Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
21/04/2020
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138-ARTE ARRISCADA
QUEEN OF THE HORSES/1
PASSADO
Interpretação:
Alice Joana Gonçalves,
Ana Moreno, Anaísa Lopes
Beatriz Godinho, Carla Madeira
Cristina Teixeira, Débora Rebelo
Francisca Pinto, Inês Carincur
Lucília Raimundo, Linora Dinga
Joana Raio, Joana Saraiva
Mathilde Major, Marta Félix
Miguel Branca, Nuno Mota
Raissa Vidal, Susana Sousa
Ana Moreno, Anaísa Lopes
Beatriz Godinho, Carla Madeira
Cristina Teixeira, Débora Rebelo
Francisca Pinto, Inês Carincur
Lucília Raimundo, Linora Dinga
Joana Raio, Joana Saraiva
Mathilde Major, Marta Félix
Miguel Branca, Nuno Mota
Raissa Vidal, Susana Sousa
Realização
João Pedro Fonseca
Autoria
Alice Joana Gonçalves
(CONTINUA PRÓXIMA TERÇA)
FONTE:RTP
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HOJE NA
"EXECUTIVE DIGEST"
Governo está a trabalhar com
operadores e regulador para criar
tarifa social para internet
O secretário de Estado para a Transição Digital disse hoje à Lusa que
o Governo está “a trabalhar” com os operadores e com o regulador para
ser criada a tarifa social de acesso a serviços de internet.
O Plano de Ação para a Transição Digital, hoje
publicado em Diário da República, apresenta 12 medidas, entre as quais o
programa de digitalização para as escolas e a tarifa social para
serviços de internet.
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“Achamos que à data de hoje o fator de
carência económica é, em alguns casos, condicionante daquilo que é a
infoinclusão de algumas franjas da população”, afirmou André de Aragão
Azevedo, quando questionado pela Lusa sobre a tarifa social para a
internet.
“Estamos a trabalhar com operadores e
regulador no sentido de criarmos condições de disponibilidade” de uma
tarifa social para “faixas mais vulneráveis da população”, avançou,
defendendo a universalidade e inclusão de todos no acesso à internet.
Para o governante, trata-se de “um serviço
básico e essencial nos dias de hoje” e que, por isso, “é essencial que
ninguém fique de fora deste processo de digitalização”.
Questionado sobre se esta tarifa social de
acesso a serviços de internet poderá estar disponível este ano, André de
Aragão Azevedo não avançou datas, referindo que a solução a ser
encontrada decorrerá da “negociação com outras partes”.
O objetivo é a criação de uma tarifa social de
acesso a serviços de internet que permita a utilização mais
generalizada desta ferramenta, de forma a promover a inclusão e a
literacia digital nas camadas mais desfavorecidas da população, de
acordo com a resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020 que aprovou o
Plano de Ação para a Transição Digital.
“O pacote legislativo digital que foi hoje
publicado em Diário da República é composto por três diplomas”, referiu o
governante, adiantando que um é sobre o Plano de Ação para a Transição
Digital, outro sobre a criação da Estrutura de Missão Portugal Digital
e, por último, o que estabelece os princípios gerais para a criação e
regulamentação das Zonas Livres Tecnológicas.
O Plano de Ação para a Transição Digital
traduz-se, “na prática, num guião daquilo que é o nosso plano das
múltiplas dimensões da transição digital em Portugal”, prosseguiu o
secretário de Estado, referindo que já havia várias iniciativas em
Portugal “bem-sucedidas, mas eram avulsas”.
Este guião tem como linhas de aposta as áreas
de competência, com investimento na qualificação das pessoas, a
transformação das empresas por via da dinâmica digital e a digitalização
da Administração Pública.
O Plano de Ação assenta em “três grandes
pilares de atuação”: capacitação e inclusão digital das pessoas,
transformação digital do tecido empresarial, e digitalização do Estado,
de acordo com a resolução publicada hoje em Diário da República.
O documento apresenta seis catalisadores de
transição digital em Portugal: regulação, privacidade, cibersegurança e
ciberdefesa; economia circular dos dados; conectividade e
infraestrutura; tecnologias disruptivas; alinhamento com a estratégia
digital europeia; e comunicação e promoção.
“Houve um esforço de sistematização e
organização” na elaboração deste plano, referiu o secretário de Estado,
apontando ainda a criação da “marca digital” Portugal Digital.
“Precisávamos de uma marca agregadora para nos
posicionarmos internacionalmente, que tivesse capacidade de narrativa
mais eficaz”, salientou André de Aragão Azevedo.
A Estrutura de Missão Portugal Digital fará o
acompanhamento das medidas de execução do programa do Governo relativas à
transição digital e de apoio à coordenação das políticas públicas em
matéria de transformação digital da sociedade e da economia, ficando na
dependência do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital,
Pedro Siza Vieira.
Questionado quando é que a estrutura – que
terá nove pessoas – estará operacional, o secretário e Estado disse que
será um processo célere.
Relativamente ao diploma sobre Zonas Livres
Tecnológicas, o governante referiu que este visa “implementar um quadro
que torne a experimentação e inovação em determinados setores mais
fáceis e mais simples”.
* Oxalá esta intenção se concretize e nas entrelinhas não esteja congeminada uma golpada das operadoras.
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HOJE NO
"i"
Tancos.
Arguido confessa envolvimento no roubo e implica Azeredo Lopes na farsa
Ex-fuzileiro João Paulino indicou o nome de dois militares da GNR que lhe falaram do alegado envolvimento do ex-ministro da Defesa no 'achamento'.
O arguido João Paulino, suspeito de ter liderado o assalto às armas
de Tancos em junho de 2017, confessou esta terça-feira ao juiz Carlos
Alexandre, no Tribunal de Monsanto, ter estado envolvido no furto e
indicou dois militares da GNR de Loulé - Lima Santos e Bruno Ataíde -
como tendo-lhe dito que Azeredo Lopes, ex-ministro da Defesa, esteve
também implicado na encenação da recuperação das armas. No entanto, não
quis revelar pormenores sobre o ‘achamento’ na região da Chamusca, em
Santarém.
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De acordo com o seu advogado, Melo Alves, João Paulino falou ainda de
outros dois militares da GNR, de quem não revelou os nomes, e ainda da
Polícia Judiciária Militar (PJM), “sabendo apenas que o diretor da
investigação era Vasco Brazão”. Segundo João Paulino, os dois militares
da GNR nomeados, Lima Santos e Bruno Ataíde, disseram-lhe para
participar num encontro com Luís Vieira, diretor da PJM, que nunca
aconteceu. Ataíde, recorde-se, já havia confessado em tribunal que a
encenação da recuperação das armas tinha tido a colaboração de
superiores hierárquicos da GNR.
Apesar de todas as restrições relacionadas com a covid-19, o debate
instrutório do processo está agendado para 4 e 5 de maio, no Tribunal de
Monsanto, envolvendo um total de 23 arguidos - acusados de associação
criminosa, terrorismo, tráfico de influências, denegação de justiça e
falsificação de documentos.
Nove dos arguidos são acusados de fazer o planeamento do roubo das
armas de Tancos e os restantes de encenar a recuperação das armas.
Em meados de fevereiro, recorde-se, Taciano Correia e Amândio
Marques, ex-diretores de investigação criminal da GNR, foram ouvidos
também no Tribunal de Monsanto. O Ministério Público avançou que foi
Taciano Correia quem alegadamente tomou conhecimento primeiro de que
existia um compromisso entre os elementos da PJM e os guardas de Loulé
no furto e posterior recuperação do armamento, mas o arguido terá negado
as acusações, repetindo o que havia dito na fase de inquérito.
De acordo com o mesmo, recebeu dois telefonemas do diretor da PJM
para uma colaboração, mas alegou não saber do que se tratava. A defesa
do ministro da Defesa O coronel, recorde-se, foi detido depois de
aterrar no aeroporto de Lisboa, vindo de uma missão na República
Centro-Africana, em agosto de 2019. Foi presente a tribunal e saiu em
liberdade, mas acabou por ser proibido de contactar com os restantes
arguidos. Também em fevereiro, Azeredo Lopes disse que não estranhou a
encenação de Tancos porque vê muitos filmes policiais. O antigo
governante disse que achou normal a existência de um informador que não
queria ser identificado.
“Por extravagante que me tenha parecido este procedimento, será de
ver filmes policiais, pareceu-me um modus operandi normal com um
informador que diz que não quer ser identificado”, disse o ex-ministro
da Defesa.
A alegada recuperação das armas roubadas dos paióis de Tancos ocorreu
em outubro de 2017, numa operação que envolveu elementos da GNR de
Loulé e a PJM.
O achamento ocorreu praticamente em simultâneo com os incêndios que
flagelaram o centro e norte do país nesse fim de semana de outubro,
enquanto o roubo das armas dos paióis de Tancos coincidiu com a tragédia
dos fogos de Pedrógão Grande e zonas envolventes, antes de verão, no
mês de junho desse ano de 2017.
* Um ex-militar que aceita colaborar num assalto a um quartel é um nojo. Não há necessidade de este nojento implicar o ex-ministro da Defesa na farsa posterior ao assalto, a maior parte da declarações proferidas por ele próprio enterram-no até aos testículos.
António Costa cometeu muitos erros de casting, alguns ainda perduram.
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