29/10/2019

.


Quando os pensionistas deste blogue resolveram brincar aos internautas estavam longe de conseguir três milhões e meio de visitas, queríam apenas divertir-se e pouco a pouco, fosse qual fosse a receptividade, mudaram um pouco o sentido desta brincadeira, passaram a ser mais intervenientes e acutilantes, sem serem caluniosos ou boatifundiários.

Hoje completámos mais 500 mil visitas, uma alegria nos nossos modestos números, é gratificante.

O mundo não está melhor, preocupam-nos as desmedidas e sórdidas ambições e ganâncias, a guerra, a desigualdade social, a escravatura em pleno século XXI, as crianças sem futuro, as mulheres assassinadas, as religiões opiáceas e muitas vezes a ciência que tanto admiramos ao serviço das piores intenções.

Vamos continuar a produzir informação e brejeirice para quem nos visita, estando especialmente gratos a quem decidiu ser nosso perseguidor/a.

PAZ E AMOR, PRATIQUEM!
ABJEIAÇOS

OS PENSIONISTAS

.
.

Lynsay Ryan

DO YOU WANT SOMETHING SWEET


.
.
HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Em 31 anos, a subida do nível
 dos oceanos porá em risco
 300 milhões de pessoas

Um estudo divulgado esta terça-feira prevê que mesmo com cortes drásticos das emissões poluentes a subida do nível das águas a partir de 2050 ponha em risco 300 milhões de pessoas A Ásia será a zona mais afetada; em Portugal, estuário do Tejo e do Sado, Ria Formosa, Aveiro e Figueira da Foz são as zonas mais "vermelhas".

A ideia é de que as estimativas até agora avançadas pecavam por defeito por não terem em conta realmente quantas pessoas vivem nas zonas inundáveis. É essa a explicação de um dos autores do estudo publicado esta terça-feira na revista científica Nature Communications, Benjamin Strauss: "As comunidades humanas concentram-se de forma desproporcionada nas zonas muito baixas da costa". Até agora, acreditava-se que só 65 milhões viviam nessas zonas; com base em dados mais precisos, o estudo aponta para 250 milhões, ou seja, quase o quádruplo.

A Ásia é indicada como o continente mais afetado, com primazia para seis países: China, Bangladesh, Índia, Vietname, Indonésia e Tailândia. É aí que reside a maioria dos que ficarão em risco com a subida do nível das águas causado pelo aquecimento global. Dos 300 milhões que se estima estarem em zona de risco de inundação em 2050, aproximadamente 237 milhões vivem nesses seis países. A China, com 93 milhões em perigo, é o país recordista.
.
Portugal, graças à sua longa costa, tem várias zonas de risco. No mapa interativo disponibilizado pelos autores do estudo em colaboração com a organização Climate Central, são várias as zonas "vermelhas" assinaladas: a de Aveiro, do estuário do Tejo (as Lezírias são uma vasta mancha rubra), do Sado, e a Ria Formosa. Aparentemente, nem a Madeira nem os Açores apresentam zonas de risco para 2050. Mas Benjamin Strauss chama a atenção para a necessidade de que governos e empresas aeroespaciais apresentem dados mais precisos sobre a elevação geográfica.

Isto sucede porque o aumento do nível do mar é já uma das consequências irreversíveis das alterações climáticas. Isso deve-se sobretudo ao degelo dos polos, como assegura um relatório recente do painel internacional de cientistas que assessora a ONU nas questões do clima.


É nas projeções para cinquenta anos depois, ou seja, para o final do século, em 2100, que se nota uma grande diferença consoante haja medidas agora ou não. No cenário mais otimista (uma rápida redução dos gases de efeito ide estufa e um degelo menos acentuado), estima-se que na zona vermelha de inundações haverá 340 milhões de pessoas. Na pior das previsões, com incremento das emissões e portanto um nível de degelo alto, o número de pessoas em risco aumenta para 480 milhões.




Os autores do estudo deixam um aviso: se se quer limitar este impacto é preciso fazer alguma coisa. Para começar, cumprir o Acordo de Paris, que estabelece como objetivo que o aumento da temperatura média do planeta não ultrapasse um aumento de dois graus em relação ao nível pré-industrial e, idealmente, abaixo dos 1,5 graus de diferença.


* Nem que seja na piscina de sua casa desejamos a Trump uma morte aquífera e lenta.

.
.

DO MAR, O LIXO
~7.4~
รσЪяεv¡vεяεмσร ค uм
σcεคหσ dε м¡cяσpłครт¡cσร?



Você já parou para pensar como a pesca impacta os oceanos? A gente fala muito por aqui do lixo plástico descartável e dos que consumimos diariamente (e muitos são recicláveis, mas já sabemos que não são necessariamente reciclados, não é?). 

A Fe Cortez foi conhecer alguns projectos sustentáveis para entender como o meio ambiente reage a um assunto tão sério como a pesca ilegal. As redes de pesca, por exemplo, são extremamente perigosas para o ecossistema marinho e para o desenvolvimento sustentável dos oceanos. 

Quer saber como?  

FONTE:
Menos 1 Lixo
 

.
DNA
𝚀𝚄𝙰𝙽𝚃𝙾 𝙼𝙰𝙸𝚂 𝙿𝚁𝙸𝙼𝙾𝚂
𝙼𝙴𝙻𝙷𝙾𝚁 𝙰𝚂𝚂𝚄𝙼𝙸𝙼𝙾𝚂




.
.
130 ⲆⲚⲞⲊ



* Obrigada GILDA por esta maravilha

.

.
1.COELHINHAS
"𝕼𝖚𝖊 𝖛𝖎𝖉𝖆 𝖙𝖆̃𝖔 𝖉𝖚𝖗𝖆"
1986



* 𝑷𝒐𝒊𝒔 𝒉𝒂́ 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒑𝒆𝒏𝒔𝒆 𝒒𝒖𝒆 𝒔𝒆𝒓 𝒑𝒍𝒂𝒚𝒎𝒂𝒕𝒆 𝒕𝒆𝒎 𝒗𝒊𝒅𝒂 𝒇𝒂́𝒄𝒊𝒍 𝒎𝒂𝒔 𝒏𝒂̃𝒐 𝒆́ 𝒗𝒆𝒓𝒅𝒂𝒅𝒆, 𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒅𝒊𝒗𝒆𝒓𝒕𝒆𝒎-𝒔𝒆 𝒎𝒂𝒔 𝒑𝒖𝒙𝒂𝒎 𝒑𝒆𝒍𝒐 𝒄𝒂𝒏𝒂𝒔𝒕𝒓𝒐.


FONTE:  rhinofiber8

.