27/12/2013

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SENDO ORIGINAL






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HOJE NO
"A BOLA"

«Bola de Ouro é uma mentira,
 dava-a a Blatter» - Míchel

Contunde. O treinador do Olympiakos, Míchel, teceu duras críticas ao presidente da FIFA, Joseph Blatter, e à forma como é atribuída a Bola de Ouro.
«Parece-me que é uma mentira e já tinha esta opinião quando era jovem e jogava ou há dois anos quando a Bola de Ouro não foi entregue a nenhum jogador espanhol», começou por dizer o treinador do Olympiakos, que argumentou o que disse.

«Também acho que os meios de comunicação espanhóis não fizeram a campanha que estão a fazer a favor dos jogadores espanhóis como acontece agora com outros jogadores como o Messi e o Cristiano Ronaldo. Eles merecem essas campanhas, merecem os prémios, mas já houve momentos em que os nossos também mereciam e não o fizemos. Se pudesse escolher, dava o prémio a Blatter», acrescentou Míchel, citado pelo diário Marca.

O vencedor do prémio será conhecido no próximo dia 13 de janeiro, numa cerimónia que vai decorrer em Zurique, na Suíça. 

* Puro e duro.

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FALTA QUALQUER

COISINHA


















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Ministro da Guiné-Bissau acusa 
Cavaco Silva de ser "infantil"

O ministro de Estado e da Presidência garante que o aeroporto de Bissau é seguro e tem as certificações necessárias.

Fernando Vaz, ministro de Estado e da Presidência da Guiné Bissau, disse em entrevista à rádio TSF, que o incidente com os refugiados sírios foi politizado por Lisboa, e que a intenção é dar suporte político ao antigo primeiro-ministro, deposto em 2012.


O ministro de Estado e da Presidência do governo de Bissau acusou Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República, de ter tido uma reacção precipitada e infantil a todo este caso. "O sr. Presidente da República, sem fiabilidade das fontes, aparece publicamente a fazer uma declaração tendo como suporte as falácias e calúnias em relação à Guiné. Foi muito triste o que aconteceu", adiantou Fernando Vaz.

O governante adiantou que o aeroporto de Bissau é seguro e tem todas as certificações necessárias emitidas por entidades internacionais. "Portugal apoiou sempre o ex-PM e não reconhece o actual governo de transição, onde o partido do ex-PM, PAIGC, tem cinco ministros. Portugal continua a insistir em apoiar o ex-PM", sublinhou Fernando Vaz.

Para o governo guineense, há culpas partilhadas neste incidente. Fernando Vaz considerou que há fragilidades no processo de embarque da TAP em Bissau.
O ministro guineense ataca ainda posição do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da TAP sobre os incidentes do voo que transportou 74 sírios para Lisboa. E garante que Bissau "não sacudiu a água do capote".
"É uma expressão infeliz. Tal como foram infelizes as declarações de Machete, recentemente, em relação a Angola", afirmou hoje ao jornal Expresso o ministro da Presidência da Guiné Fernando Vaz, que se encontra em Lisboa.

O governante ataca assim as declarações recentes do ministro dos Negócios Estrangeiro, Rui Machete, que esta semana considerou "inaceitável" o embarque forçado dos 74 refugiados, alegadamente de nacionalidade síria, no avião da TAP, dia 10, do aeroporto de Bissau em direcção a Lisboa.

Fernando Vaz, que é o porta-voz do Governo de transição da Guiné, também não entende a razão de ser do ultimato feito por Portugal, que pede garantias a Bissau para que casos semelhantes não voltem a acontecer naquele aeroporto. "Este foi um incidente comercial. Mas parece que está a mexer muito com os políticos portugueses. É um disparate pedir que haja condições no aeroporto, quando temos o parecer positivo das autoridades internacionais de aviação", acrescentou.

O ministro guineense diz ainda não entender a razão "de tanto alarido" com este voo dos 74 refugiados, comparativamente com outros dois, realizados em Maio e em Agosto, que levaram de Bissau para Lisboa dois grupos de refugiados da mesma nacionalidade: o primeiro com 39 passageiros e o segundo com 15. "Desses nunca ninguém falou."

Sobre as conclusões do inquérito promovido pelas autoridades da Guiné Bissau ao voo da TAP, frisa que foram realizadas em "apenas seis dias, sob enorme pressão interna e externa". Além disso, garante que "ninguém sacudiu a água do capote". Segundo o governante, houve uma admissão de culpa "de alguma autoridade da Guiné", bem como da transportadora portuguesa.

* Toda a gente sai muito mal nesta fotografia, inclusive a TAP.

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 SALTANDO À CORDA





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Saiba o nível de álcool no 
sangue através do telemóvel

iPhone ou smartphone podem dizer-lhe se está ou não em condições de conduzir um carro após ter bebido álcool.

Quando sair com os seus amigos e beber já pode medir a sua taxa de alcoolemia e saber se está em condições de se sentar atrás do volante. A ‘Breathometer’ e a ‘Alcohoot’ são duas aplicações para iPhone e smatphone que permitem aos seus utilizadores verificar os níveis de álcool no sangue e salvar vidas.
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 A ‘Breathometer’ caracteriza-se por ser um dispositivo portátil que se encaixa ao telemóvel e dá estimativas sobre o seu nível de álcool no sangue. A aplicação (cujo vídeo pode ver no final do artigo), adapta-se facilmente a qualquer mala, bolso ou porta chaves onde a queira transportar. O seu lema é “beba pouco. Esteja a salvo” e custa cerca de 35 euros.


IGUAL AOS APARELHOS DA POLÍCIA
A um preço mais elevado – 86,96 euros – pode adquirir-se a ‘Alcohoot’. Segundo o site da empresa, esta app funciona em conjunto com uma bomba inteligente, constituída por um sensor de pressão, que mede a taxa de alcoolemia de forma muito semelhante à dos aparelhos utilizados pela polícia. A 'Alcohoot' pesa 50 gramas e também se encaixa no iPhone ou smartphone através da entrada para os auscultadores.

* Quem está disposto a beber sabendo que vai conduzir devia ter uma aplicação no telemovel que disparasse um CEIT (choque eléctrico imobilizador temporário).


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 MERGULHADORES













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