31/03/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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135-ARTE ARRISCADA

THE CAGE

Interpretação:
Dalija Imanic,
 Jovica Begoyev 
Tamara Ivanovic, 
Marija Bajcetic, 
Tatjana Popovic ... 
Música
Gustav Maler 
Coreografia
Lydia Pilipenko



FONTE:   Dalija Imanic  

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ENGENHARIA DE TOPO/19

19.4-Super Gasoduto


. FONTE: Documentários Discovery Channel

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HOJE  NO 
"i"
Covid-19.
EUA são o segundo país com mais 
vítimas mortais e ultrapassam a China

Embora a atualização diária não tenha sido feita ainda pela administração, a Universidade de John Hopkin indica que os Estados Unidos já vão em 3416 mortes e regista mais de 174 mil infeções.

A tragédia tem vindo a ser anunciada: o novo coronavírus já matou mais nos Estados Unidos do que os ataques do 11 de setembro, segundo a contagens estatais e das agências de saúde dos condados. E de acordo com os avisos dos responsáveis pela coordenação ao combate à epidemia, no melhor dos casos, as fatalidades podem chegar às 200 mil. Por enquanto, a cifra dos 3 mil foi ultrapassada - nos ataques terroristas de há 19 anos estiveram a um dedo do registo das três mil mortes.
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Os EUA já têm o maior número de casos confirmados com coronavírs no mundo inteiro, com cerca de 160 mil. Mas é no estado de Nova Iorque que o surto tem sido mais difícil de gerir: tem cerca de um terço do total das vítimas mortais da covid-19 (cerca de 1200). O que levou o governador de Nova Iorque a alertar - depois de anunciar que entre domingo e segunda-feira morreram 250 pacientes - que o registo de fatalidades diárias pode ser tão negro como o italiano e espanhol: pode chegar às 800 por dia.
“Quero-me preparar para esse ápice, porque o vírus tem estado à nossa frente em todos os passos”, disse Cuomo aos repórteres.

E a luta institucional entre os governos estaduais e a Administração Trump parece estar para continuar. Um dia depois do ocupante da Casa Branca ter dito que “não tinha ouvido falar de testes durante semanas” e que o país tem testado “mais do que qualquer nação”, numa chamada entre os governadores, sugerindo que a escassez crónica destes já não representava um problema nos EUA, o governador republicano de Maryland insurgiu-se contra o Presidente do seu próprio partido, mas sem o culpar em

Em declarações à CNN, Larry Hogan afirmou que a escassez de testes está a levar as autoridades estaduais a terem que “adivinhar” onde estão os surtos e as taxas de infeção daqueles que se encontram hospitalizados. No entanto, elogiou o Governo federal pelos “grandes passos” tomados para endereçar esse problema: “Estamos todos juntos nisto”.

Um problema a decorrer também no estado de Montana, segundo uma gravação obtida pelo New York Times na segunda-feira. Segundo o governador deste estado, Steve Bullock, democrata, as autoridades de saúde estaduais têm tentado fazer “rastreamento de contacto”. Ou seja, tentar indentificar aqueles que estiveram em contato com infetados confirmados. Mas, o segundo o que o New York Times cita, Bullock disse que esse esforço contorce-se pela falta de “testes adequados”. “Estamos literalmente a um dia, se não recebermos kits de testes do Centro de Prevenção e Doenças, não seremos capazes de realizar testes em Montana”.

Para se ser mais exato, embora a atualização diária não tenha sido feita ainda pela administração, a Universidade de John Hopkin indica que os Estados Unidos já vão em 3416 mortes e regista mais de 174 mil infeções.

* Até no Covid America será First, dirá Trump.

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X - DITADORES
4- FIDEL CASTRO
DITADOR DE CUBA



FONTE:   Mundo dos Docs     

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HOJE  NO
"A BOLA"
«É fundamental que as Ligas 
terminem até 30 de junho»

Sem data prevista para o regresso dos campeonatos profissionais, Pedro Proença acredita que até 30 de junho será possível terminar esta temporada, apurando assim campeão e descidas, e deixando assim caminho para que se possa organizar do zero a época seguinte. Só não se sabe ainda quando a atividade poderá ser retomada. 
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«Estamos a atravessar uma decisão histórica por razões negativas, pela primeira vez foi preciso suspender a atividade e por tempo indeterminado. Tivemos capacidade de perceber o momento de crise, também estamos a cumprir a obrigação de estar em casa, que é uma obrigação moral para o quanto antes podermos restabelecer normalidade à atividade económica e desportiva. Estamos todos na expectativa de passar esta fase negra, que vai ter consequências para tudo e todos. Sabemos que estamos dependentes de instâncias governamentais, da DGS. Também as instâncias internacionais – amanhã há uma reunião com a UEFA onde as ligas/federações têm expectativas de receber instruções sobre o futuro próximo. Os clubes estão imbuídos do espírito de que competições devem regressar e  temos três meses para uma retoma com a época a terminar a 30 de junho», disse o presidente da Liga em entrevista à TSF.

Pedro Proença admitiu ainda que possa ser necessário jogar à porta fechada para agilizar a conclusão das 10 jornadas que faltam e a final da Taça de Portugal, dando a entender que, para já, era do interesse de todos que a época não se prolongasse para julho ou agosto.

«Todos já percebemos, pela pirâmide das competições, que é fundamental que as ligas terminem, porque isso permite dar alguma normalidade e preparar a próxima época sabendo quem tem acesso a competições internacionais, o campeão, quem é despromovido. Não podemos colocar em causa esta época e as vindouras. Acreditamos que vai ser possível jogar ainda nesta temporada. Daremos o passo tendo garantia das autoridades de que há condições para essa retoma, mas queremos ter um campeão, por isso vamos tranquilizar a cadeia desportiva», disse ainda, sublinhando mais uma vez a «dependência das entidades europeias para projetar a próxima época»:

«Estamos preparados. Assim que houver autorização temos todos os cenários montados para que possa a acontecer. Sem Europeu [adiado para 2021] tivemos um alargamento de espaço disponível, mais 45 dias que conseguimos ganhar e que vai permitir um calendário diferente. Temos discutido internamente as dimensões do problema», acrescentou ainda àquela rádio.

«Porta fechada? Estamos sempre dependentes das autoridades de saúde. Vamos tentar perceber quando sairmos do estado de emergência quais serão as contingências. Todos os cenários estão equiacionados. A porta fechada foi o primeiro cenário, antes da suspensão, sendo que o principal objetivo é terminar a época; podemos também ter um torneio que pudesse condensar as competições. Depende do tempo que tivermos para terminar sem mexer com a próxima temporada», concluiu.

* Apesar de todas as negociatas verdadeiramente fundamental é Portugal, não o futebol.

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Desafio em Dose Dupla
2.1- Planícies Congeladas


Canal Godeleiro
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