14/02/2014

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 D. VALENTIM/3



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8.MACHOS BUÉ


















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O QUE LHE FAZ LEMBRAR OS NOMES DESTES ATLETAS?

 
God Shammgod

 Assol Slivets

 Johnny Dickshot

Dick Pole

Pete LaCock

Dick Shiner

B.J. Lovett

Harry Colon

Kokain Mothershead

 Kosuke Fukudome



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Tribunal absolve todos os arguidos
 do processo dos submarinos

O Tribunal Criminal de Lisboa absolveu os dez arguidos do processo das contrapartidas dos submarinos, não dando como provados os crimes de burla e falsificação de documentos.

Na leitura do acórdão, a decorrer nas varas criminais de Lisboa, a juíza presidente do colectivo, Judite Fonseca, referiu que "não resultou provada qualquer falsidade em qualquer dos documentos".
Entretanto, o Ministério Público já anunciou que vai recorrer da decisão do tribunal.

Os três administradores da empresa multinacional Man Ferrostal (que pertence ao consórcio alemão German Submarine Consortium) e sete empresários portugueses foram absolvidos dos crimes de burla e falsificação de documentos.

Horst Weretecki era vice-presidente da multinacional Man Ferrostaal, Antje Malinowski, sua subalterna, e Winfried Hotten, anterior responsável da empresa, eram os arguidos alemães.

José Pedro Sá Ramalho, Filipe Mesquita Soares Moutinho, António Parreira Holterman Roquete, Rui Moura Santos, Fernando Jorge da Costa Gonçalves, António Lavrador Alves Jacinto e José Mendes Medeiros são os sete empresários portugueses ligados à ACECIA, um grupo de empresas de componentes para a indústria automóvel.

O Estado português contratualizou com o consórcio alemão GSC a compra de dois submarinos em 2004, quando Durão Barroso era primeiro-ministro e Paulo Portas era ministro da Defesa Nacional.

* Um processo em que é clara a burla de milhões a culpa morre solteira. Quem instruiu o processo trabalhou muito mal, os juízes só julgam provas e contraditório.


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 D. VALENTIM/2
















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 ESCALADA





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Economia portuguesa 
recuou 1,4% em 2013

Queda mais profunda do que a primeira estimativa oficial, que apontava para uma contração de 1%.

A economia portuguesa caiu 1,4% no conjunto de 2013, mas registou um crescimento homólogo de 1,6% no último trimestre do ano, de acordo com os números avançados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 

De acordo com a estimativa rápida do Produto Interno Bruto (PIB) do INE, a economia registou uma queda menos acentuada do que a última previsão do Governo (-1,8%), mas mais profunda do que a primeira estimativa oficial, que apontava para uma contração de 1%.
Alinhada com as estimativas dos credores internacionais, a previsão inicial do Governo, foi revista para os -2,3% ao longo da sétima revisão regular do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF), tendo depois sido novamente melhorada para os -1,8% em 2013.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e o Banco de Portugal tinham apresentado previsões mais otimistas do que as do executivo, antecipando uma contração de 1,7% e de 1,5%, respetivamente.
O INE justifica esta evolução, que acabou por ser mais positiva do que todas as previsões, com a recuperação da procura interna, "que apresentou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB, o que não se verificava desde o quarto trimestre de 2010, refletindo principalmente o comportamento do consumo privado".
Também a procura externa líquida teve um contributo positivo, "devido à aceleração das exportações de bens e serviços", refere o INE.
Em termos homólogos, o PIB português cresceu 1,6% entre outubro e dezembro de 2013, interrompendo uma série de 11 trimestres consecutivos de contração homóloga.
Comparativamente com o trimestre anterior, o PIB aumentou 0,5% em termos reais no último trimestre do ano passado, tendo registado um crescimento em cadeia pelo terceiro trimestre consecutivo (+0,3% no terceiro trimestre e +1,1% no segundo trimestre de 2013).
Os analistas contactados pela Lusa tinham avançado com previsões que apontavam que a economia portuguesa tivesse registado um crescimento entre os 1,1% e os 1,3% no quarto trimestre de 2013 face ao mesmo período de 2012 e uma queda de 1,5% do PIB para o conjunto do ano.
Portugal com crescimento homólogo de 1,6% no 4.º trimestre de 2013
A economia portuguesa cresceu 1,6% no quarto trimestre de 2013 face ao mesmo período de 2012, invertendo a tendência de contração homóloga registada há 11 trimestres, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 
De acordo com a estimativa rápida do Produto Interno Bruto (PIB) do INE, este crescimento homólogo 1,6% no último trimestre de 2013, seguiu-se a uma redução de 0,9% observada no trimestre anterior.
O INE justifica esta evolução com a recuperação da procura interna, "que apresentou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB, o que não se verificava desde o quarto trimestre de 2010, refletindo principalmente o comportamento do consumo privado".
Também a procura externa líquida teve um contributo positivo, "devido à aceleração das exportações de bens e serviços", refere o INE.
Comparativamente com o trimestre anterior, o PIB aumentou 0,5% em termos reais entre outubro e dezembro do ano passado, tendo registado um crescimento em cadeia pelo terceiro trimestre consecutivo (+0,3% no terceiro trimestre e +1,1% no segundo trimestre de 2013).
No conjunto do ano 2013, a economia portuguesa recuou 1,4%, após uma queda 3,2% em 2012.

* Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo, após aturada investigação verificámos que não há coxos no governo...

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