09/12/2013

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Presidente da Alemanha não vai aos 
Jogos Olímpicos em protesto 
contra repressão na Rússia

O presidente alemão, Joachim Gauck, não vai comparecer nos Jogos Olímpicos de Inverno, que este ano se realizam em Sochi, na Rússia, em protesto contra as violações dos direitos humanos e a repressão dos opositores naquele país.
 
De acordo com o semanário 'Der Spiegel', o chefe de Estado da Alemanha pretende, com a sua ausência, expressar o seu apoio às vítimas da repressão policial e política e condenar os abusos dos direitos humanos que considera que se praticam naquele país, tendo já comunicado oficialmente a decisão ao Governo russo.

Gauck, politicamente independente e antigo dissidente da Alemanha comunista, junta-se assim aos inúmeros protestos que têm sido apresentados contra a lei aprovada pelo parlamento russo a penalizar a utilização de "propaganda" homossexual.

O presidente alemão tem já agendada uma receção aos desportistas alemães no regresso de Sochi, no dia 24 de fevereiro, e desde março do ano passado, quando chegou à presidência alemã, ainda não fez nenhuma visita à Rússia, que é um importante parceiro comercial alemão, e tem criticado repetida e publicamente o défice democrático naquele país.

* Apenas coragem e tomates no sítio!

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 CONTRAFACÇÃO



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PSD defende voto contra 
libertação de Mandela de Cavaco

O PSD garantiu hoje que o actual Presidente da República teve um comportamento à altura quando Portugal votou contra uma resolução das Nações Unidas sobre Nelson Mandela e a favor de uma outra.

"O PCP aproveitou uma oportunidade em que não havia contraditório. Era uma declaração apenas e só relativamente a Nelson Mandela. Quisemos deixar clara esta posição. O que está em causa aqui é a posição do país e do Estado português perante a personalidade de Mandela", declarou o deputado social democrata António Rodrigues, nos Passos Perdidos do Parlamento.
O vice-presidente da bancada "laranja" respondia às acusações efectuadas pelo deputado comunista António Filipe, sexta-feira, por altura da aprovação de um voto de pesar na Assembleia da República pela morte do estadista sul-africano.

"Nessa altura, houve duas resoluções nas Nações Unidas que foram votadas. Uma delas que apelava à violência armada para alteração do regime político na África do Sul e outra que apelava à resolução pacífica dos conflitos nesse Estado", explicou.

O parlamentar do PSD esclareceu que "o Governo português votou contra a que falava de violência armada, que também incluía a libertação de Mandela, e votou a favor da libertação na situação em que se verificava a libertação pacífica do regime".

"(Mandela) Ele próprio reconheceu e esteve com o primeiro-ministro na altura, hoje Presidente da República, e assumiu que Portugal tinha tido um comportamento adequado relativamente ao apoio política à sua luta", disse.

O Parlamento aprovou hoje, por unanimidade, a deslocação do Presidente da República à África do Sul para representar Portugal no funeral de Estado de "Madiba", como Mandela é carinhosamente tratado.
Cavaco Silva já garantira que a posição de Portugal relativamente ao pedido de libertação de Nelson Mandela "foi sempre clara, do princípio ao fim", e que apenas foi recusada a luta armada.
A morte de Nelson Mandela, aos 95 anos, foi anunciada na quinta-feira à noite pelo Presidente da República da África do Sul, Jacob Zuma, motivando de imediato relações de pesar a nível mundial.
Mandela, que esteve preso quase trinta anos, foi o primeiro Presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999.

* Aldraba em toda a linha o sr. deputado António Rodrigues e nesta notícia é um oportunista do não haver contraditório. A resolução das Nações Unidas não referia "violência armada" mas "luta armada", o que é substancialmente diferente.
- Deixe de ser aldrabão!

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 PUBLITATUAGEM













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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Milionários em Angola aumentam 68%

Há 6.400 milionários em Angola, segundo a Consultora New World Wealth.

O número de milionários em Angola subiu 68% entre 2007 e 2013, situando-se agora nos 6400, de acordo com os dados da consultora New World Wealth a que a Lusa teve acesso.
De acordo com os dados, havia 3.800 cidadãos angolanos com um valor líquido superior a um milhão de dólares em bens (728.500 euros), nos quais se exlui o valor da residência oficial.
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Neste período entre 2007 e setembro de 2013, a subida percentual de Angola (68%) só é ultrapassada pela da Etiópia, cujo número de milionários mais que duplicou em seis anos: de 1.300 para 2.700, segundo os dados desta consultora baseada em Oxford, Reino Unido, e com uma representação em Joanesburgo, na África do Sul.
Se Angola está em segundo lugar na curva de crescimento percentual relativa ao número de milionários, em termos absolutos também aparece no top ten africano, ficando em sexto lugar, atrás da África do Sul (48.700 milionários), Egito (22.800), Nigéria (15.700), Quénia (8.300) e Tunísia (6.400).
 
A BANCA PORTUGUESA AJUDA
Segundo as previsões da consultora NWW, em 2030 Angola passará para o quinto lugar da lista de milionários em África, subindo 144% para os 15.600, e ficando atrás da África do Sul, que mantém a liderança da lista, e da Nigéria, Egito e Quénia, ultrapassando, assim, a Tunísia.
Os dados a que a Lusa teve acesso complementam a informação pública divulgada na quinta-feira passada pela Bloomberg, que afirmava que o homem mais rico de África, Aliko Dangote, é nigeriano e tem ativos no valor de 22 mil milhões de dólares.
"Estamos a prever que a Nigéria, o Gana e o Quénia sejam os maiores condutores no crescimento do negócio da gestão de riquezas em África", disse Andrew Amoils, um analista do escritório de Joanesburgo da NWW, acrescentando que esses países "já têm setores bancários relativamente bem desenvolvidos, portanto o passo para a banca privada [atendimento específico a clientes abastados] é um movimento lógico".

O relatório da consultora britânica não apanhou de surpresa os principais bancos que investem na gestão de fortunas, como o Barclays, o HSBC Holdings ou o UBS, o maior do mundo, que já tinha afirmado no mês passado que a Nigéria e Angola são as prioridades do banco na aposta na captação de novos clientes milionários.

* Num país onde 55% dos angolanos vivem abaixo da linha de pobreza, com apenas 1,20 dólares disponíveis por dia, elevada taxa de desemprego cerca de 35%, fica bem que existam tantos milionários corruptos. Para a manutenção desta escravatura a banca ajuda, incluindo a portuguesa!

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Alguém



entende?







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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Renovação das declarações de 
rendimento anual bruto corrigido 
Inquilinos criticam
 "armadilhas do Governo" 

Os inquilinos criticaram as “armadilhas do Governo” quanto à renovação das declarações de rendimento anual bruto corrigido (RABC), que serve para limitar os valores de rendas, enumerando diferentes procedimentos por parte dos funcionários das Finanças. 

Em comunicado, a Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) reafirmou haver artigos na nova lei do arrendamento que são “autênticas armadilhas” para os inquilinos com contratos anteriores a 1990 e visam “prejudicar a sua permanência nas casas que livremente arrendaram”. 


A AIL exemplificou com o artigo 35.º da Lei do Arrendamento, que define a obrigatoriedade de prova anual do RABC e informou estar a haver “comportamento incorreto, negativo e notoriamente prejudicial para os inquilinos de alguns serviços da AT - Autoridade Tributária”. 

A associação indicou que “uns, porque dizem ter ordens superiores para não o fazerem, se recusam a emitir qualquer documento, inquietando ainda mais os inquilinos”. “Outros alegam que os pedidos dos inquilinos não fazem sentido, porque as certidões que lhes foram passadas após junho/julho de 2013 têm a validade de um ano e só nessa altura devem pedir outra certidão”, acrescentou a associação de inquilinos. 

A associação avançou que há também casos de serviços que têm emitido certidões iguais às anteriores mas com data atual ou que apresentaram ao inquilino um modelo autónomo de requerimento que é preenchido e no qual põem o carimbo. “Outros ainda, sobranceiros e ostentando uma confrangedora ignorância da lei, dizem ofensivamente aos inquilinos que a AIL está numa posição incorreta porque a lei não prevê tal procedimento”, lê-se no comunicado. 

Citando o artigo, a AIL defendeu a necessidade de um “comportamento uniforme por parte dos serviços da AT para dar seguimento ao artigo 35.º, n.º 5 do NRAU (lei nº 31/2012), para o que bastaria emitirem declarações com referência a este artigo, esclarecendo que ainda não era possível certificarem o RABC de 2013”. 

O número 5 do artigo 35º da lei do arrendamento urbano prevê que “no mês correspondente àquele em que foi feita a invocação da circunstância regulada no presente artigo e pela mesma forma, o arrendatário faz prova anual do rendimento (RABC) perante o senhorio, sob pena de não poder prevalecer-se da mesma”. 

A AIL responsabiliza desde já o Governo por qualquer consequência que se venha a verificar caso o inquilino não tenha o documento exigível por lei e caso o senhorio invoque esta omissão para poder aumentar a renda. A carência económica coloca limites máximos na atualização das rendas: 10% para rendimentos das famílias até 500 euros mensais, 17% para agregados com rendimentos até 1.500 euros e 25% nos restantes casos. Em meados de novembro, os serviços das Finanças tinham emitido mais de 41 mil certidões de carência, segundo a Secretaria de Estado dos Assuntos Ficais.

* PEDIDO: - Senhores funcionários da Finanças, estão do mesmo lado da barricada dos inquilinos, o Estado também vos assalta, sejam mais atentos aos pedidos que vos fazem, Portugal precisa!!!

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