01/04/2014

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HOJE NO

"AÇORIANO ORIENTAL"

Abusos sexuais de crianças 
aumentaram em 2013

Os casos de abusos sexuais de crianças aumentaram de 1074, em 2012, para 1.227 em 2013, registando-se igualmente uma subida dos casos de atos sexuais com adolescentes, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).
 
O documento, entregue segunda-feira na Assembleia da República, refere que os abusos sexuais de crianças foram os crimes sexuais mais frequentes, tendo aumentado no ano passado.

Neste capítulo, subiram igualmente os crimes de atos sexuais com adolescentes, de 127 (em 2012) para 161 (em 2013), de coação sexual, de 56 para 93, e de violação, de 459 para 473.

Os casos de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência mantiveram-se (88 em 2012 e em 2013), tendo descido os de pornografia de menores (de 318 para 94) e os de abuso sexual de menor/dependente: de 52 para 44.

No ano passado foram detidas 70 pessoas por abuso sexual de crianças (67 homens e três mulheres), 53 por violação e onze por pornografia.

Ficaram em prisão preventiva 34 pessoas por abuso sexual de crianças, 23 por violação, três por abuso sexual de menores dependentes, três por pornografia de menores, dois por abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, um por ato sexual com adolescentes e um por lenocínio de menores.
Em relação aos arguidos, foram constituídos 369 por abuso sexual de crianças (357 homens e 12 mulheres), menos 40 do que em 2012.

Foram constituídas arguidas por violação 186 pessoas (184 homens e duas mulheres), 49 por atos sexuais com adolescentes (47 homens e duas mulheres), 40 por importunação sexual, 37 por pornografia de menores, 34 por coação sexual, 22 por abuso sexual de pessoa incapaz de resistência.
Foram igualmente constituídas arguidas 17 pessoas por abuso sexual de menores dependentes, 12 por lenocínio, seis por lenocínio de menores, cinco por recurso à prostituição de menores e três por abuso sexual de pessoa internada.

No período em análise foram iniciados 2.372 inquéritos, destacando-se, pela incidência criminal, os de abuso sexual de crianças (1.227), violação (473) e atos sexuais com adolescentes (161).
Sobre o abuso sexual de crianças, o RASI refere que mantém-se “a acentuada incidência nas vítimas femininas e, em contrapartida, a preponderância de arguidos masculinos”.

“No crime de abuso sexual de crianças prevaleceu o quadro das relações familiares enquanto espaço social de relacionamento entre o autor dos factos criminais e a vítima”, lê-se no documento.

De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), a criminalidade violenta e grave desceu 9,5 por cento, em 2013 e a criminalidade geral diminuiu 6,9 por cento.

Os principais resultados da criminalidade e atividade das forças e serviços de segurança referem que no passado registaram-se menos 2.123 casos de criminalidade violenta e grave.

* E não se pode exterminar os pedófilos....porque são filhos de Deus.


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MOTORES F1
2013/2014




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"


Portugal entre os países onde o rendimento das famílias mais 
caiu desde a crise

Segundo o relatório da Comissão Europeia, em Portugal os mais ricos foram mais afectados do que os mais pobres entre 2008 e 2013.

Portugal é um dos países onde o rendimento disponível das famílias mais caiu desde o início da crise até 2013, revela a Comissão Europeia, no relatório trimestral do Emprego e da Situação Social divulgado ontem. 


O impacto das medidas de austeridade aplicadas após 2008 e até meados de 2013 no rendimento das famílias foi "particularmente forte na Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha e Lituânia", lê-se no documento. Por outro lado, foi menos pronunciado na Estónia, Itália, França, Letónia e no Reino Unido, e foi positivo na Alemanha e na Roménia.  

* Mas o governo está contente, até quase festeja  que a nossa dívida corresponda a 129% do PIB.

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 2011-2014



JAPÃO



TSUNAMI 














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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

ERC diz que 5º canal não está livre 

 A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) ainda não informou o Governo da desistência da Zon ao 5º canal, pelo que o espaço ainda não está disponível. 


 Em comunicado, emitido ontem, o regulador dos media esclarece que aquele espaço atribuído na Televisão Digital Terrestre (TDT) permanece propriedade do Estado e só depois de comunicar ao Governo da desistência dos, então, interessados, é que este o pode reafetar ou abrir novo concurso. 

Recorda ainda a ERC qual o espectro atribuído na TDT, entre os quais o espaço para alta definição, a ser partilhado pela RTP, RTP Açores, RTP Madeira, SIC e TVI. É a ERC que atribui licenças, mas é ao Governo que compete mandar abrir concurso. 

E o ministro da tutela, Miguel Poiares Maduro, já disse que Portugal é o país europeu com menos canais na TDT, defendendo mais canais em sinal aberto. 

* Oxalá que a TDT não seja Tudo Treta.


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70 ANOS




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 
Portugal teve uma pontuação 
(494 pontos) abaixo da média 

 Os estudantes portugueses surgem em 20.ºlugar numa lista de 44 países do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que avaliou, pela primeira vez, a capacidade de os alunos conseguirem resolver problemas de matemática aplicados à vida real. 

Estes resultados do PISA 2012 foram divulgados hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que apresenta um ranking com a média dos resultados obtidos pelos 85 mil alunos de 15 anos que participaram neste estudo. 


Portugal teve uma pontuação de 494 pontos, sendo a média da OCDE de 500 pontos, segundo o relatório que analisou as capacidades dos estudantes de 44 países. De acordo com o documento, apenas 7,4% dos portugueses conseguiram resolver os problemas de matemática mais complexos, ficando abaixo da média dos países da OCDE que se situa nos 11,4%. Já um em cada cinco portugueses (20,6%) foi incapaz de aplicar os conhecimentos daquela disciplina a questões do quotidiano, tendo maus resultados na avaliação. 

Estes alunos ficaram abaixo do nível dois (numa escala em que o valor máximo é seis). De acordo com o estudo, os três países mais bem classificados foram Singapura (562 pontos), Coreia (561) e Japão (552). Já nos três últimos lugares surgem o Uruguai (403), a Bulgária (402) e a Colômbia (399). 

A OCDE sublinha no documento que em tempos de crise económica aumenta a necessidade de aumentar o investimento na aquisição e desenvolvimento de ferramentas para os cidadãos, através do sistema de educação e do local de trabalho. “Num momento em que os orçamentos públicos estão apertados e há pouco espaço para estímulos fiscais e monetários, investir em reformas estruturais para impulsionar a produtividade, tais como a educação, é a chave para o crescimento no futuro”, lê-se no relatório. 

 O documento sublinha também as “preocupantes” diferenças de género, no que toca à matemática: “mesmo quando a performance das raparigas é tão boa como a dos rapazes, elas reportam menos perseverança, menos motivação para aprender matemática, menos fé nas suas capacidades matemáticas e níveis mais altos de ansiedade”. 

 No caso nacional, o relatório mostra que os rapazes têm, em média, mais 16 pontos do que as raparigas, colocando Portugal entre os países onde a diferença é mais notória. O país mais mal classificado do ranking, a Colômbia, é também onde os rapazes mais se destacam das raparigas nesta capacidade de utilizar a matemática, com 31 pontos de diferença. 

Segue-se a China (25 pontos), o Brasil e a Eslováquia (ambos com 22 pontos), o Japão (19). Na Europa, com maiores diferenças surge apenas a Itália (18 pontos).

* Responsabilidade partilhada, ministro e professores.


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