05/06/2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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5-BELAS SEDUTORAS
E PERIGOSAS

ÚLTIMO EPISÓDIO

FONTE: CONEXÃO REPÓRTER

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EROTIC PERFORMANCES

8-Snappy Dance
Theater's Vagina



FONTE: Carey McKinley

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MINUTOS DE

CIÊNCIA/140

Resolva o Problema dos Irmãos


FONTE: MATEMÁTICA RIO

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 X-MEGA MÁQUINAS

3- CERN
(a maior máquina do mundo)


*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção da NG.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Vale do Ave lança plano 
contra insucesso escolar

Inclui 26 projetos, nove dos quais serão desenvolvidos nos oito concelhos abrangidos.

A Comunidade Intermunicipal do Ave lança hoje o Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar, que inclui 26 projetos educativos, dos quais nove serão desenvolvidos entre vários municípios. 
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O programa integra os concelhos de Cabeceiras de Basto, Guimarães, Mondim de Basto, Fafe, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. O plano,  hoje apresentado em Guimarães, é promovido no âmbito do Programa Operacional do Norte, que conta com o apoio de fundos europeus, e está integrado no Plano de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Ave - que, entre as várias prioridades, aposta na redução e prevenção do abandono escolar precoce, e na promoção da igualdade de acesso à educação infantil, primária e secundária. 

Entre os nove projetos intermunicipais está o Hypatiamat, centrado em aplicações informáticas, o Litteratus, que promove a compreensão da leitura no 1º ciclo, o Curtir Ciência, que visa despertar o interesse dos alunos pela cultura científica e atividades laboratoriais, e o Mais Cidadania, que aposta na utilização da tecnologia para facilitar a aprendizagem. 

O Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Ave inclui ainda salas de aula do futuro, estímulos para a produção de ideias ou projetos empreendedores de crianças até aos 12 anos, e o projeto similar IN.AVE, que envolve jovens do 2º e 3º ciclos. 

Pretende-se também criar uma bolsa de formadores de Educação Parental, que transmitam dicas aos encarregados de educação. Os alunos vão acompanhar a execução do plano.

* Talvez a melhor notícia do dia.

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RITA GARCIA PEREIRA

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‘One day you are in’

A nossa localização privilegiada e zona económica exclusiva, da qual não tiramos pleno proveito, permite-nos funcionar como pólo de circulação de mercadorias entre África, América e Europa.

(Após 18 meses, o meu pai fez findar o muro de silêncio em que se fechou quanto a tudo o que tinha a ver com o partido onde militou mais de 40 anos. Nesse lapso de tempo, e atrevo-me a dizer, também após a entrada no ar do site emnomedaverdade.com, o meu pai foi alvo de ataques soezes e desqualificados, numa espiral de loucura cujo único objectivo parece ser a vã tentativa de rescrever a história. Não farei o elogio do meu familiar mais directo. Basto-me com a verdade, aquela que a generosidade do seu carácter não lhe permitiu ver antes.)

Sob a égide de um novo ciclo económico e com um ritmo optimista quase a tender para o eufórico, Portugal congratula-se com os sinais de inversão da situação de crise em que estivemos mergulhados, ao som da (lindíssima) canção que nos fez ganhar pela primeira vez a Eurovisão.

Não se nega que o ar está mais respirável mas tal não equivale a dizer-se que o pior passou. Não passou. Os seus sinais tornaram-se foi menos evidentes, escondidos que estão, como os imóveis degradados, na fachada do turismo. Estamos in.

Seria mais fácil limitar-me ao elogio fácil do nosso país, até porque, a par com a oferta de cultura, somos gente de fácil trato e melhor comida. Sucede que, fazer assentar toda a economia num fluxo de turistas, cujos critérios de decisão não obedecem a uma estrita racionalidade, implica jogar na roleta russa e acreditar que o azar nunca nos acerta: como se costuma dizer num programa televisivo, “one day you are in and the next day, you’re out”.

A aposta terá de assentar também noutros sectores, porque continuamos extremamente dependentes das importações para fazer face ao quotidiano dos mortais que não se encontram de mera passagem. E é aqui que me parece que estamos a falhar, isto é, na afectação dos recursos que nos chegam a uma economia sustentável para o futuro.

O nosso clima é bom, não apenas para o turismo de praia, mas também pela sua constante térmica, o que pode tornar um lugar apetecível, por exemplo, para a indústria. Podemos (e devemos) ser produtores de excelência. A nossa localização privilegiada e zona económica exclusiva, da qual não tiramos pleno proveito, permite-nos funcionar como pólo de circulação de mercadorias entre África, América e Europa.
Reduzir-nos a mero receptáculo de turistas tem como consequência, não apenas o desincentivo a outros sectores que nos farão falta no futuro, como à desertificação da nossa própria identidade e que é hoje o que faz os estrangeiros interessarem-se por nós. Tudo sob pena de um dia acabarmos a sentir na pele o verso que Palma imortalizou: “adorava estar in mas estou a sentir-me out”.


 IN "O JORNAL ECONÓMICO"
02/06/17

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