21/09/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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DEPILAÇÃO...



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XIX~MEGA FÁBRICAS 4-LA FABRICA DE CERVEZA NEGRA

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XIX~MEGA FÁBRICAS
4-LA FABRICA DE CERVEZA NEGRA
MAS GRANDE DEL MUNDO


FONTE:   Iván Vesga

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Salsichas com atum foi refeição escolar em Oeiras. Diretor atira culpas aos alunos

Um aluno tirou uma foto ao prato principal do almoço que lhe serviram na Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras: salsichas com atum, mais nada. A mãe indignou-se. O diretor do agrupamento culpa os alunos que não reservam as refeições de véspera.

Aconteceu na quarta-feira, quando a ementa escolar indicava frango com massa, mas a alguns alunos foi servido salsichas e atum, conforme um deles fotografou. Além de sopa, pão e uma maçã. A mãe partilhou a imagem no Facebook, com a legenda "Algo não está bem quando, na Escola Secundária Sebastião e Silva - Oeiras, consta do menu escolar 'massa com frango', mas aos alunos é servido 'salsichas com atum' sem qualquer acompanhamento. Salsichas COM atum???".
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O post originou uma onda de críticas e a reação do vereador da Educação da Câmara Municipal de Oeiras, que pediu explicações à direção escolar, que, só nessa altura, reagiu. "Tenho dito inúmeras vezes que nenhum aluno fica sem almoçar aconteça o que acontecer", começou por justificar Domingos Santos, diretor do Agrupamento de Escolas de São Julião da Barra (AESJB), que tem sede na Escola Secundária Sebastião e Silva.

E conclui: "Na quarta-feira houve um número elevado de alunos que vieram comer ao refeitório sem terem marcado a refeição até às 17:00 do dia anterior como está estipulado. Os que não marcaram, deviam ter ficado para o fim, o que não aconteceu. Acabou o frango com a massa e a cozinheira abriu uma lata de atum, quando acabou o atum, serviu salsichas e fritou batatas."

300 almoços diários
A escola tem 1500 alunos, entre o 7.º e 12.º anos, sendo que 300 comem diariamente no refeitório. Segundo Domingos Santos, a empresa que serve as refeições, Uniself, faz mais 15/20 refeições, mas na quarta-feira, o número de excedente foi muito maior.

"Quando falta comida tem de se improvisar e, na quarta-feira, improvisou-se com atum e salsichas", sublinha Domingos Santos, garantido que a cozinheira os serviu com batata frita.

O DN apurou junto de outros funcionários da Escola que a "improvisação" não aconteceu apenas na quarta-feira. Ontem acabou o bacalhau à brás e serviram aos alunos atum com massa espiral.

Explicaram que tem havido alguma confusão nesta primeira semana de aulas e que alguns alunos não conseguiram reservar as refeições. Apesar disso, a Uniself não terá sido informada do sucedido. "A empresa está obrigada a cumprir o caderno de encargos e servir o número de refeições marcadas até às 17:00 da véspera", justifica o diretor do agrupamento.

Segunda-feira, diz Domingos Santos, "quem não marcou a refeição e tem uma razão para isso acontecer não fica sem comer, mas têm que ficar para o fim para evitar o erro cometido na quarta-feira. Os que não marcaram não têm que se queixar. O que correu mal é que alguns alunos reservaram uma refeição de frango e massa e não foi isso que lhes serviram. Se voltar a acontecer, mesmo comendo, é-lhes devolvido o dinheiro que pagaram. "Cada refeição custa 1,45 cêntimos, mais 50 Cêntimos se for comprada no próprio dia".

* Não é uma tragédia embora seja ridículo, perigoso é se este improviso se estende à parte pedagógica.
É batota culpabilizar alunos para encobrir stocks "rotos". 
A autora da foto dá de comer ao filho produtos com açucar e sal e bebidas gaseificadas?

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VI- CONTACTOS
EXTRATERRESTRES
2- SERES



Fonte: Levy Mac
* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/    
/DA MADEIRA"
Marcelo agradece a 
Joana Marques Vidal mas diz que
.instituições ficam e pessoas passam

O Presidente da República agradeceu hoje à procuradora-geral da República cessante “o empenho e humilde sentido do bem comum”, mas disse também que “a riqueza da democracia” é que as instituições ficam e as pessoas passam.

Marcelo Rebelo de Sousa falava no encerramento da conferência internacional “Combate à corrupção: perspectivas de futuro”, organizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), na Torre do Tombo, em Lisboa.
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Dirigindo-se a Joana Marques Vidal, o chefe de Estado agradeceu-lhe “o empenho de uma carreira e, nela, de uma missão particularmente relevante nos últimos anos” como procuradora-geral da República, bem como a sua “humildade no serviço do bem comum, também no sentido colectivo do desempenho, na preocupação com a ‘res publica’, na diferença, sempre explicitada, entre as instituições que ficam e as pessoas que passam”.

“Sabemos bem, senhora procuradora-geral da República, que é essa a riqueza da democracia. Nós, seus servidores, tudo devemos fazer para valorizar, prestigiar, fortalecer, credibilizar as instituições.

 Mas, somos passageiros titulares de cargos, de funções, que recebemos de outros e a outros transmitindo, assim permitindo a renovação nas ideias, nos estilos, nas iniciativas - ainda que devam permanecer os valores, os princípios e as prioridades institucionalizadas”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa fez ainda “uma menção à forma leal, pessoal e institucionalmente leal”, como a procuradora-geral da República “se relacionou com o Presidente da República nos últimos dois anos e meio”, declarando: “Fica aqui registado para memória futura”.

O Presidente da República considerou que a “humildade coerente e constante” de Joana Marques Vidal e o seu “dedicado, inteligente e pertinaz serviço do bem comum” devem ser reconhecidos e prometeu que “o Estado português, em tempo devido, formalmente assinalará” esse agradecimento.

O chefe de Estado, que na quinta-feira nomeou Lucília Gago procuradora-geral da República, com efeitos a partir de 12 de Outubro, sob proposta do Governo, foi recebido à chegada a esta conferência pela titular cessante deste cargo, Joana Marques Vidal.

Os dois cumprimentaram-se à porta da Torre do Tombo e Joana Marques Vidal agradeceu ao chefe de Estado a sua presença nesta iniciativa.

“Por amor de Deus, então, está combinado há tanto tempo”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa. “É verdade”, disse a procuradora-geral da República, que termina o seu mandato de seis anos no dia 12 de Outubro.

Depois, no início da sessão de encerramento desta conferência, Joana Marques Vidal quis deixar “uma palavra especial para agradecer a presença do senhor Presidente nesta sessão e para lhe agradecer também sempre todo o apoio institucional que tem dado ao Ministério Público de Portugal”.

Na sua intervenção, o Presidente da República sustentou que, assim como as instituições prevalecem sobre as pessoas, o combate à corrupção “não é um combate só de uma pessoa, só de um grupo, só de uma facção, só de uma instituição”, mas sim “um combate de um povo, de um Estado, de uma Constituição”.

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que esse combate “é urgente, é desafiante e é decisivo” para a democracia, constituindo uma “prioridade nacional” que deve envolver todos “num verdadeiro e permanente desafio pedagógico”.

“Porque a corrupção se combate, desde logo, na prevenção, na cultura cívica de condenar o que é condenável, de substituir o laxismo, o facilitismo, a condescendência, o favor, compadrio, pela verdade, pela transparência, pela exigência, pela responsabilidade”, argumentou.

* "As instituições ficam e as  pessoas passam" também é válido para a Presidência da República,  Joana Marques Vidal passará para a História de Portugal como o melhor PGR da democracia nacional, não é o estilo popularucho que define o melhor presidente.

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