18/09/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XLII~MEGA FÁBRICAS
6-ROLLS ROYCE WRAITHL
O modelo mais potente



* "MEGA FÁBRICAS" não tem apenas a ver com a grandeza da unidade de produção mas também com a excepcional qualidade do produto.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE:   Jason Comer
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XIII- HISTÓRIAS
INEXPLICÁVEIS

2- O Mistério de Todmorden
e O Matador de cabras



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

Fato Ou Ficção

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14.5-𝑴𝑨𝑹𝑰𝑨 𝑳𝑬𝑶𝑷𝑶𝑳𝑫𝑰𝑵𝑨

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AS MULHERES NA HISTÓRIA
14.5-𝑴𝑨𝑹𝑰𝑨 𝑳𝑬𝑶𝑷𝑶𝑳𝑫𝑰𝑵𝑨
𝓐 𝓲𝓶𝓹𝓮𝓻𝓪𝓽𝓻𝓲𝔃 𝓭𝓸 𝓑𝓻𝓪𝓼𝓲𝓵



FONTE:Canal História e Tu
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LEONOR ROSAS

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Devemos a nossa Democracia

 ao Antifascismo 

O antifascismo é a génese da nossa democracia e do nosso Estado Social. Rejeitar o antifascismo - como corrente ampla e abrangente que defende a importância dos direitos humanos, da liberdade e da paz - é necessariamente posicionar-se do lado do fascismo e das atrocidades que gerou.

Nas décadas de 1920 e 30, em todos os países onde regimes fascistas se impuseram, milhares de antifascistas se levantaram para os combater. Presos, torturados, exilados, assassinados: homens e mulheres cuja memória importa ativar para o combate que travamos nos nossos dias. Hoje, o avanço da direita radical e de movimentos fascizantes vem de mão dada com o esforço de desativar a memória antifascista do século XX. A luta das e dos resistentes contra a violência fascista é pintada como um campo de batalha onde se digladiam dois extremos simétricos.

Em 1922, Mussolini marcha sobre Roma. Bem antes disso, já os seus squadristi violentavam e assassinavam opositores, socialistas, sindicalistas e comunistas. As leis fascistissimas do Duce perpetuaram e institucionalizaram essa violência. Na Alemanha, em 1933, Hitler foi chamado a formar governo. No mesmo ano, milhares de resistentes são deportados para Dachau (o primeiro campo de concentração) onde são forçados a trabalhar até à morte. O nazi-fascismo é responsável pela pior guerra que a Humanidade conheceu, com dezenas de milhões de mulheres e homens mortos. Neste período, o seu projeto assassino quis igualmente eliminar fisicamente todos os considerados “indesejáveis”. O Holocausto representa a morte a milhões de judeus, pessoas ciganas, pessoas LGBT, prisioneiros de guerra soviéticos, sérvios, testemunhas de Jeová e pessoas com deficiência. Foi a luta de resistentes antifascistas, de exércitos aliados e de prisioneiros que travou tais atrocidades e derrotou a Alemanha Nazi, a Itália Fascista e seus aliados.

Em 1936, em Espanha, um pronunciamiento fascista contra o governo democraticamente eleito da República afunda o país numa violenta Guerra Civil. Com mais de 100 mil desaparecidos, o fim da guerra inaugura a ditadura franquista, que durará até 1975, perseguindo e assassinando milhares de opositores. Por cá, em 1933, é aprovada a Constituição que inaugura a ditadura do Estado Novo. A 18 de janeiro de 1934, os operários e a população da Marinha Grande iniciam uma revolta contra a recém instaurada ditadura que proibia greves e sindicatos livres. Estes homens serão enviados para o Tarrafal - campo da morte lenta. Durante os 48 anos da ditadura fascista do Estado Novo, milhares de homens e mulheres serão presos e torturados em Caxias, Aljube, Peniche, Tarrafal e outros cárceres por exigirem democracia, liberdade e autodeterminação.

Combater estas novas forças da desmemória e do branqueamento da história é igualmente devolver a agencialidade política a quem foi apagado ou transformado em vítima. Por todo o mundo, a resistência antifascista - e também anticolonial -, sempre ativa e agindo frequentemente na clandestinidade, foi composta de gente que não deixou que a violência que lhes foi imposta os definisse como vítimas, a sua própria ação definiu-os como resistentes. Estes homens e mulheres foram agentes políticos de transformação e guardiões da democracia. Como nos explica o historiador Enzo Traverso, o “gosto” pela vítima apolítica por parte de quem procura neutralizar a História apaga os antifascistas, os combatentes anticoloniais e todos os homens e mulheres que se tornaram agentes da sua própria libertação.

Hoje, a extrema-direita procura reabilitar moralmente ditadores ou regimes fascistas e colocar os resistentes e os movimentos antifascistas no mesmo patamar moral que os anteriores. Simultaneamente, procuram pintar o antifascismo como um grupo marginal e arruaceiro que põe em causa “a ordem”. Esquecem-se, no entanto, que o antifascismo é a génese da nossa democracia e do nosso Estado Social e que rejeitar o antifascismo - como corrente ampla e abrangente que defende a importância dos direitos humanos, da liberdade e da paz - é necessariamente posicionar-se do lado do fascismo e das atrocidades que gerou. Tal como na década de 1940, não existe um muro em cima do qual se possa estar - ou se é pela democracia ou não se é.

Como democratas, porque antifascistas, reconhecemos hoje que estamos nos ombros de gigantes e que, sendo a nossa genealogia política a da resistência e da luta, é o nosso trabalho continuá-la. Ser antifascista hoje é igualmente lutar por um aprofundamento dos direitos das mulheres, das pessoas LGBT e das pessoas racializadas. O combate ao radicalismo fascizante deve fazer-se sem deixar ninguém para trás, rejeitando todas as formas de discriminação.

Não devemos as nossas democracias, liberdades e direitos económicos e sociais a ditadores, devemo-los a quem os combateu. Muitas vezes com as suas próprias vidas. Por isso, é necessário que disputemos o campo da memória e preservemos as histórias de quem resistiu como ferramenta essencial para construir um futuro de liberdade, fraternidade, igualdade e paz.

*  Activista estudantil

IN "ESQUERDA" - 15/09/20

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2396.UNIÃO


EUROPEIA

“Algemado e nu”
Companheira de Assange revela como 
tratam fundador do WikiLeaks na prisão


A companheira de Julian Assange, Stella Moris, denunciou que o fundador do WikiLeaks é vítima de tratamento abusivo na prisão de segurança máxima de Belmarsh, no sudeste de Londres, de onde trava uma batalha judicial para evitar ser extraditado para os Estados Unidos (EUA).

“Todos os dias Julian é acordado às 05:00, algemado, é colocado em celas, despido e submetido a raios-x. 

É transportado [para o tribunal] durante 1,5 horas no que parece um caixão vertical, numa van claustrofóbica. Está numa caixa de vidro nos fundos do tribunal, da qual não pode consultar adequadamente os seus advogados”, referiu no Twitter.

As audiências sobre a extradição de Assange para os EUA, onde enfrenta prisão perpétua por divulgação de registos de ações de guerra no Iraque e no Afeganistão e arquivos de detidos na prisão de Guantánamo, entre outros documentos, começaram em Londres em 07 de setembro, noticiou esta quinta-feira o RT.

* É este o Reino Unido de quem queremos um corredor aéreo para turistas.
** LINK DA NOTÍCIA: 
https://zap.aeiou.pt/algemado-nu-companheira-assange-tratam-prisao-347249

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23-Falsidade.com
23.5-SEGREDOS DO PASSADO



FONTE: tbrsete

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