24/07/2022

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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160-FUTURANDO
Como sistemas agroflorestais reduzem
os impactos das monoculturas/3


01:05 Agrossilvicultura: o que é e por que a técnica ameniza o impacto das monoculturas. Cultivar faixas verdes com árvores entre monoculturas ajuda a reduzir as emissões de CO2. Saiba como e por que sistema alternativo é uma saída sustentável para o agronegócio.

12:09 Edifícios de madeira trazem mais sustentabilidade para as cidades. Usar madeira para construir prédios em vez de concreto tem algumas vantagens para o meio ambiente. Isso porque a produção de cimento é uma grande vilã do clima, emite bastante CO2. A madeira usada na construção também armazena um pouco de dióxido de carbono. Em Berlim, logo devem ser construídos verdadeiros arranha-céus de madeira.

17:22 Por que usamos tão pouca energia solar? Energia solar: uma energia limpa, renovável e barata, na verdade, o método mais barato de gerar energia no momento. No entanto, apenas 3% da eletricidade gerada no mundo vem desse tipo de fonte. Mas por que isso acontece? Afinal, para o grande vilão da energia solar, o armazenamento, já foi encontrada uma solução.


FONTE: DW Brasil

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ᛜ ᛰⳘᛊ ᛊ́ ᚪᛊᛁᚾᛜ ᚧᚣ "ᛒᚣᚢᚣᚢᚣ ᚹᚱᚣᚾᚣ" ᚧᛊ ᛢᚣ̃ᛜ ᚾᛜᛖᛊ́ ᛊ ᚹᚱᛁ́ᚢᛈᛁᚹᛊ?



FONTE:   DW Português para África..


𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝔸𝕤 𝕡𝕣𝕠𝕗𝕦𝕟𝕕𝕖𝕫𝕒𝕤 𝕡𝕤𝕚́𝕢𝕦𝕚𝕔𝕒𝕤 𝕤𝕒̃𝕠 𝕒 𝕟𝕒𝕥𝕦𝕣𝕖𝕫𝕒
𝕖 𝕒 𝕟𝕒𝕥𝕦𝕣𝕖𝕫𝕒 𝕖́ 𝕧𝕚𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕚𝕒𝕥𝕚𝕧𝕒
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Opened

Nat Nathanich
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𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝔼 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕥𝕠 𝕞𝕒𝕚𝕠𝕣 𝕠 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒𝕤𝕥𝕖, 
𝕞𝕒𝕚𝕠𝕣 𝕠 𝕡𝕠𝕥𝕖𝕟𝕔𝕚𝕒𝕝
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Ciudades bajo amenaza

II- Salvar Nueva York/1


Documental Documentales
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𝔸𝕓𝕣𝕒𝕔𝕖 𝕒 𝕤𝕦𝕒 𝕕𝕠𝕣, 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕝𝕒́, 
𝕒 𝕤𝕦𝕒 𝕒𝕝𝕞𝕒 𝕧𝕒𝕚 𝕔𝕣𝕖𝕤𝕔𝕖𝕣

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SÓNIA DE SÁ

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Era uma vez

na incendiolândia

A atual incendiolândia é o monotema das últimas semanas em todos os canais de televisão com espaços noticiosos e existe com um – e único – propósito: chocar.

Não fosse este um período de enorme sofrimento para as pessoas que têm casas e outros bens perto de áreas florestais e este seria o período do playground do jornalismo televisivo. Sejam bem-vindos à incendiolândia.

A aversão à ausência de acontecimentos que resultem em notícia ou a tomada de assalto dos fait-divers, próprios da chamada silly season, podem ser algumas das explicações para que a performance justiceira, trágica e ensimesmada dos repórteres perto dos locais dos incêndios se torne um denominador comum a todos os canais e a todos os profissionais. Triste imagem esta do jornalismo.

O que temos, então? Imagens mais ou menos repetidas de jornalistas mais ou menos intoxicados com chamas e fumo em pano de fundo, planos fechados que impedem a contextualização do local do incêndio – o que leva a uma espécie de fogo nacional que toma conta do bom senso de qualquer cidadão que consuma estes conteúdos –, discursos jornalísticos adulterados pelo recurso permanente a adjetivações que para nada mais servem do que aumentar a sensação de insegurança junto dos recetores destas mensagens de tragédia, do grotesco e até da comédia de muito mal gosto (basta ver os casos de repórteres que são enxotados pelas pessoas em desespero a tentarem proteger os seus bens).

“Queríamos estar muito mais perto da frente ativa que vemos na imagem, mas a GNR não permitiu que passássemos daqui”, dizia um destes repórteres com aparente tendência suicida. O que traria de relevante caso o direto fosse a uns metros do incêndio?

Um repórter (ser humano que tem dificuldade em respirar no meio de fumo intenso) a tossir, com os olhos quase fechados de tão danificados, a descrever aquilo que qualquer pessoa consegue ver sem recurso a entrevistas mais ou menos ocas do ponto de vista do interesse público (sofrimento e desespero das pessoas que temem perder os seus bens e até a sua própria vida), numa coreografia auxiliada pelo enquadramento visual que privilegia o grande ou muito grande planos (aumentando exponencialmente o impacto sensitivo e reduzindo a zero a razoabilidade na exposição dos factos).

Caros jornalistas, nem todos os incêndios, felizmente, resultam na repetição de Pedrógão Grande, nem todas as pessoas dos concelhos afetados pelos incêndios estão em perigo iminente e nem todas as pessoas querem ver a sua fragilidade exposta em diretos mais ou menos vácuos e despidos de interesse público.

Esta incendiolândia é o monotema das últimas semanas em todos os canais de televisão com espaços noticiosos e existe com um – e único – propósito: chocar. O choque, que é disseminado por todos os repórteres, aumenta o artigo mais vendido pelo jornalismo contemporâneo, o medo. Este recurso por regra ao sensacionalismo é demasiado evidente na incendiolêndia. Aqui mandam os estímulos que se alimentam das emoções mais básicas do ser humano.

Posto isto, volto a questionar: que jornalismo televisivo temos? O que sai desta triste e medonha incendiolândia.

* Professora universitária, Univ. da Beira Interior

IN "O JORNAL ECONÓMICO" - 23/07/22.

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3055.UNIÃO


EUROPEIA

PORTUGAL
PEDRO ABRUNHOSA

Comentário do músico português 
à crítica do tratante mikhail kamynin


IN "TVI"  - 22/07/22

FONTE:   Portuga - "De Tudo Para Todos"  

NR:  Sem qualquer demérito para o vladimir  cumpre-nos dizer que também consideramos mikhail kamynin embaixador russo em Portugal um enormíssimo FILHO DA PUTA, um colaborador do massacre sobre o povo ucraniano, fica a fotografia para a posteridade.


PROCESSEM-NOS CARAGO!

putin  HUYLO

putin é um canalha.


𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝔸 𝕒𝕣𝕥𝕖 𝕕𝕒 𝕧𝕚𝕕𝕒 𝕖́ 𝕒 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕕𝕚𝕤𝕥𝕚𝕟𝕥𝕒 
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ÍᑎᗪIᗩ ᗩ Tᕮᖇᖇᗩ ᗪᗩS ᗰᑌᒪᕼᕮᖇᕮS Sᕮᗰ ᑌ́TᕮᖇO/1


FONTE:   ARTE.tv Documentales -29/04/21.

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XCI-VISITA GUIADA

Mosteiro da Batalha/2

Batalha - PORTUGAL


* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝔸𝕤 𝕔𝕠𝕚𝕤𝕒𝕤 𝕤𝕚𝕞𝕡𝕝𝕖𝕤 𝕤𝕒̃𝕠 
𝕤𝕖𝕞𝕡𝕣𝕖 𝕒𝕤 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕕𝕚𝕗𝕚́𝕔𝕖𝕚𝕤

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Sumi Jo
Mad Scene


Gaetano Donizetti - Lucia di Lammermoor

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𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝕆 𝕡𝕖𝕟𝕤𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕖́ 𝕕𝕚𝕗𝕚́𝕔𝕚𝕝, 𝕖́ 𝕡𝕠𝕣 𝕚𝕤𝕤𝕠 
𝕢𝕦𝕖 𝕒 𝕞𝕒𝕚𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕒𝕤 𝕡𝕖𝕤𝕤𝕠𝕒𝕤 𝕛𝕦𝕝𝕘𝕒

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35-ꉣꍏꀤꊼꂦ̃ꍟꌗ ꉣꃅꀤ꒒ꂦꌗꂦ́ꎇꀤꉓꍏꌗ
35.1 -𝓥𝓮𝓵𝓱𝓲𝓬𝓮, 𝓹'𝓻𝓪 𝓺𝓾𝓮
𝓽𝓮 𝓺𝓾𝓮𝓻𝓸?
Jorge Forbes


FONTE:Café Filosófico CPFL


𝐶𝐴𝑅𝐿𝐸𝑄𝑈𝐼𝑁𝐴𝑆 𝑑𝑒 𝑗𝑢𝑛𝑔 
𝕊𝕠𝕞𝕠𝕤 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕗𝕒𝕫𝕖𝕞𝕠𝕤, 𝕟𝕒̃𝕠 
𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕕𝕚𝕫𝕖𝕞𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕒𝕞𝕠𝕤 𝕗𝕒𝕫𝕖𝕣
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122-𝕺 𝖓𝖎𝖓𝖍𝖔 𝖉𝖆 𝖈𝖊𝖌𝖔𝖓𝖍𝖆
𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑜 𝑏𝑒𝑏𝑒́ 𝑒𝑛𝑥𝑒𝑟𝑔𝑎


FONTE:Dra Luciana Herrero

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ℭ𝔞𝔪𝔭𝔞𝔫𝔥𝔞 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔞 𝔬 𝔣𝔢𝔪𝔦𝔠𝔦́𝔡𝔦𝔬


FONTE:  Fala Portugal.

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M̷i̷l̷h̷a̷r̷e̷s̷ e̷s̷t̷ã̷o̷ a̷ d̷e̷m̷o̷r̷a̷r̷ s̷e̷i̷s̷ h̷o̷r̷a̷s̷ a̷ f̷a̷z̷e̷r̷ t̷r̷a̷v̷e̷s̷s̷i̷a̷ d̷e̷ D̷o̷v̷e̷r̷



FONTE:  euronews.

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PESCADA ESTUFADA COM CAMARÃO


Receitas do Paraíso
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𝐄𝐒𝐓𝐀́ 𝐄𝐑𝐑𝐀𝐃𝐎 𝐒𝐑. 𝐍𝐔𝐍𝐎 𝐒𝐀𝐑𝐀𝐈𝐕𝐀

ᴏғєηɗєя ᴏѕ ᴘαƖʜαᴄ̧ᴏѕ

ᴘᴏя ᴄαᴜѕα ɗᴜຕ ᴛяαѕᴛє???

 

* OS PALHAÇOS SÃO GENTE DIGNA.

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3136
Senso d'hoje
 PEDRO ABRUNHOSA 
COMPOSITOR, MÚSICO
CIDADÃO PORTUGUÊS
DE GRANDE CARÁCTER
"Putin go f*** yourself"




FONTE:  nuno sg.
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ANIMAL TV

PÁSSARO-SECRETÁRIO
OU
PÁSSARO-SERPENTÁRIO


ANIMAL TV
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BOM DOMINGO

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124-CINEMA
FORA "D'ORAS"


𝒳𝒳-Nᥲρoᥣᥱᥲ̃o Boᥒᥲρᥲrtᥱ


𝑆𝐼𝑁𝑂𝑃𝑆𝐸:

𝑁𝑎𝑝𝑜𝑙𝑒𝑎̃𝑜 𝐵𝑜𝑛𝑎𝑝𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑓𝑜𝑖 𝑢𝑚 𝑚𝑖𝑙𝑖𝑡𝑎𝑟 𝑓𝑟𝑎𝑛𝑐𝑒̂𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑖𝑢 𝑠𝑢𝑎 𝑐𝑎𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑎𝑠𝑐𝑒𝑛𝑑𝑒𝑟 𝑚𝑒𝑡𝑒𝑜𝑟𝑖𝑐𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑝𝑒𝑙𝑜𝑠 𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑓𝑒𝑖𝑡𝑜𝑠 𝑚𝑖𝑙𝑖𝑡𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑟𝑒𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎 𝑜𝑠 𝑖𝑛𝑖𝑚𝑖𝑔𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑢 𝑝𝑎𝑖́𝑠, 𝑛𝑜 𝑝𝑒𝑟𝑖́𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑎 𝑅𝑒𝑣𝑜𝑙𝑢𝑐̧𝑎̃𝑜 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑒𝑠𝑎. 𝑇𝑜𝑟𝑛𝑜𝑢-𝑠𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑠𝑜𝑛𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑖𝑚𝑝𝑜𝑟𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑛𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐̧𝑎 𝑒 𝑐𝘩𝑒𝑔𝑜𝑢 𝑎𝑜 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟 𝑝𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝑢𝑚 𝑔𝑜𝑙𝑝𝑒 𝑐𝑜𝑛𝘩𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝐺𝑜𝑙𝑝𝑒 𝑑𝑒 𝟷𝟾 𝑑𝑒 𝐵𝑟𝑢𝑚𝑎́𝑟𝑖𝑜.

𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑔𝑜𝑣𝑒𝑟𝑛𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐̧𝑎, 𝑁𝑎𝑝𝑜𝑙𝑒𝑎̃𝑜 𝑓𝑜𝑖 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑐𝑜̂𝑛𝑠𝑢𝑙, 𝑐𝑜̂𝑛𝑠𝑢𝑙 𝑣𝑖𝑡𝑎𝑙𝑖́𝑐𝑖𝑜 𝑒 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜𝑟. 𝐸𝑙𝑒 𝑒𝑥𝑝𝑎𝑛𝑑𝑖𝑢 𝑎𝑠 𝑓𝑟𝑜𝑛𝑡𝑒𝑖𝑟𝑎𝑠 𝑓𝑟𝑎𝑛𝑐𝑒𝑠𝑎𝑠 𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑣𝑜𝑢 𝑢𝑚𝑎 𝑙𝑜𝑛𝑔𝑎 𝑒 𝑑𝑢𝑟𝑎 𝑔𝑢𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎 𝑜𝑠 𝑖𝑛𝑔𝑙𝑒𝑠𝑒𝑠. 𝐸𝑛𝑓𝑟𝑎𝑞𝑢𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑑𝑜 𝑓𝑟𝑎𝑐𝑎𝑠𝑠𝑜 𝑛𝑎 𝑅𝑢́𝑠𝑠𝑖𝑎, 𝑁𝑎𝑝𝑜𝑙𝑒𝑎̃𝑜 𝑓𝑜𝑖 𝑑𝑒𝑟𝑟𝑜𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑓𝑖𝑛𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑒𝑚 𝑊𝑎𝑡𝑒𝑟𝑙𝑜𝑜 𝑒 𝑚𝑜𝑟𝑟𝑒𝑢 𝑒𝑥𝑖𝑙𝑎𝑑𝑜 𝑛𝑎 𝑖𝑙𝘩𝑎 𝑑𝑒 𝑆𝑎𝑛𝑡𝑎 𝐻𝑒𝑙𝑒𝑛𝑎.


ELENCO:

𝐶𝘩𝑟𝑖𝑠𝑡𝑖𝑎𝑛 𝐶𝑙𝑎𝑣𝑖𝑒𝑟 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑁𝑎𝑝𝑜𝑙𝑒𝑎̃𝑜 𝐵𝑜𝑛𝑎𝑝𝑎𝑟𝑡𝑒
𝐼𝑠𝑎𝑏𝑒𝑙𝑙𝑎 𝑅𝑜𝑠𝑠𝑒𝑙𝑙𝑖𝑛𝑖 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́𝑝𝘩𝑖𝑛𝑒 𝑑𝑒 𝐵𝑒𝑎𝑢𝘩𝑎𝑟𝑛𝑎𝑖𝑠
𝐺𝑒́𝑟𝑎𝑟𝑑 𝐷𝑒𝑝𝑎𝑟𝑑𝑖𝑒𝑢 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒𝑝𝘩 𝐹𝑜𝑢𝑐𝘩𝑒́
𝐽𝑜𝘩𝑛 𝑀𝑎𝑙𝑘𝑜𝑣𝑖𝑐𝘩 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝐶𝘩𝑎𝑟𝑙𝑒𝑠 𝑇𝑎𝑙𝑙𝑒𝑦𝑟𝑎𝑛𝑑
𝐴𝑛𝑜𝑢𝑘 𝐴𝑖𝑚𝑒́𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝐿𝑒𝑡𝑖𝑧𝑖𝑎 𝐵𝑜𝑛𝑎𝑝𝑎𝑟𝑡𝑒
 
Napoléon (miniseries).jpg 
 
FONTE:DouglasHHH2