25/09/2021

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XII-A HISTÓRIA 
DO SEXO
11- SEXUALIDADE ESSENCIAL 
11.3 - ORGASMO SEM FIM




FONTE:  Docs Tugas
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A ŋɔʋa Ɛscɔliŋha ɖɔ prɔƒɛssɔr Raimuŋɖɔ/2


FONTE:   Lorde das series

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11-SISTEMA
MÚSCULO-ESQUELÉTICO
15-ORTOPEDIA E NEURO
15.1- SUA CORRELAÇÃO



(CONTINUA PRÓXIMO SÁBADO )


* Uma interessante série produzida para auxiliar alunos da área de saúde mas também muito útil para quem quer que deseje aprender sobre esta matéria. Desfrute.


FONTE:  Anatomia Fácil com Rogério Gozzi

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𝐸𝑙𝑒𝑖𝑐̧𝑜̃𝑒𝑠 𝑑𝑒𝑚𝑜𝑐𝑟𝑎́𝑡𝑖𝑐𝑎𝑠 𝑠𝑎̃𝑜 𝑖𝑚𝑝𝑜𝑠𝑠𝑖́𝑣𝑒𝑖𝑠

FONTE:Nerdologia

JORGE CONDE

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Autárquicas 2021 – esquerda, 
direita e egos

Estamos no final de uma campanha eleitoral que nos trará uma nova (ou velha) arrumação autárquica.

Longe vão os tempos em que as campanhas eleitorais eram feitas à volta de projetos, mais ou menos elaborados, mais ou menos consistentes, mas com uma ideologia subjacente. Mesmo nas eleições autárquicas era possível perceber como ficaria o concelho depois do mandato a que cada um concorria e, mais à esquerda de pensamento ou mais à direita, facilmente se percecionava uma gestão mais centrada nas pessoas ou mais centrada nas infraestruturas. Quando centrada nas pessoas, também ainda se compreendia se estávamos a falar de uma ideologia mais social ou de projetos mais transversais ligados à qualidade de vida, à comodidade, às oportunidades de trabalho, etc. Quando a aposta se direcionava às infraestruturas, também podia apontar mais para as estruturas sociais e de saúde, por vezes para o ensino, algumas (escassas) vezes para o ensino superior, ou para o desporto (bastantes), ou para as obras "de fachada", as célebres rotundas e bancos de jardim. Estas escolhas dependiam obviamente do binómio esquerda-direita e muito da forma como o partido concorrente se posicionava ideologicamente.

Há uns anos surgiram os movimentos de cidadãos independentes que poderiam ser uma lufada e ar fresco - e em alguns casos foram - na política autárquica que se quer de proximidade. Foram muitos os casos em que grupos de homens e mulheres sem vida partidária ou atividade política ativa se disponibilizaram para fazer melhor pela sua terra e muitas destas iniciativas são louváveis: projetos que, sem subordinação a uma ideologia política, construíram boas dinâmicas territoriais e são verdadeiros exemplos de exercício de poder bem feito.

Mas, salvaguardadas as devidas e honrosas exceções, começaram a aparecer movimentos constituídos pelos excluídos dos partidos convencionais. Quando alguém é afastado da corrida eleitoral pelo seu partido, ou quando não é convidado para o lugar com que sonha, concorre através dos movimentos de cidadãos. Estes movimentos situam-se no mesmo espaço político do ex-partido dos dissidentes e, mais do que combater aqueles que até então foram a sua oposição, combatem o seu próprio espaço político. São estes os que agora até se constituem como "partidos" temporários e regionais, para poderem fazer coligações com os partidos que contestam e aparecerem com mais representatividade nas eleições, criando dinâmicas de pura oposição e de subprodutos dos partidos convencionais.

Afinal a ferramenta que tinha a melhor das intenções - os grupos de cidadãos com vontade de fazer pela sua terra - pode tornar-se num espaço pernicioso de subpartidos, com os mesmos defeitos que visava contornar. A política faz-se de coragem e a mudança faz-se dentro das organizações (partidos). Mais do que fugir para um movimento "independente", importa mudar as organizações em que acreditamos por dentro. Talvez no domingo os eleitores escolham votar em projetos e não realizar ajustes de contas pessoais, por esta ou aquela forma de comunicar.

* Presidente do Instituto Politécnico de Coimbra

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"  23/09721

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2759.UNIÃO


EUROPEIA

PORTUGAL

AUTÁRQUICAS 
26/09/21
A CAMPANHA EM GIFS
Vigarices, um comboio pacífico
e outra vez a Galp



Do "Putin da junta" aos nervos de Medina



FONTE:   Observador
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4.4 - As mentiras da bíblia

Lendas, mitos,  fantasias,
erros e contradições
JESUS NÃO FOI O SALVADOR/3


* Ora bem, nós que gostamos de polémica como de pão para a boca apresentamos uma série produzida por EUSTÁQUIO PRESLEY, ateu confesso, aguardando que alguém com ideias bem consolidadas consiga desmontar a retórica deste sujeito. Fica o repto.


FONTE:  BÍBLIA E LÍNGUA PORTUGUESA Eustáquio Presley

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LXIII -VIDA SELVAGEM
3- CHIMPANZÉ DO CONGO
O REFÚGIO PROTECTOR



FONTE:   Curious
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JP Simões e Luanda Cozetti

Se Por Acaso


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117-UM POEMA POR SEMANA 
BRÁULIO BESSA UCHOA
O HOMEM E O CACHORRO



Interpretado por
DANIEL DONIZET


FONTE:      Jhonata Oliveira

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2-SOƁRƐƲIƲƐƝƬƐS ƊA HISƬÓRIA

(CONTINUA PRÓXIMO SÁBADO)

"Quem tem a oportunidade de conversar com um sobrevivente acaba sendo uma testemunha também. Porque eu sou testemunha de ter conhecido um sobrevivente. Então, quem tiver a oportunidade, é bom se apressar porque sobreviventes estão ficando velhinhos e não duram para sempre”. 

A afirmação de José Jakobson, filho de um sobrevivente do Holocausto, revela a importância de ouvir a história diretamente de quem a viveu. E, com esse objetivo, o Caminhos da Reportagem desta semana conversa com sobreviventes de um dos maiores genocídios que o mundo presenciou. 

O Holocausto matou 11 milhões de pessoas, seis milhões só de judeus. Muitos deles fugiram para o Brasil, além de outros países, antes, durante e depois da 2ª Guerra Mundial. Chegaram aqui debilitados, com sequelas físicas e psicológicas. “A ideia dos alemães era que nenhum judeu iria sobreviver à presença deles. Feroz mesmo! No fim da guerra eu estava pesando, quando já tinha comido, uns 30 quilos”, conta Nanette Konig, judia holandesa que sobreviveu ao nazismo. Ela foi colega de escola de Anne Frank, a menina judia que ficou famosa por escrever um diário enquanto vivia em um esconderijo com a família. As duas se reencontraram no campo de concentração. Anne Frank, assim como a família de Nanette, não sobreviveu. 

Nossa equipe conversou com outros sobreviventes que testemunharam os horrores dos campos de trabalho forçado e de extermínio. “Lá em Auschwitz foi feita uma segregação. Um vagão ia para a morte, para o crematório, e o outro vagão ia para campos de trabalho. Se eu tivesse má sorte de estar no vagão que iria para a morte, não tinha me salvado”, afirma o judeu polonês Julian Gartner. 

Durante a guerra, os judeus e outros grupos perseguidos, como negros, ciganos, homossexuais e inimigos políticos, enfrentaram a fome, o frio, a perda da identidade, da família, da saúde e da vida. Conversamos com Anita Prestes, filha do comunista brasileiro Luiz Carlos Prestes com a judia alemã Olga Benário. Anita, que nasceu enquanto a mãe estava presa, se considera “filha da solidariedade internacional”, uma vez que foi libertada depois de uma campanha envolvendo vários países. Também conhecemos Salvador Haim, filho de um ex-prisioneiro que fez vídeos dentro de um campo de concentração na Bulgária. 

O feito, considerado inédito pelo Museu do Holocausto de Washington, contém imagens da rotina em um campo de concentração. “Mostra o pessoal trabalhando, quebrando pedra, afiando ferramenta, pondo dinamite para estourar pedra. Como ele fez o filme, quem autorizou, isso a gente não sabe”, narra Salvador. O Caminhos da Reportagem também visita lugares de preservação da memória dos sobreviventes, como o Museu do Holocausto em Curitiba, que reúne documentos, fotografias e objetos dos judeus que vieram para o Brasil. Na Argentina visitamos o Centro Simon Wiesenthal, que leva o nome de um dos mais famosos caça-nazistas do pós-guerra. 

Ainda mostramos como os alemães lidam com esse capítulo da história, seja no currículo escolar, seja com projetos como as “pedras de tropeço”, intervenções artísticas espalhadas pela Alemanha e demais países europeus, em homenagem às vítimas do nazismo 

Reportagem: Flavia Peixoto  
Imagens: André Rodrigo 
Auxílio técnico: Hugo Montenegro 
Produção: Beatriz Abreu 
Edição de texto: Francislene de Paula 
Edição de imagem e finalização: Henrique Corrêa e Jerson Portela 
Arte: Antonio Trindade
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𝑆𝛴 𝛱𝛥̃𝛳 𝛴́ 𝑈𝑀 𝐹𝐼𝐿𝐻𝛳 𝐷𝛴 𝑃𝑈𝑇𝛥, 𝛴́ 𝛳 𝑄𝑈𝛴̂?

𝗣𝗿𝗼𝗳𝗲𝘀𝘀𝗼𝗿 𝘀𝘂𝘀𝗽𝗲𝗻𝘀𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝘃𝗶́𝗱𝗲𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝗿𝗶𝘇 𝘀𝗲𝘅𝘂𝗮𝗹


FONTE:   Fala Portugal

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40.ADEGA SUPERIOR
DEGUSTAÇÃO GUIADA
por CARLOS CABRAL
REGIÃO DO ALENTEJO/4
PORTUGAL


(CONCLUI PRÓXIMO SÁBADO)

* 𝑁𝑜𝑠 𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝟷𝟻𝟶𝟶 𝑢𝑚 𝑜𝑢𝑡𝑟𝑜 𝐶𝑎𝑏𝑟𝑎𝑙 𝑐𝘩𝑒𝑔𝑜𝑢 𝑎𝑜 𝐵𝑟𝑎𝑠𝑖𝑙 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑛𝑜𝑠𝑠𝑎 𝑎𝑙𝑒𝑔𝑟𝑖𝑎 𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑒𝑛𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜. 𝑆𝑜́ 𝑞𝑢𝑒𝑚 𝑠𝑎𝑏𝑒 𝑝𝑜𝑢𝑐𝑜 𝑑𝑎 𝑣𝑖𝑑𝑎 𝑒 𝑐𝑜𝑚 𝑖𝑑𝑒𝑖𝑎𝑠 𝑝𝑟𝑒́ 𝑐𝑜𝑛𝑐𝑒𝑏𝑖𝑑𝑎𝑠 𝑛𝑎̃𝑜 𝑒𝑛𝑡𝑒𝑛𝑑𝑒 𝑎𝑞𝑢𝑒𝑙𝑒 𝑝𝑎𝑖́𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑢𝑚 𝑝𝑎𝑟𝑎𝑖́𝑠𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑚𝑖𝑛𝑜𝑟𝑖𝑎 𝑐𝑟𝑖𝑚𝑖𝑛𝑜𝑠𝑎 𝑑𝑒𝑡𝑒́𝑚 𝑜 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟 𝑒 𝑑𝑒𝑠𝑏𝑎𝑟𝑎𝑡𝑎 𝑜𝑠 𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠𝑜𝑠 𝑛𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑖𝑠 𝑜𝑢 𝑜𝑠 𝑑𝑒𝑠𝑣𝑖𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜 𝑝𝑟𝑜́𝑝𝑟𝑖𝑜 𝑏𝑜𝑙𝑠𝑜. 𝐸𝑚 𝑡𝑟𝑒̂𝑠 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑜 𝑣𝑖𝑠𝑖𝑡𝑎́𝑚𝑜𝑠 𝑝𝑒𝑟𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑑𝑜 𝑛𝑜𝑟𝑡𝑒 𝑎𝑜 𝑠𝑢𝑙 𝑒 𝑎 𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟𝑖𝑎 𝑓𝑖𝑐𝑜𝑢 𝑝𝑜𝑟 𝑣𝑒𝑟 𝑒 𝑎𝑝𝑟𝑒𝑛𝑑𝑒𝑟. 𝐷𝑒𝑔𝑢𝑠𝑡𝑎́𝑚𝑜𝑠 𝑅𝑜𝑏𝑒𝑟𝑡𝑜 𝐶𝑎𝑟𝑙𝑜𝑠, 𝐵𝑢𝑎𝑟𝑞𝑢𝑒, 𝐽𝑜𝑟𝑔𝑒 𝐴𝑚𝑎𝑑𝑜, 𝑉𝑒𝑟𝑖́𝑠𝑠𝑖𝑚𝑜 𝑒 𝑉𝑖𝑙𝑎 𝐿𝑜𝑏𝑜𝑠, 𝑐𝘩𝑜𝑟𝑎́𝑚𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝑜 "𝑐𝘩𝑜𝑟𝑖𝑛𝘩𝑜", 𝑑𝑎𝑛𝑐̧𝑎́𝑚𝑜𝑠 𝑠𝑎𝑚𝑏𝑎, 𝑓𝑜𝑟𝑟𝑜́ 𝑒 𝑣𝑎𝑛𝑒𝑖𝑟𝑎̃𝑜, 𝑏𝑒𝑏𝑒𝑚𝑜𝑠 "𝑎𝑚𝑎𝑛𝑠𝑎 𝑠𝑜𝑔𝑟𝑎", 𝑣𝑜𝑔𝑎́𝑚𝑜𝑠 𝑛𝑜 𝑇𝑎𝑟𝑢𝑚𝑎̃ 𝑒 𝑎𝑔𝑜𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑐𝑢𝑡𝑎𝑚𝑜𝑠 𝑠𝑒𝑢 𝐶𝑎𝑟𝑙𝑜𝑠 𝐶𝑎𝑏𝑟𝑎𝑙 𝑢𝑚 𝑒𝑥𝑝𝑒𝑟𝑡 𝑒𝑚 𝑣𝑖𝑛𝘩𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑟𝑡𝑢𝑔𝑢𝑒𝑠𝑒𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑥𝑝𝑙𝑖𝑐𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑠𝑎𝑏𝑒𝑟 𝑒 𝑎𝑟𝑡𝑒. 𝐴𝑝𝑟𝑒𝑛𝑑𝑎𝑚

FONTE:   Cabral dos Vinhos
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 A MELHOR OPÇÃO

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2834
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Senso d'hoje
DÁRIO GUERREIRO
 HUMORISTA
COMENTADOR POLÍTICO

Eleições Autárquicas
 Inspeção Periódica







FONTE:    Dário Guerreiro
 
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A GRACINHA
QUE NÓS SOMOS


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BOM DIA

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2-ᖇᥱtᥲꙆᖾo⳽ ᑯᥲ ᖇᥲຕᥱꙆᥲ
XII-ϾФЛTФS łMФЯΛłS
3-ƐRZSƐ́ƁƐT ƁÁTHƆRƔ


* Os cσητσs sα̃σ mαιs αmσrαιs ςυε ιmσrαιs, cσητέm mυιτα ηυδεz εχρlίcιτα ε αlgυmαs cεηαs δε sεχσ bεm εχρlίcιτσ, σ cσηjυητσ δσs cιηcσ cσητσs έ α lσυcυrα δσ rεαlιzαδσr Wαlεrιαη βσrσωczγκ ςυε ησ́s αρlαυδιmσs, εsταmσs fαrτσs δε gεητε sεηsατα.


FONTE:   Gonçalo Fernandes
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114-CINEMA
FORA "D'ORAS"

𝐼𝐼 - 𝑃𝑜𝑑𝑒𝑟 𝑒 𝑇𝑟𝑎𝑖𝑐̧𝑎̃𝑜

𝑆𝑖𝑛𝑜𝑝𝑠𝑒:
𝐴𝑝𝑜́𝑠 𝑝𝑎𝑠𝑠𝑎𝑟 𝑎 𝑠𝑢𝑎 𝑖𝑛𝑓𝑎̂𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑛𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐̧𝑎, 𝑀𝑎𝑟𝑦 𝑟𝑒𝑡𝑜𝑟𝑛𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝐸𝑠𝑐𝑜́𝑐𝑖𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑢𝑚𝑖𝑟 𝑜 𝑠𝑒𝑢 𝑡𝑟𝑜𝑛𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑟𝑎𝑖𝑛𝘩𝑎. 𝐽𝑜𝑣𝑒𝑚, 𝑐𝑟𝑖𝑠𝑡𝑎̃ 𝑒 𝑖𝑛𝑒𝑥𝑝𝑒𝑟𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒, 𝑒𝑙𝑎 𝑣𝑎𝑖 𝑒𝑛𝑓𝑟𝑒𝑛𝑡𝑎𝑟 𝑣𝑎́𝑟𝑖𝑜𝑠 𝑖𝑛𝑖𝑚𝑖𝑔𝑜𝑠. 𝑇𝑟𝑎𝑚𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎 𝑒𝑙𝑎 𝑒𝑠𝑡𝑎̃𝑜 𝑒 𝑠𝑢𝑎 𝑎𝑟𝑞𝑢𝑖-𝑖𝑛𝑖𝑚𝑖𝑔𝑎, 𝑎 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟𝑜𝑠𝑎 𝐸𝑙𝑖𝑧𝑎𝑏𝑒𝑡𝘩 𝐼. 𝐸𝑛𝑣𝑜𝑙𝑡𝑎 𝑒𝑚 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑝𝑖𝑟𝑎𝑐̧𝑜̃𝑒𝑠, 𝑀𝑎𝑟𝑦 𝑝𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑠𝑒𝑢 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑡𝑒𝑛𝑡𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑜𝑟𝑛𝑎́-𝑙𝑎𝑠.

𝐸𝑙𝑒𝑛𝑐𝑜:
𝑅𝑜𝑏𝑒𝑟𝑡 𝐶𝑎𝑟𝑙𝑦𝑙𝑒
𝐾𝑒𝑣𝑖𝑛 𝑀𝑐𝑘𝑖𝑑𝑑
𝐶𝑎𝑡𝘩𝑒𝑟𝑖𝑛𝑒 𝑀𝑐𝑐𝑜𝑟𝑚𝑎𝑐𝑘
𝐶𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑐𝑒 𝑃𝑜𝑒𝑠𝑦
𝑀𝑖𝑐𝘩𝑎𝑒𝑙 𝐹𝑎𝑠𝑠𝑏𝑒𝑛𝑑𝑒𝑟
𝐶𝑎𝑟𝑚𝑒𝑛 𝑈𝑛𝑔𝑢𝑟𝑒𝑎𝑛𝑢

FONTE: Land Walker