24/01/2016

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ESTE MÊS NO
"PC GUIA"
BQ vai lançar um tablet Ubuntu

A BQ anunciou recentemente que está a desenvolver um tablet que funciona com uma versão do Ubuntu.

O Aquaris M10 Ubuntu Edition da BQ conta com um ecrã de 10 polegadas e é alimentado por um processador 65-bit da ARM. Este tablet dispõe ainda de 2GB de RAM e pode ser ligado a teclados, ratos e a monitores.
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O GIMP e o LibreOffice são algumas das aplicações que a BQ poderá incluir no Aquaris M10 Ubuntu Edition.

A BQ confirmou ainda que o seu novo tablet vai marcar presença no Mobile World Congress 2016, um evento que irá decorrer em Barcelona entre os dias 22 e 25 de Fevereiro.

O tablet Aquaris M10 Ubuntu Edition deverá chegar aos mercados durante o próximo mês de Abril.

* E preços?

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QUESTÕES DE GÉNERO


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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

O que não dizer a um amigo 
que se divorciou

Há clichés que deve evitar, apesar de querer dar uma ajuda. Uma terapeuta dá algumas sugestões de frases 

A primeira coisa que os amigos tenham fazer por alguém que passou por um divórcio é tentar arranjar soluções. 
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A terapeuta Kat Forsythe publicou um artigo na Divorce Magazine em que indica que isso acontece porque a sociedade valoriza "a acção e os resultados, a lógica em vez das emoções". A verdade é que apesar de ninguém gostar de ver um amigo a chorar, tal é necessário para as emoções serem processadas. Descubra os clichés que deve evitar. 
 
1-Não fiques assim" ou "não fiques triste"
Kat Forsythe diz que é impossível: claro que após o divórcio, as pessoas se sentirão mal. O seu amigo ou amiga já amou, ou ainda ama a pessoa de quem se separou. Será melhor dizer algo como "eu sei que deves estar a sentir-te muito magoado(a) agora". 

2-"Podes substituí-lo(a)"
Ninguém substitui ninguém. Só depois da dor que a pessoa sente depois do divórcio ter diminuído é que se interessará por alguém. Essa nova pessoa será completamente nova, sem nada a ver com a última relação. Diga antes ao seu amigo(a): "Toma conta de ti agora."

3-"Vais ficar bem"
Sim, isso vai acabar por acontecer, mas pouco tempo depois de uma separação, o que importa? Ficar bem é uma ideia distante e numa altura de fragilidade, tem de apoiar as pessoas de quem gosta no momento. "Esta tristeza vai acabar eventualmente, mas agora, parece que te partiram o coração" é mais verdadeiro. 


4-"Deixa passar o tempo"
Que remédio, indica Kat Forsythe. É claro que será necessário dar tempo ao tempo, mas agora também é preciso agir. Diga antes: "Eu estou aqui para te ajudar em todos os passos para ultrapassares isto."

5-"Sê forte por eles"
Admita: esta é uma das frases mais usadas com quem se separa e tem filhos. Numa situação má, é melhor que as crianças (que percebem melhor tudo do que as pessoas imaginam) vejam a mãe ou o pai a separar-se, a enfrentar a dor e a conseguir ultrapassá-la. Kat Forsythe defende que assim, também elas conseguem sobreviver a tempos difíceis. A terapeuta sugere que diga que não gosta que os filhos vejam os pais tão tristes, mas que "saberão que a vida é dura – e que é possível superar isso". 

6-Mantém-te ocupado(a)"
Isto apenas mascara tudo o que a pessoa que quer tentar ajudar sente. Se calhar, haverá momentos em que o seu amigo ou a sua amiga precisará de não fazer nada e de ficar triste, para lidar com o que sente. "Diz-me quando precisares de estar comigo, e quando precisares de estar sozinho(a)" é uma melhor alternativa. No final, o mais importante é que o seu amigo saiba que você está lá para ele e para o ouvir.

* E  que tal dizer "Ai aguenta, aguenta!"

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A TERRA É LINDA


1-A SENSIBILIDADE DE 


RICHARD SIDEY



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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Estão a nascer mais bebés com
 o intestino de fora

Nas maternidades dos Estados Unidos surgem cada vez mais casos de nascimentos com defeitos na parede abdominal

Uma investigação realizada em 14 estados norte-americanos, incluindo Califórnia, Iowa, Texas e Nova Iorque – onde nasceu cerca de um terço dos bebés de todo o país nos últimos 18 anos –, revelou, esta semana, que o número de mães que dão à luz bebés com os intestinos fora da parede abdominal está a aumentar.

A prevalência de gastrosquise, um defeito de nascença, que também pode afetar outros órgãos viscerais, como o fígado e estômago, aumentou em cerca de 30%, passando de 3,6 por 10 mil nascimentos, entre 1995 e 2005, para 4,9 em 10 mil de 2006 a 2012, de acordo com o mais recente relatório do Centro de Controlo de Doenças.
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O defeito é mais frequente em filhos de mães com menos de 20 anos, embora a taxa tenha aumentado entre as progenitoras de todas as idades. É mais frequente em jovens caucasianas do que em outras raças: 18,1 por 10 mil partos, em comparação com 16,1 de mães hispânicas e 10,2 para de negras.

Durante 18 anos (1995-2012), a gastrosquise aumentou substancialmente entre os nascidos de mães negras não-hispânicas com 20 anos ou menos, subindo 263 por cento. "Não sabemos por quê", diz Coleen A. Boyle, diretor do centro nacional especialista em defeitos congénitos e deficiências de desenvolvimento do Centro de Controlo de Doenças. "Continuamos preocupados que esta condição esteja a aumentar e vemos um rápido crescimento entre os adolescentes negros não-hispânicos."

Fumar e consumir álcool durante a gravidez são fatores de risco, tornando as mulheres mais propensas a dar à luz um bebé com gastrosquise. No entanto, os investigadores não lhes atribuem a causa.

Apesar de o defeito na parede abdominal ser percetível logo nas ecografias durante a gravidez, só após o nascimento e, através de uma cirurgia, o intestino é colocado novamente dentro do abdómen.

* Não é uma situação normal e está cada vez mais frequente, mas resolve-se na esmagadora maioria dos casos com cirurgia pós-parto. Progenitores devem ter mais cuidado com a saúde.

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RECORDEMOS



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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Nasceu uma rede social para partilha de experiências entre doentes oncológicos

Foi criada uma rede social para troca de informações e experiências entre doentes oncológicos.

O FalarSobreCancro.org é um site público e gratuito, aberto a doentes, mas também a familiares, amigos, profissionais de saúde ou investigadores.

O projeto está a ser atualmente apresentado a todos os doentes do Instituto Português de Oncologia do Porto e conta com o registo de cerca de 400 pessoas.

O site, além de potenciar a troca de experiências, vai também servir de plataforma esclarecedora, através do “Boletim Clínico”, gerido pelo IPO-Porto e que integra conteúdos clínicos e científicos que só podem ser publicados por profissionais de saúde devidamente habilitados.

“O cancro é a segunda maior causa de morte em Portugal e aquilo que assistimos, cada vez mais, é a um aproveitamento enorme da dor e do desespero do paciente por parte de terceiros, potenciado pela quantidade de

‘desinformação’ que a internet muitas vezes nos fornece”, explica Rui Oliveira, docente da Universidade do Minho que, com Nuno Martins, docente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, é responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

O projeto nasceu precisamente no âmbito da tese de doutoramento de Nuno Martins que estudou o trabalho de comunicação de cidadãos e instituições na luta contra o cancro através dos media participativos online.

O trabalho atingiu uma nova fase de investigação com o FalarSobreCancro.org, que passou a estar centrado no estudo de uma solução prática que ajude a comunidade oncológica na luta contra a doença.

* Quando a inteligência tem a palavra!

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