Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
22/02/2017
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HOJE NO
"DESTAK"
‘Her’ de Rita Redshoes na estrada
Depois de já ter passado por algumas salas do País, é tempo de levar o disco à Casa da Música e ao Tivoli.
O quarto álbum de estúdio de Rita Redshoes chama-se Her e já foi apresentado logo depois de ter sido editado a 11 de novembro, em Aveiro, Póvoa de Varzim, Alcobaça, Vila Real, Vila Nova de Famalicão, Ponte de Lima e Abergaria-a-Velha.
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A cantora, compositora, letrista e multi-instrumentista continua na estrada, para mostrar o mais recente registo, e garante passagem pelo Porto e por Lisboa. Na Invicta o concerto é hoje, às 21h30, na Casa da Música. Amanhã, à mesma hora, é a vez do Teatro Tivoli BBVA receber o espetáculo.
Ao vivo conta, pela primeira vez, com um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, e com Nuno Lucas, no baixo e Rui Freire, na bateria - dois músicos que habitualmente a acompanham ao vivo.
Rita Redshoes continua a mostrar com Her que tem uma palavra a dizer sobre o mundo e a sua atualidade, ao mesmo tempo que revela toda a elegância clássica que atravessa as canções. A canotra recria a grandiosidade de ambientes cinematográficos para nos envolver nas suas histórias, tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler.
Gravado em Berlim, nos Riverside Studios, “Her” contou com a produção do australiano Victor Van Vugt.
Preço: €10 a €15
Próximas datas
22 de fevereiro Casa da Música, Porto
23 de fevereiro Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
24 de fevereiro Cine-Teatro Louletano, Loulé
3 de março Theatro Circo de Braga
11 de março Teatro Stephens, Marinha Grande
25 de março Cine Teatro Avenida, Castelo Branco
8 de abril Cine Teatro António Lamoso, Santa Maria da Feira
20 de maio Teatro Municipal, Guarda
27 de maio Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
16 de junho Teatro das Figuras, Faro
17 de junho Centro de Arte, Ovar
23 de setembro Cine Teatro, Estarreja
30 de setembro Teatro Micaelense, Ponta Delgada (Açores)
* Uma bela voz!
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HOJE NO
"i"
Operação Marquês.
Pedido de afastamento de Rangel já
deu entrada na Relação de Lisboa
Como o i avançou na edição de hoje, Ministério
Público pede recusa de juiz. PGR invoca “desconfiança sobre a
imparcialidade do magistrado judicial”
O pedido de afastamento do juiz Rui Rangel da
Operação Marquês já deu entrada no Tribunal da Relação de Lisboa. Como o
i avançou na edição de hoje, o Ministério Público decidiu pedir a
recusa do juiz depois de a Relação ter distribuído o 38.º recurso de
José Sócrates a Rangel.
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Em comunicado, a Procuradoria-Geral da República justifica o pedido
de recusa de juiz por “considerar existir motivo sério e grave, adequado
a gerar desconfiança sobre a imparcialidade do magistrado judicial.”
O pedido é feito ao abrigo do disposto nos artigos 43º, nºs 1, 2 e 3,
44º e 45º nº 1 al. a) do Código de Processo Penal. Estes artigos
referem, precisamente, que a intervenção de juiz num processo pode ser
recusada quando "correr o risco de ser considerada suspeita, por existir
motivo, sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a sua
imparcialidade". Pode ainda constituir fundamento de recusa
a intervenção do juiz noutro processo ou em fases anteriores do mesmo
processo. Uma recusa pode ser sempre requerida pelo Ministério Público,
pelo arguido, pelo assistente ou pelas partes civis.
O tribunal, se não recusar logo o requerimento ou o pedido por
manifestamente infundados, ordena as diligências de prova necessárias à
decisão. Dispõe depois de um prazo de 30 dias, a contar da entrega do
respetivo requerimento ou pedido, para decidir sobre a recusa ou a
escusa
Como o i avançou na edição de hoje, o desembargador foi o juiz
escolhido para ficar responsável pela decisão do recurso intentado pelo
antigo primeiro-ministro, que pede a nulidade dos atos processuais e o
fim do inquérito por ainda não ter sido estabelecido um prazo final para
a acusação. A distribuição do recurso surpreendeu juízes do Tribunal da
Relação de Lisboa, que acreditam que Rangel não tem condições para
assumir a tarefa e que, caso não fosse pedida escusa do processo,
deveria ser o próprio Ministério Público a fazê-lo.
Rui Rangel foi relator de um acórdão, em finais de 2015, que fez
cessar o segredo de justiça interno na Operação Marquês. Este foi aliás o
único recurso ganho por José Sócrates na Operação Marquês.
Recorde-se que, em 2015, Rui Rangel criticou a forma como o
procurador Rosário Teixeira e o juiz Carlos Alexandre geriram o segredo
de justiça na Operação Marquês, afirmando que um arguido não pode ser
impedido de ter acesso às provas dos crimes que lhe são imputados.
Nessa altura o Conselho Superior da Magistratura avançou com um
processo disciplinar contra o desembargador. Em causa estava o facto de
não ter pedido escusa após ter tido intervenções públicas a propósito da
Operação Marquês e ter dado uma entrevista polémica ao i, na qual
afirmou que os juízes “são a classe menos confiável, (…) infelizmente,
não sabem ser membros de um poder soberano, agem com mentalidade de
funcionários públicos”.
Sócrates contra o Estado
Neste 38.º recurso, o antigo primeiro-ministro pede a nulidade de
todo o processo e o fim do inquérito, dado ainda não ter sido
estabelecida uma data para a apresentação da acusação.
Recorde-se que a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal,
prorrogou a investigação até 17 de março e até agora não foi feito
qualquer anúncio oficial quanto ao prazo para o término da mesma.
Entretanto, continuam a ser feitas diligências, tendo vindo a público
que, ainda na semana passada, Nuno Vasconcellos, líder da Ongoing, e o
sócio Rafael Mora foram alvo de buscas.
O único recurso ganho até hoje por José Sócrates nos tribunais
superiores (Relação e Supremo Tribunal de Justiça) teve Rangel como juiz
relator. Com essa vitória, em outubro de 2015, o ex-primeiro-ministro
conseguiu pôr fim ao segredo de justiça interno e, consequentemente, ter
acesso a documentos e testemunhos do processo.
No início deste mês, Sócrates anunciou que ia processar o Estado pela
demora da investigação. “Entreguei hoje no tribunal competente uma ação
contra o Estado. Se o Estado não arquiva, nem acusa, acuso eu”, afirmou
na altura. O antigo líder socialista não definiu um valor para a
indemnização, defendendo que isso “será o tribunal a decidir”. Sócrates
exige apenas ser ressarcido “pelos prejuízos causados ao longo de todo
este inquérito”. E não vai ficar por aqui. Sócrates lembra que é a
primeira vez que processa o Estado e admite recorrer para o Tribunal
Europeu dos Direitos do Homem e só não o fez porque ainda não esgotou
“todos os recursos no sistema nacional”.
José Sócrates é um dos 20 arguidos da Operação Marquês e está
indiciado por fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e
corrupção passiva para ato ilícito. Os empresários Carlos Santos Silva,
Lalanda e Castro, Helder Bataglia, Joaquim Barroca, Diogo Gaspar
Ferreira, Rui Horta e Costa, Rui Mão de Ferro, o ex-presidente do BES
Ricardo Salgado, Inês do Rosário (mulher de Carlos Santos Silva), o
advogado Gonçalo Trindade Ferreira, Armando Vara e a filha Bárbara, a
ex-mulher de Sócrates, Sofia Fava, o motorista João Perna e cinco
empresas (Oceano Clube, XMI, Lena Engenharia e Construções SA, Lena
Engenharia e Construções SGPS e Rentlei) são os restantes arguidos.
* Concordamos com a recusa do juiz.
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IV-A Verdadeira História da Internet
2 - O Poder das Pessoas
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HOJE NO
"A BOLA"
Surfista retido no aeroporto já foi libertado
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Um surfista norte-americano ficou retido no
aeroporto de Lisboa por não ter passaporte, acabando por ser libertado
após ter sido feita a identificação pela Embaixada dos Estados Unidos.
Dane Reynolds estava retido no aeroporto de Lisboa desde as 20.00 de segunda-feira, tendo vindo num voo proveniente do Reino Unido e afirmou que perdeu o passaporte no avião, mas o documento não foi encontrado.
O surfista deixou o aeroporto de Lisboa, após a Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa ter feito a identificação e emitido a necessária documentação para passar pelo controlo de fronteiras do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Dane Reynolds estava retido no aeroporto de Lisboa desde as 20.00 de segunda-feira, tendo vindo num voo proveniente do Reino Unido e afirmou que perdeu o passaporte no avião, mas o documento não foi encontrado.
O surfista deixou o aeroporto de Lisboa, após a Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa ter feito a identificação e emitido a necessária documentação para passar pelo controlo de fronteiras do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
* Mesmo que fosse uma vedeta a segurança e controlo de fronteiras não se compadecem com folclores.
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