14/03/2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

Chefe é chefe!
 
Não leia a resposta antes de pensar... 
é muito boa.
Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes.

Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior.
Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam.
Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.

Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo.

Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que aquele avião   caíra no mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes...!
Imediatamente chamou o guarda-nocturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu efusivamente pelo aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.
O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.
Pergunta:
- Por que o guarda foi mandado embora?
Não leia a resposta abaixo...
Pense um pouco...
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Resposta:

 
O empregado era guarda-noturno. Se ele teve um sonho à noite e contou logo pela manhã, é porque estava dormindo em serviço...!
Conclusão:
Chefe é chefe... Por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada.

Então,
DEIXE O CHEFE MORRER...
A CORAGEM DE RECUSAR UM ÓSCAR 



" - OH LUÍS ALBERTO"

MICHAEL PAWLIN. Usando o gênio da natureza na arquitetura.




Como os arquitetos podem construir um mundo novo de beleza sustentável? Através do aprendizado com a natureza. No TEDSalon em Londres, Michael Pawlyn descreve três hábitos da natureza que podem transformar radicalmente a eficiência dos recursos da arquitetura e da sociedade, circuítos fechados, e obtenção de energia solar.

NR: Clique em subtitles e escolha a legendagem que mais lhe aprouver

ALMORRÓIDA RODOVIÁRIA



Camionistas invadem IC2 perto de Leiria


Dezenas de camionistas ocuparam o IC2 em Barracão, a cerca de 15 quilómetros de Leiria, obrigando os outros condutores de camiões a parar. A situação gerou 
momentos de tensão, com empurrões entre 
os militares da GNR e os manifestantes por causa 
de os militares terem levado um camionista.


A decisão dos camionistas seguiu-se à ordem dada por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) para que os que as viaturas estacionadas nas bermas da estrada começassem a circular.

Antes da ocupação do IC2, e quando os camionistas ameaçavam endurecer o protesto face à ordem da GNR, o comandante distrital da Guarda, Lourenço Lopes, dizia à Lusa que os militares não iriam permitir “às pessoas de incorrerem em ilícitos, nomeadamente de natureza criminal, que põem em causa o exercício dos direitos, liberdades, de garantias, da maior parte dos cidadãos, nomeadamente a livre circulação rodoviária”.

Entretanto, os responsáveis das empresas de transporte de mercadorias e os camionistas que se encontram parados numa rotunda do Carregado dizem estar dispostos a prolongar a paralisação noite dentro, “até que as associações que representam o sector o queiram”, afirmou Ricardo Lobato, do piquete de paralisação.

A greve iniciou-se à meia-noite com uma fraca adesão nos principais pontos de saída no país, mas à medida que as horas foram passando aumentou o número de camiões parados e registaram-se vários incidentes.

Durante a madrugada, a GNR registou vários apedrejamentos contra veículos pesados de mercadorias e autocarros que circulavam nas auto-estradas, mas, de manhã, a circulação já se processava com normalidade em todo o país.

O Governo e as associações representativas das empresas de transportes de mercadorias ainda reuniram durante a madrugada durante mais de seis horas, mas a reunião terminou sem consenso quanto à redução do preço dos combustíveis reivindicada pelas associações, devido às “actuais directivas europeias”, justificou o ministro dos Transportes, António Mendonça.

Apesar de um acordo quanto à revisão da legislação laboral aplicável ao sector e relativamente à redução dos preços das portagens nas SCUT, a paralisação agendada avançou.

Aparalisação foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), e recebeu a solidariedade da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), que, embora não a tenha convocado, apelou depois aos associados que evitassem circular com as suas viaturas nas estradas de todo o país.

IN "PÚBLICO"
14/03/11

Daniel Craig »» James Bond filmando p/o 

 Dia Internacional da Mulher 2011



MANUEL CATARINO




Cavalheiros 
      acima da lei

A lei obriga – e muito bem! – os gestores de empresas com capitais públicos a entregarem no Tribunal Constitucional a declaração de rendimentos. A REN, monopolista das redes de gás e de electricidade, integra na sua estrutura accionista vários grupos privados. Ainda assim, mais de metade do capital (51,1 por cento) ainda é do Estado.

Todos os administradores, até os nomeados em representação dos privados, estão obrigados a entregar a declaração de rendimentos – mas uns tantos cavalheiros, gente distinta, têm o descaramento de se julgar acima da lei: acham que ninguém tem nada que saber quanto é que ganham – e recusam-se a entregar a declaração que o Tribunal Constitucional lhes exige.

Os nomes de dois destes senhores, Filipe de Botton e Manuel Champalimaud, são do mais fino que há na selecta Quinta da Marinha. Outro, Gonçalo Oliveira, é de mais plebeia origem – mas já pertence por direito próprio à velha aristocracia financeira. O quarto é espanhol, Atienza Sierna, que devia saber respeitar os usos e costumes de quem tão generosamente o acolhe e o alimenta.

A nenhum deles, enfim, ficaria mal que cumprissem com o que manda a lei. Mas estes senhores têm um problema que, muito provavelmente, lhes vem do berço: evitam sentar-se à mesa com quem lhes paga – que somos todos nós. 


 SUBDIRECTOR

IN "CORREIO DA MANHÃ"
11/03/11