14/01/2013

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Dados de novembro 
Número de casais desempregados aumenta 5,2% 

Comparando com o mesmo mês do ano passado, o número de casais em que ambos os cônjuges estavam desempregados quase duplicou. 
O número de casais em que ambos os cônjuges estavam desempregados, em novembro do ano passado, quase duplicou face ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) divulgados no portal da instituição. 
 O número de casais em que ambos os cônjuges estavam registados como desempregados aumentou 95,5% em novembro de 2012, face ao período homólogo de 2011, totalizando 11.044 casais. Comparando com o mês de outubro de 2012, o número de casais em que ambos os cônjuges estavam desempregados aumentou 5,2%. 

Dos 662.937 desempregados registados no IEFP no final de novembro do ano passado, metade estavam casados ou em união de facto (323.309 pessoas), o que representa um acréscimo de 17,1% face ao mês homólogo do ano anterior e de 0,1% em relação a outubro de 2012.

* A miséria agiganta-se na mesma proporção que a maioria dos políticos engorda.

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 LEITORES ATENTOS





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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
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Aumento de taxas moderadoras 
deixa milhares de fora 

 O presidente do Conselho de Administração do Hospital de Cascais, Adalberto Campos Fernandes, avisou hoje que o último aumento das taxas moderadoras "empurrou para fora do sistema de saúde" dezenas ou centenas de milhares de pessoas. 

"Estamos no limite de segurança crítico de introdução de barreiras económicas ao acesso [à saúde]", afirmou Adalberto Campos Fernandes, ao comentar a proposta do FMI para aumento das taxas moderadoras, durante um debate hoje em Lisboa sobre a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Para o especialista em economia de saúde, a proposta do FMI transforma as taxas moderadoras em copagamentos, considerando uma ideia descabida e própria de quem desconhece a realidade portuguesa. "É de quem está a 10 mil quilómetros daqui, e não faz a mínima ideia do que está a dizer", comentou. "O último aumento de taxas moderadoras [registado há um ano] empurrou para fora do sistema de saúde dezenas ou centenas de milhares de pessoas", frisou. 

Por isso mesmo, e devido ao contexto de crise, o administrador do Hospital de Cascais diz que deveria haver "uma caracterização epidemiológica da pobreza", na mesma linha do defendido pelo professor da Escola de Saúde Pública Constantino Sakellarides, que advogou a criação de um sistema público de monitorização dos impactos da crise na saúde. Adalberto Campos Fernandes lamentou ainda que os decisores políticos andem a fugir da questão dos subsistemas de saúde, como a ADSE, que já vêm identificados como um problema a resolver no primeiro memorando da "troika". "Não percebo como somos tão seguidores dos dispositivos do memorando, mas desde maio de 2011 que o documento indica que os subsistemas são um problema. Andamos há um ano e meio a fugir desta questão como diabo da cruz", comentou. 

 Para contribuir para a sustentabilidade do SNS, o responsável do Hospital de Cascais defendeu ainda que a reforma hospitalar deve avançar como um "imperativo cívico". Para Adalberto Campos Fernandes, não avançar com a reforma hospitalar custa muito mais ao país do que um ano inteiro sem que os hospitais cumpram a lei dos compromissos.

 Esta lei impede os serviços do Estado de assumir despesa que não tenha cabimento nos três meses seguintes, mas, no caso da saúde, tem suscitado polémica por dificuldades de aplicação e cumprimento por parte dos hospitais. O presidente da Administração Central do Sistema de Saúde reconheceu hoje, durante o debate, que esta lei foi implementada "num contexto nacional desadequado", e defendeu igualmente a importância de avançar com a reforma hospitalar. 

 "Se existe redundância de serviços [ao nível dos hospitais], há possibilidade de fazer melhor com menos", comentou João Carvalho das Neves, admitindo que é preciso que a reforma hospitalar avance mais depressa do que tem vindo a acontecer.

* Já ultrapassámos o limite de segurança

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PREPARADOS PARA 
O FIM DO MUNDO



















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HOJE NO
"RECORD"

Pedro Proença é 
o melhor do ano para a IFFHS 

O português Pedro Proença, que teve a seu cargo a final da Liga dos Campeões e do Euro'2012, foi eleito o melhor árbitro de 2012 pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS).
No ranking divulgado esta segunda-feira, Proença surge com 174 votos, mais 101 do que o turco Cüneyt Çakir, segundo classificado. O inglês Howard Webb fecha o pódio com 72 pontos.

O húngaro Viktor Kassai, melhor árbitro em 2011, arrecadou 50 votos e o quarto lugar.

* Uma honra para Portugal

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 CORRIDA DE 
POBRES



 1/3 DA POPULAÇÃO MUNDIAL VIVE COM
 1€ POR DIA OU MENOS

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ovo estrelado instantâneo 
vai ter patente nacional 

Um ovo estrelado instantâneo, produzido por uma máquina ainda em protótipo, será a primeira patente portuguesa no setor dos ovos.

O protótipo funcional para a produção em contínuo de ovos estrelados, desenvolvido ao longo de quatro anos, foi esta segunda-feira apresentado, em Pombal, à ministra da Agricultura Assunção Cristas, e os promotores do projeto "Egg Ready" garantem que o produto, que é depois embalado individualmente, está pronto a ser consumido como um ovo estrelado normal, após ser aquecido num forno micro-ondas. 

"Vai ser uma patente da primeira tecnologia portuguesa para o setor dos ovos, dominada por alemães e holandeses", disse Amândio Santos, administrador executivo da Derovo.
Assunção Cristas assistiu à produção dos ovos estrelados que saíam de uma máquina, com a cadência de 100 ovos por hora, idealizada pelo Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade do Minho e construída pela firma Valinox, parceiros no projeto.
"Até no ovo estrelado é possível inovar, não há limites à nossa imaginação", frisou Assunção Cristas perante as explicações do funcionamento da máquina.
A ministra considerou que o ovo estrelado "é altamente nutritivo", possuindo "todas" as proteínas diárias necessárias e, no caso do projeto do grupo Derovo, sem "o problema do colesterol" por não ter gordura na sua confeção.
O gestor confirmou que o ovo "não leva gordura" e que é feito em três fases, variando o tempo de permanência na máquina "consoante se pretende a gema mais cozida ou mais líquida".
Amândio Santos apontou os mercados muçulmanos como estando "ávidos" por um produto desta natureza. "É a grande aposta através do ovo congelado, a Fly Emirates (companhia de aviação) vai ser o primeiro cliente de catering deste produto", revelou. 

Parceria com Universidade do Minho
O responsável destacou ainda a colaboração entre a Universidade do Minho e a empresa, frisando que "cada vez mais" as empresas têm dificuldades em alocar recursos financeiros às áreas da inovação.
"As universidades perceberam as necessidades das empresas e as empresas a linguagem das universidades. Hoje está criada uma relação de parceria perfeitamente possível para potenciar a inovação das empresas sem um custo demasiado elevado", frisou o empresário.
Já António Vicente, docente da Universidade do Minho, explicou que a instituição estudou duas vertentes do projeto: por um lado o processo de conservação do ovo e, por outro, a construção da máquina que o iria processar. 
N. SENHORA DO OVO

"A ideia era produzir, em contínuo, ovos estrelados que depois possam ser embalados, guardados durante um tempo razoável [três semanas em fresco e 18 meses em congelado] que permita a sua exportação e o consumo na hotelaria, restauração e serviços de 'catering'", explicou.
O professor do Departamento de Engenharia Biológica frisou que tiveram de ser estudadas temperaturas, tempos, formas de embalamento e a maneira de preservar o ovo "e garantir que teria a sua qualidade intacta" até ao final do processo.
Leonel Conceição, diretor de produção da Derovo, frisou que o projeto teve um custo de cerca de 300 mil euros e avançou depois de várias empresas clientes do grupo pedirem "uma solução" para eliminarem a presença de ovos com casca nas suas cozinhas, por uma questão de higiene e segurança alimentar.
O próximo passo é projetar um equipamento, até final de 2013, "uma vez que o protótipo funciona lindamente" ao nível de produção em massa à escala industrial, que tem um custo estimado de cerca de meio milhão de euros.

* A sra ministra precisa de aprender uma coisa simples, muito simples, o ovo é um alimento nutrtivo mas estrelado não. Coza-o, escalfe-o mas frito  só muito de vez em quando, pergunte a um gastero-enterologista.. Nós sabemos a ânsia da sra ministra em apresentar serviço, desta maneira espalha-se. 
E já agora, ovo estrelado de pacote?  Poupem-nos... ou vendam-no à troika.

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