03/06/2022

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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LX~MEGA FÁBRICAS
4-FÁBRICA DA PIRELLI
A segurança de quem conduz



* A partir do episódio nº 2 todos os vídeos terão algum tempo da parte final do anterior, serve esta opção para reciclar a memória do que foi visto uma semana antes.



FONTE:  Automovil RD
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UNIVERSO
Nebulosas

VI. Nebulosa Planetária Abell 39
A Esfera Cósmica


Viagens pelo Universo
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AS MULHERES NA HISTÓRIA
49.6-𝑪𝑨𝑻𝑨𝑹𝑰𝑵𝑨 𝑫𝑬 𝑨𝑹𝑨𝑮𝑨̃𝑶
"𝑎 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑝𝑜𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝐻𝐸𝑁𝑅𝐼𝑄𝑈𝐸 𝑉𝐼𝐼𝐼"

FONTE:Canal História e Tu .

PEDRO BRAZ TEIXEIRA

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Estagflação?

Parece prematuro falar em estagflação, mas tem que se reconhecer que existe esse risco, ainda que limitado.

A par dos receios de inflação, tem também regressado o medo da estagflação, que consiste na existência simultânea de inflação elevada e desemprego alto. Em tempos normais e considerando economias sem problemas nas contas externas, a economia flutua entre duas situações extremas: ou existe excesso de procura e o desemprego é baixo e a inflação alta; ou existe défice de procura e dá-se o inverso, o desemprego é elevado mas a inflação é diminuta.

Em ambos os casos, não há qualquer ambiguidade para a política económica, sendo muito claro qual deve ser a orientação das políticas orçamental e monetária: contraccionista no primeiro caso (défices públicos baixos e taxas de juro elevadas), para controlar a inflação; e expansionista no segundo (défices moderados e taxas de juro baixas), para diminuir o desemprego.

É claro que esta clareza desaparece nos países com problemas recorrentes nas contas externas, como é o caso de Portugal, que, ao ignorar esta questão, se tem colocado na posição de ter política orçamental expansionista quando deveria ser contraccionista, como até 2011, para depois ser obrigado a ter uma política de contas públicas a agravar a recessão, como ocorreu no início da intervenção da troika.

Regressando ao caso dos países sem défices externos, em tempos mais invulgares, sob a influência de choques da oferta (relativamente raros), podemos ter o tal problema da estagflação, desemprego e inflação simultaneamente elevados, o que coloca dilemas sérios de política económica, aqueles com que os bancos centrais actualmente se defrontam. A inflação elevada estará a pedir que a política monetária deixe de ser tão expansionista (com taxas de juro tão baixas), mas será que isso não coloca o risco de gerar desemprego?

É claro que sim e, pelo menos, podemos congratularmo-nos com o facto de esta crise ter surgido com as taxas de desemprego próximo dos mínimos históricos na generalidade das economias avançadas, o que alivia o problema.

Se, nos próximos trimestres, o choque da oferta recuar, ou seja, se a subida dos preços dos produtos energéticos e agrícolas for revertida, então a inflação regressará a níveis normais e o risco de estagflação terá desaparecido. Caso aquela subida de preços persista ou se agrave, estaremos a entrar numa fase de estagflação, com inflação e desempregos ambos limitados, gerando um grave dilema para as autoridades: quanto mais tentarem resolver um problema mais irão agravar o outro.

Há ainda um problema adicional, que se prende com as expectativas de inflação. Uma inflação muito significativa, como a actual, da ordem dos 8%, poderia conduzir a reivindicações salariais de idêntica ordem de grandeza, simultaneamente gerando condições para a inflação permanecer elevada e para que haja expectativas de que assim se mantenha. Uma vez entrados numa espiral desta natureza, de auto-concretização de expectativas, seria necessária uma recessão para quebrar este padrão, com custos elevados de desemprego.

Felizmente, talvez porque a situação de guerra tenha instalado algum espírito de sacrifício nos trabalhadores, temos evitado este risco, mas tem que se reconhecer que ele existe.

* Economista

IN "O JORNAL ECONÓMICO" - 02/06/22.

 

 

3006.UNIÃO

EUROPEIA


HUNGRIA
viktor orbán 'abençoa' assassino
Hungria salva chefe da Igreja 
Ortodoxa russa de sanções europeias



* Neste blogue os nomes de ditadores, assassinos e xenófobos não têm direito a maiúsculas nos seus nomes



FONTE:  euronews

putin  HUYLO

putin é um canalha .