15/03/2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Um avião caiu na floresta. Restaram apenas três sobreviventes: um indiano, um judeu e um adepto do Benfica

Caminhando entre as árvores da grande floresta, encontraram uma pequena casa e pediram para passar a noite.
O dono da casa disse:
- Minha casa é muito pequena, posso acomodar somente duas pessoas. Um terá que dormir no curral.
O indiano respondeu:
- Eu dormirei no curral, sou indiano e hinduísta, necessito praticar o bem.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa.
Era o indiano, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem uma vaca, que é um animal sagrado. Eu não posso dormir junto a um animal sagrado.
Então o judeu respondeu:
- Eu dormirei no curral. Somos um povo muito humilde e sem preconceitos.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa.
Era o judeu, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem um porco, que é um animal impuro. Eu não posso dormir junto a um animal que não seja puro.
Então, o adepto do Benfica  chateado da vida, aceitou dormir no curral.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa.
Eram o porco e a vaca.

Como a Muda chegou a Chefe!!






enviado por E. FRANÇA

História Trágica Com 

Final Feliz





CLOACA



60 Second Science "Cloaca" from mike roush on Vimeo.

De onde vem a Caibra?


Segundo o neurologista Acary Oliveira, da Unifesp, 95% da população já experimentou esse espasmo muscular,  em geral na barriga da perna.
"Após intensa actividade física, acaba a energia e a musculatura se contrai e não relaxa".
Para passar, o segredo é contrair o músculo oposto ao que está doendo, como fazem os jogadores de futebol.
Se a caibra for na barriga da perna, por exemplo, basta alongar os músculos da parte da frente, puxando a ponta do pé para cima, em direcção a canela.

MIGUEL PORTAS







43 minutos

Durou 43 minutos o encontro entre Merkel e Sócrates. Mais 13 do que o anunciado...

Durou 43 minutos o encontro entre Merkel e Sócrates. Mais 13 do que o anunciado. No momento em que escrevo, sabe-se do que falaram, não do que se decidiu - e se é que algo, aí, se decidiu. Falaram da dívida soberana portuguesa, do Fundo Europeu de Estabilização Financeira e do não-Pacto que Alemanha e França subscreveram em escrita invisível. Mas já não fazemos a menor ideia se aqueles 13 minutos de bónus foram, como o número gosta, os do azar. Perez Metelo, um analista económico habitualmente sensato, falou em caldo entornado se Sócrates não conseguisse convencer Merkel das suas boas intenções, do rumo que o país leva ou de algo assim parecido. Terá precisado ele dos 13 minutos ou, pelo contrário, foi a chefe em acto da Europa que os aproveitou para discriminar, detalhe a detalhe, as suas instruções à província do sudoeste? Eis o tipo de especulação que só as novidades das próximas semanas acabarão por deslindar.

É que, a avaliar pelo título do Público - «Merkel elogia reformas em Portugal, mas diz que é preciso mais» -, o nosso primeiro não teria ido a despacho, mas a consulta à mais famosa das pitonisas de Berlim. A chatice é que a senhora se repete e todos os de Bruxelas a repetem: afinal, há muito sabemos estar no bom caminho e que, por isso, virá ainda pior. Isto cansa...

O que é estar no bom caminho ? Foi o que procurei explicar a uma plateia europeia nesta manhã. Bom caminho é estar o salário a perder por três vias distintas: na Função Pública, porque perde em valor absoluto e Teixeira dos Santos quer que o mesmo suceda no sector privado; o salário reduz--se, em segundo lugar, por via do aumento do IVA; e, finalmente, encolhe na sua parte indirecta na medida em que se abatem apoios sociais e aumentam os preços praticados nos serviços públicos. O remédio dos governos não é mais do que uma maciça transferência de rendimentos do Trabalho para o Capital. Suspeito que, quando a senhora Merkel diz ser «preciso mais», seja a isto que se refere.

O ataque ao salário indirecto tem exigido um segundo movimento: o que transforma dívida privada em dívida pública. O salvamento do sistema financeiro em 2008 e 2009 foi, numa escala colossal, isto mesmo.

Contudo, não impediu a economia de mergulhar na recessão. Em consequência, os Estados tiveram que almofadar os seus sistemas de apoio social e suprir a quebra do investimento privado com algum investimento público. O aumento do défice e da dívida pública foram o resultado de um crime de agiotagem levado a extremos até então desconhecidos.

Mas disto não falaram eles. Este tempo não é de almofadas, mas de reguadas e tareias de cinto sobre quem não teve nem tem culpa. Um dia destes ainda se tramam.

IN "SOL"
07/03/11