29/11/2013

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Subida da idade de reforma para 66 anos
. adia défice da Segurança Social para 2020

A subida da idade da reforma para os 66 anos adia o défice da Segurança Social para 2020, mais cinco anos que o previsto, de acordo com um estudo do Governo que a agência Lusa teve hoje acesso. 

Segundo o documento, denominado "Alteração da idade normal de acesso à pensão e novo fator de sustentabilidade", se o Governo não tivesse alterado o modelo de pensões, "não só o défice se mostraria mais expressivo, como a existência do primeiro ano deficitário seria antecipado já para 2015, levando a recorrer ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) prematuramente".

Os impactos estimados de pensões a longo prazo resultantes da alteração da idade de reforma para os 66 anos, em 2014, indexação às variações da Esperança Média de Vida, após 2014 até 2060, e a alteração da base de referência de cálculo do Fator de Sustentabilidade de 2006 para 2000, a partir de 2014 até 2060 para os pensionistas que antecipam a reforma idade legal da reforma, atenuam o défice do saldo do sistema providencial.

De acordo com as projeções do estudo, caso não tivessem sido tomadas estas medidas o défice da Segurança Social seria em 2015. Agora o saldo negativo é esperado em 2020.

* Brilhante, o défice foi empurrado com a barriga.


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 MÁQUINAS DE


ESCREVER















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

NYT:
 Em Portugal, há burros de carga que
. sobrevivem com subsídios

O burro mirandês chega hoje à primeira página da edição internacional do “The New York Times”, onde o jornal faz um paralelismo entre o destino desta espécie, que sobrevive com subvenções da União Europeia, e as populações dos países periféricos que se viram em apuros e também precisaram de ajuda.

 “Não é fácil ser burro hoje em dia”. É assim que arranca o texto publicado hoje no “The New York Times” e que dá o mote ao tema principal: o burro mirandês, espécie protegida em Portugal, que consegue sobreviver à conta de subsídios europeus.

Recordando que esta espécie sofreu décadas de negligência, a reportagem sublinha que o destino destes burros “acabou por se assemelhar ao dos seus congéneres humanos nas desfavorecidas regiões europeias do interior: ameaçados de extinção e dependentes, para sobreviverem de, sim, de subsídios da União Europeia”.

São esses mesmos subsídios – que estão agora em debate, em plena época de austeridade, no âmbito dos apoios europeus às regiões agrícolas – que têm ajudado à sobrevivência do burro mirandês, que desde 2003 que é considerado uma espécie ameaçada, escreve o jornalista Raphael Minder, que esteve na freguesia de Paradela – concelho de Miranda do Douro – a observar estes “animais dóceis”.

E as ajudas têm surtido efeito. Graças aos esforços de associações, veterinários e ambientalistas, a população do burro mirandês está actualmente estabilizada em torno de 800, sublinha o “NYT”.

Numa altura em que os jovens continuam a migrar das zonas rurais para as urbanas, os burros têm estado também sob essa renovada ameaça: os agricultores que cuidam desta espécie estão a ficar demasiado idosos para o continuarem a fazer. Daí que as associações de protecção se tenham tornado também tão importantes nesta missão. Só a AEPGA - Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino tem ao seu cuidado 140 burros mirandeses. O seu director, Miguel Nóvoa, que é igualmente veterinário, recorda ao “NYT” que até há muito pouco tempo esta espécie “estava em vias de extinção”.

Actualmente, os agricultores recebem 230 dólares de subsídio por cada burro mirandês, o que os levou a manterem os seus animais. “Sem esses subsídios, não faria qualquer sentido, em termos económicos, manter os meus burros, apesar de estar bastante ligado a eles”, comentou ao jornal Gonçalo Domingues, que conta com 70 anos e dois animais desta espécie.

Mas mesmo com as subvenções, é o amor que tem falado mais alto, uma vez que cada burro mirandês tem um custo anual de 650 dólares, salientam alguns peritos ao “The New York Times”. 

“Os agricultores têm agora os burros mais por amor do que pelos subsídios”, diz Javier Navas, veterinário que está a preparar na Universidade de Córboba, em Espanha, uma tese de doutoramento sobre burros - que contam com 53 raças diferentes em toda a Europa.

* Aguardamos com expectativa um artigo sobre a vara do Paço.

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BAMBU


andaimes ecológicos

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HOJE NO
"DESTAK"

Volume de negócios das empresas
 cai 9,4% em 2012, PME e 
construção lideram queda 

O volume de negócios das empresas baixou 9,4% em 2012, depois da queda de 2,1% no ano anterior, com as PME e o setor da construção a liderarem quebras, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP). 


Segundo a "Análise Setorial das Sociedades não Financeiras em Portugal 2012-2013", a queda do volume de negócios no ano passado foi de 10,4% nas pequenas e médias empresas (PME) e de 8,6%, tanto nas microempresas como nas grandes empresas. 

 Por setores de atividade, a construção registou a maior queda do volume de negócios (-26%), seguida pelo comércio (-11,3%), pelos outros serviços (-10,3%) e pela indústria (-3,1%), enquanto a agricultura e pesca registou um crescimento de 8,4% e a eletricidade e água de 1,2%.

* E anda o sr. ministro da Economia a contar-nos fábulas de melhoria das condições da Portugal, ontem foi noticiado um agravamento de  447,4 ME, no sector público.

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MIXÓRDIA



VAI BEBÊ-LA?



VAI ENRIQUECER QUEM


INSULTA OS PORTUGUESES?





SEJA ORGULHOSAMENTE


PORTUGUÊS





Quem faz isto à selecção é capaz 

de bem pior, o de, por exemplo, 

erigir uma estátua a Assunção Esteves!



PASSE A MENSAGEM, 



NÃO BEBA! 



A P...I QUE OS PARIU!!




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 PREFIRA



CONFORTO









 NEM TANTO AO MAR




 NEM TANTO À TERRA


 




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