24/03/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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PREOCUPAÇÃO



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134-ARTE ARRISCADA

TABULA RASA
Interpretação:
Inés Arms 
Lorena Ferreyra  
Julieta Rodriguez 
Virginia Lopez  
Sol Rourich 
Victoria Virbeti 
Alejandro d'Ambrossio 
Daniel Vulliez 
Música
Arvo Pärt 
Coreografia
Miguel Robles



FONTE:   Matias Tozzola  

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ENGENHARIA DE TOPO/19

19.3-Super Gasoduto



. FONTE: Documentários Discovery Channel

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Países europeus numa corrida 
"sem regras" aos ventiladores

Fernando Medina garantiu a chegada a Portugal nos próximos dias de 78 máquinas vindas de Pequim. Autarca de Lisboa diz que assegurar encomenda foi "uma batalha intensa".

A compra de materiais hospitalares para combater o covid-19 tem sido feita "sem regras" e regida por "uma verdadeira lei da selva", denuncia o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina. A embaixada portuguesa em Pequim vai enviar, nos próximos dias, 78 ventiladores, para Portugal. A aquisição destes utensílios, fundamentais para salvar vidas, esteve, porém, perto de não acontecer. "Foram 24 sobre 24 horas de batalha continua para assegurar que a encomenda não era desviada para quem pagasse muito mais", explicou o autarca, em declarações à TVI. 
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Numa altura em que Itália, o país europeu mais afetado pela pandemia covid-19, escolhe quem salva por não existirem ventiladores para todos, Medina recorda a dificuldade que os países têm tido na aquisição destes materiais.

"É importante conhecer as redes de fornecimento e ser muito rápidos a agir. Tendo recebido a intenção de doação financeira a Lisboa tivemos que assegurar que a mesma se concretizasse. Foram dias intensos", diz ao JN, referindo-se aos 78 ventiladores, provenientes de Pequim, que chegarão nos próximos dias a Lisboa.

Segundo o autarca socialista, não tem existido cooperação entre os países europeus na aquisição de material, apesar de a Comissão Europeia ter afirmado que esta coordenação existiria. "A concorrência é fortíssima. A gestão do stock total, nomeadamente quanto a ventiladores, é feita pelo Governo", explica. "Nos mercados que produzem e comercializam estes equipamentos, em especial na China, a competição entre compradores é total. Há contactos ao nível dos Estados que estarão assegurados pelas vias oficiais. Nos outros casos, não há qualquer regra", explica Medina.

Os 78 ventiladores, após chegarem a Portugal, serão encaminhados para o Ministério da Saúde.

Produção nacional

Ontem, no debate quinzenal no Parlamento, António Costa Portugal anunciou parcerias com centros de investigação industrial e o setor têxtil, para o fabrico de ventiladores nacionais e de equipamentos de proteção.

"Tal como acontece nas economias de guerra, onde muitas das atividades industriais são reorientadas para produção de material bélico, também agora temos de reorientar muita da atividade tradicional para esta situação", sustentou.

No caso dos ventiladores, trata-se de uma parceria com o Centro de Engenharia e de Automóvel e Aeronáutica, que "está a trabalhar a 100% para um protótipo de um ventilador", que poderá permitir já nas próximas semanas a construção nacional destes equipamentos hospitalares.

Já com o Centro Tecnológico do Têxtil e do Vestuário, Costa disse que o Governo está a estudar que as empresas que estão paradas reorientem a produção para o fabrico de máscaras e outro equipamento de proteção individual."Este esforço é essencial não só para o curto prazo, mas por estarmos a percorrer uma maratona", alertou.

* Europa unida é uma treta, o que está a dar é o "salve-se quem puder"! 
Pergunta-se: porquê o autarca de Lisboa (mérito seu), a negociar em nome de Portugal, o governo perdeu competências?

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X - DITADORES
3- FIDEL CASTRO
DITADOR DE CUBA



FONTE:   Mundo dos Docs     

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HOJE NO 
"DINHEIRO VIVO"
Portugueses gastam 250 milhões numa semana em compras de supermercado

Corrida aos supermercados subiu 14% com a epidemia. Portugueses gastaram mais 30 milhões de euros entre 24 de fevereiro e 1 de março do que em igual período do ano passado.

Os portugueses correram aos supermercados quando surgiram os primeiros sinais de preocupação com o Covid-19, mas foi a Sul que a corrida foi mais acelerada. Só em Lisboa, de 24 de fevereiro a 1 de março, o efeito Covid-19 triplicou a tendência de procura dos consumidores. Em Viana do Castelo e Braga a subida foi de 14%. Numa semana, os portugueses gastaram 250 milhões de euros para encher o carrinho de supermercado. Mais 30 milhões do que em igual período do ano passado, de acordo com os dados do Barómetro da Nielsen.
Em média, as vendas nos hipers e supermercados subiram 14% entre as categorias de alimentação, detergentes e produtos de higiene e frescos, quando desde o início do ano a tendência se situava nos 6%, segundo os dados do barómetro semanal da Nielsen. Depois de Lisboa (18%) são os distritos de Setúbal (16%), Leiria (16%) e Santarém (15%) os que mais registaram subidas no seu volume de compras. A Norte, depois de Viana do Castelo e Braga, o distrito do Porto (13%) foi o que mais cresceu.
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 “Na semana analisada inicialmente pela Nielsen, onde se notam os primeiros impactos do Covid-19 no consumo em Portugal (semana de 24 de fevereiro a 1 de março), as vendas nos hipers e supers em Portugal ultrapassaram os 250 milhões de euros, representando um aumento de 14% comparativamente com o mesmo período em 2019, que registou vendas em valor de cerca de 220 milhões de euros”, revela Marta Teotónio Pereira, client consultant senior da Nielsen, ao Dinheiro Vivo. 
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Nessa semana o Covid-19 passou a ser uma realidade mais próxima para os portugueses: a Organização Mundial da Saúde alertou para o risco de pandemia, na Europa o número de casos diários registados ultrapassava os da China e, em Portugal, a Direção-Geral da Saúde alertou as empresas para a necessidade de planos de contingência. E os consumidores reagiram. Na hora de encher o carrinho de supermercado as escolhas refletiam as suas preocupações: bens alimentares, saúde e limpeza. As vendas de conservas (+42%), produtos ricos em vitamina C (kiwi +39%, laranja +37%, tangerina/clementina +37%) e produtos básicos (+36%) registaram subidas significativas. As preocupações com a saúde e a limpeza também levaram a um crescimento de vendas dos detergentes e produtos de higiene, observável na subida das vendas nas categorias cuidados de saúde (+40%) e acessórios de limpeza (+38%), onde estão incluídas as luvas. E foram os hipermercados, com um sortido de oferta mais alargado, que mais beneficiaram, com este tipo de lojas a registar crescimentos de 20%, seguidos dos supermercados grandes (+18%) e super mercados pequenos (+5%). Mas é expetável que, com o decorrer das semanas, a questão da proximidade conquiste um maior dinamismo, acredita a Nielsen.

“O comportamento dos consumidores portugueses vai ao encontro daquele a que assistimos também noutras geografias que se encontram a lidar com esta pandemia. A Nielsen identificou seis etapas de adaptação a esta nova realidade: a compra pró-ativa de produtos de saúde, a gestão reativa da saúde, a preparação da despensa, a preparação para a quarentena, a vida com restrições, e, finalmente, a nova normalidade”, descreve Marta Teotónio Pereira. “Neste contexto, e de forma natural, registámos nesta primeira semana de impactos uma preocupação acrescida dos portugueses com a saúde, o armazenamento de produtos alimentares, o cuidado pessoal e a limpeza, comprovada pelos crescimentos acentuados das categorias relacionadas com estes tópicos”, refere a responsável da empresa de estudos de mercado.
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A procura que deve continuar, com a empresa a estimar que “se continuem a registar aumentos significativos em muitas das categorias dos bens de grande consumo, tal como temos assistido nos países cujos impactos do Covid-19 se fizeram notar mais cedo.”

O que compraram os portugueses o ano passado?
Os últimos dois meses estão a ser atípicos, com um gasto extraordinário das famílias nas compras do supermercado, que dependendo se o mesmo se mantiver os próximos meses poderá ter na fatura média final do ano dos lares nacionais com as compras de supermercado.
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No início de 2020 o mercado estava a crescer na ordem dos 6%, vindo de um 2019 onde em média as famílias foram às compras 136 vezes e gastaram 2.907 euros. Globalmente, o ano passado registou-se um crescimento de 4,8% do consumo, uma subida face ao período homólogo em que já crescia 3,8%. Um crescimento sustentado sobretudo pelo aumento de volumes (+3,6%), registando-se também crescimento no efeito-preço (+1,2%), segundo o relatório Growth Reporter, da Nielsen, a que o Dinheiro Vivo teve acesso. 
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“Neste ano, assistimos a duas tendências opostas no que diz respeito aos preços: por um lado, as marcas da distribuição conquistaram mais espaço no mercado (35,3%), com um crescimento superior ao das marcas de fabricante. Por outro lado, os produtos premium de valor acrescentado mostram-se muito dinâmicos”, refere a Nielsen.
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“Os dados apresentados no Anuário de 2019 evidenciam a importância dos principais drivers de consumo, sobre os quais temos vindo a falar ao longo deste período. Os crescimentos significativos em categorias de conveniência, como os congelados e desidratados, de saúde, como os produtos com base vegetal ou de indulgência e prazer, como a confeitaria e aperitivos, espelham aquilo que é o consumo atual”, descreve Paulo Monteiro, client consultant manager da Nielsen. 
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Só o ano passado os portugueses gastaram 849,6 milhões em congelados e gelados, 661,1 milhões em bebidas não alcoólicas, 531,6 milhões em queijos e 466,7 milhões em vinhos.
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Mas não só. “Os portugueses mostraram-se, durante o ano de 2019, mais preocupados com a saúde e o bem-estar daqueles que lhes estão mais próximos, quer no que diz respeito a si próprios e às suas famílias, como demonstra o crescimento entre segmentos na área da alimentação saudável e da higiene pessoal, mas também dos seus animais de estimação, levando ao crescimento de alguns segmentos na área da Pet Food”, refere Paulo Monteiro. 
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Nos canais de retalho, no setor alimentar, assistimos a crescimentos significativos nas categorias de pet food (+7%); produtos com base vegetal (+7%) – onde se incluem as bebidas vegetais; confeitaria e aperitivos (+7%); congelados e gelados (+6%); desidratados (+6%) e bebidas quentes (+5%), revela o estudo da Nielsen. 
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Já na categoria de higiene pessoal, os mercados de papel higiénico (126 milhões de euros), champôs (90 milhões) e dentífricos (73 milhões) são os de maior dimensão em 2019. Relativamente à área de Higiene do Lar, o mercado de detergentes de máquina de roupa domina (182 milhões), com valores expressivos comparativamente às restantes categorias. 
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“No total do ano, assistiu-se a um crescimento tanto em volume, que demonstra um cenário muito positivo do consumo em Portugal, como em efeito-preço, concluindo-se que, para além de comprarem mais, os consumidores procuram produtos de valor acrescentado e que lhes tragam algum tipo de benefício, seja ele qual for, mesmo que a preços mais elevados”, diz Paulo Monteiro. 
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Fora do lar, no canal Horeca (hotéis, restaurantes e cafés), o sector das bebidas tem um crescimento de 14%, enquanto nos canais de retalho o crescimento foi de 6%. 
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Destaca-se no consumo fora de casa o mercado de cervejas, com um crescimento de 14%. São a categoria mais relevante no sector das bebidas, totalizando 1,238 milhões de euros. Destaque para os cafés torrados, que atingiram em 2019 o valor de 436 milhões de euros. 
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“Com maior confiança e valorização do seu tempo de lazer, os consumidores portugueses mostraram-se, em 2019, muito disponíveis para o consumo fora do lar. Os canais Horeca ganham cada vez maior importância na vida e no consumo de um shopper, que procura, acima de produtos, experiências gratificantes”, explica Paulo Monteiro, client consultant manager da Nielsen. 
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No que diz respeito ao setor de Drug, 2019 fica marcado pelos comportamentos positivos tanto em limpeza caseira como em higiene pessoal. No sector da higiene pessoal, destacam-se os produtos de Higiene Oral (+6%), Higiene e Beleza (+5%) e Derivados de Papel (+5%). No da limpeza caseira, todos os mercados cresceram, sendo que os mais positivos foram a limpeza e manutenção da casa (+8%), os acessórios de limpeza e conservação (+5%) e a desodorização e desinfestação do lar (+5%). A lavagem e tratamento da roupa continua a ser o mercado mais importante e apresenta um dinamismo de 5%.

* Depois da alarvidade do açambarcamento já vimos quilos de pão junto a caixotes de lixo.

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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
Pagamentos com cartão sem pôr código passam a ser permitidos até 50 euros

Os consumidores vão poder, a partir desta quarta-feira, fazer pagamentos até 50 euros com cartões ‘contactless’ sem introduzir o código PIN, anunciou o Banco de Portugal. 
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Atualmente, para fazer pagamentos aproximando o cartão do terminal de pagamento e sem colocar PIN o limite é de 20 euros, mas foi decidido aumentar o montante tendo em conta a evolução da pandemia Covid-19 para incentivar os pagamentos sem contacto.

“Com a tecnologia 'contactless' [sem contacto], o cartão não sai da sua mão e não é necessário inserir o código pessoal no terminal. Até agora, este sistema permitia apenas pagamentos num valor máximo de 20 euros. A partir de amanhã, o código pessoal deixa de ser necessário em compras 'contactless' com cartão até 50 euros”, informou o Banco de Portugal em comunicado.

Já os pagamentos ‘sem contacto’ com telemóvel continuam sem limite de montante, diz o Banco de Portugal, que pede que nas compras quotidianas sejam privilegiados os pagamentos 'sem contacto'.

* Uma facilidade aumentada.

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ANYÓNIO CLUNY

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Em apoio dos 
que trabalham no 
serviço nacional de saúde

É nas suas mãos que, antes do mais, depositamos a confiança na salvação dos nossos: da família, dos amigos, dos vizinhos, dos colegas de trabalho, enfim, dos nossos concidadãos.

A situação criada com o Covid-19 irá constituir um teste à capacidade que o país tem de se erguer para a defesa do bem comum.

A defesa do bem comum – na verdade, é ela que justifica a existência de uma sociedade organizada politicamente na forma de um Estado – envolve a organização permanente de mecanismos de solidariedade efetiva, cuja necessidade muitos só recordam em situações como estas.

Tal solidariedade implica a disposição de todos, designadamente dos que mais podem, para mobilizarem o que mais têm e podem dar, arcando, se necessário, com os maiores contributos para minorar os males dos outros, dos que menos podem e têm.

Os tempos que se avizinham exigirão de todos um espírito de sacrifício enorme e, por isso, é necessário que, desta vez, não acabem por ser os de sempre – os de baixo – a suportar o seu peso maior.

Não se manterá durante muito tempo um espírito de disciplina social e de mobilização coletiva – absolutamente indispensável neste momento – se se assistir a uma qualquer evidente e injusta repartição no peso dos sacrifícios que uns e outros terão, afinal, de fazer.

Não será admissível que em torno da mobilização coletiva e do esforço comum comecem, desde logo, a erguer-se mecanismos de erosão da já parca capacidade que a maioria dos cidadãos têm de gozar uma vida digna.

Neste momento, todos nós devemos unir-nos para ajudar os que precisam e isso significa sustentar com o braço mais forte – o Estado – aqueles que, por mais débeis, de maior amparo precisam.
É nestes momentos que se percebe bem como nem tudo depende de uma dinâmica puramente concorrencial ou apenas de uma alegada predisposição da humanidade para o lucro.

É nestes momentos que compreendemos melhor a razão de ser dos impostos que pagamos e da necessidade da sua justa repartição entre os que mais e os que menos podem.

Não por acaso, em momentos destes, todos recorrem, antes do mais, às autoridades públicas e delas reclamam o sentido imparcial e igualitário que justifica a sua existência e ação: a defesa do bem comum ameaçado.

É nas suas mãos e nas dos que servem as funções do Estado que, sobretudo, depositamos a confiança na salvação dos nossos: da família, dos amigos, dos vizinhos, dos colegas de trabalho, enfim, dos nossos concidadãos.

Nas atuais circunstâncias, o maior esforço na defesa do bem comum recairá no pessoal médico, de enfermagem e em todo o tipo de pessoal auxiliar, do mais qualificado ao mais simples, que todos os dias trabalha – nem sempre nas melhores condições e da maneira mais justamente compensada – para manter em funcionamento o Serviço Nacional de Saúde.

A eles devemos, em primeira mão, um agradecimento, que só será verdadeiro se se traduzir em compreensão e apoio – agora e depois, quando a crise passar.

Neles e na sua ação corajosa e desinteressada, reconheceremos a importância de um Estado humana e tecnicamente bem equipado e capaz, por isso, de desempenhar, com justiça, imparcialidade e abnegação, as funções que nenhuma outra entidade conseguirá assegurar e manter, designadamente em situação de crise.

Por isso, para que assim seja, é imprescindível um funcionalismo público de saúde – quadros superiores e não só – prestigiado, motivado, corajoso e desinteressado, estimulado apenas pela defesa do bem comum.

Saibamos todos estimá-lo e compensá-lo, agora e depois, com o nosso reconhecimento e apoio.

IN "i"
17/03/20

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2223.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"DESTAK"
Sindicato dos enfermeiros pede 
a ministra que intervenha em Resende

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses apelou hoje à ministra da Saúde que intervenha "o mais rápido possível" na Santa Casa da Misericórdia de Resende, onde se registam 10 infeções da covid-19. 
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Dizendo temer "uma situação de catástrofe" se nada for feito, o sindicato lembra que estão confirmados "10 utentes com resultados positivos" na Unidade de Cuidados Continuados desta Misericórdia, mas o número pode aumentar.

"Há a possibilidade de as coisas piorarem ainda mais, uma vez que se aguardam os resultados de outros testes que a própria instituição mandou fazer (ao todo a 18 utentes do lar - todos acamados - e a alguns funcionários) que, como será de prever.

* Grave de mais.

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272-BEBERICANDO



COMO FAZER
"ESPANHOLA" 
com Skol Beats 150 bpm 

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IV-OBSERVATÓRIO DE QUASE TUDO


5 - OS ALBINOS FANTASMA

Tanzânia



FONTE:  Toda a Verdade Cinco

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HOJE  NO
"i"
UMAR pede mais medidas para 
vítimas de violência doméstica
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Num momento em que é preciso estar em casa, há um problema que pode agravar-se nos próximos tempos: a violência doméstica. E o isolamento social pode tornar-se um fator agravante, já que as mulheres vítimas de violência doméstica, assim como os seus filhos, passam mais tempo com os agressores. No sentido de promover a segurança destas mulheres, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) considera que “é fundamental que o Estado se mostre implacável com os agressores, porque essa é a única forma de proteger as vítimas”.

Depois de a tutela ter anunciado que iriam estar disponíveis mais Casas de Abrigo para acolher mulheres vítimas de violência, a UMAR explicou, em comunicado, que, apesar de ser uma ajuda, este contexto exige mais medidas, “mais a mais quando sabemos que a resposta Casa de Abrigo deve ser encarada como um último recurso e nunca como uma primeira resposta”.

Para a UMAR, deveria ser adotada a medida “de retirada do agressor da residência onde coabite com a vítima aquando da notícia do crime a realizar pelas entidades policiais”. Para isso, o juiz de instrução criminal – com um prazo de 72 horas -, deve aplicar uma “medida de coação de afastamento do agressor em relação à residência da vítima e proibição de contactos com a mesma por qualquer meio, coadjuvada por meios técnicos de controlo à distância por forma a monitorizar o afastamento do agressor em relação às vítimas (mulher e filhos)”, lê-se em comunicado. “Em caso de incumprimento do afastamento do agressor em relação à vítima, e por forma a manter a vítima na sua residência, acreditamos que não há que temer a aplicação da medida de prisão domiciliária do agressor”, acrescentou a UMAR.

O alerta da UMAR vai ainda para a deslocação das crianças de uma habitação para outra em caso de regime de convívio: “Além da transição das crianças entre diferentes domicílios configurar uma forma de propagação do vírus Covid19, constitui também uma forma de incrementar as aproximações dos agressores em relação às vítimas aquando das entregas”.
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A propósito da violência doméstica, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima reforçou a linha de apoio à distância, através da linha gratuita 116 006. Também a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género pede que as denúncias e pedidos de ajuda sejam feitos pela linha de apoio (800 202 148) ou através do e-mail violencia.covid@cig.gov.pt.

* É urgente afastar os bárbaros das vítimas de violência doméstica, são um vírus também fatal mas disfarçados de gente. Só esta semana morreram 2 mulheres.

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Dire Straits e Sting

Money For Nothing


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HOJE  NO 
"A BOLA"
Oficial:
 Jogos Olímpicos adiados para 2021

Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, anunciou esta terça-feira que os Jogos Olímpicos Tóquio-2020, com início previsto para 24 de julho, vão ser adiados um ano.
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«Propus o adiamento por cerca de um ano e o presidente [do Comité Olímpico Internacional] Thomas Bach concordou a 100 por cento», anunciou, em declarações aos jornalistas.

O COI emitiu depois um comunicado conjunto com o Comité Paralímpico, dando conta da reunião, tendo ficado definido o adiamento por um ano, «mas não mais tarde que o verão de 2021»,  e que a competição ficará com o nome de Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020.

«Foi ponderado o efeito da pandemia na vida de todas as pessoas e o significativo impacto na preparação dos atletas para os Jogos», refere um comunicado, que cita o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que ontem sublinhou que a pandemia «está a acelerar».

«Concluímos assim que esta Olimpíada será remarcada para uma data para lá de 2020, mas não depois do verão de 2021, de modo a salvaguardar a saúde dos atletas e de todos os envolvidos na organização dos Jogos. A chama olímpica continuará no Japão de modo a ficar como um sinal de esperança ao fundo do túnel», lê-se.

Após uma reunião no domingo, tinha ficado decido que o COI ia esperar mais 4 semanas até tomar uma decisão final.

* Não é tarde demais mas incompreensivelmente tardio.

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DO MAR, O LIXO
~12.4~
ℐ𝒸𝑒𝒷𝑒𝓇𝑔𝓈
𝒜𝓁𝑒𝓇𝓉𝒶 𝒢𝓁𝑜𝒷𝒶𝓁



FONTE:Doc Tube
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ABSOLUTAMENTE EUROPEIA

Von der Leyen lava as mãos enquanto
murmura Hino da Alegria



FONTE:   Observador

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𝕮𝕴𝕹𝕰  𝕮𝕷𝖀𝕭𝕰
16) TEMPOS DE CRISE NO CINEMA



FONTE:  EntrePlanos

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A мσdα иσ ѕέcυlσ XIX/6
Getting Dressed (1848)
Prince Albert 




FONTE:  CrowsEyeProductions

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FONTE: DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE

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BOLSONASNO/2



* Obrigado ALEX pela bailarina manca

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2285
Senso d'hoje
DIOGO BATÁGUAS
HUMORISTA PORTUGUÊS
ANIMADOR DE RÁDIO 
RELATÓRIO FEVEREIRO 2020



FONTE:   Diogo Bataguas

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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Bicho preguiça


Se não fosse filmado ninguém veria isso
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BOM DIA


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23-TEATRO
FORA "D'ORAS"
𝑈𝑚 𝑝𝑜𝑟𝑡𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜 𝑚𝑢𝑛𝑑𝑜 𝟤𝟢𝟣𝟪
𝐼-"𝐽𝑎𝑛𝑒𝑙𝑎𝑠 𝑑𝑎 𝐴𝑙𝑚𝑎"



𝑆𝐼𝑁𝑂𝑃𝑆𝐸:

𝑁𝑒𝑠𝑡𝑎 𝑠𝑢𝑎 𝑞𝑢𝑎𝑟𝑡𝑎 𝑒𝑑𝑖𝑐̧𝑎̃𝑜, 𝑜 '𝑈𝑚 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜 𝑀𝑢𝑛𝑑𝑜' 𝑡𝑒𝑚 𝑐𝑜𝑚 𝑡𝑖́𝑡𝑢𝑙𝑜 "𝐽𝑎𝑛𝑒𝑙𝑎𝑠 𝑑𝑎 𝐴𝑙𝑚𝑎", 𝑎 𝑡𝑟𝑎𝑚𝑎 𝑏𝑎𝑠𝑒𝑖𝑎-𝑠𝑒 𝑛𝑜𝑠 𝟩𝟢𝟢 𝑎𝑛𝑜𝑠 𝑑𝑎 𝑓𝑢𝑛𝑑𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑜 𝑀𝑜𝑠𝑡𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑆𝑎𝑛𝑡𝑎 𝐶𝑙𝑎𝑟𝑎, 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑎𝑠 𝑗𝑎𝑛𝑒𝑙𝑎𝑠 𝑑𝑜 𝑀𝑜𝑠𝑡𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑜 𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑐𝑒́𝑛𝑖𝑐𝑜, 𝑣𝑖𝑠𝑡𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑟𝑎 𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑟 𝑑𝑒𝑙𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑠 𝑓𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎𝑠 𝑐𝑙𝑎𝑟𝑖𝑠𝑠𝑎𝑠 𝑎𝑐𝑜𝑚𝑝𝑎𝑛𝘩𝑎𝑣𝑎𝑚 𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑜𝑙𝑎𝑣𝑎𝑚 𝑜 𝑚𝑜𝑣𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝑉𝑖𝑙𝑎 𝑟𝑒𝑡𝑟𝑎𝑡𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑎𝑠 𝑠𝑢𝑎𝑠 𝘩𝑖𝑠𝑡𝑜́𝑟𝑖𝑎𝑠 , 𝑑𝑒𝑠𝑑𝑒 𝑎 𝑎𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎 𝑓𝑢𝑛𝑑𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑣𝑒𝑛𝑡𝑜, 𝑎𝑡𝑒́ 𝑎𝑜𝑠 𝑎𝑛𝑜𝑠 𝑑𝑎 𝑔𝑢𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑖𝑣𝑖𝑙 𝑝𝑜𝑟𝑡𝑢𝑔𝑢𝑒𝑠𝑎.

𝑂 𝑒𝑠𝑝𝑒𝑐𝑡𝑎́𝑐𝑢𝑙𝑜 𝑒́ 𝑢𝑚 𝑚𝑢𝑠𝑖𝑐𝑎𝑙 𝑖𝑛𝑒́𝑑𝑖𝑡𝑜, 𝑐𝑜𝑚 𝑡𝑒𝑚𝑎𝑠 𝑒𝑠𝑝𝑒𝑐𝑖𝑎𝑙𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜 𝑒𝑣𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑡𝑒 𝑎𝑛𝑜 (𝟤𝟢𝟣𝟪), 𝑐𝑜𝑚 𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑐𝑖𝑝𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑒 𝟦𝟢𝟢 𝑖𝑛𝑡𝑒́𝑟𝑝𝑟𝑒𝑡𝑒𝑠, 𝑐𝑜𝑚 𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑎̃𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑑𝑒 𝑜𝑠 𝟤 𝑎𝑜𝑠 𝟫𝟢 𝑎𝑛𝑜𝑠, 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑏𝑎𝑖𝑙𝑎𝑟𝑖𝑛𝑜𝑠, 𝑐𝑎𝑛𝑡𝑜𝑟𝑒𝑠, 𝑎𝑐𝑡𝑜𝑟𝑒𝑠, 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑑𝑒𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑔𝑟𝑢𝑝𝑜𝑠 𝑎𝑟𝑡𝑖́𝑠𝑡𝑖𝑐𝑜𝑠 𝑒 𝑎𝑠𝑠𝑜𝑐𝑖𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑉𝑖𝑙𝑎 𝑑𝑜 𝐶𝑜𝑛𝑑𝑒.

𝑈𝑚𝑎 𝑐𝑜-𝑝𝑟𝑜𝑑𝑢𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑎 𝐶𝑎̂𝑚𝑎𝑟𝑎 𝑀𝑢𝑛𝑖𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑉𝑖𝑙𝑎 𝑑𝑜 𝐶𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑒 𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑎𝑛𝘩𝑖𝑎 𝑡𝑒𝑎𝑡𝑟𝑎𝑙 𝐿𝑎𝑓𝑜𝑛𝑡𝑎𝑛𝑎 - 𝐹𝑜𝑟𝑚𝑎𝑠 𝐴𝑛𝑖𝑚𝑎𝑑𝑎𝑠 𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑒𝑛𝑐𝑒𝑛𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑒 𝐴𝑚𝑎𝑢𝑟𝑖 𝐴𝑙𝑣𝑒𝑠.

FONTE:   Câmara Municipal de Vila do Conde