Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
31/03/2020
UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA
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135-ARTE ARRISCADA
THE CAGE
Interpretação:
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HOJE NO
"i"
Covid-19.
EUA são o segundo país com mais
vítimas mortais e ultrapassam a China
Embora a atualização diária não tenha sido feita
ainda pela administração, a Universidade de John Hopkin indica que os
Estados Unidos já vão em 3416 mortes e regista mais de 174 mil infeções.
A tragédia tem vindo a ser anunciada: o novo
coronavírus já matou mais nos Estados Unidos do que os ataques do 11 de
setembro, segundo a contagens estatais e das agências de saúde dos
condados. E de acordo com os avisos dos responsáveis pela coordenação ao
combate à epidemia, no melhor dos casos, as fatalidades podem chegar às
200 mil. Por enquanto, a cifra dos 3 mil foi ultrapassada - nos ataques
terroristas de há 19 anos estiveram a um dedo do registo das três mil
mortes.
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Os EUA já têm o maior número de casos confirmados com coronavírs no
mundo inteiro, com cerca de 160 mil. Mas é no estado de Nova Iorque que o
surto tem sido mais difícil de gerir: tem cerca de um terço do total
das vítimas mortais da covid-19 (cerca de 1200). O que levou o
governador de Nova Iorque a alertar - depois de anunciar que entre
domingo e segunda-feira morreram 250 pacientes - que o registo de
fatalidades diárias pode ser tão negro como o italiano e espanhol: pode
chegar às 800 por dia.
“Quero-me preparar para esse ápice, porque o vírus tem estado à nossa frente em todos os passos”, disse Cuomo aos repórteres.
E a luta institucional entre os governos estaduais e a Administração Trump parece estar para continuar. Um dia depois do ocupante da Casa Branca ter dito que “não tinha ouvido falar de testes durante semanas” e que o país tem testado “mais do que qualquer nação”, numa chamada entre os governadores, sugerindo que a escassez crónica destes já não representava um problema nos EUA, o governador republicano de Maryland insurgiu-se contra o Presidente do seu próprio partido, mas sem o culpar em
Em declarações à CNN, Larry Hogan afirmou que a escassez de testes está a levar as autoridades estaduais a terem que “adivinhar” onde estão os surtos e as taxas de infeção daqueles que se encontram hospitalizados. No entanto, elogiou o Governo federal pelos “grandes passos” tomados para endereçar esse problema: “Estamos todos juntos nisto”.
Um problema a decorrer também no estado de Montana, segundo uma gravação obtida pelo New York Times na segunda-feira. Segundo o governador deste estado, Steve Bullock, democrata, as autoridades de saúde estaduais têm tentado fazer “rastreamento de contacto”. Ou seja, tentar indentificar aqueles que estiveram em contato com infetados confirmados. Mas, o segundo o que o New York Times cita, Bullock disse que esse esforço contorce-se pela falta de “testes adequados”. “Estamos literalmente a um dia, se não recebermos kits de testes do Centro de Prevenção e Doenças, não seremos capazes de realizar testes em Montana”.
Para se ser mais exato, embora a atualização diária não tenha sido feita ainda pela administração, a Universidade de John Hopkin indica que os Estados Unidos já vão em 3416 mortes e regista mais de 174 mil infeções.
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“Quero-me preparar para esse ápice, porque o vírus tem estado à nossa frente em todos os passos”, disse Cuomo aos repórteres.
E a luta institucional entre os governos estaduais e a Administração Trump parece estar para continuar. Um dia depois do ocupante da Casa Branca ter dito que “não tinha ouvido falar de testes durante semanas” e que o país tem testado “mais do que qualquer nação”, numa chamada entre os governadores, sugerindo que a escassez crónica destes já não representava um problema nos EUA, o governador republicano de Maryland insurgiu-se contra o Presidente do seu próprio partido, mas sem o culpar em
Em declarações à CNN, Larry Hogan afirmou que a escassez de testes está a levar as autoridades estaduais a terem que “adivinhar” onde estão os surtos e as taxas de infeção daqueles que se encontram hospitalizados. No entanto, elogiou o Governo federal pelos “grandes passos” tomados para endereçar esse problema: “Estamos todos juntos nisto”.
Um problema a decorrer também no estado de Montana, segundo uma gravação obtida pelo New York Times na segunda-feira. Segundo o governador deste estado, Steve Bullock, democrata, as autoridades de saúde estaduais têm tentado fazer “rastreamento de contacto”. Ou seja, tentar indentificar aqueles que estiveram em contato com infetados confirmados. Mas, o segundo o que o New York Times cita, Bullock disse que esse esforço contorce-se pela falta de “testes adequados”. “Estamos literalmente a um dia, se não recebermos kits de testes do Centro de Prevenção e Doenças, não seremos capazes de realizar testes em Montana”.
Para se ser mais exato, embora a atualização diária não tenha sido feita ainda pela administração, a Universidade de John Hopkin indica que os Estados Unidos já vão em 3416 mortes e regista mais de 174 mil infeções.
* Até no Covid America será First, dirá Trump.
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HOJE NO
"A BOLA"
«É fundamental que as Ligas
terminem até 30 de junho»
Sem
data prevista para o regresso dos campeonatos profissionais, Pedro
Proença acredita que até 30 de junho será possível terminar esta
temporada, apurando assim campeão e descidas, e deixando assim caminho
para que se possa organizar do zero a época seguinte. Só não se sabe
ainda quando a atividade poderá ser retomada.
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«Estamos a
atravessar uma decisão histórica por razões negativas, pela primeira
vez foi preciso suspender a atividade e por tempo indeterminado. Tivemos
capacidade de perceber o momento de crise, também estamos a cumprir a
obrigação de estar em casa, que é uma obrigação moral para o quanto
antes podermos restabelecer normalidade à atividade económica e
desportiva. Estamos todos na expectativa de passar esta fase negra, que
vai ter consequências para tudo e todos. Sabemos que estamos dependentes
de instâncias governamentais, da DGS. Também as instâncias
internacionais – amanhã há uma reunião com a UEFA onde as
ligas/federações têm expectativas de receber instruções sobre o futuro
próximo. Os clubes estão imbuídos do espírito de que competições devem
regressar e temos três meses para uma retoma com a época a terminar a
30 de junho», disse o presidente da Liga em entrevista à TSF.
Pedro
Proença admitiu ainda que possa ser necessário jogar à porta fechada
para agilizar a conclusão das 10 jornadas que faltam e a final da Taça
de Portugal, dando a entender que, para já, era do interesse de todos
que a época não se prolongasse para julho ou agosto.
«Todos
já percebemos, pela pirâmide das competições, que é fundamental que as
ligas terminem, porque isso permite dar alguma normalidade e preparar a
próxima época sabendo quem tem acesso a competições internacionais, o
campeão, quem é despromovido. Não podemos colocar em causa esta época e
as vindouras. Acreditamos que vai ser possível jogar ainda nesta
temporada. Daremos o passo tendo garantia das autoridades de que há
condições para essa retoma, mas queremos ter um campeão, por isso vamos
tranquilizar a cadeia desportiva», disse ainda, sublinhando mais uma vez
a «dependência das entidades europeias para projetar a próxima época»:
«Estamos
preparados. Assim que houver autorização temos todos os cenários
montados para que possa a acontecer. Sem Europeu [adiado para 2021]
tivemos um alargamento de espaço disponível, mais 45 dias que
conseguimos ganhar e que vai permitir um calendário diferente. Temos
discutido internamente as dimensões do problema», acrescentou ainda
àquela rádio.
«Porta fechada? Estamos sempre dependentes
das autoridades de saúde. Vamos tentar perceber quando sairmos do estado
de emergência quais serão as contingências. Todos os cenários estão
equiacionados. A porta fechada foi o primeiro cenário, antes da
suspensão, sendo que o principal objetivo é terminar a época; podemos
também ter um torneio que pudesse condensar as competições. Depende do
tempo que tivermos para terminar sem mexer com a próxima temporada»,
concluiu.
* Apesar de todas as negociatas verdadeiramente fundamental é Portugal, não o futebol.
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