si, mas do que propriamente é ou pode ser grávido, fértil, criador. 

 A performance, realizada uma semana antes de a bailarina dar à luz seu filho, buscou na cena limpa e preenchida de vazios, uma escolha pela precariedade e, consequentemente, por toda possibilidade que ela encerra. A busca da força existente no frágil e no sensível.


FONTE: Leticia Nabuco

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ENGENHARIA DE TOPO/20

20.5-A Torre Inclinada
de Abu Dhabi



FONTE: Universo do Documentário
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 HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Miguel de Sousa encerra o debate 
a pedir “Autonomia total”

A conferência Pensar o Futuro foi marcada por uma discussão em torno da Autonomia, as relações com a República e as exigências que a Madeira tem de fazer, agora e depois de passada a pandemia de covid-19.
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TETA CONTINENTAL
“O problema é que ninguém sequer quer ouvir o que temos para dizer”, afirmou Miguel de Sousa. O ex-vice-presidente o parlamento e do Governo Regional não tem dúvida de que a Madeira é “muito maltratada” e pede uma intervenção ao mais alto nível.

“Precisávamos que o Presidente da República liderasse esta questão do contencioso das autonomias. Ele beija todos e deveria beijar mais as regiões autónomas. Deveria convocar os presidentes das Regiões e o primeiro-ministro para falar disto”, exige.

Miguel de Sousa acredita que “quando passar o covid alguma coisa vai ter de acontecer”.
Posição semelhante tem João Machado que acusa o Estado de nunca ter “dado um passo” para resolver os contenciosos. “Esta situação não se pode manter indefinidamente”, garante.

Ricardo Vieira defende estratégias regionais para resolver um problema que terá de ser levado “ao nível nacional”, na comunicação social e na opinião pública.

Ricardo Fabrício continua a acreditar que “o futuro será o que os madeirenses quiserem” mas “o presente que temos pela frente exige realismo” e diz que há franjas da população que “ainda não perceberam o que está a acontecer” na economia.

Miguel de Sousa pediu para fazer uma última intervenção, para deixar uma frase que espera possa agitar alguma coisa: “A Madeira precisa de autonomia total”.

* E como estes prosélitos independentistas sobreviveriam sem mamar na teta continental?

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XI - DITADORES
5- SADDAM HUSSEIN
DITADOR DO IRAQUE



FONTE:  DOC Play
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HOJE NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Mário Centeno admite que “não podemos dar passos maiores do que a perna” na Função Pública e no IRS

Ministro das Finanças abre portas a uma negociação com o PSD para a aprovação do Orçamento Suplementar e diz estar convencido de que os países da União Europeia “já chegaram à conclusão de que não podemos cometer o mesmo erro duas vezes em menos de dez anos”.

O ministro de Estado e das Finanças Mário Centeno não se comprometeu com a manutenção dos aumentos para a Função Pública e com a reforma do IRS, preferindo dizer nesta terça-feira, em entrevista à TSF, que “não podemos dar passos maiores do que a perna” antes de acrescentar que tudo terá de ser repensado porque “a perna encurtou neste terrível ano de 2020”. Num momento posterior, referindo-se ao aumento extraordinário das pensões em maio, disse que “o Orçamento do Estado é para cumprir”.
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Recordando que “ninguém se pode comprometer com resultados”, o também presidente do Eurogrupo disse que “podemos e devemos fazer tudo o possível para nos mantermos” dentro das limitações do Orçamento do Estado para 2020, mas admitiu que no Orçamento suplementar que deverá ser entregue à Assembleia da República antes do final do primeiro semestre “temos de adequar os plafonds orçamentais às medidas” necessárias para dar resposta à crise económica provocada pela Covid-19.

Quando lhe foi perguntado se alguns ministérios deveriam perder receitas em favor do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social ou do Ministério da Saúde, ou se recorreria às cativações que marcaram a anterior legislatura, Centeno descreveu que “a cativação é o elemento que permite que em outubro todos tenham dinheiro”.

O ministro de Estado e das Finanças apontou os partidos à esquerda do PS como aliados preferenciais no processo de negociação e aprovação do Orçamento suplementar perante a “necessidade imperiosa e inevitável” que garantiu ainda não existir neste momento, mas também abriu a porta ao PSD. “Como somos todos chamados para ter esta contribuição para a estabilidade podemos ter uma abordagem mais vasta”, disse.

Dificuldade de chegar aos 12 zeros
Recusando a “guilhotina da austeridade”, Mário Centeno salientou que não está em causa uma crise motivada por desequilíbrios macroeconómicos e mostrou-se confiante na capacidade de a intervenção da União Europeia evitar consequências ainda mais graves da pandemia de Covid-19.

Admitiu, no entanto, que o bilião de euros que pretendia ver mobilizado ser um objetivo difícil de alcançar. “Não sei qual será a dimensão que o Fundo de Recuperação vai ter, mas estaria à espera de um valor superior aos 500 mil milhões de euros. Nao sei é se chegaremos a um número com 12 zeros”, disse, ressalvando que os Estados-membros “já chegaram à conclusão de que não podemos cometer o mesmo erro duas vezes em menos de dez anos”.

Comentando o diferendo entre o Tribunal Constitucional alemão e a União Europeia, devido aos entraves que o primeiro coloca à compra de dívida pelo Banco Central Europeu, Centeno disse esperar “que o primado da legislação europeia sobre a nacional seja também desta vez respeitado”. E embora tenha reconhecido que os países do Sul da Europa tendem a valorizar mais a União Económica e Monetária, enquanto os países do Norte privilegiam o Mercado Comum, sustentou que “não andam um sem o outro e sem eles as nossas economias não seriam nem de perto nem de longe aquilo que são hoje”.

Sobre a ausência de um quadro macroeconómico no Programa de Estabilidade, o ministro das Finanças ressalvou que o documento contém uma “avaliação da severidade do Estado de Emergência face à economia” e admitiu que haverá uma perda muito elevada na perda de receita fiscal e aumento dos subsídios de desemprego, admitindo uma valor muito próximo de dez mil milhões de euros de perda de receita até ao final de 2020.

* Concordamos senhor ministro que passos maiores que a perna não devem ser dados, diga isso aos bancos porque as suas más gestões foram passos maiores que "andas".
E passos pela "calada" sr. ministro, como aquele passo do cheque ao NB sem ninguém saber?

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Desafio em Dose Dupla
3.3- Mordidos


Canal Godeleiro
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