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Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
09/11/2017
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CONVERSA ACABADA
de João César Monteiro
com
ALEXANDRA LENCASTRE
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Caracas condena sanções dos
EUAe acusa Trump de desprezo
pelos venezuelanos
A
Venezuela condenou hoje as novas sanções impostas contra 10
funcionários do Governo do Presidente Nicolás Maduro e acusou o chefe de
Estado norte-americano, Donald Trump, de “mostrar desprezo” pelos
venezuelanos.
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“Condenamos a nova onda de pretendidas sanções unilaterais da administração de Donald Trump contra funcionários do Estado venezuelano. A Venezuela é um país livre, independente e soberano que exercerá permanentemente o seu direito à autodeterminação”, escreveu o ministro venezuelano de Relações Exteriores na sua conta do Twitter.
Segundo Jorge Arreaza, “estas sanções fazem parte de uma sistemática campanha de agressão do Governo dos EUA contra a Venezuela”.
“Pretendem voltar a gerar desestabilização e violência no nosso país. O povo venezuelano dará uma nova lição de democracia e paz no próximo 10 de dezembro (data prevista para as eleições municipais)”, frisou.
Numa outra mensagem, o ministro explica que “estas novas medidas de coerção, unilaterais, são uma amostra do desprezo de Donald Trumpo pelo povo venezuelano, ao desconhecer a sua vontade soberana, expressada em múltiplas ocasiões, através do voto popular, são sanções imperialistas absurdas e desesperadas”.
“Uma vez mais o regime norte-americano viola o direito internacional e desconhece flagrantemente o princípio de não ingerência nos assuntos internos (de outros países). Estas ações ilegais põe a descoberto as pretensões e intenções imperialistas de Donal Trump”, afirma.
Os EUA impuseram hoje novas sanções, contra dez funcionários do Governo venezuelano, que incluem o congelamento de bens em território norte-americano e a proibição de realizar transações financeiras com cidadãos e entidades dos Estados Unidos.
Entre os sancionados estão os membros da direção do Conselho Nacional Eleitoral, Socorro Hernández e Sandra Oblitas, os ministros de Comunicação e Informação, Ernesto Villegas, do Despacho da Presidência, Jorge Márquez Monsalve, e de Agricultura Urbana, Freddy Bernal.
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“Condenamos a nova onda de pretendidas sanções unilaterais da administração de Donald Trump contra funcionários do Estado venezuelano. A Venezuela é um país livre, independente e soberano que exercerá permanentemente o seu direito à autodeterminação”, escreveu o ministro venezuelano de Relações Exteriores na sua conta do Twitter.
Segundo Jorge Arreaza, “estas sanções fazem parte de uma sistemática campanha de agressão do Governo dos EUA contra a Venezuela”.
“Pretendem voltar a gerar desestabilização e violência no nosso país. O povo venezuelano dará uma nova lição de democracia e paz no próximo 10 de dezembro (data prevista para as eleições municipais)”, frisou.
Numa outra mensagem, o ministro explica que “estas novas medidas de coerção, unilaterais, são uma amostra do desprezo de Donald Trumpo pelo povo venezuelano, ao desconhecer a sua vontade soberana, expressada em múltiplas ocasiões, através do voto popular, são sanções imperialistas absurdas e desesperadas”.
“Uma vez mais o regime norte-americano viola o direito internacional e desconhece flagrantemente o princípio de não ingerência nos assuntos internos (de outros países). Estas ações ilegais põe a descoberto as pretensões e intenções imperialistas de Donal Trump”, afirma.
Os EUA impuseram hoje novas sanções, contra dez funcionários do Governo venezuelano, que incluem o congelamento de bens em território norte-americano e a proibição de realizar transações financeiras com cidadãos e entidades dos Estados Unidos.
Entre os sancionados estão os membros da direção do Conselho Nacional Eleitoral, Socorro Hernández e Sandra Oblitas, os ministros de Comunicação e Informação, Ernesto Villegas, do Despacho da Presidência, Jorge Márquez Monsalve, e de Agricultura Urbana, Freddy Bernal.
* Maduro e Trump são o pior veneno para venezuelanos e americanos.
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Londres preparada para reforçar oferta
de 20 mil milhões para desbloquear Brexit
O Financial Times noticia que a primeira-ministra britânica conseguiu suavizar a oposição interna à factura do divórcio da UE, ficando disponível para reforçar a oferta de 20 mil milhões de euros da contribuição britânica para o orçamento comunitário em vigor que foi colocado em cima da mesa.
A ala mais eurocéptica dos conservadores
britânicos estará convencida de que será necessário corresponder às
exigências europeias no que diz respeito ao pagamento da chamada factura
resultante do divórcio do Reino Unido e da União Europeia.
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O Financial Times noticiou ao final da tarde desta quinta-feira que Theresa May está agora em condições de aceitar pagar mais do que os 20 mil milhões de euros, montante relativo à soma prevista para a contribuição britânica para o orçamento comunitário em vigor.
De acordo com o FT, a primeira-ministra britânica e a sua equipa estão a trabalhar em diferentes cenários que prevêem o reforço considerável dos 20 mil milhões de euros colocados em cima da mesa de negociações pela equipa negocial do Reino Unido e que a UE considerou desde logo insuficientes.
Esta notícia surge depois de esta quinta-feira o chefe da negociação europeia para o Brexit, Michel Barnier, ter dito ser chegado o tempo para Londres "clarificar" qual o montante que está disponível para pagar de forma a compensar a saída da União. Em Outubro, o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, apontava para entre 50 e 60 mil milhões de euros a factura do Brexit.
Depois de vários meses de negociações infrutíferas e à beira de se encerrar a sexta ronda de negociações – termina esta sexta-feira, 10 de Novembro – a Alemanha e a França avisaram o Reino Unido que caso não fossem registados avanços até ao final deste mês, então Bruxelas esperaria por 2018 para fazer propostas sobre as garantias de transição do Reino Unido enquanto país-membro da UE para Estado externo ao mercado único europeu. No final do mês passado, um porta-voz de May garantia que o Reino Unido não acordará um período de transição para o Brexit fora do acordo global que venha a ser alcançado com Bruxelas, reiterando a opção britânica por um "hard Brexit".
Ministros do governo chefiado por May asseguraram ao FT que apesar de complexas, as negociações entre Londres e Bruxelas sobre a factura financeira do Brexit poderão estar concluídas antes do Conselho Europeu de 14 e 15 de Dezembro, altura em que os líderes europeus vão regressar a esta questão embora este não seja o tema central da cimeira europeia, que deverá centrar-se na reforma da Zona Euro.
Com o aproximar do final da sexta ronda negocial, continuam por resolver os principais obstáculos que têm impedido avançar nas negociações em torno do Brexit, cerca de um ano e meio depois do referendo britânico e a dois anos e meio do prazo final para a saída da UE, em Março de 2019.
Além da factura do divórcio, a questão dos direitos dos cidadãos europeus a residir no Reino Unido e a questão do regime fronteiriço que vigorará entre as duas Irlandas (República da Irlanda e Irlanda do Norte) continuam a afastar as equipas lideradas por Barnier, do lado europeu, e por David Davis, do lado britânico.
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O Financial Times noticiou ao final da tarde desta quinta-feira que Theresa May está agora em condições de aceitar pagar mais do que os 20 mil milhões de euros, montante relativo à soma prevista para a contribuição britânica para o orçamento comunitário em vigor.
De acordo com o FT, a primeira-ministra britânica e a sua equipa estão a trabalhar em diferentes cenários que prevêem o reforço considerável dos 20 mil milhões de euros colocados em cima da mesa de negociações pela equipa negocial do Reino Unido e que a UE considerou desde logo insuficientes.
Esta notícia surge depois de esta quinta-feira o chefe da negociação europeia para o Brexit, Michel Barnier, ter dito ser chegado o tempo para Londres "clarificar" qual o montante que está disponível para pagar de forma a compensar a saída da União. Em Outubro, o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, apontava para entre 50 e 60 mil milhões de euros a factura do Brexit.
Depois de vários meses de negociações infrutíferas e à beira de se encerrar a sexta ronda de negociações – termina esta sexta-feira, 10 de Novembro – a Alemanha e a França avisaram o Reino Unido que caso não fossem registados avanços até ao final deste mês, então Bruxelas esperaria por 2018 para fazer propostas sobre as garantias de transição do Reino Unido enquanto país-membro da UE para Estado externo ao mercado único europeu. No final do mês passado, um porta-voz de May garantia que o Reino Unido não acordará um período de transição para o Brexit fora do acordo global que venha a ser alcançado com Bruxelas, reiterando a opção britânica por um "hard Brexit".
Ministros do governo chefiado por May asseguraram ao FT que apesar de complexas, as negociações entre Londres e Bruxelas sobre a factura financeira do Brexit poderão estar concluídas antes do Conselho Europeu de 14 e 15 de Dezembro, altura em que os líderes europeus vão regressar a esta questão embora este não seja o tema central da cimeira europeia, que deverá centrar-se na reforma da Zona Euro.
Com o aproximar do final da sexta ronda negocial, continuam por resolver os principais obstáculos que têm impedido avançar nas negociações em torno do Brexit, cerca de um ano e meio depois do referendo britânico e a dois anos e meio do prazo final para a saída da UE, em Março de 2019.
Além da factura do divórcio, a questão dos direitos dos cidadãos europeus a residir no Reino Unido e a questão do regime fronteiriço que vigorará entre as duas Irlandas (República da Irlanda e Irlanda do Norte) continuam a afastar as equipas lideradas por Barnier, do lado europeu, e por David Davis, do lado britânico.
* A D. Theresa está à rasquinha.
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