09/07/2012

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Lusófona dá meia hora aos jornalistas para consultarem processo de Relvas 

O processo de licenciatura em Ciência Política de Miguel Relvas vai estar à disposição dos jornalistas já esta tarde, de acordo com o “Expresso”. 
Contudo, a Universidade Lusófona definiu que os jornalistas só poderão ter acesso aos documentos durante 30 minutos, estando proibidos de captar imagens directas do processo, adianta o mesmo jornal. 

O “Expresso” adianta que a consulta do processo será acompanhada pelo provedor do aluno da Universidade Lusófona. 

* Do sr. ministro já se sabe, homem hábil, esperto e com palavreado próprio de quem anda na política para enganar, agora a Lusófona podiar evitar folclore, deixava isso para os grupos etnográficos.

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Encontrem uma cura para o cancro, antes que me cresçam as maminhas



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 COMO SE FAZ UM PNEU


  

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 O VERÃO ASSIM 


É OUTRA BEATITUDE




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HOJE NO
"DESTAK"

Açores asseguram 40 por cento da
. investigação marinha feita nas Regiões 

 Os Açores asseguram cerca de 40 por cento da investigação científica marinha que é feita pelas Regiões Ultraperiféricas da União Europeia, revelou hoje Ricardo Serrão Santos, pró-reitor da Universidade dos Açores. 

"No âmbito das regiões ultraperiféricas europeias, os Açores são a que alcançou maior importância no domínio das Ciências do Mar, em especial nas disciplinas biológicas e afins, representando cerca de 40 por cento da investigação científica de relevância internacional", frisou Ricardo Serrão Santos, que falava na abertura do II Fórum Conhecer o Mar dos Açores, que decorre até terça-feira na Horta, Faial. 

O pró-reitor da Universidade dos Açores para os Assuntos do Mar recordou que o arquipélago constitui um "laboratório natural marinho" com interesse para o desenvolvimento da investigação científica, mas também uma "oportunidade" para diversas atividades económicas. 

* Uma prova da alta qualidade da investigação científica nos Açores.

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INFOMULHER











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 22-ESPANTÁSTICO


A Cidade Submersa ao largo da costa de Cuba

Em maio de 2001, uma empolgante descoberta foi feita pela Advanced Digital Communications (ADC) que estava mapeando o fundo do oceano nas águas territoriais de Cuba. As leituras do Sonar revelaram algo inexperado e um tanto incrível há 60 metros abaixo: pedras dispostas em um padrão geométrico que pareciam muito com as ruínas de uma cidade. “A natureza não poderia criar algo tão simétrico. Isto não é natural, mas nós não sabemos o que é”, disse Paul Weinzweig, da ADC. Uma grande cidade submersa? A National Geographic demonstrou um grande interesse no sítio e esteve envolvida em investigações subseqüentes. Em 2003, um minisubmarino mergulhou para explorar as estruturas. Paulina Zelitsky, da ADC, disse que viram uma estrutura que “parecia ter sido um grande centro urbano. Entretanto, seria totalmente irresponsável dizer o que era antes de se ter evidência.”




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