01/10/2014

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Portugueses preferem apoiar 
instituições com doação de alimentos

A doação de alimentos é o método preferido por 66% dos portugueses para contribuir para as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e o peditório de rua o meio escolhido por 40% para fazer donativos monetários, revela hoje um estudo.

O inquérito, realizado pela empresa de estudos de mercado GFK sobre o comportamento dos portugueses face às IPSS, decorreu entre os dias 10 e 21 de Janeiro e compreendeu uma amostra de 1.254 pessoas, com 15 e mais anos, com uma distribuição proporcional por região.

Segundo o estudo, divulgado hoje pela Operação Nariz Vermelho (ONV), 93% dos inquiridos disseram estar dispostos a aderir a donativos monetários pontuais para instituições de solidariedade que apoiam crianças e 89% para causas como a entrega de alimentação.

A maior parte (63%) dos inquiridos disse dar apoio às IPSS, sendo que, destes, 46% fazem-no de forma esporádica, refere o estudo, acrescentando que 36% não costumam dar apoio.

Sobre os critérios de selecção para apoiar uma instituição, 17% dizem que preferem doar nos peditórios, enquanto 15% optam por ajudar as IPSS focadas nos mais pobres, desprotegidos e "nos que mais precisam"

Já 14% dos inquiridos preferem apoiar as instituições pelas causas e trabalho que fazem e 13% ajudam as que "consideram credíveis" e que "transmitam confiança".

O estudo analisou a atitude dos portugueses face à Operação Nariz Vermelho, tendo concluído que, apesar de ser conhecida, a instituição não é a uma das organizações consideradas como das primeiras escolhas para contribuir com donativos monetários, o que poderá estar relacionado com a elevada percentagem de inquiridos que pensa que a instituição recorre apenas a voluntários (58%).

Segundo o estudo, 75% dos inquiridos desconhecem que a instituição desenvolve a sua actividade de solidariedade recorrendo a profissionais pagos, aplicando os fundos à contratação e devida formação de artistas profissionais.

"Numa altura em que os donativos, quer de empresas quer de particulares, têm diminuído, sentimos necessidade de encontrar uma solução eficaz que permita colmatar essa lacuna", diz, em comunicado, Magda Ferro, coordenadora de comunicação e eventos da Operação Nariz Vermelho (ONV).

Magda Ferro adianta que as conclusões do estudo levaram a ONV "a considerar que uma campanha de rua alargada a diversos pontos do país em simultâneo seria a melhor aposta".

A Operação Nariz Vermelho promove semanalmente visitas de doutores palhaços às enfermarias pediátricas de 13 hospitais do país, contando actualmente com uma equipa de 22 doutores palhaços e nove profissionais nos bastidores, visitando cerca de 40.000 crianças por ano. 

* Portugal sem as ONG's solidárias seria um inferno. Um bem-hajam a todas elas.


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BALONISMO


Balonista austríaco vuou cerca de 200 metros no sistema de grutas de Mamet, Croacia, com um balão especialmente desenhado para o efeito

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Vendas da Central de Cervejas na 
Guiné Bissau crescem 1.200% 

Os países africanos de língua francesa e inglesa também são a nova aposta de exportação. 

Até iniciar a produção de cerveja Sagres em Angola, a Sociedade Central de Cervejas (SCC) aposta no reforço da estratégia de exportação que está a garantir crescimento e sustentabilidade do negócio. A Guiné Bissau é agora um novo mercado onde o crescimento de vendas ascende a 1.200% em 2013. 

O director de comunicação e relações institucionais da SCC, Nuno Pinto Magalhães, revelou ao Diário Económico, à margem da apresentação da Sagres Clássica para o mercado brasileiro, que o grupo reforçou "muito a posição na Guiné", onde cresceu 1.200%.

A mesma fonte salientou que as vendas atingiram os 1.400 milhões de litros no ano passado, quando antes não passava dos 70 mil litros. Perante o cenário de crescimento, Nuno Pinto Magalhães já colocou a fasquia ainda mais alta: "Este ano devemos fazer quase três milhões de litros."

O administrador da empresa liderada por Ronald den Elzen realçou que a Guiné "é um exemplo concreto de um crescimento que resulta também da reorganização do ‘route to market' ao nível de parceiros". A SCC apostou num parceiro local que ajudou a que a quota passasse "de cerca de 2% para os mais de 30% de hoje, isto num país onde não há indústria local e o peso e apetência pelas cervejas importadas é grande, sem esquecer a afinidade portuguesa".

Nuno Pinto Magalhães lembra que a empresa está em novos mercados africanos onde já vende "bastante" e onde "já ultrapassa as afinidades linguísticas". A SCC está a vender "para mercados africanos de língua francesa e inglesa como a Costa do Marfim", onde entrou ainda este ano. A mesma fonte reitera que "a exportação continua a ser um factor de crescimento e sustentabilidade do negócio, sobretudo numa altura em que o mercado está em contracção".

Sobre o projecto de produção em Angola - onde assinou com a Sodiba de Isabel dos Santos um contrato de ‘Trade Mark License Agreement' (Licença de exploração de marca) -, Nuno Pinto Magalhães garante que se mantém "o que estava previsto". "Segundo informação da empresa o início da produção da marca Sagres está agendado para 2016."

Até lá, a única cerveja produzida fora de Portugal é a Sagres Clássica pensada para o consumidor brasileiro. Para já, apenas é vendida no Rio de Janeiro onde tem um potencial de uma população que ascende a 14 milhões. Só depois de consolidar neste mercado, é que a SCC irá estudar a entrada noutros estados brasileiros.

* Os números são assustadores quanto á capacidade de consumo de álcool, mais assustadora é a miséria em que vive a Guiné-Bissau, sem comida saudável, educação, saúde e abutres nas ruas à espera de ver um cadáver e com dinheiro para consumir esta cerveja toda.
E ainda há um administrador que se vangloria deste super consumo que só anestesia a população....um orgulho!


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 MUITO BEM HUMORADOS












NINGUÉM SABE O QUE SOFRERAM

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ARTE DO GELO
E DO VENTO




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NAO FALHA UM


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300.
Senso d'hoje


RICARDO COSTA
DIRECTOR DO EXPRESSO
  ÀCERCA DO PASSADO


"O passado é a coisa mais difícil de gerir na política. Numa primeira fase o passado é glorioso e exemplar. Mas depois há momentos que fora do contexto só atrapalham".

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