Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
15/01/2018
.
4-The birth of Adam and Eve"
by Yakov Lifchitz
.
.
.
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
"CORREIO DA MANHÃ"
Sismo de 4,9 assusta Portugal
Um sismo de 4,9 na escala de Richter foi sentido, esta segunda-feira, na Grande Lisboa.
O epicentro do abalo, que aconteceu às 11h51, foi localizado a cerca de seis quilómetros a Norte-Nordeste de Arraiolos, segundo informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Em comunicado, o IPMA garante que o tremor não causou quaisquer danos pessoais ou materiais, mas foi sentido com intensidade máxima IV (escala de Mercalli modificada) na região de Elvas.
.
Este foi o maior sismo dos últimos 20 anos. A Proteção Civil corrobora esta informação, garantindo que não há vítimas ou estragos a lamentar. "Tivemos muitos telefonemas sobretudo dos comandos de Évora, Portalegre e de toda a faixa entre Lisboa e Coimbra. As pessoas sentiram o sismo e procuravam saber se tínhamos esse registo, se o tínhamos identificado. Importante é que não temos até ao momento registo de danos materiais ou pessoais", disse o comandante Pedro Araújo.
Mais de uma hora depois, a ANPC ainda estava a receber telefonemas. "Mas o mais importante é que até ao momento não há registo de danos pessoais ou materiais", disse. No entanto, o CM sabe que parte de um telhado de uma casa em Alcáçovas, Viana do Alentejo, caiu após o abalo desta segunda-feira. Segundo fonte da GNR, não estava ninguém na habitação no momento do sismo, mas a população vizinha garante que a mesma é habitada.
O terramoto foi sentido em diversos locais de norte a sul do país. Ao Correio da Manhã estão a chegar relatos de locais como Sintra, Setúbal, Vimieiro, Odivelas, Caldas da Rainha e até Maia.
O Agrupamento de Escolas de Arraiolos (Évora) foi mesmo evacuado, como medida de prevenção, na sequência do sismo, indicaram fontes da escola e da câmara. Está previsto que as aulas retomem o seu normal funcionamento esta tarde de segunda-feira. José Manuel Pinto, do gabinete de informação da Câmara de Arraiolos, explicou que o plano de segurança do agrupamento escolar "foi acionado" e que "os professores e alunos saíram do edifício".
"Os professores seguiram as regras que estão definidas e levaram os alunos para um ponto de encontro que está estabelecido no plano de segurança", acrescentou. O tremor de terra também afetou terras vizinhas, em Espanha. Numa biblioteca universitária em Badajoz, o abalo foi sentido com tanta força que até foi gravado um vídeo a mostrar o que se passava.
* Foi um simples afago telúrico que a maior parte dos portugueses não sentiu.
Não houve tragédia portanto não há direito a beijoquiçes e a missas.
.
.
.
HOJE NO
"OBSERVADOR"
"OBSERVADOR"
Provedoria de Justiça sugere aviso prévio
.e período de tolerância antes de multar
.e período de tolerância antes de multar
Documento da Provedoria de Justiça diz que empresas de estacionamento como a EMEL não devem receber receita das multas. E sugere um aviso com período de tolerância antes de ser aplicada a multa.
A Provedoria de Justiça defende que as empresas públicas municipais,
como a EMEL e a EPorto, devem ser proibidas de receber o produto das
multas de estacionamento. E sugere medidas para a atuação dos agentes de
fiscalização e aos valores cobrados. O provedor adjunto de Justiça,
Jorge Miranda Jacob, considera que, em causa está “a proteção dos particulares contra situações abusivas”, segundo avançou o Jornal de Negócios. que cita um documento remetido à Associação Nacional dos Municípios Portugueses.
.
.
Nesta
exposição, que também chegou a membros do Governo, Jorge Miranda Jacob,
levanta questões relativamente à atuação das empresas e sugere medidas,
nomeadamente no que diz respeito ao montante das tarifas, à rapidez com
que se procede às autuações e aos problemas nos equipamentos.
Uma das medidas que sugere é a fixação de “limites mínimos e máximos dos valores cobrados”,
já que considera que as quantias aplicadas nas diferentes regiões do
país são muito díspares e que há “desigualdade de critérios” das
isenções.
Jorge Miranda Jacob questiona ainda o Executivo sobre a possibilidade de ser introduzido um período de tolerância,
defendendo que os agentes de fiscalização devem ser mais razoáveis “na
autuação de viaturas estacionadas sem comprovativo do pagamento da
tarifa”. Assim, sugere que se comece por afixar um aviso a indicar que o
condutor “se encontra prestes a cometer uma infração”. A ideia é que se
conceda “um período limitado de tempo — 10 ou 15 minutos — que
possibilite ao condutor obter meios para efetuar o pagamento”.
O provedor adjunto manifesta ainda estranheza pelo que qualifica de
“tolerância acrescida” das autoridades para com os casos de
estacionamento em segunda fila. E defende o reforço da fiscalização,
admitindo contudo que é necessário definir procedimentos de emergência
para a ocupação de lugares que impeçam o acesso a garagens ou estejam
reservados a cidadãos com mobilidade reduzida.
Na comunicação, é ainda recomendado que sejam avaliadas o estado da sinalização, dos equipamentos de emissão de talões e das condições de visibilidade, “ao invés de fazer recair sobre os particulares as consequências negativas” de circunstâncias como estas.
* A EMEL em vez de gerir o parqueamento tornou-se a "PIDE" do cidadão com automóvel de Lisboa. Acresce que parte dos seus agentes não têm formação cívica adequada, alguns são mal educados e a rotina é "dispara primeiro pergunta depois".
Diz-se por aí que a EMEL vendeu mais parqueamentos do que lugares efectivos para estacionar.
Mas a EMEL dá tachos.
Sugestão: Se vir uma cobra e um/a agente da EMEL, proteja a cobra.
.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


