29/03/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXVI~MEGA FÁBRICAS
2-DUCATI MULTISTRADA


FONTE: YRFA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Pedro Arroja condenado a pagar dez mil euros a Paulo Rangel por difamação

Tribunal da Relação do Porto deu razão ao advogado que é candidato do PSD ao Parlamento Europeu no processo relativo à Associação Joãozinho. Foi mantida a condenação de Arroja por ofensa ao escritório Quatrecasas.

O economista Pedro Arroja foi condenado a pagar dez mil euros a Paulo Rangel numa decisão do Tribunal da Relação do Porto que considerou Arroja culpado do crime de difamação agravada por ter sido difundida na comunicação social. O caso diz respeito a comentários feitos num canal de televisão pelo economista que é o rosto da associação Joãozinho sobre um trabalho jurídico sobre a construção da nova ala pediátrica do Hospital de São João, no Porto.
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A Relação manteve a condenação de Arroja a uma indemnização de cinco mil euros à Quatrecasas, escritório onde trabalhava Rangel, pelo crime de ofensa a pessoas coletiva. A isto acrescem as multas. No caso agora alterado - no julgamento de primeira instância em Matosinhos Pedro Arroja tinha sido absolvido -, foi condenado a uma multa de cinco mil euros. Como já tinha sido punido com um multa de quatro mil euros, relativa à Quatrecasas, os juízes fixaram agora em cúmulo jurídico uma multa total e única de sete mil euros. No total, foi condenado a 15 mil euros de indemnizações a Paulo Rangel e à Qutrecasas e aos sete mil euros de multa.

O acórdão teve como relatora a juíza Paula Guerreiro e não recolheu unanimidade. Um dos juízes desembargadores votou vencido, por considerar que o interesse público "levava a que se devesse dar preponderância à tutela da liberdade de expressão em relação ao interesse do ofendido à reputação, a qual poderia ser sempre reposta".

Para condenar Arroja por difamação e à indemnização por danos não patrimoniais a Rangel, o acórdão não alterar a matéria de facto dada como provada em primeira instância, mas considera que é suficiente para a condenação por difamação agravada.

Foi a 25 de maio de 2015 que Pedro Arroja, no Porto Canal, teceu um comentário a propósito de um trabalho jurídico sobre a construção da nova ala pediátrica do Hospital de São João, no Porto. A​​​​​​cusou então o eurodeputado do PSD ​​Paulo Rangel e a sociedade de advogados, onde trabalhava na altura, de contribuírem para a paralisação da obra, financiada por mecenato. Arroja falou em "promiscuidade entre política e negócios", sublinhando que Paulo Rangel era um "exemplo acabado" disso porque é político e estava à frente de uma sociedade de advogados.

"Como políticos andam certamente a angariar clientes para a sua sociedade de advogados - clientes sobretudo do Estado, Hospital São João, câmaras municipais, ministérios disto e ministérios daquilo. Quando produzem um documento jurídico, a questão que se põe é se esse documento é um documento profissional ou, pelo contrário, é um documento político para compensar a mão que lhe dá de comer?!", afirmou o economista, em 2015. 

Esta decisão da Relação do Porto foi tomada na quarta-feira, dia 27, e ainda é recorrível.

Pedro Arroja é presidente da "Associação Humanitária Um Lugar Para O Joãozinho", que foi constituída em janeiro de 2014, com o objetivo de obter financiamento para a nova ala pediátrica do Hospital de São João, no Porto.

* O sr. Arroja é um arrojado inconseguido.


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/  
/DA MADEIRA"
“A Europa foi muito mais importante para nós do que o Estado português”

O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, presidiu, esta tarde, às comemorações dos 20 anos da Equipa Médica de Intervenção Rápida (EMIR), evento que se realizou na sede do Serviço Regional da Protecção Civil, na Cancela.
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Num discurso recheado de farpas a Lisboa, Albuquerque não quis deixar de sublinhar a importância da União Europeia no desenvolvimento da Madeira nos últimos 42 anos e, em particular, no apoio ao socorro civil.

“O que permitiu na verdade a criação deste serviço foi um conjunto de boas decisões políticas e a circunstância de termos autonomia política (...) se nós estivéssemos à espera que em Lisboa tomassem a decisão penso que ainda estávamos na pré-história da criação deste serviço”, começou por referir o presidente do Governo.

Numa altura que diz haver “diversos equívocos de interpretação sobre a evolução da Madeira”, realçou que “a Europa foi muito mais importante para nós do que o Estado português”. “Grande parte da comparticipação e dos montantes para o financiamentos dos equipamentos de socorro para todas as corporações de bombeiros e para o socorro civil vem da UE e não do Estado”, acrescentou.

Em contrapartida, disse que “do Estado só temos recebido desconsiderações”, fazendo referência às declarações da ministra da Saúde, a propósito do Estado insistir em deduzir o valor do património regional na comparticipação assumida pela República para a construção do novo hospital.

“A Madeira recebeu muito da União Europeia e temos de mostrar mais uma vez o nosso reconhecimento”, atirou.

Albuquerque aproveitou ainda para “louvar os profissionais que ao longo de todos estes anos incorporaram este serviço” e que fizeram com que a EMIR seja “altamente respeitando junto da população”.

“A Região está empenhada em melhorar a capacidade operacional e técnica da EMIR”, assegurou o presidente do Governo, mostrando-se ainda solidário com a homenagem ao médico Carlos Alberto, fundador da EMIR.

Na ocasião estiveram também presentes os antigos secretários regionais com a tutela da Protecção Civil e os antigos presidentes do Serviço Regional da Protecção Civil.

Fundada em 1999, a EMIR é presentemente coordenada pelo médico António Brazão, que lidera igualmente o Serviço de Emergência Médica Regional (SEMER), que tutela aquela.

A Equipa Médica de Intervenção Rápida é composta por 15 médicos e 10 enfermeiros, enquanto que o SEMER já tem 44 profissionais, incluindo os técnicos diferenciados que funcionam no âmbito do novo Sistema de Triagem e Aconselhamento Electrónico.

* A RAM pertence à Europa porque é território do Estado português, o Sr. Miguel Albuquerque é europeu porque é cidadão do Estado português, tem passaporte diplomático que lhe foi concedido pelo  Estado português, vai ter uma reforma choruda atribuída  pelo Estado português e diz calinadas porque existe democracia no Estado português.

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VI- OS BÁRBAROS
1-OS SAXÕES



FONTE:  Canal Documentario

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Quase um quinto dos portugueses 
prefere decisões de inteligência artificial 
às dos políticos

Apesar de se mostrarem dos mais relutantes entre os inquiridos de oito países europeus, os portugueses afirmam-se favoráveis à hipótese de deixar decisões políticas nas mãos da inteligência artificial.

Quase um quinto dos portugueses permitiria que decisões políticas fossem tomadas por sistemas de inteligência artificial, indica um estudo da IE University. Os portugueses são, contudo, os mais céticos entre os cidadãos dos oito países europeus contemplados no estudo.
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"Um em cada quatro europeus seria favorável a que um dispositivo de inteligência artificial tomasse decisões importantes sobre questões relacionadas com a administração do seu país", conclui a IE University  no estudo European Tech Insights 2019. 

No caso dos portugueses, a percentagem a mostrar-se favorável a esta situação fica pelos 19%, a mais baixa entre as diferentes localizações.

Países Baixos, Alemanha e Reino Unido são as localizações onde a fatia de cidadãos que aprova o uso de inteligência artificial na gestão da nação é maior. No estudo é sugerido que esta mentalidade "provavelmente se relaciona com a crescente desconfiança que os cidadãos sentem em relação aos governos e políticos" e com um "questionar acerca do modelo europeu de democracia representativa".

O estudo reflete o contributo de cidadãos de oito países europeus. Para além de portugueses, foram inquiridos indivíduos de França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Países Baixos e Reino Unido.

Os portugueses, de mãos dadas com os espanhóis e os italianos, foram aqueles que, paralelamente, se mostraram mais de acordo com a intervenção do Governo no mercado de trabalho. Mais de 70% dos europeus acreditam que o governo deveria avançar com fortes medidas para limitar a automação nos negócios e responder a possíveis efeitos negativos.

Por cá, a matéria em que o executivo é mais bem-vindo a intervir é o apoio na situação de desemprego provocada pela substituição de trabalhadores por tecnologia. O estudo indica ainda que a maioria dos europeus está preocupado com a possibilidade de que os robôs substituam a força de trabalho humana.

Já no que toca à hipótese de banir conteúdos de índole política e ideológica das redes sociais, Portugal destaca-se, logo a seguir a Espanha, como um dos dois países mais relutantes, embora quase metade dos inquiridos (48%) concordem.

Para além destas conclusões, o estudo revela que 40% dos europeus acredita que a empresa para a qual trabalha irá desaparecer em 10 anos a não ser que sejam implementadas mudanças "profundas e rápidas".

A IE University é uma universidade espanhola que se dedica ao ensino de matérias que vão desde a gestão e economia até às ciências sociais. O estudo foi desenvolvido no Center for the Governance of Change (CGC) da instituição académica, um centro que trabalha para analisar o impacto político, económico e social da evolução tecnológica. As conclusões tiveram por base as respostas de 2.576 cidadãos, espalhados pelos oito países contemplados.

* Isto porque a inteligência artificial não é falsa, agora a dos políticos....

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ANA ROMA TORRES

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Então a Internet ‘crashou’…

Há uns dias a internet ‘crashou’, parou, desligou-se, evaporou-se. Ficou tudo maluco e sem saber o que se estava a passar. Telemóveis e computadores em refresh constante a ver se voltava, ai meu Deus o que fazemos agora.

Nos dias seguintes foram vários os memes e comentários em torno do tema e as brincadeiras em que se dizia até que finalmente tínhamos convivido uns com os outros, olhando no olho como já não fazíamos há uns bons tempos.

Eu achei piada, confesso. Numa era em que a digitalização é mandatória e em que quando falamos de comunicação parece que não há mais nada além do digital, este tipo de acontecimento abana todas as nossas certezas.

É inegável o seu poder e a revolução que o mundo vive por causa da internet. E neste momento o desafio de todas as marcas é como trabalhar o digital, como trabalhar a data, como inovar, como segmentar audiências, como criar o conteúdo mais relevante e servi-lo a quem interessa.

Hoje em dia sentimos de facto que o digital além de ser um monstro que nem sempre sabemos domar é um verdadeiro desafio do ponto de vista estratégico. No meio de tanta data a primeira ideia seria que é muito mais fácil trabalhar, porque sabemos de facto o que interessa às pessoas, onde elas estão e o que querem ver.

Mas a verdade é que o desafio vai muito mais além porque a informação é tanta que já não sabemos por onde pegar. É como se estivéssemos a escrever um livro, mas estamos bloqueados na página em branco.

É neste contexto, que surgem novos perfis e pessoas verdadeiramente nativas digitais, que se movem nesse ecossistema e o percebem melhor que ninguém, o que se deve fazer. As equipas de marketing reforçam-se neste sentido e de repente todos falamos uma nova linguagem. Surgem novos cargos e novas necessidades para acompanhar toda esta evolução.

E torna-se mais evidente que, apesar de tudo estar hoje em dia muito relacionado com data, a criatividade assume um papel que não pode ser descurado.

Seja qual for o nosso perfil, a criatividade leva-nos a ver o mundo de uma forma sempre enriquecedora e pode ser o trigger para que a data passe de monstro a um animal super domável e querido, que está aqui só para chegar aos melhores resultados.

Até porque, sejamos honestos, se um dia a internet acabar de vez, temos mesmo de ser muito criativos para voltarmos todos a sermos amigos e a gostarmos uns dos outros sem ser à distância de um clique.

*Diretora Criativa Havas Sports & Entertainment

IN "SOL"
25/03/19

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