20/09/2014

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HOJE NO
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Ranking. São João recupera título de melhor hospital do país 

 Hospital tinha perdido 1.º lugar para Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Conheça as alterações no novo ranking da ENSP
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O Hospital de São João recuperou o primeiro lugar no ranking dos hospitais públicos elaborado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP). Os resultados de 2013, disponíveis no site da ENSP, mostram que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra não segurou o título conquistado pela primeira vez em 2012 e baixou para a 2.a posição. 


Em nove edições deste ranking, um trabalho coordenado pelo investigador Carlos Costa, esta é a sexta vez que a unidade do Porto ocupa o lugar de melhor hospital. O Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (S. Francisco Xavier, Egas Moniz e Santa Cruz ), que só na primeira edição do ranking não figurou entre os melhores, desta vez não tem um lugar no top 10. Santa Maria mantém a 3.a posição.

A análise da ENSP avalia os episódios de internamento nos hospitais públicos e a qualidade e a efectividade dos cuidados ali prestados, portanto não mede tempos de espera para consultas ou operações, tratamentos em que o doente vai dormir a casa (ambulatório) ou o desempenho financeiro das unidades. São tidos em conta três indicadores: mortalidade, complicações e readmissões e a avaliação ajusta a diferente dimensão e grau de diferenciação das unidades, o que permite tabelas comparáveis para os hospitais do SNS. É o único estudo nacional em que tal é possível, uma vez que nas análises trimestrais da tutela os hospitais são agrupados por dimensão. Já o sistema de avaliação da Entidade Reguladora da Saúde (SINAS) não ordena os hospitais, diz quais preenchem critérios de qualidade ou procedimentos de segurança. 

Dança de lugares 
Na nova edição do ranking, referente à actividade dos hospitais em 2013, foram analisados 839 565 episódios de internamento em 44 hospitais. Além de o São João voltar a encabeçar o ranking, há outras novidades na análise construída com base em dados da Administração Central do Sistema de Saúde e que determina os dez melhores hospitais e os cinco melhores em 17 áreas.
O Hospital de Loures, com gestão em parceria público-privada pela Espírito Santo Saúde, foi pela primeira vez incluído na análise - dado 2013 ser o primeiro ano de funcionamento em pleno - e entra directamente para o 4.o lugar do ranking. 

* Estranhamos a exclusão do top 10 do  Centro  Hospitalar de Lisboa Ocidental, ou não deveríamos estar surpreendidos???


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PROFISSIONAL É ASSIM

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HOJE NO
"A BOLA"

Wozniacki e Ivanovic na final de Tóquio


A dinamarquesa Caroline Wozniacki e a sérvia Ana Ivanovic vão discutir a final do torneio de Tóquio, depois de terem vencido a hispano-venezuelana Gabiñe Muguruza e a alemã Angelique Kerber.

Wozniacki bateu Muguruza, 26.ª do ranking mundial, por 6-4, 2-6 e 6-3, ao cabo de duas horas e 33 minutos. Mais rápida foi a vitória de Ivanovic, que se desenvencilhou de Kerber, oitava do Mundo e primeira cabeça de série, por 7-5 e 6-3, em uma hora e 45 minutos.

* Duas craques, prespectiva-se uma grande final.


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CONCEPT CAR













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  HOJE NO
"OBSERVADOR"


“Ei!” este serviço facilita-lhe a vida

Duas juristas criaram a primeira empresa de assessoria aos emigrantes e imigrantes depois de sentirem na pele as dificuldades de viver entre dois países. A loja abriu portas em Lisboa esta semana.

Carla Zenóglio, 45 anos, emigrou em 2010 para Angola, mas volta a Portugal duas vezes por ano. Durante essas breves viagens de regresso, o tempo tem de ser suficiente para tratar do arrendamento da casa que deixou para trás, para ir a consultas médicas, para aproveitar algum evento cultural lisboeta. “Estamos muito pouco tempo em Portugal e não conseguimos fazer tudo”, diz a consultora jurídica. Através das redes sociais, Carla Zenóglio encontrou uma empresa recém-formada que, acredita, vai ajudá-la a resolver os assuntos pendentes que tem em Portugal e a aproveitar as curtas estadias no país. Trata-se da Ei!, o primeiro serviço profissional de assessoria aos emigrantes, imigrantes e viajantes, que esta semana abriu uma loja em Lisboa.

Gilda Pereira também emigrou para Angola e, à semelhança de Carla Zenóglio, “sentia dificuldades em gerir tudo à distância”. Por isso, entregou as chaves da casa de Lisboa à amiga Inês Salvo, que passou a tratar-lhe do correio e a contratar uma empresa para limpar o apartamento de Gilda nas vésperas de esta regressar a Portugal. Os amigos emigrantes começaram a pedir coisas semelhantes a Inês.

Pouco tempo depois, Gilda Pereira e Inês Salvo perceberam que tinham uma ideia para um negócio e em junho lançaram, nas redes sociais, a empresa Ei!. “É uma ideia que faz todo o sentido
com o novo tipo de emigrantes que temos, cujo estrato social é mais elevado”, disse Gilda Pereira durante a abertura da loja da sua empresa, no número 20 da Avenida Visconde de Valmor. 

As duas amigas, licenciadas em Direito, pensaram primeiro no apoio aos imigrantes e emigrantes, mas acabaram por “sentir necessidade de alargar os serviços aos viajantes”, depois de terem sido contactadas por turistas que queriam encontrar um local para ficar durante a viagem a Portugal. Para além disso, a Ei! presta apoio a muitos residentes em países de língua portuguesa que se deslocam a Lisboa por causa de cuidados de saúde.
 
Nestes três meses de funcionamento, os serviços mais solicitados são a gestão de arrendamento, a obtenção de vistos, a receção e envio de correio e a procura de alojamento. Mas também há quem peça ajuda para transportar animais ou para comprar bilhetes para concertos, festivais, ou para “jogos do Benfica”, disse Gilda Pereira. 

A tabela de preços varia de acordo com os serviços pedidos, mas no caso da gestão do arrendamento, por exemplo, a empresa cobra “10% daquilo que a pessoa vai ter de proveito”. A receção e envio de correio – que inclui um acordo de confidencialidade para tudo aquilo a que a equipa “tiver acesso” ao analisar a correspondência – pode custar 40 euros por mês. Os clientes podem ainda pedir um orçamento para “o que foge dos serviços padrão”, explicaram as sócias.

É o caso de Carla Zenóglio, que vai fazer um levantamento dos serviços de que necessita e perguntar junto da Ei! qual o custo previsto. Mas esta consultora jurídica está convencida de que compensa. “Precisamos muito. Estou num país onde o acesso à internet é limitado. Não conseguimos fazer as coisas. Temos 22 dias úteis de férias por ano e é muito curto. Vivemos noutro país, mas continuamos a ter muitas ligações”. Através desta empresa, Carla Zenóglio espera conseguir marcar atempadamente os campos de férias que os filhos frequentam no verão ou reservar e levantar os manuais escolares que têm de ser encomendados em Portugal.

A família de Carla Zenóglio pensa um dia voltar ao país, ainda que não haja “uma data certa” para esse regresso. Mas mesmo que isso aconteça, a consultora jurídica sabe que “terá uma vida entre Portugal e Angola” e provavelmente continuará a precisar da Ei!. “É um apoio que temos. Deixamos de precisar de estar sempre a recorrer aos familiares”, diz.

* A inteligência e prespicácia feminina a funcionarem.

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(IN)CIVISMO


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Conselho de Educação denuncia manipulação de notas

Relatório que faz retrato do estado do setor alerta para o aumento de forma "reiterada" das notas internas dos alunos. E suspeita de retenções seletivas a pensar nos exames.

Notas internas que, de forma "reiterada", estão "inflacionadas" em relação aos resultados obtidos pelos alunos nos exames nacionais. 


Suspeitas de "práticas de seletividade", visando assegurar uma "maior proporção de aprovações em exame", que poderão estar na origem de um aumento das retenções nos últimos dois anos, em contraciclo com uma tendência que se mantinha desde a década de 1990. Estas denúncias - de práticas quase opostas mas igualmente graves - constam do relatório "Estado da Educação 2013", do Conselho Nacional da Educação (CNE).

Em poucas palavras, este órgão consultivo da Assembleia da República, no qual está representada toda a comunidade educativa, está a acusar escolas de manipularem deliberadamente as notas dos seus alunos, mas nem sempre no interesse destes. Quantas e quais escolas, o relatório não diz. Nem o presidente do CNE, David Justino, o quis precisar. 

 Questionado pelo DN, o gabinete de comunicação do antigo ministro da Educação remeteu todas as respostas para uma conferência de imprensa a realizar na segunda-feira. 

* Uma espécie de "BES" na educação.


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