.
.Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
21/09/2026
.
PARA QUEM GOSTA MUITO DE MATEMÁTICA
OU PARA QUEM ESTÁ INTERESSADO EM GOSTAR
MINUTOS DE
CIÊNCIA/603
Problemas de compra e venda,
com troco e desconto
Me dá mais 3 que te dou 20 de troco
* Este blog não anda deseperadamente à procura de likes e de toques em sininhos
FONTE:
Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio
XCIV-MEGA MÁQUINAS
3-Mazda MX-5 Conversível
O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.
*
As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à
mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios
anteriores.
FONTE:
Carlos Alberto
MARIANA GARRIDO
.
Emigração: notas de
um fim de verão
A emigração portuguesa não ocorre num vazio, nem é um simples determinismo, destino ou fado da população. É, sim, consequência de sucessivas escolhas políticas.
Acabo de passar agosto em Portugal, nos lugares que viram nascer e crescer os meus avós, primeiro no litoral Norte, depois na Beira Baixa e, por fim, uns dias na cidade onde eu própria nasci, cresci e estudei, Coimbra.
São dias felizes: fazem-se sardinhadas, comem-se saladas de figos maduros, apanham-se amoras da beira da estrada, passam-se dias longos na praia e tempo com familiares de quem sinto falta o ano inteiro. Quanto aos amigos, aproveito para rever alguns, os poucos que não emigraram também, e os que, como eu, regressam nesta altura.
Em breve farei dez anos de emigração, uma saída que tomei como quase certa desde a adolescência. Embora no dia a dia esta questão não me apoquente, ano após ano faço a viagem de regresso a Bruxelas pensando como seria regressar definitivamente. Essa dúvida ou aspiração é regularmente frustrada pelo alerta de que umas férias bem passadas em Portugal não correspondem à realidade de quem vive e trabalha neste país todos os dias.
Sei bem que aproximadamente um em cada três portugueses não consegue pagar uma semana de férias fora de casa. Sei bem que o preço da habitação em Portugal, entre os mais altos da Europa, é incomportável. Sei bem que o Serviço Nacional de Saúde está a ser progressivamente desmantelado e que a educação pública é todos os dias colocada à prova.
Sei bem que em Portugal, 50% dos trabalhadores tem um salário bruto inferior a 1000 euros e que os aumentos salariais dos últimos anos praticamente não compensam a inflação. Na Bélgica, por exemplo, os salários são atualizados consoante a inflação e existe um movimento sindical forte e organizado em defesa dos trabalhadores, com cerca de 50% dos trabalhadores sindicalizados. Em Portugal ronda os 15%.
Na minha área de trabalho e na minha geração, há ainda mais um fator com grande peso na balança: em Portugal, ainda escasseiam oportunidades laborais interessantes, competitivas e com perspectivas de progressão de carreira. Uma realidade, em muitos setores de atividade, agravada pelo facto de em Portugal os trabalhadores terem mais qualificações do que os patrões.
Penso regularmente como a emigração portuguesa não corresponde às imagens simplistas e caricaturais que dela se fazem. Penso também como a emigração portuguesa não ocorre num vazio, nem é um simples determinismo, destino ou fado da população portuguesa. É, sim, consequência de sucessivas escolhas políticas.
Foi, em tempos, resposta à repressão da ditadura fascista, alternativa ao flagelo da guerra colonial, esperança para quem pudesse aspirar a mais do que sucumbir ao analfabetismo e à pobreza. Assim chegaram, muito antes de mim, muitos portugueses à Bélgica. Hoje em dia, a emigração portuguesa é ainda, e muito, fruto de condicionamentos estruturais. E tal como a debilidade do Estado Providência português se evidencia cá dentro, também a sentimos lá fora, nomeadamente na negligência em relação às comunidades portuguesas, mitigada apenas por algumas iniciativas e financiamento às organizações da diáspora.
Os portugueses que procuram melhores condições de vida e salários lá fora fazem-no porque, como cidadãos europeus, felizmente, dispõem de alternativas à falta de horizontes com que se deparam no seu país. Deve indignar-nos que essas condições continuem a ser aplicadas a quem cá vive, a quem cá ficou. Deve indignar-nos que essas circunstâncias se agravem quando se trata de comunidades imigrantes em posições mais vulneráveis a quem essas, ou piores condições, são impostas. E deve mobilizar-nos a certeza de que outro país, construído com políticas públicas mais justas, mais iguais e acolhedoras, é possível.
Quando penso no meu país, são os momentos que perdi, as paisagens que não vi, as atividades culturais a que não assisti e os pratos que não provei que ocupam o centro dos meus sentimentos. Penso também nas portas que a emigração abriu, imperfeitas, mas mais abertas do que as que encontraria em casa. Tal como a sensação que temos no final do verão, ou aquela que nos oferece uma salada de figos, também esta reflexão é agridoce. E embora esta conversa possa parecer simples nostalgia, quando discutimos emigração, é de política e de políticas públicas que falamos.
* Mestre Erasmus Mundus em Segurança, Intelligence e Estudos Estratégicos, com especialização em paz e conflitos. Trabalha com direitos humanos em Bruxelas.
IN "PÚBLICO"- 15/09/26.
.
4531.UNIÃO
EUROPEIA
ALEMANHA
'IA' TERRORISTA
Rede de vídeos políticos alemã recorre
a "especialistas" gerados por IA
FONTE:
Euronews em Português - 21/09/26
NR: Aflige-nos que os construtores da "IA" gozem de impunidade jurídica face às mentiras que publicam e são cada vez mais perigosas. Aflige-nos a pacovice dos dirigentes europeus que nada faz, ou faz de propósito, para impedir as fake news. Para fake bastam as religiões.
putin HUYLO
putin é um canalha
Trump is also a killer
of innocent people Ukrainians
agora também um activo russo
Portugal bem português
XLIII- AQUI E AGORA
AMÁLIA RODRIGUES
FILME 3
6-QUE A VOZ SE CUMPRA
FONTE:
Amália a Voz
** Se pensa que sabe muito da História de Portugal constate também nesta série a sua enorme ignorância, não é uma crítica, é um convite.
** Se pensa que sabe muito da História de Portugal constate também nesta série a sua enorme ignorância, não é uma crítica, é um convite.
*** Esta é uma compilação de séries pelo nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.

Eѕѕêɴcια dα Terrα
3-Mαrαvιlнαѕ Eѕcoɴdιdαѕ
3.10-Eѕтαdoѕ Uɴιdoѕ
FONTE:
Documentários - Nosso Planeta
.
ESTA ENTREVISTA SÓ DEVE SER OUVIDA
POR PESSOAS MUITO INTELIGENTES,
INCOMPREENSÍVEL PARA MEMBROS DO GOVERNO
E DESVALIDOS DA EXTREMA DIREITA
SE A VIDA LHE INTERESSAR,
MAIS A INTELIGÊNCIA DA LIBERDADE
4601
Senso d'hoje
ALEXANDRA MATIAS
MÉDICA
GINECOLOGISTA E OBSTETRAESPECIALIZADA EM
MEDICINA FETAL
PROFª CATEDRÁTICA NA
UNIVERSIDADE DO PORTO
#AGING BACK PODCAST#
ENVELHECIMENTO GENITAL E SEXUAL
Subscrever:
Mensagens (Atom)








