18/01/2016

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Combate à iliteracia de crianças surdas 
motiva um dos prémios WISE 2015


* Uma produção "EURONEWS"

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HOJE NO    
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Sindika Dokolo comprou casa
 Manoel de Oliveira

O empresário e coleccionador de arte africana, Sindika Dokolo, casado com a empresária angolana Isabel dos Santos, comprou a casa Manoel de Oliveira, no Porto, que esta segunda-feira foi a leilão. 

O coleccionador de arte africana, Sindika Dokolo, comprou a casa Manoel de Oliveira, colocada à venda esta segunda-feira, 18 de Janeiro, pela autarquia portuense, por 1,58 milhões de euros. Esta aquisição de Sindika Dokolo, casado com a empresária angolana Isabel dos Santos, foi confirmada pelo próprio ao Negócios.
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Sindika Dokolo explica que a casa Manoel de Oliveira vai ser usada como a sede na Europa da Fundação que tem o seu nome. "A ideia de comprar a casa surgiu durante a minha estada no Porto. Fiquei bastante entusiasmado com o 'feeling' do Porto e a casa será a sede da minha Fundação fora de África", afirmou Sindika Dokolo ao Negócios.

A compra da casa foi efectuada através da empresa Supreme Treasure, a qual tem sede na Avenida da Liberdade, em Lisboa, precisamente no mesmo endereço onde está sediada a Santoro, a "holding" de Isabel dos Santos para os negócios em Portugal. Entre os finalidades desta empresa contam-se a "exploração de museus, monumentos, edifícios e outros sítios históricos, incluindo a preservação e a exposição dos objetos, sítios e recursos naturais de interesse histórico, cultural e educacional".Sindika Dokolo esteve no Porto em Março de 2015, onde apresentou a exposição "You Love Me, You Love Me Not", a qual mostrou ao público mais de 50 artistas africanos contemporâneos que fazem parte da sua colecção. "Trata-se da mais importante mostra da colecção da Fundação Sindika Dokolo alguma vez concretizada", afirmou na ocasião a Camâra Municipal do Porto em comunicado publicado sobre a exposição que então esteve presente na Galeria Municipal Almeida Garrett. 

Sindika Dokolo refere, ao Negócios, que encontrou semelhanças entre o Porto e Barcelona no que respeita à dinâmica cultural e explica que a casa Manoel de Oliveira, da autoria do arquitecto Souto Moura, será utilizada como residência para artistas africanos e como espaço para a concepção de projectos envolvendo criadores africanos e europeus. O objectivo é "tornar o Porto ainda mais cosmopolita e mais cultural", adiantou. 

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, citado pela agência Lusa, diz que a venda da casa "é mais do que um alívio" porque "existia uma preocupação grande" por estar "ao abandono", pelo que "além do interesse monetário" da venda, também é resolvido um problema de reabilitação". Em Janeiro de 2016, a autarquia  havia anunciado a abertura de um novo processo de venda após o fracasso da primeira tentativa, a 21 de Dezembro de 2015.

Em Junho de 2015, o vice-presidente da Fundação Sindika Dokolo, Fernando Alvim,já referia em declarações à Lusa que a instituição estava à procura de um edifício para acolher a sua futura sede, estando a casa Manoel de Oliveira entre os espaços já visitados, para além do Palacete Pinto Leite ou o Palácio das Artes da Fundação da Juventude, entre outros. Agora, Sindika Dokolo, concretizou a compra da casa debruçada sobre a foz do Douro.

Sindika Dokolo, nascido a 16 de Maio de 1972 no antigo Zaire, actual República Democrática do Congo, casou-se em 2003 com a empresária angolana Isabel dos Santos.

Em Março de 2015, Sindika Dokolo recebeu a medalha municipal de Mérito, Grau Ouro, pela Câmara Municipal do Porto, uma homenagem e reconhecimento da cidade pelo seu contributo para a cultura local.

A colecção de arte da Fundação Sindika Dokolo é composta por mais de 3.000 obras, entre pinturas, gravuras, fotografias, vídeos e instalações, da autoria de 90 artistas, de 25 países, e foi já apresentada em alguns dos principais palcos da Arte no mundo, como a ARCO, em Madrid, a Bienal de Veneza e o Espaço OCA, em São Paulo. 

* SINDIKA DOKOLO o agente cultural de "zedu"

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RALERA




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 HOJE NO
"DESTAK"
Marcelo defende livre circulação na CPLP

O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa defendeu hoje que "é preciso ir mais longe" e trabalhar para que futuramente seja possível a livre circulação das pessoas na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). 
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OBIANG PROVÁVEL AMIGO DO PROF.MARCELO
Durante um encontro com jovens da Plataforma Reset e da Conexão Lusófona, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado se era a favor ou contra a livre circulação na CPLP.

"Eu penso que o objetivo da livre circulação é muito importante para a construção da CPLP", respondeu o candidato, lembrando que, no entanto, sobretudo devido ao facto de ser "uma comunidade que tem um membro na União Europeia e um membro no Mercosul", tem havido "grandes dificuldades à livre circulação". 

* Qualquer dia o professor Marcelo vai jogar à bisca com Obiang.

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BOLAS, BOLAS, BOLAS




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HOJE NO 
"i"


Telemóvel ao volante. 
29 mil portugueses apanhados
 em ano recorde

Autoridades reforçaram a fiscalização. Ainda “não há uma real perceção dos perigos”, diz GNR

Em 2015, quase 29 mil portugueses foram apanhados pela GNR a utilizar o telemóvel enquanto conduziam. Foi o maior número de sempre de infrações deste tipo registadas pelos militares daquela força de segurança e representa um aumento de quase 30% em relação a 2014. “As pessoas ainda não têm a real perceção da gravidade de usar o telemóvel quando conduzem”, explicou ao i o major Marco Cruz.
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A par do consumo de álcool, do excesso de velocidade e da falta de uso dos cintos de segurança, o uso de telemóvel é uma das principais causas de acidentes com vítimas nas estradas portuguesas.
“Os fatores de risco estão identificados e a fiscalização mais direcionada e mais assertiva que a GNR tem desenvolvido tem contribuído para a redução do número de vítimas”, refere a mesma fonte.
Essa fiscalização mais centrada nos condutores que usam telemóvel enquanto estão ao volante é a principal explicação para que, em 2015, o número de infrações detetadas seja o maior de sempre - confirmando a tendência crescente registada nos últimos anos.

Para já, ainda não é possível apontar com rigor quantos acidentes ocorrem todos os anos em consequência direta da utilização do telemóvel. Os riscos, no entanto, estão identificados. A probabilidade de provocar um acidente aumenta 23 vezes quando se usam estes aparelhos ao volante, segundo dados da Brisa.

Jovens parecem ter 70 anos
Marco Cruz lembra que conduzir é uma tarefa “altamente complexa” e que requer, por isso, atenção permanente. Conduzir e falar ao telefone aumenta os tempos de reação, prejudica a avaliação da velocidade do carro, dificulta a descodificação e memorização de sinais e, em termos simples, transforma um jovem ao volante num idoso de 70 anos.

Ainda assim, 31% dos condutores escrevem SMS enquanto conduzem. “Temos muita gente envolvida em acidentes muito graves porque usam o telemóvel durante a condução”, garante o major da GNR, que considera que “as pessoas ainda não estão despertas para a gravidade deste problema”.
Tal como não estão despertas para as consequências de uma condução sob efeito de álcool, da velocidade excessiva ou para a importância do uso de cintos de segurança, apesar das várias campanhas lançadas pelas forças de segurança. “Ainda na última semana foram detetadas 121 pessoas a conduzir com uma taxa-crime de álcool no sangue”, alerta o militar da GNR.

Além disso, lembra o militar, “o uso do cinto de segurança é obrigatório em todos os lugares dos carros, até porque há muitas vítimas mortais de acidentes que não passariam de feridos graves ou mesmo ligeiros se estivessem a usar o cinto no momento em que tiveram o acidente”, refere.

Menos sinistralidade
Nem tudo é mau: apesar de tudo, 2015 poderá ser o ano com menos acidentes nas estradas portuguesas desde que há registo.

Os dados provisórios da GNR - com jurisdição sobre 94% das vias do país - apontam para 407 vítimas mortais nas principais estradas. Somados os números da PSP, no ano passado morreram em Portugal 478 pessoas vítimas de acidentes. É uma descida ligeira - menos quatro pessoas que em 2014 -, mas estes números poderão sofrer uma alteração.

A contabilização final de mortes é feita a 30 dias (muitas vezes, os feridos graves não resistem aos ferimentos sofridos nos acidentes e acabam por perder a vida já durante o internamento hospitalar) e a época de Natal e de fim de ano acabam também por dar um contributo negativo para as estatísticas.

Trajetória positiva
De qualquer modo, “as coisas melhoraram”, destaca Marco Cruz. É que, olhados os números a longo prazo, as estradas portuguesas matam cada vez menos.

Em 1996, por exemplo, morreram 2100 pessoas em acidentes de automóvel - quatro vezes mais do que no ano passado. Há dez anos, esse número já tinha descido para as 850 vítimas mortais, mas era, ainda assim, quase o dobro das de 2015.

Esta evolução explica-se, em grande medida, pela maior intervenção das forças de segurança. “Têm vindo a ser intensificadas as ações de prevenção e fiscalização focando as principais causas de sinistralidade em Portugal”, reconhece o major Marco Cruz.

* Existem talibãs da estrada que em vez de metralhadoras usam telemóvel.

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5 - NO GINÁSIO
EXERCÍCIOS


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