27/09/2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 11-ELEIÇOEIROS



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TENTAÇÕES




DE ADÃO 
















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HOJE NO
" A BOLA"

Polícia usa uma escada rolante 
para evitar confrontos 
 
A polícia sueca utilizou uma forma original para evitar confrontos entre os adeptos do Djurgarden e do AIK de Estocolmo, na quinta-feira passada. E envolveu uma escada rolante.

A rivalidade entre o Djurgarden e o AIK é a mais intensa de Estocolmo e remonta a 1891, ano de fundação de ambos os clubes - o AIK é mais velho um mês. Sempre que as duas equipas se defrontam, Estocolmo estremece. O duelo é conhecido como «twinderby».

Na quinta-feira passada, adeptos das duas equipas encontraram-se numa estação de metro perto da Tele2 Arena, o estádio do Djurgarden. Mal se encontraram, os insultos começaram de parte a parte e a polícia teve que intervir. Para evitar que as claques se agredissem, a polícia aumentou a velocidade da escada rolante para o máximo.

Do nada, os adeptos do Djurgarden caíram todos e o problema ficou resolvido. A título de curiosidade, a partida terminou empatada (2-2).

* Holigans por toda a parte...

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 PARTE DE MIM



Ficha Técnica
Actores
Ana Lopes
João António 
Produtor
Francisco Coelho
Assistentes de Produção

Mariana Andrade
Maria Ventura

Realizador

João Vaz

Assistente de Realização

João Nunes
Anotador

Filipe Meunier

Assistente de Plateau

Joana Mendes

Director de Fotografia

João Melo

Departamento Iluminação

Lídia Bezerra
António Sequeira
Bruno Matos

Operador de Câmara

Pedro Baptista

1º Assistente de Cãmara

Márcia Sousa

2º Assistente de Câmara

Ana Azinhais

Maquinistas

João António
José Ribeiro

Aderecista

Joana Mendes

Decorador

João Eugénio

Direcção de Actores

Maria Ventura

Director de Som

Cyril Santos

Perchista

Mehmet Gocmen

Grafismo

Pedro Baptista

Edição

Maria Ventura

Banda Sonora
Genérico

Alexandre Vaz

"Deep Blue"

Rodrigo Leão



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 HOJE NO
"PÚBLICO"

Moreira da Silva diz que todos os ministros devem ler relatório do IPCC

Governante afirma que documento agora divulgado deveria ser "inspirador" de uma nova liderança europeia na área climática.

O relatório divulgado esta sexta-feira pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) deve ser lido por todos os ministros de todos os governos, disse ao PÚBLICO o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e da Energia, Jorge Moreira a Silva.

“Este relatório é publicado num momento decisivo”, afirma Moreira da Silva. Em Novembro, a comunidade internacional reúne-se em Varsóvia, Polónia, para uma conferência climática das Nações Unidas, em mais um elo para que se chegue a um novo tratado, até ao final de 2015, que substitua o Protocolo de Quioto.

Além disso, a própria União Europeia está a discutir neste momento a sua nova estratégia de médio prazo, para 2030, na área das emissões de carbono, da eficiência energética e das energias renováveis.
“É importante recordar que foi precisamente depois do último relatório do IPCC [em 2007] que a União Europeia partiu para uma política integrada para o clima e energia”, diz Moreira da Silva. O resultado foram as metas 20-20-20 – 20% de redução de emissões, 20% de energias renováveis e 20% a menos no consumo eléctrico por via da eficiência energética até 2020. Segundo o ministro, o relatório agora divulgado deveria ser “inspirador” de uma nova liderança da UE nesta área.
A síntese apresentada esta sexta-feira pelo IPCC diz que o aquecimento da Terra é “inequívoco” e que o maior responsável são as actividades humanas. O termómetro global continuará a subir, assim como o nível do mar, provocando alterações profundas no sistema climático.

“Este relatório é destinado a toda a sociedade, a todos os governos e, dentro dos governos, a todos os seus membros, e não apenas aos ministros do Ambiente”, refere Jorge Moreira da Silva. Questionado pelo PÚBLICO se levaria as conclusões do IPCC ao próximo Conselho de Ministros, Moreira da Silva respondeu: “O Governo tem um compromisso firme com as metas para as emissões de CO2, para eficiência energética e para as renováveis.”

A junção do ambiente e da energia num mesmo ministério foi uma medida neste sentido, assegura o ministro. “A crise económica não deve servir de desculpa para adiarmos ou hesitarmos no combate às alterações climáticas”, acrescenta.

O ministro reconhece que este quinto relatório de avaliação do IPCC não traz grandes novidades estruturais, mas afirma que tem a grande vantagem de consolidar o quarto relatório, que há sete anos concluiu que a responsabilidade do aquecimento global recente é humana.

Além disso, o documento reafirma a solidez científica do IPCC, depois da crise de confiança por que esta organização tem passado. “É indispensável que o IPCC continue a publicar relatórios como este, da forma como são publicados”, entende Moreira da Silva, referindo o facto de aquela organização funcionar em moldes específicos, com base numa vasta rede de cientistas e sem o peso de outras estruturas das Nações Unidas. “As críticas ao IPCC resultam da própria qualidade que o IPCC tem”, diz. "Se não existissem, o IPCC teria menos problemas, mas daria menos garantias de qualidade”, conclui.

* Há cientistas que contestam a teoria do aquecimento, como somos pouco conhecedores e sem formação científica, vamos estando atentos ao que se diz por aí.

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4.HISTÓRIA DA



 REDE GLOBO





 FONTE: TheDocsBr

Documentário mostra o lado obscuro da Rede Globo destacando algumas artimanhas que colocaram a emissora como uma das mais poderosas do planeta.
O documentário mostra as relações estreitas que a Globo levava com a ditadura militar, mostra também as práticas de manipulação jornalística na cobertura de fatos, como por exemplo, a 1º manifestação das "Diretas Já" em que o "Jornal Nacional" mostrava a aglomeração na Praça da Sé como sendo uma comemoração do aniversário de São Paulo, e não como um movimento pelo fim da ditadura.

Mostra também o envolvimento da Rede Globo na tentativa de fraude nas eleições de 1982 para impedir a vitória de Brizola no Rio de Janeiro e como a rede também manipulou a edição do debate das eleições de 1989, favorecendo ao candidato Collor e evitando o resultado que apontava Lula como vencedor. Mostra também como a Globo destruiu a que seria sua grande concorrente, a TV Jovem Pan, acabando com a sua parceira, a NEC.
Há depoimentos de várias personalidades, como Chico Burque, Leonel Brizola e Lula, entre outros.

A Rede Globo tentou impedir a veiculação do documentário no Reino Unido, mas não conseguiu, depois disso tentou comprar seus direitos autorais, mas também não teve sucesso. O governador de São Paulo, Fleury, demitiu o diretor do Museu da Imagem e do Som, que ousou apresentar o documentário em numa sessão.
Finalmente, conseguiu que o documentário fosse proibido no país. Mas a Internet veio a frustrar essa proibição. Hoje, mais de 700.000 downloads já aconteceram só no Youtube e no Google Video, sem falar nos outros meios, como Torrent, etc.


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