03/02/2014

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FIQUE NA SUA





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HOJE NO
"i"

Familiares das vítimas do Meco 
insistem em falar com único sobrevivente 

O advogado pediu que a investigação seja "célere", dizendo acreditar que o Ministério Público e a Polícia Judiciária não precisem do prazo máximo previsto na lei para os inquéritos para chegar a uma conclusão sobre a ocorrência

Os familiares dos seis jovens que morreram em dezembro, na praia do Meco, formalizaram hoje o pedido para serem assistentes no processo, em fase de inquérito, e apelaram ao único sobrevivente da tragédia para que fale com eles sobre o que aconteceu. 


À saída do Tribunal Judicial de Almada, Fátima Negrão e Fernanda Cristovão, familares das vítimas, disseram que têm recebido centenas de e-mails de jovens com informações que podem ter interesse para a investigação e que, uma vez selecionados, são reancaminhados para as autoridades competentes que lideram o processo. 

"Não estamos a fazer uma investigação à parte. Estamos a fazer o nosso trabalho de casa", declarou Fátima Negrão aos jornalistas, revelando que, no total, já receberam cerca de 300 e-mails com informações relacionadas com o que se terá passado no Meco. 

Insistindo que o único objetivo é a descoberta da verdade, as mães de Pedro Tito Negrão e Catarina Soares, Fátima Negrão e Fernanda Cristovão, respetivamente, apelaram a todos aqueles que disponham de informação relevante que enviem os dados ou até fotografias, e aproveitaram para insistir na ideia de que gostariam de falar com o único sobrevivente, João Miguel Gouveia, apontado como Dux da Comissão Oficial de Praxes Académicas da Lusófona. 

"Ele ainda não falou connosco", lamentaram ambas as mães, observando que isso seria uma "situação normalíssima". Asseguraram que vão "continuar a insistir" para que tal conversa aconteça. 

Fontes ligadas ao processo admitem que João Miguel Gouveia deverá ser ouvido em breve pelos investigadores, tendo Fátima Negrão confirmado que há indicações de que o jovem e único sobrevivente manteve recentemente uma reunião com responsáveis da Universidade Lusófona. 

Vítor Parente Ribeiro, advogado das famílias das vítimas, disse que a constituição destes como assistentes é o "primeiro passo" no sentido da descoberta da verdade, observando que não há qualquer desconfiança quanto às linhas de investigação que o Ministério Público e a PJ estejam ou venham a adoptar no inquérito à morte dos seis jovens. 

O advogado pediu que a investigação seja "célere", dizendo acreditar que o Ministério Público e a Polícia Judiciária não precisem do prazo máximo previsto na lei para os inquéritos para chegar a uma conclusão sobre a ocorrência. 

Vítor Parente Ríbeiro disse desconhecer se o processo está, ou não, em segredo de justiça, notando que a vantagem de os familiares se constutírem assistentes é a de terem acesso aos despachos e poderem pedir a realização de certas diligências que podem ser importantes para o apuramento da verdade. 

"Às famílias, o que interessa é a descoberta da verdade", enfatizou o causídico.
As seis vítimas que morreram na praia do Meco (quatro raparigas e dois rapazes) faziam parte de um grupo de sete estudantes universitários que tinham alugado uma casa na zona, para passar o fim de semana. 

Segundo as autoridades, uma onda arrastou-os na madrugada de 15 de dezembro, mas um dos universitários conseguiu sobreviver e dar o alerta. Os corpos dos restantes foram encontrados nos dias que se seguiram. 

Numa carta enviada à agência Lusa, a família de João Miguel Gouveia, o único sobrevivente do grupo de universitários, sublinha: "No local certo e perante as instâncias competentes, no tempo necessário para que todas as diligências sejam efetuadas, o sobrevivente prestará todos os esclarecimentos".

* Abordamos hoje este assunto por respeito às vítimas, famílias e comunicação social estão a fazer um enorme folclore em torno do trágico acidente, a quem beneficia, ressuscitam alguém, porque não deixam os investigadores trabalhar sem tanto foguetório???
Centenas de emails? De quantos "sherlock holmes"?



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POISO SUAVE


















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HOJE NO
"A BOLA"

Pódio histórico para Portugal na neve
 

O lusodescendente Arthur Hanse, que será um dos dois atletas que vão representar Portugal nos Jogos Olímpicos de inverno de Sochi, conquistou ontem, em França, o primeiro pódio de sempre de um atleta português em competições da Federação Internacional de Esqui (FIS).

Foi em Combloux, em esqui alpino, na prova de slalom, que o esquiador terminou no segundo posto, com 36.42 pontos, atrás do francês Quentin Paget (34.81) e à frente do também gaulês Gaspard Bloch (40.68).

«Primeiro pódio da temporada de 2013/14 e primeiro pódio português na FIS... Tenho boas sensações e este resultado é importante para a moral, para mais com uma boa nota: 36 pontos FIS», escreveu Hanse no Facebook, regozijando-se com o resultado. «Com que mais podia sonhar antes da partida para os Jogos de Sochi!», acrescentou Hanse, filho de emigrantes portugueses a residir em França que se prepara para fazer a estreia olímpica.


Radiante com o resultado estava também o presidente da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP), Pedro Farromba. «Muito contente. E o primeiro pódio de um português em provas da Federação Internacional, um resultado ainda mais animador nas vésperas de Sochi», declarou.

* Portugal no pódio sem saber ler ou escrever, uma festa.


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TÉCNICA QUENIANA



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA "

90% dos portugueses acham
 que corrupção é generalizada

A esmagadora maioria dos portugueses (90%) é da opinião que a corrupção é generalizada no país, mas menos de 1% dos inquiridos reconhece ter-lhes sido alguma vez solicitado um suborno, segundo um inquérito Eurobarómetro hoje divulgado, em Bruxelas. 


Com 90% de inquiridos a responderem que a corrupção é acentuada no país, Portugal está acima da média da União Europeia (UE 76%). 

No entanto, Portugal apresenta resultados acima da média da UE (4%), quando apenas 1% os inquiridos responderam afirmativamente quando questionados sobre se nos últimos 12 meses alguém pediu ou esperou que lhe pagasse um suborno por serviços prestados. 

Ainda assim, e segundo o Eurobarómetro, 36% dos cidadãos portugueses consideraram que são atingidos pela corrupção no seu quotidiano (UE 26%). 

Um total de 72% de portugueses respondeu que a corrupção no país aumentou (uma subida de quatro pontos em relação ao Eurobarómetro de 2013, acima da média da UE (56%), sendo que o aumento registado nos 28 é de nove pontos. 

Foram feitas 1026 entrevistas diretas pessoais entre 24 de fevereiro e 10 de março de 2013. 

 A nível da UE, os países cujos cidadãos mais consideram que a corrupção é uma prática generalizada são Grécia (99%), Itália (97%), Lituânia, Espanha e República Checa (95%), Croácia (94%) Roménia (93%) Eslovénia (91%), Portugal e Eslováquia (90%). 

No extremo oposto encontram-se os países nórdicos, onde a maioria da população considera que a corrupção é um fenómeno raro: Dinamarca (75%), Finlândia (64%) e Suécia (54%). 

*  Os 10% restantes pertencem aos aparelhos dos partidos e satélites.

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EXAME DE DNA
DESNECESSÁRIO













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