30/06/2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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III~MEGA FÁBRICAS - 4- INDEPENDENCE OF THE SEAS

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III~MEGA FÁBRICAS
4-CONSTRUÇÃO DO CRUZEIRO
INDEPENDENCE OF THE SEAS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Marine Le Pen formalmente
 acusada de abuso de confiança

A presidente do partido de extrema-direita francês Frente Nacional, Marine Le Pen, foi, esta sexta-feira, formalmente acusada de abuso de confiança no caso sobre pagamentos a assistentes seus com fundos do Parlamento Europeu, anunciou o seu advogado.

 "De acordo com os compromissos assumidos durante a sua campanha presidencial, Marine Le Pen cumpriu hoje a convocatória dos juízes que, como esperado, a interrogaram,", indicou o advogado Rodolphe Bosselut, citado pela agência noticiosa francesa AFP. 
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O jurista acrescentou que a líder da Frente Nacional (FN) vai apresentar um recurso "já na segunda-feira" contra esta acusação formal que, na sua opinião, viola o princípio da separação dos poderes.
Le Pen, eleita eurodeputada em 2004, foi indiciada por abuso de confiança "na qualidade de deputada europeia entre 2009 e 2016, por utilização de fundos do Parlamento Europeu" em benefício da sua chefe de gabinete na FN, Catherine Griset, e do seu guarda-costas, Thierry Légier, precisou uma fonte judicial.

A nova deputada à Assembleia Nacional foi também interrogada por "cumplicidade em abuso de confiança" entre 2014 e 2016, na qualidade de presidente do partido de extrema-direita, acrescentou a mesma fonte.

Convocada ao início da tarde para o polo financeiro do tribunal de Paris, Marine Le Pen leu uma declaração e, como a lei permite, não respondeu a perguntas, precisou o seu advogado.

Até agora, a dirigente da FN, de 48 anos, tinha-se recusado a comparecer perante os juízes, invocando a imunidade de eurodeputada para rejeitar uma primeira convocatória, a 10 de março, e depois indicando que acederia ao pedido judicial após as eleições presidenciais e legislativas.

Os magistrados estão a tentar determinar se a Frente Nacional criou um sistema generalizado para remunerar os seus colaboradores permanentes com créditos europeus, fazendo-os passar por assistentes dos seus eurodeputados, mas sem que o trabalho deles tivesse qualquer relação com as atividades do Parlamento Europeu.

O prejuízo para o Parlamento Europeu terá ascendido a perto de cinco milhões de euros entre 2012 e 2017, segundo números comunicados pela instituição europeia.

Dezassete deputados europeus da FN, entre os quais Marine Le Pen e o pai, Jean-Marie Le Pen, são visados neste processo em França, aberto em 2015 e que envolve pelo menos 40 assistentes.

* Patriotas...

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I-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
2- ABDUÇÕES
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"

Dívida da Madeira baixou 369 milhões
 de euros em 2016

A dívida global da Região Autónoma da Madeira (RAM) ascendia, a 31 de dezembro de 2016, a 5.408 milhões de euros, segundo a Conta hoje entregue na Assembleia Legislativa pela Secretaria Regional das Finanças e da Administração Pública.
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Segundo o documento, aquele valor representa “uma diminuição de 1.165 milhões de euros face ao observado no final de 2012 e de 321 milhões de euros face aos valores de 31 de dezembro de 2015”.

“A dinâmica evidenciada no período em análise é marcada por uma diminuição, em todos os subconjuntos incluídos na dívida global das entidades públicas da RAM, com exceção da dívida direta/financeira afeta à Administração Regional que aumentou cerca de 144 milhões de euros, decorrente da estratégia que está a ser levada a efeito e que passa pela centralização dos novos financiamentos na Administração Regional, que depois transfere os fundos para as demais entidades incluídas no perímetro de consolidação”, explica o relatório.

O documento considera ainda que, em 2016, “a dívida global da RAM diminuiu face ao verificado no final de 2015 cerca de 369 milhões de euros”.

* Se as contas estiverem bem feitas é uma boa notícia.

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3-Segredos
Medievais


FONTE: Visão do Mundo - Documentários

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo diz que suspensão da RTP
 e Lusa é grave e chama embaixador
 da Guiné-Bissau

Os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Cultura dizem que o embaixador da Guiné-Bissau já foi chamado ao Palácio das Necessidades e garantem que não há uma data para a caducidade do acordo de cooperação.

O Governo considera que a intenção de suspender, a partir do final desta sexta-feira, as emissões da RTP, da RDP e da agência Lusa na Guiné-Bissau, é "inaceitável" e constitui "um atentado à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa," acrescentando que vai pedir explicações ao embaixador do país em Portugal.

"O Governo português encetou desde o primeiro momento as medidas apropriadas no campo diplomático para reagir a esta situação. Entre outras medidas, o Embaixador da Guiné-Bissau foi já chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, para lhe ser transmitida a gravidade do ocorrido", revela o Executivo português em comunicado.

Em comunicado conjunto, os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Cultura lamentam "profundamente a ameaça de suspensão das actividades" daqueles serviços em Bissau, desmentindo que tenha havido afastamento de Portugal do processo negocial em torno do acordo de cooperação para a comunicação social.

"Em momento algum Portugal se recusou a analisar os méritos de qualquer proposta de instrumento bilateral com as autoridades guineenses," lê-se no documento assinado pelos ministérios liderados por Augusto Santos Silva (na foto) e Luís de Castro Mendes.
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A decisão de suspensão do serviço, de acordo com a RTP, foi tomada pelo ministro guineense da Comunicação Social, Victor Gomes Pereira, alegando que o acordo de cooperação entre os dois países, vigente desde 31 de Outubro de 1997, caducou.

Segundo o ministro, as actividades vão ser suspensas à meia-noite de hoje (01:00 em Lisboa). Citado pela Lusa, o governante disse ser necessário "revisitar e renegociar" as condições do acordo de cooperação, celebrado há 20 anos.

"Perante o insistente silêncio que para nós se traduz em manifesta falta de vontade política da parte portuguesa, no dia 1 de Junho de 2017, foi enviada com carácter de urgência, uma nova carta ao ministro da comunicação social de Portugal, onde não só se elencam os motivos da proposta de suspensão das actividades da RTP na Guiné-Bissau, como também se propõe a data limite de 30 de Junho para esse efeito", salientou Vítor Pereira.

O Executivo português nega que haja uma data para o fim do acordo - como é reclamado pelo governo da Guiné-Bissau, que alega que o acordo de cooperação entre os dois países, vigente desde 31 de Outubro de 1997, caducou -, salientando que, apesar de estes entendimentos poderem ser denunciados, não foi recebida "até à data" notificação da intenção dessa denúncia.

Em causa na ligação à Guiné-Bissau estão, segundo as autoridades de Lisboa, relações baseadas no Acordo de Cooperação Técnica e de Intercâmbio no Domínio da Comunicação Social (de 24 de Fevereiro de 1979), complementado em 13 de Outubro de 1987 por um Protocolo Adicional Relativo à Implantação da Televisão na República da Guiné-Bissau.

O objectivo é a cooperação para a "assistência técnica, formação de quadros, produção e intercâmbio de informação e programas."

Em comunicado, a RTP disse lamentar "profundamente a decisão de impedir os guineenses de acederem às emissões da RTP África e da RDP África". A estação pública de rádio e televisão acrescenta que "diminuir as opções disponíveis de informação, de entretenimento e de cultura só pode ser visto como um retrocesso," e manifesta o desejo de que "esta decisão possa ser ultrapassada o mais brevemente possível."

Já a direcção de informação da Lusa enviou hoje à sua redacção um comunicado em que considera esta decisão "atentatória da liberdade de informação", acrescentando que "vai apresentar o seu protesto junto das instâncias adequadas," refere aquela agência noticiosa.

* Mais uma história mal contada onde a diplomacia portuguesa meteu certamente a pata na poça. Suspeitamos que haja dinheiro francês a caminho.

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