09/02/2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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SABE POR QUE RAZÃO OS HOMENS  

RARAMENTE ESTÃO DEPRIMIDOS?

Não engravidam ...
Os mecânicos nunca os conseguem enganar ...
Nunca precisam de procurar outro posto de gasolina para achar uma casa de banho limpa ...
As rugas são traços de caráter ...
A barriga é prosperidade...
Os cabelos brancos são charme...
Ninguém fica a olhar para os peitos deles quando estão falando ...
Os sapatos não lhes magoam os pés ...
As conversas ao telefone duram apenas 30 segundos ...
Para férias de 5 dias, só precisam de uma mochila ...
Se na mesma festa aparecer outro usando uma roupa igual, não há problema ...

Cera quente não chega nem perto ...
Ficam a ver televisão com um amigo durante horas, em total silêncio, sem terem que pensar: "Deve estar cansado de mim" ...
Mesmo que um amigo se esqueça de os convidar para alguma festa, vão continuar a ser amigos ...
A roupa interior deles custa no máximo 20 euros
 

Três pares de sapatos são mais que suficientes ...
São incapazes de perceber que a roupa está amarrotada ...
O modelo de corte de cabelo deles pode durar anos, aliás, décadas ...
Meia dúzia de cervejas e um jogo de futebol na televisão são suficientes para extrema felicidade ...
Os shoppings não lhes fazem a menor falta ...
Podem deixar crescer o bigode ...
Se um amigo lhes chamar gordo, careca, bicha velha, etc., não abala em nada a amizade ...
Conseguem comprar presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de Dezembro em 25 minutos (no máximo !!!) ...
Que maravilha é ser homem !!! 


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ZUMBA MESMO




 Em 1986, Perez esqueceu a fita de música de aeróbica para uma aula que ia dirigir. Tinha outras bobines na mochila com as tradicionais salsa e merengue  e improvisou a aula misturando a música que tinha.
Rápidamente foi um sucesso no seu país a Colômbia , e mais tarde nos Estados Unidos em 2001,  juntou-se com outro  co-fundador Alberto Perlman e um amigo de infância,  Alberto Aghion. O trio produziu uma demo reel  e o conceito foi descoberto e utilizado por uma empresa chamada  Fitness Quest para criar uma campanha de marketing direto.


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 6/MENSAGENS
SEM DÓ





















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A VIDA PRIVADA



DE SALAZAR
 

3º Episódio




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 3- Um banqueiro
 no confessionário

Oliveira e Costa

 
 * Um trabalho de Luís Leiria

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BOAVENTURA SOUSA SANTOS

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  PS ( Política Surrealista)

Por que é que um cidadão de esquerda, preocupado com o rumo que o país está tomar, temendo que a distância dos cidadãos em relação ao sistema político democrático se agrave, inconformado com a falta de unidade entre as forças de esquerda sociologicamente maioritárias, tem dificuldade em conter a raiva ante as insondáveis uniões divisionistas e divisões unitaristas do PS?
Por três razões. Primeiro, sentimento de impotência: sabe que se der um murro na mesa o único efeito possível é magoar-se, tal a incapacidade do partido em distinguir luta política de luta por cargos políticos. Segundo, sensação de perigo: o país precisa de uma alternativa política e o PS parece apostado em desistir dela antes mesmo de tentar. Terceiro, inconformismo ante o desperdício da oportunidade: o PS tem algum potencial para reinventar-se como partido de esquerda, um potencial muito limitado e problemático, mas mesmo assim existente.
Só esta última razão permite transformar a raiva em esperança, mesmo que esta mal se distinga do desespero. Dois factos bloqueiam esse potencial e outros dois podem ativá-lo. O primeiro bloqueio decorre da qualidade dos líderes. A estatura de Mário Soares criou uma sombra difícil de dissipar. Os líderes que se seguiram distinguiram-se mais pela integridade ética do que pela coragem política (Vítor Constâncio, Jorge Sampaio e António Guterres). O mais lúcido e corajoso de todos, Ferro Rodrigues, foi assassinado politicamente de forma sumária e vergonhosa.
O segundo bloqueio advém da perda de cultura socialista (e até de cultura geral) entre os dirigentes, o que amortece as clivagens políticas e aguça as clivagens pessoais. Quem não for militante do PS não entende a hostilidade entre José Sócrates e António José Seguro, quando ambos são produto da mesma terceira via (entre capitalismo e capitalismo) que vergou os partidos socialistas europeus às exigências do neoliberalismo e os fez vender a alma do Estado de bem-estar social. Seguro está condenado a continuar Sócrates em piores condições. Causa arrepios pensar que não frustrará as expectativas apenas por estas serem nulas.
O primeiro facto potenciador de transformação no PS é o contexto europeu e mundial. O Sul da Europa, o Médio Oriente e o Norte de África são as faces mais visíveis da vertigem predadora de um capitalismo selvagem que só se reconhece na extração violenta dos recursos humanos e naturais. É agora mais visível que o socialismo democrático foi construído contra a corrente, com muita luta e coragem que a Guerra Fria foi tornando desnecessárias. Tornou-se então claro que a coragem e a vontade de luta dos socialistas se tinham transformado, elas próprias, num instrumento da Guerra Fria, capazes de se exercitar contra comunistas e esquerdistas mas nunca contra capitalistas. É bem possível que não sejam os socialistas a reinventar o socialismo democrático. Uma coisa é certa: a ideia de um outro mundo possível nunca foi tão urgente e necessária, e reside nela a última reserva democrática do mundo.
O segundo facto potenciador é que os socialistas portugueses já mostraram estar conscientes de que qualquer vitória que o atual líder lhes proporcione a curto prazo será paga no futuro com pesadas derrotas. Os militantes socialistas jovens e pobres - que (ainda não enriqueceram no governo nem nas empresas - leram com atenção o livro de António Costa, Caminho Aberto, publicado em 2012, e ficaram tão impressionados como nós com a experiência governativa, lucidez política, capacidade de negociação com adversários, revelada pelo autor num livro que retrata como poucos o Portugal político dos últimos 20 anos e abre pistas luminosas sobre os desafios que a sociedade portuguesa enfrenta. Devem sentir, como nós, a dificuldade em conter a raiva.
Poderão dar um murro na mesa e terem algum efeito além de se magoarem? A tragédia do socialismo democrático atual é ser um fogo apagado que só reacende as brasas quando troca a coragem política pela ética, como se a coragem política não fosse eminentemente ética.

IN "VISÃO"
08/02/13

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2- Um banqueiro

 no confessionário

Oliveira e Costa


 * Um trabalho de Luís Leiria

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